Thiago

Sicredi apoia leilão beneficente da Federação Paulista de Futebol

Neymar Jr, Gabriel Jesus e Kaká já estão confirmados na ação. Dinheiro arrecadado será destinado a instituições e trabalhadores do futebol que ganham até dois salários mínimos

Postado em 18 de junho de 2020

Uma iniciativa desenvolvida pela Federação Paulista de Futebol (FPF), com apoio do Sicredi, reúne grandes craques da bola no leilão beneficente Assistência de Craque Com a iniciativa, cada jogador está sendo convidado pelos colegas a doarem um objeto do acervo pessoal ou uma experiência junto ao torcedor quando a pandemia termina e os jogos voltarem. Ao todo, são mais de 50 prêmios oferecidos por atletas como Neymar Jr., Gabriel Jesus, Kaká, Zico, Raí, Mauro Silva, Cristiane, entre outros.
A Sicredi Progresso PR/SP, inclusive, também está presente no Alto Tietê, com agências em Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema e Ferraz de Vasconcelos.
O leilão será realizado por meio do site leilao.fpf.org.br e o valor arrecadado dividido para ações em duas frentes: 50% será destinado para atletas e árbitros que recebiam até dois salários mínimos por mês antes da paralisação das atividades por conta do novo coronavírus. Os outros 50% irão para instituições que atuam nas comunidades de Paraisópolis e Heliópolis, na capital paulista. O leilão será auditado pela Ernst & Young.
Consciente da sua responsabilidade social, o Sicredi, instituição financeira cooperativa que dá nome ao principal torneio estadual do País, patrocina essa corrente do bem que alia esporte e solidariedade. “Desde 2019, o Sicredi dá nome ao campeonato em São Paulo, o Paulistão Sicredi. Com esta iniciativa aliamos o poder do esporte e da cooperação em prol das comunidades procurando amenizar os efeitos da pandemia do coronavírus e, por isso, não podíamos ficar de fora dessa iniciativa tão nobre”, destaca o gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério Leal.
O leilão estará disponível para lances até o dia 13 de julho. “Passamos por um dos momentos mais difíceis da nossa história, a Covid-19 faz milhares de vítimas diariamente e atinge a todos direta ou indiretamente. Precisamos agir agora, e este passo inicia uma corrente de solidariedade. Essa é a maior força do futebol paulista, a união de todos”, finaliza Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF.

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Sentimentos depressivos estão entre os impactos do isolamento social

Especialista recomenda cuidado redobrado com a saúde mental

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Diante da crise de saúde pública, as restrições de contato têm impactado a vida das pessoas. Afinal, estamos acostumados a viver em sociedade e nos relacionar além das telas digitais. A fim de entender mais sobre esse assunto, o Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios fez a seguinte pergunta aos jovens: “O isolamento social causado pelo coronavírus está te prejudicando?”. A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 22 de maio e contou com a participação de 14.673 pessoas, de 15 a 29 anos. Para a maioria dos respondentes, a situação está ficando cansativa.
Na visão de 36,81% (5.401) dos pesquisados, “depende, por um lado é bom, mas já cansei de ficar isolado”. Segundo a gerente de treinamento do Nube, Eva Buscoff, precisamos nos conectar com o momento presente e, nele, o imperativo é cuidar da integridade física. “Teremos de utilizar toda a nossa criatividade para superar as adversidades causadas pela pandemia. Não existe fórmula única para a conquista da superação; precisamos testar alternativas em nosso dia a dia, cozinhar, tricotar, escrever um diário, aprender uma língua, fazer um curso, meditar, ler um livro… o mais importante é escolher algo aprazível e, se possível, divertido também!”, orienta.
Outros 32,53% (4.485) afirmaram: “sim, eu gosto de ter uma rotina agitada e sair sempre de casa”. Nesse caso, é possível estabelecer um cronograma de ações para realizar dentro de casa e passar o tempo de maneira proveitosa e equilibrada. “Crie uma agenda funcional para o seu dia, com períodos para o trabalho, boa alimentação, exercícios físicos, estudo e lazer. Não adotar um horário para dormir e acordar pode bagunçar os hábitos e aumentar a sensação de improdutividade e cansaço”, explica Eva.
Um número expressivo (23,75% ou 3.485) de participantes respondeu: “sim, é algo muito ruim e tem me deixado depressivo”. De acordo com a gerente, em um cenário como esse, é fundamental redobrar os cuidados com a saúde mental. “Hoje vivemos muitas incertezas, medos, preocupações e angústias. Todos esses sentimentos são legítimos e demandam compreensão. Individualmente, será necessário entender quais ações podem ser tomadas para aliviar tais emoções”, pontua. Eva recomenda trabalhos manuais, exercícios, meditação, dança, yoga e, principalmente, estar em contato com as pessoas mais próximas por meio da Internet. “Cada um irá preencher o seu tempo disponível como preferir. Se não for o suficiente para aliviar as sensações depressivas, não descarte a possibilidade de buscar ajuda de um profissional da área”, ressalta.
Por outro lado, 4,56% (669) dos entrevistados disseram: “não, estou adorando ter mais tempo para cuidar da minha vida”. Para a especialista, preencher as horas com muitas atividades se tornou sinônimo de aproveitar mais a existência. Além disso, adotamos essa normativa como modelo, mas o conceito não passa de uma construção cultural. “Muito provavelmente, em cidades grandes, a população está mais habituada a uma rotina esgotante e, em locais menores, mais afastados dos centros urbanos, a percepção é oposta. Nelas vive-se com tranquilidade uma jornada caseira e a sensação de bem-estar é similar. Precisamos reprogramar nossa agenda com o entendimento de quais coisas devemos evitar e cientes da necessidade de desacelerar. Aproveite o momento para cuidar de você e de quem está ao seu lado!”, indica.
Finalmente, 2,35% (345) colocaram: “não, sempre quis fazer as atividades em casa”. Na percepção da gerente de treinamento, as pessoas estão conectadas a valores e princípios. Portanto, quem entendeu o quanto é importante preservar a vida por meio do isolamento social, se reorganizou, adotou novas práticas e desenvolveu habilidades para superação. “Sentimentos como empatia, pertencimento e solidariedade social se sobrepõem e dão mais significado a nossa existência. Ter consciência e se adaptar à realidade presente podem ser diferenciais ainda mais valorosos para a superação de uma pandemia. Reeducar-se, reorganizar-se, ressignificar e reformular são exercícios criativos para ultrapassar os desafios presentes”, finaliza Eva.

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Saúde bucal e mental: conheça a relação entre elas e as doenças causadas

O isolamento social aumentou em 90% casos de depressão, ansiedade e estresse. Problemas que refletem na saúde da boca

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Com a pandemia do novo coronavírus presente na maioria das cidades brasileiras, a população permanece em quarentena para evitar a transmissão rápida da Covid-19. Segundo um levantamento feito pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), devido ao isolamento social, os dados sobre depressão aumentaram de 4,2% para 8%, o que representa um crescimento de 90% dos casos. O estudo também mostra que crises de ansiedade e estresse aguda tiveram alta de 71% e 40%, respectivamente. Esses problemas ainda podem ocasionar algumas doenças bucais, como bruxismo e a periodontite.
“Saúde bucal e mental andam juntas. Qualquer alteração em uma, afeta a outra. O isolamento obrigatório é efetivo para conter o coronavírus, mas não para evitar estes problemas. O estresse, a depressão e a ansiedade reduzem a defesa do sistema imunológico no organismo e causam mudanças comportamentais, e uma delas pode ser negligenciar a higiene bucal”, explica a cirurgiã dentista e especialista técnica da GOU Odonto, Edrielle Santana.
Abaixo, o Dra. Edrielle listou algumas doenças bucais que podem ser causadas por estresse, ansiedade ou depressão, e qual tratamento para cada uma delas.

Bruxismo: é uma desordem caracterizada pelo ato de ranger ou apertar os dentes durante o sono. A disfunção está relacionada com fatores genéticos, mas também a estresse, tensão e ansiedade. Essa pressão provoca amolecimento e o desgaste dos dentes, além de problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula. Os sintomas são dores de cabeça e zumbido no ouvido; dores no pescoço, mandíbula, músculos da face e alterações no sono.
Tratamento: não existe ainda a cura para o bruxismo, mas o primeiro passo é procurar um profissional para tratar e controlar os quadros de estresse e ansiedade. Para a saúde bucal, é necessário usar placas interoclusais de silicone ou de acrílico, moldadas com base na arcada dentária. As placas restringem os movimentos dos músculos e reduz o atrito que promove os desgastes dos dentes.

Boca seca: também conhecida como Xerostomia acontece quando você não produz saliva suficiente para manter a boca úmida. Algumas causas para a doença são nervosismo, estresse e ansiedade. Além da garganta seca, outros sintomas são – dificuldade para mastigar, queimação na boca, língua seca, lábios trincados, cáries e feridas.
Tratamento: alguns hábitos básicos podem ser usados para tratar a Xerostomia, como, ingerir dois litros de água por dia, cuidar da higiene bucal, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e não fumar. Esses cuidados passados pelo dentista, em alguns casos, são reforçados com o uso de uma saliva artificial, aplicada duas ou mais vezes por dia para manter a boca úmida.

Periodontite: é o estágio mais avançado da inflamação da gengiva. Causada pela baixa higiene bucal, também é desencadeado por estresse e depressão, que reduzem a imunidade do corpo, facilitando o surgimento da doença. Os sintomas incluem mau hálito, sangramento, e até mesmo queda dos dentes.
Tratamento: todo o procedimento é realizado pelo dentista por meio de limpezas dentárias, uso de antibióticos e anti-inflamatórios e enxaguantes bucais.

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Em meio à pandemia Sergio Marone estreia “Só Coisas Boas”

Atração exibida no YouTube tem formato inspirado no programa Some Good News, do ator e diretor norte-americano John Krasinski

Postado em 15 de junho de 2020

 

Desde o início da pandemia no País e no mundo a população vem sendo bombardeada por informações e notícias, e em sua maioria ruins, por conta do cenário atual. Pensando nos benefícios de ser atingido por notícias positivas e motivado a passar isso adiante, o ator Sergio Marone lançou no começo de maio o “Só Coisas Boas”, um programa veiculado em seu perfil no Youtube, semanalmente. Vale lembrar que ele já foi coapresentador do Dancing Brasil, da Record TV.
A inspiração de seu programa é o Some Good News, idealizado pelo norte americano John Krasinski. “Me deparei com o programa e adorei, me senti bem, fiquei emocionado, foram 20 minutos que fizeram meu dia muito diferente. Pensei porque não fazer algo parecido no Brasil, e acredito que agora, mais que nunca, as pessoas estão querendo ouvir boas notícias e disseminar boas notícias”, explica Marone.
E completa “É um momento pra gente refletir enquanto humanidade e semear uma mudança de comportamento, de paradigma, do entendimento do que é ser humano e o que é viver em sociedade. De entendimento que a raça humana não existe sem solidariedade, nós não estamos aqui pra ficar consumindo de maneira irresponsável, e explorando o planeta até seu limite.Temos que refletir e aprender as lições que a natureza está nos dando. Temos que sair dessa guerra, muito melhor, muito mais evoluídos como seres humanos. Entender que temos que preservar para garantir um futuro melhor, espero semear isso com esse projeto”.
O programa também trará convidados “pessoas que admiro e respeito”, na estreia, Marone recebeu o ator Mateus Solano como convidado especial. Juntos, eles falaram sobre questões ambientais, consumo e descarte de materiais, ponto que o apresentador acredita ser seu grande diferencial do programa de Krasinski.
“A gente quer fazer um programa mais didático, falamos sobre a Economia Donut por exemplo – que Amsterdam vai adotar depois da pandemia- o porquê é importante isso, essa mudança de paradigma econômico, a gente é mais informativo, justamente pra semear reflexões e fazer com que esses aprendizados perdurem depois da pandemia, e a gente não volte ao normal“, acrescenta Marone.
O ator está na reprise de Apocalipse, da Record TV, como o anticristo Ricardo Montana, assim como também pode ser visto na reexibição de o Clone, no Canal Viva, interpretando o jovem Cecéu.

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Caldos: receitas deliciosas

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Caldo de feijão preto com calabresa
• 500 gramas de feijão preto
• 2 calabresas picadas em cubos pequenos
• 100 gramas de bacon picado em cubos pequenos
• 4 dentes de alho picados
• 1 cebola média picada em cubos pequenos
• Azeite a gosto
• 1 folha de louro
• Sal a gosto
• Pimenta do reino a gosto
• Coentro a gosto para finalizar

Modo de preparo
Cozinhe o feijão preto com o louro, um fio de azeite e um dente de alho. Depois de cozido retire a folha de louro, bata o feijão no liquidificador e reserve. Em uma panela acrescente o azeite, frite o bacon e a calabresa, junte a cebola e o alho e refogue bem até que fiquem bem douradinhos, acrescente o feijão batido, acerte o sal e a pimenta. Deixe apurar por uns 15 minutos, desligue o fogo e acrescente o coentro a gosto. Sirva com torradinha e queijo ralado.


Creme de mandioquinha picante com catupiry
• 1 quilo de mandioquinha cozida
• 1 pedaço de bacon pequeno
• 3 dentes de alho amassados
• 1 cebola média bem picada
• azeite a gosto
• sal a gosto
• pimenta do reino a gosto
• 1 pimenta dedo de moça bem picadinha
• 300 gramas de catupiry ou requeijão cremoso
• salsinha e cebolinha a gosto para finalizar

Modo de preparo
Cozinhe a mandioquinha com o pedaço de bacon por aproximadamente 30 minutos ou até que fique bem molinha, bata no liquidificador com o pedaço de bacon e reserve. Em uma panela frite o alho e a cebola no azeite até que fiquem bem dourados, acrescente o creme de mandioquinha na panela, acerte o sal, acrescente a pimenta do reino e a pimenta dedo de moça, deixe apurar por aproximadamente 20 minutos, desligue o fogo, junte o catupiry, a salsinha e a cebolinha, mexa bem até ficar bem cremoso. Sirva com bacon frito e queijo ralado.


Sopa de legumes com macarrão
• 4 batatas cortadas em cubos pequenos
• 2 cenouras cortadas em cubos pequenos
• 3 mandioquinhas cortadas em cubos pequenos
• 1 batata doce média cortada em cubos pequenos
• 1 pedaço de abóbora cortada em cubos pequenos
• 1 abobrinha pequena cortada em cubos
• 3 dentes de alho
• 1 cebola grande picada
• pimenta do reino a gosto
• sal a gosto
• salsinha e cebolinha picadas para finalizar
• 1 pacote de macarrão conchinha para sopa

Modo de preparo
Em uma panela grande acrescente o azeite, o alho e a cebola, deixe dourar e acrescente os legumes cortados em cubos, refogue bem todo esse preparo, acerte o sal, a pimenta, cubra com água e tampe a panela, deixe cozinhar por aproximadamente 30 minutos, mexendo de vez em quando. Com os legumes já cozidos, acrescente o macarrão e cozinhe por mais 7 minutos, finalize com salsinha e cebolinha. Sirva com queijo ralado e um fio de azeite.

Por: Bruno Arroio Moreno
Chef de cozinha do restaurante Casa de Madeira
Instagram: Chef Bruno Arroio
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Atenção ao uso seguro da água sanitária para a higienização no combate ao coronavírus

Postado em 3 de junho de 2020

Além do álcool em gel, a água sanitária para a limpeza doméstica tem sido muito utilizada no combate ao coronavírus. Com a eficácia já comprovada, é um excelente germicida para desinfectar superfícies, como azulejos, maçanetas, pisos, cadeiras, embalagens, solas de sapatos e até mesmo frutas e verduras.
No entanto, a preocupação dos especialistas é com o uso incorreto da água sanitária, principalmente neste momento de pandemia. Existem recomendações importantes para o uso, como a diluição em água, atenção às superfícies onde é usada e não misturar com determinados produtos e até mesmo com receitas caseiras.
Juraci Silva, engenheiro químico e Especialista de Aplicação do negócio de Home Care da BASF, explica como usar corretamente a água sanitária e garantir a higienização dos objetos e superfícies. “As superfícies a serem desinfetadas devem estar isentas de poeira ou outras sujidades como gordura e substâncias impregnadas, sendo recomendado, primeiro, fazer a limpeza com água e sabão neutro na superfície que se deseja desinfectar. Depois desse processo, fazer a diluição da água sanitária em água pura de acordo com o recomendado na embalagem”.
A água pura é o único líquido do qual se deve fazer a mistura. Caso contrário, o uso com outros produtos pode prejudicar não só a superfície, como a saúde de quem manuseia. Algumas misturas são potencialmente perigosas:
– Vinagre e água sanitária: pode liberar cloro gasoso (CL2), um gás tóxico que pode causar problemas à pessoa que o inala.
– Desinfetantes com base de amoníaco e água sanitária: se transforma em tricloramina, resultando em sérias queimaduras na pele, com a possibilidade de asfixia se estiver em ambiente fechado.
– Álcool e água sanitária: forma o clorofórmio, uma substância prejudicial aos pulmões, rins, fígados, pele, olhos, sistema nervoso, além de causar enjoo.
Fazer a diluição da água sanitária em água pura, garante a eficiência do produto e eficácia na higienização. A substância concentrada é bastante agressiva e pode danificar as superfícies a serem limpas.
O nível de diluição da água sanitária em água pura depende da superfície que se pretende desinfectar. O especialista esclarece que em pisos e azulejos é indicado usar a solução na concentração de 0,1% (50 ml de água sanitária a cada 1 litro de água pura), assim como para a higienização das solas de calçados. Nas outras superfícies da casa, diluir em 0,05% (25 ml de água sanitária para cada 1 litro de água pura). Já em verduras e legumes se usa 1 colher de sopa para cada 1 litro de água. “Sempre muita atenção para os respingos nesta preparação, pois podem causar queimaduras na pele e nos olhos. Neste caso, use luvas de borracha e óculos”, recomenda o especialista.
Juraci ainda lembra sobre os cuidados que se deve ter na utilização desse produto em determinadas superfícies e objetos, principalmente com os aparelhos eletrônicos. “A água sanitária pode causar danos irreversíveis em celulares e outros materiais, como corrosão e branqueamento. Nesse caso, a melhor opção para a higienização é o uso do álcool 70% em pequena quantidade com o uso de um pano para fazer a limpeza”.
Esses cuidados também se estendem para as roupas. Antes de usar qualquer produto, é importante verificar as recomendações indicadas na etiqueta de cada peça. Em tecidos de lã, seda, lycra e couro não se deve fazer a lavagem com adição de água sanitária e em outro tecido, dependendo da diluição, pode causar manchas em roupas coloridas.
Por último, ele comenta também sobre o uso do produto para higienização das mãos. “Não é recomendado desinfectar as mãos com água sanitária ela é bastante agressiva para a pele. No entanto, a recomendação é fazer a lavagem com água e sabão neutro ou álcool em gel 70%”, finaliza Juraci.

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87% dos brasileiros precisaram sair durante isolamento social, mostra pesquisa

Pesquisa também mostra que pandemia afetou a saúde mental dos brasileiros

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Apesar das medidas de isolamento social, 87,1% dos brasileiros precisaram sair de casa na última semana. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde. O órgão entrevistou 2 mil pessoas por meio da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico COVID-19 (Vigitel). Apesar de 20,5% dos entrevistados relatarem que saíram de casa por tédio, os três motivos mais relatados foi a compra de alimentos (75,3%), trabalho (45%) e procurar serviço de saúde ou farmácia (42,1%).
A pesquisa também investigou os efeitos psicológicos da pandemia nos brasileiros. 35,3% dos entrevistados relataram sentir falta de interesse em fazer as coisas, 32,6% disseram se sentir para baixo ou deprimido e 30,7% se sentiam cansados ou com pouca energia. Além disso, 41,7% dos entrevistados apontaram distúrbios do sono, como dificuldade para dormir ou dormir mais do que de costume e 38,7% relataram falta ou aumento de apetite.

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Em Minas Gerais, equipe da Fiocruz trabalha em vacina para covid-19

Feito em parceria com outras instituições, desenvolvimento laboratorial deve ser concluído em 2021

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Uma equipe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Minas Gerais, composta por 15 pessoas, trabalha intensamente no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a covid-19. O trabalho é feito em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade de São Paulo (USP), a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e o Instituto Butantã.
Segundo o coordenador da pesquisa, Alexandre Vieira Machado, o Instituto do Coração de São Paulo também participa. O trabalho usa como base outro vírus respiratório, que tem sintomas semelhantes aos causados pelo novo coronavírus.
A pesquisa ainda está longe de ser concluída. De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento laboratorial, com testes em camundongos, deve ser concluído no ano que vem. Só então tem início a fase clínica, que exige mais estrutura, pessoal especializado e condições sanitárias específicas.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo, cerca de 200 cientistas trabalham no desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19. Deste total, pelo menos oito já iniciaram a fase de testes em pessoas.

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Cibersegurança em serviços de streaming

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Em tempos de pandemia do COVID-19, a expressão “lar, doce lar” ganhou um novo significado. Isso porque, para milhões de pessoas, ficar em casa é a nova realidade, com o mundo todo em um só lugar. Como consequência, estamos aprendendo um novo jeito de trabalhar e de nos relacionar com os amigos. Tudo, quase sempre, graças a um conceito: o streaming.
streaming (fluxo de mídia, em português) é uma tecnologia de transmissão de dados praticamente em tempo real, que nos oferece a possibilidade de consumir arquivos de mídia quando e onde quisermos. Para simplificar mais: é esse conceito que está por trás do YouTube, do seu aplicativo de Músicas e da maioria de suas chamadas de áudio e vídeo transmitidas via Web, inclusive as videoconferências de seu trabalho.
Com a quarentena, estamos todos utilizando serviços baseados nessa plataforma, esquecendo que o streaming pode gerar questões importantes envolvendo a cibersegurança. Embora a maioria das ferramentas sejam extremamente confiáveis, a transmissão de dados pela Internet deve ser feita com cuidado, garantindo que todas as condições de proteção sejam realmente adequadas.
Mas por que, afinal, esse é um tema ainda mais relevante agora? Basicamente por duas razões: a primeira é que o avanço das práticas de Home Office tem feito com que muitas pessoas compartilhem suas conexões e dispositivos para o trabalho e diversão. O segundo motivo é que, com o aumento do consumo dos serviços de streaming, é de se esperar que as ameaças e ataques maliciosos se multipliquem rapidamente.
Para as empresas, esse cenário significa que informações sigilosas de suas operações podem estar correndo sérios riscos. Imagine, por exemplo, que os colaboradores de sua companhia estejam usando o mesmo dispositivo para acessar dados importantes do negócio e para fazer chamadas pessoais e profissionais por vídeo em um aplicativo repleto de falhas de segurança. Caso a aplicação de streaming seja hackeada, não é difícil entender os problemas que a organização poderia ter, não é?
Por mais extrema que a situação acima pareça, no entanto, o fato é que a invasão de apps não é a maior ameaça a ser considerada. Os grandes riscos, na verdade, são o roubo de senhas por meio de ações de phishing e a contaminação de dispositivos por algum tipo de agente malicioso, como os malwares e ransomwares, que permitem sequestrar ou inutilizar arquivos dentro das redes.
Não por acaso, segundo pesquisas nacionais e internacionais, o roubo de senhas de sites de entretenimento e a clonagem de aplicativos de mensagens são apontados como duas tendências que deverão crescer de forma assustadora ao longo de 2020 e nos próximos anos. As senhas roubadas são vendidas em mercados ilegais, o que é visto como um bom negócio entre os cibercriminosos.
Essas ameaças precisam estar no topo da lista de prioridades dos líderes de TI e de negócios, quando o assunto é streaming. Não apenas pelas senhas, mas principalmente porque apps piratas de streaming de filmes e músicas podem ser uma ampla e abrangente porta de entrada de ameaças às redes virtuais, incluindo os dados em Nuvem.
Mitigar essas ameaças exige um trabalho coordenado, integrando comunicação, desenvolvimento de políticas mais assertivas e uso de tecnologia de ponta. É preciso mostrar aos colaboradores que mesmo em casa eles devem trabalhar para manter os dados em segurança, adotando uma abordagem cética e precavida para evitar as contaminações via phishing, que nada mais são do que links maliciosos e falsos enviados por e-mail, redes sociais, WhatsApp etc. É fundamental instituir políticas que redobrem as responsabilidades de cada um.
Estimamos que aproximadamente 40% das empresas brasileiras ainda não têm políticas de cibersegurança estabelecidas ou não informaram seus colaboradores de sua existência. É hora de reverter esse cenário. Por isso, não podemos perder nenhum minuto para selecionar e utilizar as tecnologias adequadas de proteção. Hoje, já existem várias soluções de última geração, com capacidade para filtrar e definir o que cada dispositivo pode ou não acessar – e para identificar possíveis ameaças na Web. O COVID-19 está acelerando as discussões sobre proteção e segurança digital, despertando o alerta de várias empresas para uso de novos sistemas de proteção, VPNs e firewalls modernos para criar ambientes seguros também na conexão com a estrutura e as redes de Wi-Fi instaladas nas casas dos profissionais.
Hoje, os recursos de tecnologia são grandes aliados da mobilidade e da disponibilidade de informações nas companhias, mas é preciso adotar soluções avançadas de proteção para extrair as reais vantagens da transformação digital. Criar uma política específica e combinar com soluções de filtragem de conteúdo e acesso são ações imprescindíveis e indispensáveis para o sucesso de qualquer organização que queira estimular o trabalho remoto.
O mercado está demandando essas novidades e é hora de buscar soluções certas para modernizar suas iniciativas. O avanço real não é descobrir que as vídeo-chamadas são opções para ampliar a produtividade, até em períodos de crise. A grande inovação, agora, é descobrir como usar os ganhos do streaming de maneira segura. Quem aprender isso rápido, estará preparado para a situação atual e, também, para o futuro.

Por Anderson França, CEO da Blockbit
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Instituto Eurofarma abre vagas para cursos gratuitos para Etec e Enem em São Paulo

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O Instituto Eurofarma, braço social da Eurofarma que visa à inclusão por meio da educação transformadora, está com inscrições abertas para os cursos preparatórios voltados aos estudantes que irão prestar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ou que desejam ingressar nas Etecs (Escola Técnica Estadual mantidas pelo Governo do Estado de São Paulo).
Os cursos acontecerão na Unidade São Paulo, zona Sul da capital. As inscrições já estão abertas no www.institutoeurofarma.com.br e vão até 15 de julho. Estudantes de escolas públicas que estejam cursando o 9º ano do Ensino Fundamental podem se inscrever no “De Olho na Etec”. Já os alunos do 3º ano do Ensino Médio (ou que já concluíram há no máximo três anos) podem concorrer a uma vaga para o “De Olho no Enem”.
Além das aulas focadas nos conteúdos exigidos nos exames, palestras e simulados, os alunos recebem todas as orientações sobre carreiras, como fazer sua inscrição, como se preparar para as provas. O foco nos dois cursos são as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática e, claro, Redação para os que estiverem se preparando para o Enem.

Serviço
De Olho na Etec
Carga horária: 120 horas (manhã)
Público: Alunos do 9° ano do Ensino Fundamental de escolas públicas

De Olho no Enem
Carga horária aproximada: 260 horas (tarde)
Público: Alunos do 3º ano do Ensino Médio (ou que já concluíram há no máximo três anos) de escolas públicas

Local: Devido à pandemia do coronavírus, as aulas poderão ser presenciais e on-line. Instituto Eurofarma – Unidade Interlagos – Av. Nações Unidas, 22.215 (Interlagos / Zona Sul) – Estação Jurubatuba da CPTM (em frente ao shopping SP Market)

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Como evitar acidentes domésticos no período de isolamento

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O país enfrenta a pandemia do Coronavírus, e com isso, estamos aprendendo uma nova forma de nos relacionar. A família reunida em tempo integral é um momento único, de aprendizado, de muita alegria, brincadeiras, mas também de cuidados. Só no estado de São Paulo, os incêndios provocados por álcool em gel, problemas relacionados ao uso do fogão e sobrecarga de energia nas tomadas subiram 60%, conforme dados divulgados pelo corpo de bombeiros.
Como forma de prevenção, a plataforma de proteção Ciclic selecionou algumas dicas para o período de isolamento, a fim de ajudar nos cuidados com a família:
– Álcool em gel 70%: ao utilizá-lo, aguarde a total absorção antes de acender um cigarro ou chegar perto do fogão. Esse tipo de álcool tem uma chama praticamente invisível. Devemos utilizá-lo no combate ao COVID-19, mas é necessário atenção.
– Crianças: é importante ficar de olhos nos pequenos principalmente na cozinha, e não deixar panelas sozinhas no fogão, potes e pratos com biscoitos, bolos, doces ao alcance deles, facas e garfos também. Cuidado dobrado com quedas, queimaduras, intoxicações e afogamentos. Qualquer objeto pode virar brinquedo: balde com água, tomadas, panelas no fogão, produtos de limpeza.
– Idosos: com a mobilidade reduzida, limitada ao espaço dentro da residência, eles tendem a buscar novas atividades, como limpar, cozinhar, entre outras atividades e acabam por ignorar obstáculos como tapetes, objetos no chão, fios, cabos, degraus. Sempre é bom ficar de olho na alimentação e hidratação da família.
– Manutenção da casa: não há como prever se o cano vai furar, a tomada está sobrecarregada ou o chuveiro queimar. Por isso fique de olho se houver manchas ou inchaço nas paredes, tetos e pisos, se ao carregar o celular, a tomada estiver quente ou se o chuveiro mudar a temperatura de repente, pode ser sinal de mau funcionamento.

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Consumo consciente: o que muda no modo de morar depois da quarentena

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Foto: Pixabay

Ainda não sabemos quando a pandemia vai acabar, mas uma coisa é certa: O mundo jamais voltará a ser como antes. Entre as mudanças para a nova ‘vida normal’, o consumo consciente deve ser uma das principais mudanças para as pessoas, que passarão a refletir mais o impacto que geram ao meio ambiente.
Tanto na arquitetura como na decoração, também haverá uma transformação no pensamento dos consumidores que, com a intensidade do viver tanto tempo dentro de casa, passaram a valorizar mais o morar. Os arquitetos Bruno Moraes, à frente do escritório Bruno Moraes Arquitetura, Carina Dal Fabbro, do Carina Dal Fabbro Arquitetura, e Isabella Nalon, do Isabella Nalon Arquitetura, mostram como é possível traduzir esse pensamento em ações práticas.

Mas afinal, o que é o consumo consciente?
A arquiteta Carina Dal Fabbro explica que o conceito “está diretamente ligado ao comportamento de não exceder as necessidades de consumo, um comprar consciente e um olhar sobre o impacto que essa relação monetária traduzirá para a qualidade de vida do planeta”.
Se até bem pouco tempo atrás o consumo consciente era uma tendência em expansão, hoje será uma prática ainda mais reforçada. “Após um período que nos possibilitou compreender o real valor das aquisições, as pessoas deixarão de consumir por impulso e prevalecerá a qualidade, a funcionalidade e a importância desses itens para o consumidor”, defende Isabella Nalon.

Mais comodidade em casa
A valorização do conforto e do bem-estar pautarão os novos projetos de arquitetura de interiores, haja vista a experiência atual possibilitou um novo panorama: independentemente do tamanho, um lar bonito apenas não bastará, é fundamental que a casa ‘abrace’ o morador e esteja pronta para atender todas as suas demandas.
“A relação entre bem-estar x produto virá com ainda mais intensidade depois dessa quarentena”, defende Bruno Moraes. Se com a rotina de até bem pouco tempo atrás as pessoas enxergavam a casa apenas como um lugar para dormir, e não como um ambiente para permanência mais duradouras, a pandemia possibilitou essa revisão. “Na vida corrida daqueles que vivem nas grandes cidades, por exemplo, muitos sequer usufruíam de cômodos da casa como cozinha e área de serviço. Nos próximos projetos, tenho convicção de que as pessoas nos solicitarão ambientes mais funcionais”, revela Isabella.

Mudanças sutis, mas de grande impacto
Algumas medidas simples, como a substituição das lâmpadas já traz impacto positivo para o meio ambiente. “Uma lâmpada de LED garante aproximadamente 80% de economia de energia elétrica”, revela Carina. “Junto com as questões sustentáveis que amparavam a tendência do LED, essa troca também se justifica pela necessidade de analisar melhor os gastos. Com o atual cenário econômico, as famílias precisam avaliar suas rotinas, cortar excessos e promover alterações que, de forma geral, não impactem na qualidade de vida”, reitera Bruno.
O ar-condicionado também é um grande vilão do consumo de energia elétrica. Assim, optar por modelos como o inverter garante uma economia de 60% em relação aos outros modelos. Assim como a geladeira inverter e outros eletrodomésticos são mais econômicos, o consumidor intensificará sua busca por itens com esses perfis. “As marcas precisam estar atentas à essa nova busca do brasileiro”, salienta o arquiteto Bruno.
A transmutação no comportamento de compra também será refletida pelo desejo de quem as marcas adquiridas agreguem propostas mais sustentáveis e humanas. Não basta apenas avaliar as características do produto, mas dentro de um contexto mais amplo, o relacionamento entre o consumidor e a marca envolve o histórico e o comportamento da empresa. “Como a minha compra será revertida em ações realizadas pelo fabricante? Qual a sua consciência com relação ao meio ambiente e o ser humano? Mais do que nunca essas perguntas são frequentes por parte dos meus clientes e o marketing das empresas precisam expressar fatos reais”, expõe Bruno.
Para quem pretende construir a moradia, a procura será por processos que poupem recursos naturais. “Acredito em um crescimento na busca por aquecimento solar e energia fotovoltaica, pois é extremamente benéfico quando o imóvel consegue produzir a energia suficiente para suprir o consumo do lar. Com o planejamento, o investimento é recuperado anos após a instalação”, esclarece Isabella Nalon.
O reaproveitamento de água da chuva também deve se fazer presente nos projetos. Por meio do armazenamento em sistemas de cisternas, o recurso hídrico é direcionado para torneiras de jardins e atividades que permitam a água de reuso, como limpeza de áreas externas e calçadas.

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