Thiago

Comedouros em concreto para pets – anéis empilháveis que aliam estilo, resistência e saúde para os bichos de estimação

Veterinários recomendam que a altura do comedouro esteja entre o cotovelo e o peito do pet prevenindo assim problemas digestivos, dores na coluna e artrites

Postado em 30 de junho de 2020

Comedouros são itens essenciais para quem tem pets. Além de incentivar a alimentação independente do animal, eles podem, se na altura correta, ajudar a preservar a saúde e proporcionar conforto à cães de todos os portes. Especialistas afirmam que, em sua maioria, cães e gatos distribuem 60 % de seu peso corporal nos membros torácicos e 40 % nos membros pélvicos na hora de se alimentar. Justamente por isso, veterinários recomendam que a altura do comedouro esteja entre o cotovelo e o peito do pet prevenindo assim problemas digestivos, dores na coluna e artrites.
Pensando em atender às necessidades dos bichinhos e de seus donos, a Traço lança os Comedouros UP!: anéis empilháveis, que aliam estilo, resistência e praticidade, com beleza e sofisticação. Feitos artesanalmente, em concreto reforçado com fibras de polipropileno e tratamento para impermeabilização, os comedouros são super resistentes a mordidas e possuem um sistema de travamento entre peças. Além disso, por ser feita em inox, a tigela é de fácil higienização, além de ser livre de corrosão e não desprender partículas nocivas ao animal.
Com desenho concebido pelos arquitetos do Estúdio Nacional, os anéis do Comedouro UP! são 100% produzidos no Brasil, com recursos locais. A confecção e venda são realizadas pela Traço, que desde 2016 desenvolve e comercializa objetos de design e mobiliário em concreto. O produto está disponível em várias opções de cores (branco, cinza claro, cinza escuro, azul, rosa, terra e vermelhão) e pode ser usado em áreas internas e externas, como parte da decoração da casa.
Cada anel mede 25 cm de largura por 7 cm de altura e pesa 3,1kg. A tigela em inox tem capacidade total 1,5 litros. Para saber a quantidade ideal de anéis, a marca indica que o cliente meça a altura do peito e do cotovelo do pet até o chão. A altura total do comedouro deve estar entre essas duas medidas. Mais informações: www.tracoobjetos.com.br/produto/comedouro-up/

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Imóvel alugado: dicas para deixá-lo com a sua cara, tanto na decoração quanto nas funcionalidades

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Atualmente, morar em um imóvel alugado não é mais sinônimo de situação temporária, muita gente escolhe viver assim e não pensa em ter um imóvel próprio, principalmente a geração dos Millennials – pessoas na faixa etária entre 26 e 40 anos – que buscam lares que se adaptem às necessidades da fase da vida em que estão. Além disso, preferem investir mais em experiências do que em bens materiais, segundo pesquisa da consultoria de mercado Kantar. Mas, então, como o morador pode deixar este imóvel, que não é próprio, adaptado para as suas necessidades e com a sua personalidade?
Segundo a Arquiteta Larissa Reis, para esse perfil de moradia, as alterações devem ser, essencialmente, planejadas para ser modificadas de maneira fácil e, antes de qualquer coisa, aprovadas pelo proprietário. “Acredito que nesses casos reformar é melhorar diretamente a qualidade de vida de quem está morando no imóvel. O projeto precisa traduzir a personalidade do morador atual, para criar nele um sentimento de pertencimento ao local, afinal, todos precisamos de um lugar de identificação”, explica.
Confira abaixo algumas dicas da arquiteta para que seu imóvel alugado fique na medida para você, tanto nas funcionalidades quanto na decoração:

Escolha
As características mais importantes a serem observadas na escolha do imóvel são a localização, sua metragem e medidas. Já a estética é algo mais fácil de se adaptar, caso essa seja a sua vontade.

Melhorias
As chamadas benfeitorias são os gastos feitos para conservação, melhoria ou embelezamento do imóvel. Podem ser de natureza estética como, por exemplo, a troca de revestimentos e cores ou estruturais e de manutenção. “Pela lei do inquilino, apenas a segunda hipótese é obrigatoriamente paga pelo locador. Porém, descontos no aluguel podem ser negociados entre inquilino e proprietário, já que ambos irão se beneficiar das melhorias. Nesse momento, o diálogo é a melhor opção”, ressalta Larissa.

Imprimindo personalidade
Primeiro analise e entenda quais são suas necessidades e de quem mora com você, quais são as atividades mais comuns na casa e então crie um ambiente funcional, que priorize o que realmente importa. Depois disso, escolha as cores, o mobiliário, objetos pessoais, objetos personalizados e itens como tapetes, cortinas, plantas e afins. “Esses elementos podem transformar o ambiente por completo”, afirma a profissional.

Invista
Para Larissa, no que vale investir é uma escolha muito pessoal, a dica que arquiteta dá é que antes de investir nas mudanças o morador reflita sobre quanto tempo pretende permanecer no imóvel e também sobre o orçamento disponível. “Mas acredito que sempre vale a pena fazer melhorias no lar. Por exemplo, trocar a pintura das paredes, investir em móveis que se adaptem melhor ao espaço e em itens de decoração, são formas de aumentar o conforto e a identificação com o ambiente.

Evite
Segundo a Arquiteta, os itens mais delicados de se trocar em um imóvel alugado são as paredes e esquadrias, pois quando modificadas sem os cuidados necessários e o acompanhamento de um profissional adequado podem comprometer a estrutura e os revestimentos, que são de alto valor. Ambas as mudanças devem contar sempre com a aprovação do locador.

Alterações estruturais
Mas se, ainda assim, você sentir a necessidade de fazer alterações estruturais, há soluções no mercado que permitem que elas sejam mais tranquilas. “Uma boa opção para mudanças de layout do imóvel são as paredes de drywall – parede formada por estruturas de perfis de aço e chapas de gesso – que são rapidamente executadas e, de modo geral, proporcionam uma obra mais limpa”, explica Larissa. Já no caso de mudanças nos banheiros como a troca de acessórios, por exemplo, a dica da arquiteta é guardar os itens originais para que na devolução do imóvel seja possível realizar a troca e levar os objetos acrescentados para nova residência.
É importante lembrar que toda mudança estrutural necessita de uma análise profissional prévia e da permissão do proprietário do imóvel.

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WhatsApp como prova processual: o que você precisa saber

Postado em 18 de junho de 2020

Criado em 2009, o WhatsApp é um aplicativo que inicialmente tinha como objetivo a troca de mensagens de texto entre os usuários. No entanto, ao passar do tempo, com grande adesão em todo o mundo, se tornou multitarefas. Além de mensagens de texto, ele permite o compartilhamento de arquivos em diversos formatos, chamadas de voz e vídeo, entre outros recursos, estando em constante aprimoramento de acordo com as necessidades cada vez mais frequentes dos usuários.
A facilidade na utilização da plataforma é um dos motivos pelos quais o instrumento se tornou tão difundido entre as pessoas. Dificilmente, há alguém que possui um smartphone e não utiliza o WhatsApp. Assim, a circulação de todo tipo de informações foi extremamente ampliada, contemplando desde conversas cotidianas banais até ameaças, organizações de reuniões, gerenciamento de empresas etc. Apesar de haver recursos que possibilitam que as mensagens sejam apagadas, nunca foi tão fácil conseguir o registro de uma informação.
Mesmo com um grande fluxo de informações, os responsáveis garantem que a utilização é segura, havendo criptografia de “ponta-a-ponta”, o que permite que somente você e a pessoa com quem você esteja se comunicando possam ler o que foi enviado. Este sistema de segurança tem como fundamento a impossibilidade de alguém que não esteja na sua interface da conversa, tenha acesso a ela. Contudo, isso não impede que pessoas invadam uma conta de um usuário e tenham acesso às suas informações, de tal modo que, ao usuário também é necessário zelar pela guarda de logins e senhas.
Este aplicativo teve um impacto em escala global e alterou a forma como as pessoas se comunicam. O que anteriormente era dito sem a possibilidade de registro, por meio de ligações ou conversas pessoais, tornando difícil a sua comprovação pela falta de testemunhas, por exemplo, hoje o simples salvamento da conversa possibilita a comprovação de um direito ou mesmo apresenta argumentos para desconstituí-lo.

WhatsApp como “prova tecnológica”
A porta para a utilização do aplicativo junto aos processos judiciais está no art.369 do Código de Processo Civil de 2015, o qual dispõe que as partes têm o direito de utilizar de todos os meios legais e moralmente aceitos para provar a verdade dos fatos em que alega.
Entendem-se como meios legais as provas que não são obtidas de forma ilícitas, ou seja, que não infringem a lei para a sua produção, ilegítimas, que não infringem normas processuais, e provas moralmente ilegais, aquelas obtidas sem que haja afronta a princípios éticos e morais admitidos pela sociedade.
Portanto, o ordenamento jurídico admite meios de provas ditos atípicos, ou seja, provas diversas das usualmente conhecidas e dispostas na lei processual, como por exemplo, prova documental, pericial ou testemunhal.
O objetivo do legislador foi justamente permitir a utilização de outros instrumentos para que a comprovação dos fatos não ache um obstáculo num processo judicial engessado, mantendo-se sempre a ressalva de que a prova em questão não seja obtida de uma forma ilícita ou moralmente ilegal.
Assim, as denominadas “provas tecnológicas” servem sim como mais um elemento de convencimento para o Juiz do caso, desde que assegurada a ampla defesa e o direito ao contraditório.

Recomendações no meio jurídico
É importante que seja demonstrada, efetivamente, que as mensagens foram recebidas e lidas pelo destinatário. Além disso, há a possibilidade de elaboração de Ata Notarial, instrumento público, lavrado em cartório pelo tabelião de notas, garantindo a autenticidade e integridade do conteúdo.
O ideal, em qualquer tipo de caso, é que a parte junte a conversa na íntegra, para que o juiz possa contextualizar os fatos. A ata notarial é uma forma de evitar a alegação de que as conversas tenham sido adulteradas
A justiça brasileira não veda a utilização de documentos eletrônicos como meio de prova. Em decisões recentes, tem se posicionado sobre o uso das mensagens de WhatsApp como provas em processos, mediante autorização judicial, sob pena de violação da intimidade, garantida no art. 5º, inciso X, da Constituição Federal.
Sobre o tema, é firme a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no sentido de considerar ilícita a prova obtida diretamente dos dados constantes de aparelho celular, decorrentes do envio e/ou recebimento de mensagens de texto SMS, conversas por meio de programas ou aplicativo WhatsApp, mensagens enviadas e/ou recebidas por meio de correio eletrônico, decorrentes de flagrante, sem prévia autorização judicial.
Por sua vez, o Supremo Tribunal Federal (STF) já se posicionou sobre a questão quando analisou a Queixa-Crime proposta pelo Senador Romero Jucá contra o também Senador Telmário Mota, nos autos da Ação Originária – AO 2002/DF, aceitando até mesmo imagem da tela (prints) do aparelho móvel, a representar mensagens trocadas pelo WhatsApp, como prova dos fatos discutidos na demanda.
Na prática, tanto cópias de mensagens escritas e faladas quanto fotos extraídas das redes sociais já vêm sendo utilizadas para comprovar aptidão financeira em ações de alimentos, impugnações à gratuidade de justiça, sem qualquer questionamento sobre eventuais nulidades.
Portanto, as mensagens de WhatsApp podem ser usadas como prova no processo, com a devida cautela de se devassar a intimidade tão somente diante de autorização judicial, de modo a legitimar esse tipo de prova.

Por Alessandra Salim e Kelly Sanches (Advogadas empresariais do escritório Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica).
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Leilões virtuais são ótima alternativa para negociar imóveis em meio à pandemia

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A aquisição de imóveis através de leilão é uma alternativa muito interessante, tanto para quem busca investimento quanto para que procura um imóvel para moradia. Isso porque nos leilões particulares ou judiciais a possibilidade de aquisição por um valor abaixo do real de mercado é muito grande. E com o mercado estagnado devido à pandemia de Covid-19, recorrer a leilões virtuais pode ser uma boa alternativa.
Grandes instituições financeiras, como Itaú, Santander e Bradesco, anunciam imóveis em portal de leilão virtual. O procedimento, em si, é basicamente idêntico ao presencial, em que o maior lance vence.
Porém, conforme o presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Vinicius Costa, existem algumas particularidades importantes a se observar. “Antes de participar do leilão, o interessado deve ter um cadastro prévio na plataforma de leilão. Esse cadastro então deve ser validado pela plataforma para que o candidato possa dar lance nos imóveis de seu interesse”, informa.
Uma facilidade importante da modalidade virtual é a disponibilização de informações como as regras do leilão, características e fotos do imóvel, bem como certidão de matrícula do bem no próprio site. “Assim é possível conseguir a maioria das informações do imóvel sem precisar sair de casa”, observa Vinícius Costa.
Mesmo assim, o presidente da ABMH diz que uma visita ao imóvel, mesmo que para vê-lo somente pelo lado de fora, é altamente indicada, tanto para quem quer investir quanto para quem quer comprar. “Pois é necessário analisar o estado do bem e a região de localização, pelo menos”, justifica.
Com ou sem pandemia, o fato é que os leilões virtuais tendem a ser mais comuns, principalmente para investidores, por facilitar e ampliar as oportunidades de fechamento de negócios. “No entanto, é sempre bom se certificar da legalidade do leilão, do leiloeiro e da plataforma escolhida para evitar problemas de fraude, que infelizmente são muito comuns na internet”, adverte Vinícius Costa.

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Sicredi apoia leilão beneficente da Federação Paulista de Futebol

Neymar Jr, Gabriel Jesus e Kaká já estão confirmados na ação. Dinheiro arrecadado será destinado a instituições e trabalhadores do futebol que ganham até dois salários mínimos

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Uma iniciativa desenvolvida pela Federação Paulista de Futebol (FPF), com apoio do Sicredi, reúne grandes craques da bola no leilão beneficente Assistência de Craque Com a iniciativa, cada jogador está sendo convidado pelos colegas a doarem um objeto do acervo pessoal ou uma experiência junto ao torcedor quando a pandemia termina e os jogos voltarem. Ao todo, são mais de 50 prêmios oferecidos por atletas como Neymar Jr., Gabriel Jesus, Kaká, Zico, Raí, Mauro Silva, Cristiane, entre outros.
A Sicredi Progresso PR/SP, inclusive, também está presente no Alto Tietê, com agências em Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema e Ferraz de Vasconcelos.
O leilão será realizado por meio do site leilao.fpf.org.br e o valor arrecadado dividido para ações em duas frentes: 50% será destinado para atletas e árbitros que recebiam até dois salários mínimos por mês antes da paralisação das atividades por conta do novo coronavírus. Os outros 50% irão para instituições que atuam nas comunidades de Paraisópolis e Heliópolis, na capital paulista. O leilão será auditado pela Ernst & Young.
Consciente da sua responsabilidade social, o Sicredi, instituição financeira cooperativa que dá nome ao principal torneio estadual do País, patrocina essa corrente do bem que alia esporte e solidariedade. “Desde 2019, o Sicredi dá nome ao campeonato em São Paulo, o Paulistão Sicredi. Com esta iniciativa aliamos o poder do esporte e da cooperação em prol das comunidades procurando amenizar os efeitos da pandemia do coronavírus e, por isso, não podíamos ficar de fora dessa iniciativa tão nobre”, destaca o gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério Leal.
O leilão estará disponível para lances até o dia 13 de julho. “Passamos por um dos momentos mais difíceis da nossa história, a Covid-19 faz milhares de vítimas diariamente e atinge a todos direta ou indiretamente. Precisamos agir agora, e este passo inicia uma corrente de solidariedade. Essa é a maior força do futebol paulista, a união de todos”, finaliza Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF.

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Sentimentos depressivos estão entre os impactos do isolamento social

Especialista recomenda cuidado redobrado com a saúde mental

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Diante da crise de saúde pública, as restrições de contato têm impactado a vida das pessoas. Afinal, estamos acostumados a viver em sociedade e nos relacionar além das telas digitais. A fim de entender mais sobre esse assunto, o Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios fez a seguinte pergunta aos jovens: “O isolamento social causado pelo coronavírus está te prejudicando?”. A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 22 de maio e contou com a participação de 14.673 pessoas, de 15 a 29 anos. Para a maioria dos respondentes, a situação está ficando cansativa.
Na visão de 36,81% (5.401) dos pesquisados, “depende, por um lado é bom, mas já cansei de ficar isolado”. Segundo a gerente de treinamento do Nube, Eva Buscoff, precisamos nos conectar com o momento presente e, nele, o imperativo é cuidar da integridade física. “Teremos de utilizar toda a nossa criatividade para superar as adversidades causadas pela pandemia. Não existe fórmula única para a conquista da superação; precisamos testar alternativas em nosso dia a dia, cozinhar, tricotar, escrever um diário, aprender uma língua, fazer um curso, meditar, ler um livro… o mais importante é escolher algo aprazível e, se possível, divertido também!”, orienta.
Outros 32,53% (4.485) afirmaram: “sim, eu gosto de ter uma rotina agitada e sair sempre de casa”. Nesse caso, é possível estabelecer um cronograma de ações para realizar dentro de casa e passar o tempo de maneira proveitosa e equilibrada. “Crie uma agenda funcional para o seu dia, com períodos para o trabalho, boa alimentação, exercícios físicos, estudo e lazer. Não adotar um horário para dormir e acordar pode bagunçar os hábitos e aumentar a sensação de improdutividade e cansaço”, explica Eva.
Um número expressivo (23,75% ou 3.485) de participantes respondeu: “sim, é algo muito ruim e tem me deixado depressivo”. De acordo com a gerente, em um cenário como esse, é fundamental redobrar os cuidados com a saúde mental. “Hoje vivemos muitas incertezas, medos, preocupações e angústias. Todos esses sentimentos são legítimos e demandam compreensão. Individualmente, será necessário entender quais ações podem ser tomadas para aliviar tais emoções”, pontua. Eva recomenda trabalhos manuais, exercícios, meditação, dança, yoga e, principalmente, estar em contato com as pessoas mais próximas por meio da Internet. “Cada um irá preencher o seu tempo disponível como preferir. Se não for o suficiente para aliviar as sensações depressivas, não descarte a possibilidade de buscar ajuda de um profissional da área”, ressalta.
Por outro lado, 4,56% (669) dos entrevistados disseram: “não, estou adorando ter mais tempo para cuidar da minha vida”. Para a especialista, preencher as horas com muitas atividades se tornou sinônimo de aproveitar mais a existência. Além disso, adotamos essa normativa como modelo, mas o conceito não passa de uma construção cultural. “Muito provavelmente, em cidades grandes, a população está mais habituada a uma rotina esgotante e, em locais menores, mais afastados dos centros urbanos, a percepção é oposta. Nelas vive-se com tranquilidade uma jornada caseira e a sensação de bem-estar é similar. Precisamos reprogramar nossa agenda com o entendimento de quais coisas devemos evitar e cientes da necessidade de desacelerar. Aproveite o momento para cuidar de você e de quem está ao seu lado!”, indica.
Finalmente, 2,35% (345) colocaram: “não, sempre quis fazer as atividades em casa”. Na percepção da gerente de treinamento, as pessoas estão conectadas a valores e princípios. Portanto, quem entendeu o quanto é importante preservar a vida por meio do isolamento social, se reorganizou, adotou novas práticas e desenvolveu habilidades para superação. “Sentimentos como empatia, pertencimento e solidariedade social se sobrepõem e dão mais significado a nossa existência. Ter consciência e se adaptar à realidade presente podem ser diferenciais ainda mais valorosos para a superação de uma pandemia. Reeducar-se, reorganizar-se, ressignificar e reformular são exercícios criativos para ultrapassar os desafios presentes”, finaliza Eva.

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Saúde bucal e mental: conheça a relação entre elas e as doenças causadas

O isolamento social aumentou em 90% casos de depressão, ansiedade e estresse. Problemas que refletem na saúde da boca

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Com a pandemia do novo coronavírus presente na maioria das cidades brasileiras, a população permanece em quarentena para evitar a transmissão rápida da Covid-19. Segundo um levantamento feito pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), devido ao isolamento social, os dados sobre depressão aumentaram de 4,2% para 8%, o que representa um crescimento de 90% dos casos. O estudo também mostra que crises de ansiedade e estresse aguda tiveram alta de 71% e 40%, respectivamente. Esses problemas ainda podem ocasionar algumas doenças bucais, como bruxismo e a periodontite.
“Saúde bucal e mental andam juntas. Qualquer alteração em uma, afeta a outra. O isolamento obrigatório é efetivo para conter o coronavírus, mas não para evitar estes problemas. O estresse, a depressão e a ansiedade reduzem a defesa do sistema imunológico no organismo e causam mudanças comportamentais, e uma delas pode ser negligenciar a higiene bucal”, explica a cirurgiã dentista e especialista técnica da GOU Odonto, Edrielle Santana.
Abaixo, o Dra. Edrielle listou algumas doenças bucais que podem ser causadas por estresse, ansiedade ou depressão, e qual tratamento para cada uma delas.

Bruxismo: é uma desordem caracterizada pelo ato de ranger ou apertar os dentes durante o sono. A disfunção está relacionada com fatores genéticos, mas também a estresse, tensão e ansiedade. Essa pressão provoca amolecimento e o desgaste dos dentes, além de problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula. Os sintomas são dores de cabeça e zumbido no ouvido; dores no pescoço, mandíbula, músculos da face e alterações no sono.
Tratamento: não existe ainda a cura para o bruxismo, mas o primeiro passo é procurar um profissional para tratar e controlar os quadros de estresse e ansiedade. Para a saúde bucal, é necessário usar placas interoclusais de silicone ou de acrílico, moldadas com base na arcada dentária. As placas restringem os movimentos dos músculos e reduz o atrito que promove os desgastes dos dentes.

Boca seca: também conhecida como Xerostomia acontece quando você não produz saliva suficiente para manter a boca úmida. Algumas causas para a doença são nervosismo, estresse e ansiedade. Além da garganta seca, outros sintomas são – dificuldade para mastigar, queimação na boca, língua seca, lábios trincados, cáries e feridas.
Tratamento: alguns hábitos básicos podem ser usados para tratar a Xerostomia, como, ingerir dois litros de água por dia, cuidar da higiene bucal, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e não fumar. Esses cuidados passados pelo dentista, em alguns casos, são reforçados com o uso de uma saliva artificial, aplicada duas ou mais vezes por dia para manter a boca úmida.

Periodontite: é o estágio mais avançado da inflamação da gengiva. Causada pela baixa higiene bucal, também é desencadeado por estresse e depressão, que reduzem a imunidade do corpo, facilitando o surgimento da doença. Os sintomas incluem mau hálito, sangramento, e até mesmo queda dos dentes.
Tratamento: todo o procedimento é realizado pelo dentista por meio de limpezas dentárias, uso de antibióticos e anti-inflamatórios e enxaguantes bucais.

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Em meio à pandemia Sergio Marone estreia “Só Coisas Boas”

Atração exibida no YouTube tem formato inspirado no programa Some Good News, do ator e diretor norte-americano John Krasinski

Postado em 15 de junho de 2020

 

Desde o início da pandemia no País e no mundo a população vem sendo bombardeada por informações e notícias, e em sua maioria ruins, por conta do cenário atual. Pensando nos benefícios de ser atingido por notícias positivas e motivado a passar isso adiante, o ator Sergio Marone lançou no começo de maio o “Só Coisas Boas”, um programa veiculado em seu perfil no Youtube, semanalmente. Vale lembrar que ele já foi coapresentador do Dancing Brasil, da Record TV.
A inspiração de seu programa é o Some Good News, idealizado pelo norte americano John Krasinski. “Me deparei com o programa e adorei, me senti bem, fiquei emocionado, foram 20 minutos que fizeram meu dia muito diferente. Pensei porque não fazer algo parecido no Brasil, e acredito que agora, mais que nunca, as pessoas estão querendo ouvir boas notícias e disseminar boas notícias”, explica Marone.
E completa “É um momento pra gente refletir enquanto humanidade e semear uma mudança de comportamento, de paradigma, do entendimento do que é ser humano e o que é viver em sociedade. De entendimento que a raça humana não existe sem solidariedade, nós não estamos aqui pra ficar consumindo de maneira irresponsável, e explorando o planeta até seu limite.Temos que refletir e aprender as lições que a natureza está nos dando. Temos que sair dessa guerra, muito melhor, muito mais evoluídos como seres humanos. Entender que temos que preservar para garantir um futuro melhor, espero semear isso com esse projeto”.
O programa também trará convidados “pessoas que admiro e respeito”, na estreia, Marone recebeu o ator Mateus Solano como convidado especial. Juntos, eles falaram sobre questões ambientais, consumo e descarte de materiais, ponto que o apresentador acredita ser seu grande diferencial do programa de Krasinski.
“A gente quer fazer um programa mais didático, falamos sobre a Economia Donut por exemplo – que Amsterdam vai adotar depois da pandemia- o porquê é importante isso, essa mudança de paradigma econômico, a gente é mais informativo, justamente pra semear reflexões e fazer com que esses aprendizados perdurem depois da pandemia, e a gente não volte ao normal“, acrescenta Marone.
O ator está na reprise de Apocalipse, da Record TV, como o anticristo Ricardo Montana, assim como também pode ser visto na reexibição de o Clone, no Canal Viva, interpretando o jovem Cecéu.

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Caldos: receitas deliciosas

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Caldo de feijão preto com calabresa
• 500 gramas de feijão preto
• 2 calabresas picadas em cubos pequenos
• 100 gramas de bacon picado em cubos pequenos
• 4 dentes de alho picados
• 1 cebola média picada em cubos pequenos
• Azeite a gosto
• 1 folha de louro
• Sal a gosto
• Pimenta do reino a gosto
• Coentro a gosto para finalizar

Modo de preparo
Cozinhe o feijão preto com o louro, um fio de azeite e um dente de alho. Depois de cozido retire a folha de louro, bata o feijão no liquidificador e reserve. Em uma panela acrescente o azeite, frite o bacon e a calabresa, junte a cebola e o alho e refogue bem até que fiquem bem douradinhos, acrescente o feijão batido, acerte o sal e a pimenta. Deixe apurar por uns 15 minutos, desligue o fogo e acrescente o coentro a gosto. Sirva com torradinha e queijo ralado.


Creme de mandioquinha picante com catupiry
• 1 quilo de mandioquinha cozida
• 1 pedaço de bacon pequeno
• 3 dentes de alho amassados
• 1 cebola média bem picada
• azeite a gosto
• sal a gosto
• pimenta do reino a gosto
• 1 pimenta dedo de moça bem picadinha
• 300 gramas de catupiry ou requeijão cremoso
• salsinha e cebolinha a gosto para finalizar

Modo de preparo
Cozinhe a mandioquinha com o pedaço de bacon por aproximadamente 30 minutos ou até que fique bem molinha, bata no liquidificador com o pedaço de bacon e reserve. Em uma panela frite o alho e a cebola no azeite até que fiquem bem dourados, acrescente o creme de mandioquinha na panela, acerte o sal, acrescente a pimenta do reino e a pimenta dedo de moça, deixe apurar por aproximadamente 20 minutos, desligue o fogo, junte o catupiry, a salsinha e a cebolinha, mexa bem até ficar bem cremoso. Sirva com bacon frito e queijo ralado.


Sopa de legumes com macarrão
• 4 batatas cortadas em cubos pequenos
• 2 cenouras cortadas em cubos pequenos
• 3 mandioquinhas cortadas em cubos pequenos
• 1 batata doce média cortada em cubos pequenos
• 1 pedaço de abóbora cortada em cubos pequenos
• 1 abobrinha pequena cortada em cubos
• 3 dentes de alho
• 1 cebola grande picada
• pimenta do reino a gosto
• sal a gosto
• salsinha e cebolinha picadas para finalizar
• 1 pacote de macarrão conchinha para sopa

Modo de preparo
Em uma panela grande acrescente o azeite, o alho e a cebola, deixe dourar e acrescente os legumes cortados em cubos, refogue bem todo esse preparo, acerte o sal, a pimenta, cubra com água e tampe a panela, deixe cozinhar por aproximadamente 30 minutos, mexendo de vez em quando. Com os legumes já cozidos, acrescente o macarrão e cozinhe por mais 7 minutos, finalize com salsinha e cebolinha. Sirva com queijo ralado e um fio de azeite.

Por: Bruno Arroio Moreno
Chef de cozinha do restaurante Casa de Madeira
Instagram: Chef Bruno Arroio
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Atenção ao uso seguro da água sanitária para a higienização no combate ao coronavírus

Postado em 3 de junho de 2020

Além do álcool em gel, a água sanitária para a limpeza doméstica tem sido muito utilizada no combate ao coronavírus. Com a eficácia já comprovada, é um excelente germicida para desinfectar superfícies, como azulejos, maçanetas, pisos, cadeiras, embalagens, solas de sapatos e até mesmo frutas e verduras.
No entanto, a preocupação dos especialistas é com o uso incorreto da água sanitária, principalmente neste momento de pandemia. Existem recomendações importantes para o uso, como a diluição em água, atenção às superfícies onde é usada e não misturar com determinados produtos e até mesmo com receitas caseiras.
Juraci Silva, engenheiro químico e Especialista de Aplicação do negócio de Home Care da BASF, explica como usar corretamente a água sanitária e garantir a higienização dos objetos e superfícies. “As superfícies a serem desinfetadas devem estar isentas de poeira ou outras sujidades como gordura e substâncias impregnadas, sendo recomendado, primeiro, fazer a limpeza com água e sabão neutro na superfície que se deseja desinfectar. Depois desse processo, fazer a diluição da água sanitária em água pura de acordo com o recomendado na embalagem”.
A água pura é o único líquido do qual se deve fazer a mistura. Caso contrário, o uso com outros produtos pode prejudicar não só a superfície, como a saúde de quem manuseia. Algumas misturas são potencialmente perigosas:
– Vinagre e água sanitária: pode liberar cloro gasoso (CL2), um gás tóxico que pode causar problemas à pessoa que o inala.
– Desinfetantes com base de amoníaco e água sanitária: se transforma em tricloramina, resultando em sérias queimaduras na pele, com a possibilidade de asfixia se estiver em ambiente fechado.
– Álcool e água sanitária: forma o clorofórmio, uma substância prejudicial aos pulmões, rins, fígados, pele, olhos, sistema nervoso, além de causar enjoo.
Fazer a diluição da água sanitária em água pura, garante a eficiência do produto e eficácia na higienização. A substância concentrada é bastante agressiva e pode danificar as superfícies a serem limpas.
O nível de diluição da água sanitária em água pura depende da superfície que se pretende desinfectar. O especialista esclarece que em pisos e azulejos é indicado usar a solução na concentração de 0,1% (50 ml de água sanitária a cada 1 litro de água pura), assim como para a higienização das solas de calçados. Nas outras superfícies da casa, diluir em 0,05% (25 ml de água sanitária para cada 1 litro de água pura). Já em verduras e legumes se usa 1 colher de sopa para cada 1 litro de água. “Sempre muita atenção para os respingos nesta preparação, pois podem causar queimaduras na pele e nos olhos. Neste caso, use luvas de borracha e óculos”, recomenda o especialista.
Juraci ainda lembra sobre os cuidados que se deve ter na utilização desse produto em determinadas superfícies e objetos, principalmente com os aparelhos eletrônicos. “A água sanitária pode causar danos irreversíveis em celulares e outros materiais, como corrosão e branqueamento. Nesse caso, a melhor opção para a higienização é o uso do álcool 70% em pequena quantidade com o uso de um pano para fazer a limpeza”.
Esses cuidados também se estendem para as roupas. Antes de usar qualquer produto, é importante verificar as recomendações indicadas na etiqueta de cada peça. Em tecidos de lã, seda, lycra e couro não se deve fazer a lavagem com adição de água sanitária e em outro tecido, dependendo da diluição, pode causar manchas em roupas coloridas.
Por último, ele comenta também sobre o uso do produto para higienização das mãos. “Não é recomendado desinfectar as mãos com água sanitária ela é bastante agressiva para a pele. No entanto, a recomendação é fazer a lavagem com água e sabão neutro ou álcool em gel 70%”, finaliza Juraci.

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87% dos brasileiros precisaram sair durante isolamento social, mostra pesquisa

Pesquisa também mostra que pandemia afetou a saúde mental dos brasileiros

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Apesar das medidas de isolamento social, 87,1% dos brasileiros precisaram sair de casa na última semana. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde. O órgão entrevistou 2 mil pessoas por meio da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico COVID-19 (Vigitel). Apesar de 20,5% dos entrevistados relatarem que saíram de casa por tédio, os três motivos mais relatados foi a compra de alimentos (75,3%), trabalho (45%) e procurar serviço de saúde ou farmácia (42,1%).
A pesquisa também investigou os efeitos psicológicos da pandemia nos brasileiros. 35,3% dos entrevistados relataram sentir falta de interesse em fazer as coisas, 32,6% disseram se sentir para baixo ou deprimido e 30,7% se sentiam cansados ou com pouca energia. Além disso, 41,7% dos entrevistados apontaram distúrbios do sono, como dificuldade para dormir ou dormir mais do que de costume e 38,7% relataram falta ou aumento de apetite.

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Em Minas Gerais, equipe da Fiocruz trabalha em vacina para covid-19

Feito em parceria com outras instituições, desenvolvimento laboratorial deve ser concluído em 2021

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Uma equipe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Minas Gerais, composta por 15 pessoas, trabalha intensamente no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a covid-19. O trabalho é feito em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade de São Paulo (USP), a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e o Instituto Butantã.
Segundo o coordenador da pesquisa, Alexandre Vieira Machado, o Instituto do Coração de São Paulo também participa. O trabalho usa como base outro vírus respiratório, que tem sintomas semelhantes aos causados pelo novo coronavírus.
A pesquisa ainda está longe de ser concluída. De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento laboratorial, com testes em camundongos, deve ser concluído no ano que vem. Só então tem início a fase clínica, que exige mais estrutura, pessoal especializado e condições sanitárias específicas.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo, cerca de 200 cientistas trabalham no desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19. Deste total, pelo menos oito já iniciaram a fase de testes em pessoas.

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