Thiago

Maria Odete G. Galvão

Psicóloga e Psicanalista

Postado em 7 de abril de 2021

A dificuldade em elaborar o luto ao ficar viúva aos 24 anos de idade, com apenas dois anos de casamento, foi o que fez a psicanalista e mestre em semiótica, doutora Maria Odete G. Galvão, se encantar com este universo. Hoje ela é especialista e referência quando o assunto é psicologia e psicanálise.
“A dificuldade em elaborar esse luto, que naquele momento parecia intransponível, me levou à procura de um psicanalista. Ali, não só elaborei o luto, como comecei a me perguntar qual era o meu desejo como profissional, mulher, filha, ou seja, qual era o meu lugar no mundo”.
Na época, já formada em História, Maria Odete se encantou com o processo analítico, voltou para a faculdade, se formou em psicologia e fez várias especializações na área da psicanálise e o mestrado pela PUC. Hoje ela soma três décadas de clínica psicanalítica, é professora de psicanálise, orientadora de trabalhos acadêmicos e supervisora de atendimentos clínicos nos cursos de formação em psicanálise do Espaço Psicanálise e do Núcleo de pesquisa em psicanálise arte e cultura, dentre outras formações e especializações.
“Continuo encantada com a psicanálise, pois ela não é uma profissão, muito menos um trabalho, é um ofício ao qual me dedico com muito apreço”, ressalta.
Em seu consultório de psicanálise, Maria Odete atende todos de qualquer idade que sofrem com seus sintomas e que não encontraram alívio para suas dores com os tratamentos convencionais e decidiram por intervenção própria ou da família compreender a função dinâmica dos sintomas e tratá-los.
Falando sobre a psicanálise e o universo feminino, e o quanto esse processo pode ajudar a se tornar uma mulher de sucesso, Maria Odete ressalta que mulheres psicanalistas passaram a pertencer ao movimento psicanalítico já instituído a partir de mil novecentos e dez. Elas não apenas tiveram sua importância reconhecida como assumiram papel de protagonistas na sua história. “São elas Melanie Klein, Anna Freud, Karen Horney, Helen Deutsch, Joan Rivére, Jeanne Lampl-de Groot e Ruth Mackbrunsvik. Tive a oportunidade de estudar e conviver com psicanalistas excepcionais, minha analista Dra. Joana Helena da Cunha Ferraz, a quem reconheço importantes conquistas da minha existência; Dra. Sandra Dias, a professora a quem devo a importância do rigor psicanalítico; Maria Rita Khel e Dra. Leny Magalhães Mrech”, finaliza.

Vapt-vupt

Ser mulher é?
É saber-se não toda, que não há completude, que a felicidade é parcial, e mesmo assim saber se fazer encantadora em todos os lugares que se deseja ocupar.

Segredo para o sucesso?
Não há cartilhas e nem segredos, cada um cria e ocupa à sua maneira seu lugar ao sol e seu direito à sombra.

Momento inesquecível?
O presente.

Um sonho a realizar?
Que os sonhos continuem a existir e que possam nos fazer caminhar… Sempre!

O que mais lhe incomoda nas pessoas / Se pudesse erradicar um problema no mundo, qual seria?
A paixão pela ignorância.

Deixe uma mensagem para os leitores da Destaque+, em especial, às mulheres:
Nesses quase cem anos de demandas e inquietações, as discussões em torno da feminilidade, maternidade, sexualidade, da relação mãe e filha, a psicanálise tem aberto as portas para o mundo das representações psíquicas, dos significados, das fantasias, temores e afetos que cercam a experiência de ser mulher, do desejo da gravidez, das relações e sobre como a filha performa a própria maternidade, por exemplo. Abandona-se de vez o chamado instinto maternal, questionam a imagem idealizada da boa mãe e atentam para o fato de que a maternidade, para muitas mulheres, é vivida como fatalidade. Estudos atuais levantam novos e complexos debates sobre tarefas libidinais, papeis sociais, confrontos e emergências de conflitos não resolvidos, que são recalcados e retornam de forma devastadora para algumas mulheres.

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Caroll Baba

Empresária

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Empresária do ramo da moda, Caroll Baba começou a trabalhar ainda muito jovem, aos 16 anos, mesmo contra a vontade dos pais, que queriam que ela se dedicasse 100% aos estudos. Aliás, foi para não decepcioná-los que ela se formou em Enfermagem e se especializou em Obstetrícia, mas sua paixão mesmo sempre foi pela moda.
“Sempre tive o sonho de trabalhar com moda e ter a minha própria loja. Pensei diversas vezes em trancar a minha faculdade e mudar de curso, mas para não decepcionar meus pais segui o curso até o fim, mesmo sabendo que aquele ramo não era para mim”, revela.
Carol sempre gostou de olhar as revistas de moda e estar antenada no que as modelos estavam usando. Assim como tantas histórias de mulheres guerreiras, antes de conseguir tornar seu sonho realidade, Carol foi atendente de loja, trabalhou em empresa de operadora de celular e até de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual), até ter a oportunidade de assumir o comando da DM Store.
“Sempre tirei aprendizados das empresas que trabalhei. Quando trabalhei na C&A, percebi o quanto o mundo da moda brilhava os meus olhos. Queria estar no meio da agitação e viver o mundo da moda de forma intensa. O salário era muito baixo e meu pai dizia que eu pagava para trabalhar, mas eu não estava procurando me estabelecer financeiramente. Estava buscando vivenciar a moda de perto”, conta.
Caroll Baba assumiu o comando da DM Store em 2019 e, desde então, mergulhou de cabeça no que sempre quis trabalhar. Ela revela que é um mercado concorrido, mas que o sol nasceu para brilhar para todos, basta cada um tentar dar o melhor de si sempre. “Precisamos estar sempre estudando para trazer o melhor da moda para as nossas clientes e ter a plena satisfação delas. Trabalhamos com o prazer da mulher, buscando o sorriso no rosto de cada uma e fazendo com que elas se sintam mais poderosas do que já são”, conclui a empresária.

Vapt-vupt
Ser mulher é?
Ser vencedora!

Segredo para o sucesso?
Ter uma família que te apoia, ter uma equipe que acredita no que você faz e muito trabalho!

Momento inesquecível?
Nascimento dos meus filhos!

Um sonho a realizar?
Dar a volta ao mundo!

O que mais lhe incomoda nas pessoas?
Falsidade e inveja!

Se pudesse erradicar um problema no mundo, qual seria?
Atualmente não pensamos em outra coisa a não ser a cura da COVID.

Deixe uma mensagem para os leitores da Destaque+, em especial, às mulheres:
Nós somos muito especiais e fazemos a diferença no mundo!
Temos que ser fortes para mantermos a nossa família e para buscarmos o nosso lugar ao sol diariamente, mas independente do que passamos nunca podemos deixar de lutar e sonhar!

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Cabelo e maquiagem
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Patrícia Guimarães

Hipnoterapeuta Trainer

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Natural de Cruzeiro, Patrícia Guimarães se mudou para São Paulo aos 17 anos para estudar. Em busca de transformar suas dores emocionais, iniciou seu contato com a terapia e depois de um tempo se matriculou em um curso de Psicologia Transpessoal.
“Foi um divisor de águas na minha história! Depois disso conheci a Hipnose e decidi investir todo o conhecimento para poder ajudar outras pessoas a se transformarem como aconteceu comigo”, ressalta a Hipnoterapeuta Trainer.
Depois que conheceu a Hipnose Patrícia não parou mais de estudar. Hoje ela é Hipnoterapeuta Trainer, pós-graduada em Hipnose Clínica, Master Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL), criadora do método Hipnose Transpessoal e sócia-fundadora da Hipnose Clinic.
“Não parei mais de estudar. Minha preocupação era como alinhar a minha experiência de vida com as técnicas que eu adquiri ao longo dos estudos. Foi assim que meu companheiro Alex eu e fundamos a Hipnose Clinic e criamos o método exclusivo de Hipnose Transpessoal”, explica.
Quando você elimina as dores emocionais da vida de uma pessoa, um novo campo de conhecimento e inspiração se abre. Segundo Patrícia, a Hipnose Transpessoal ajuda a preencher este campo com o seu propósito de vida, seus desejos. “Você encontra a sua grandeza”.
Questões emocionais que envolvem depressão, síndrome do pânico, ansiedade, obesidade, são algumas das queixas que Patrícia trabalha com a hipnose em um período relativamente rápido, se comparado às terapias convencionais.
“Eu ajudo muitas mulheres a aumentarem a segurança, a autoestima, o amor-próprio, com o emagrecimento ou outras questões. Meu foco é ajudar mulheres a terem uma vida mais plena e feliz”, conclui.

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Ser mulher é?
Ser forte

Segredo para o sucesso?
Amor e Dedicação

Momento inesquecível?
Quando encontrei minha missão

Um sonho a realizar?
Ajudar muitas mulheres a reconhecerem seu valor

O que mais lhe incomoda nas pessoas?
Falta de empatia

Se pudesse erradicar um problema no mundo, qual seria?
Medo que paralisa

Deixe uma mensagem para os leitores da Destaque+, em especial, às mulheres:
“Escolha se amar, se aceitar, se respeitar e se valorizar. Priorize suas necessidades. Reconheça suas qualidades, aceite suas dificuldades. Quanto mais abastecida de amor próprio estiver mais longe pode chegar”.

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Milene Ribeiro e Andreia do Carmo

Empresárias

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Elas são muito mais que sócias, são amigas e comandam o Ritz Cabelo e Estética. Antes de estarem à frente de um dos mais renomados salões de Arujá, Andreia do Carmo e Milene Ribeiro se dedicaram muito tempo na área, prestando serviços para terceiros e se especializando no segmento.
Andreia é cabeleireira desde os 19 anos e trabalhou em cinco salões até chegar ao Ritz, onde está há 18 anos como cabeleireira e há oito como sócia da Milene. “Antes de chegar ao Ritz pensei em destituição da profissão, mas depois de conhecer mais sobre a profissão fui me apaixonando e hoje não me vejo fazendo outra coisa que não seja cuidar da beleza, cada dia amo mais ser cabeleireira”, revela.
Já Milene primeiro se formou em maquiagem pelo Senac, em 2003, e depois como cabeleireira, em 2004. Ela começou trabalhando com uma amiga no espaço dela e, após alguns anos, foi para o Ritz e nunca mais saiu. “Trabalhei muito e depois de algum tempo surgiu a oportunidade de ser sócia da Andreia (Deia pra mim), então compramos o Ritz, somando oito anos de sociedade, onde eu tive um crescimento pessoal muito grande pela oportunidade de conhecer várias pessoas diferentes e trocar experiências incríveis. Eu costumo dizer que minha profissão me ajudou a achar meu lugar no mundo. Sempre falo que desde menina já existia uma cabeleireira dentro de mim, pois já arrumava os cabelos das minhas amigas, e isso só se confirmou quando eu me profissionalizei”, conta Milene.
Para as empresárias, o Ritz é a segunda casa delas. “Fazemos questão que todos os nossos colaboradores se sintam como em suas casas, nos tratamos como família, porque passamos a maior parte do tempo juntos”, enfatizam.
Perguntado qual a dica que elas dão às mulheres que desejam empreender no ramo, elas revelam que a mulher tem que ter coragem de se arriscar e fazer tudo com maior amor possível, assim como se perguntar se é esse universo que elas querem viver e se capacitar sempre, pois o restante vem.

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Ser mulher é?
Andreia: Ser forte.
Milene: Para mim é uma delícia, desafiador e um presente.

Segredo do sucesso?
Andreia: Amor e coragem.
Milene: Se entregar no que você gosta de fazer, só assim será feito com amor.

Momento inesquecível?
Andreia: Mudança de endereço
Milene: Quando conseguimos mudar de espaço e com ajuda de amigos, colaboradores e clientes fizemos uma festa incrível foi pra mim inesquecível.

Um sonho?
Andreia: Fazer uma viagem para a Disney.
Milene: Ver meus filhos formados e bem encaminhados.

O que mais lhe incomoda?
Andreia: Maldade.
Milene: Não estar mais perto dos meus irmãos, porque a distância nos impede de convivermos mais. Sinto falta dos almoços de domingo, todos reunidos.

Se pudesse erradicar um problema no mundo, qual seria?
Andreia: Hoje seria com certeza a desigualdade social.
Milene: A desigualdade de gêneros. Nós mulheres ainda somos sobreviventes.

Deixe uma mensagem para os leitores da Destaque+, em especial, às mulheres:
Andreia: Não existe limite para o que nós mulheres podemos realizar.
Milene: Minha profissão não é apenas sobre beleza, e sim sobre resgatar autoestima.

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Gisele Gestinari e Mariana Nogueira Martins

Empresárias

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Quem poderia pensar que, em meio à pandemia, duas empresárias encontrariam um novo nicho e com isso ainda poderiam ajudar outras pessoas. Isso mesmo, em julho de 2020, com economia complexa e a necessidade de um novo negócio para ambas, Gisele Gestinari e Mariana Nogueira Martins firmaram uma parceria entre vendas e planejamento estratégico, unindo conhecimentos e forças para criar a Siberiann em Casa e a MB em Casa.
“Analisamos que podemos gerar emprego ou uma renda extra para muitas famílias, e também, com o crescimento tecnológico de vendas por meio de e-commerce, criar novos produtos para receber sem sair de casa. Tanto em alimentos como em presentes”, ressaltam.
Gisele é formada em Direito e Hotelaria, pós-graduada em Liderança Corporativa e Master Coach formada no Instituto Brasileiro de Coaching IBC. Já Mariana, em Comunicação Social, com pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios. Gisele advogou por 6 anos até perceber que não era seu propósito, ingressou então na área de venda direta, ficando por 20 anos no desenvolvimento de mulheres. Diretora do Grupo Siberiann Alimentos, Gisele conheceu Mariana no grupo de assistencialismo Mulheres de Batom, quando resolveram se unir para potencializar os propósitos e levar amor ao próximo.
A Siberiann em Casa é uma venda direta que acontece em catálogo físico e digital através de revendedores que podem adquirir os produtos com desconto e ter a oportunidade de montar equipes para incrementar a renda ou até mesmo comprar com desconto e receber em casa.
“Além dos produtos alimentícios, surgiu a MB em Casa, relacionada também à mesa. Acreditamos que esse é o lugar de união e comunhão com a família. Cada vez mais ficar ‘em casa’ se torna agradável e especial. Com esse tempo difícil de isolamento social começamos a ter outros valores”, concluem.

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Ser mulher é?
Gisele: Se reinventar.
Mariana: Força.

Segredo para o sucesso?
Gisele: Acreditar e agir.
Mariana: Dedicação e compromisso.

Momento inesquecível?
Gisele: Visita e vivência em uma aldeia indígena.
Mariana: Meu batismo nas águas.

Um sonho a realizar?
Gisele: Ver a nossa empresa fazendo a diferença no que diz respeito à transformação de vidas, tanto na área financeira como familiar.
Mariana: Ser líder de mercado.

O que mais lhe incomoda nas pessoas?
Gisele: Falsidade e negatividade.
Mariana: Inveja e negatividade.

Se pudesse erradicar um problema no mundo, qual seria?
Gisele: Fome.
Mariana: Violência.

Deixe uma mensagem para os leitores da Destaque+, em especial, às mulheres:
Gisele: Vamos nos unir e fazer a diferença nesse mundo, começando pelo que sai da nossa boca, porque nós acreditamos e podemos!
Mariana: Salmo 19:14 – Que as palavras da minha boca e o meditar do meu coração sejam aceitáveis a Ti, Senhor!

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Clau Camargo

Primeira dama de Arujá

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Em um momento tão delicado como este que o mundo atravessa, a primeira dama do município de Arujá, a advogada Clau Camargo, tem um grande desafio: gerir o Fundo Social de Solidariedade.
“É um momento muito delicado, em que muitas famílias perderam o emprego ou a fonte de renda e, consequentemente, houve um aumento de famílias em situação de extrema vulnerabilidade. Aumentou a procura por alimentos, e os índices de doações diminuíram em razão das dificuldades que as empresas e pessoas físicas também estão enfrentando. Mas não vou desistir”, afirma a primeira dama, que começou a trabalhar aos 13 anos em Minas Gerais e aos 17 veio para São Paulo.
Clau conta que nesses três meses à frente do Fundo Social tem encontrado pessoas maravilhosas, com um coração gigante, com muita vontade de somar esforços para não deixar a fome bater na porta dos arujaenses. “É o que me motiva a continuar na busca por melhorias na vida da população”, ressalta Clau, que além do trabalho voluntário junto ao Fundo Social ainda se dedica à família e ao trabalho de advogada.
Por conta da pandemia, hoje uma das principais ações do Fundo Social é a campanha “Alimente Uma Vida”, para a qual os supermercados locais cedem o espaço para a arrecadação de alimentos. Clau também está expandindo a arrecadação para o Centro Industrial, fechando parcerias com os empresários. Além das arrecadações de alimentos para as famílias necessitadas, brevemente cursos on-line, em parceria com a ONG “Mãos que Ajudam”, também serão oferecidos.
“Para o futuro teremos os cursos presenciais como Culinária, Artesanato e Beleza, além de jantares e chás beneficentes. E um grande sonho de projeto futuro é arrecadar verbas para a criação de um Centro de Capacitação para os Jovens de Arujá”, conclui Clau Camargo.

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Ser mulher é?
Ser forte.

Segredo para o sucesso?
Resiliência.

Momento inesquecível?
Nascimento da minha filha.

Um sonho a realizar?
Criar em Arujá um Centro de Capacitação para os jovens.

O que mais lhe incomoda nas pessoas?
Pessoas acomodadas.

Se pudesse erradicar um problema no mundo, qual seria?
Eliminar o Coronavírus.

Deixe uma mensagem para os leitores da Destaque+, em especial, às mulheres:
Estamos vivendo um momento triste, com muitas famílias que perderam entes queridos; alto índice de desemprego e distanciamento social. O momento é de união e solidariedade com o próximo, ter um olhar mais sensível com a dor do outro. Um momento em que precisamos de equilíbrio, principalmente nós, mulheres, que temos várias atribuições. Não podemos deixar que os problemas nos dominem. Vamos ser fortes, tenho certeza que vamos vencer!

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Iná e Gabriela Sanches

Educadoras

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Elas são muito mais do que mãe e filha, juntas formam uma dupla de apaixonadas pela arte de educar e que não medem esforços para oferecer sempre o melhor neste sentido. Iná e Gabriela Sanches são professoras e, há seis anos, fundaram o primeiro colégio autenticamente bilíngue no município de Arujá, o Hipercubo.
Iná conta que sua paixão pela educação teve início aos 12 anos. Ela começou como auxiliar de classe e nunca mais parou de lecionar. Gabriela cresceu vendo a mãe dando aulas, inclusive foi sua aluna de matemática durante um ano do fundamental.
“Eu cresci neste mundo. Até tentei seguir outras áreas, mas me apaixonei pela educação infantil”, conta Gabriela.
E foi essa paixão que motivou mãe e filha a montarem algo diferenciado na cidade. Com o sonho de trabalharem juntas, um dia, ao pé da cama, Iná e Gabriela começaram a “desenhar” como seria a “escola dos sonhos”. Como seria o berçário, a sala do sono, a entrada… enfim, começaram a escrever como seria a escola ideal. Elas não imaginavam que começaria ali uma história de sucesso.
“Esse sonho foi crescendo no coração. Mesmo sem ter dinheiro, começamos a procurar lugares. Quase chegamos a fechar um imóvel, não deu certo, até que chegamos à Rua Espanha, no Jardim Rincão. Quando a gente se deu conta era o desenho do nosso sonho, com cada detalhe que havíamos imaginado”, relembra Iná.
E em 2015 nasceu o Colégio Hipercubo, pioneiro no ensino autêntico bilíngue.
“Nosso objetivo sempre foi trazer uma educação diferenciada e não fazer a mesma coisa que todo mundo já estava fazendo. E assim nasceu o Hipercubo. E foi uma grande surpresa, pois começamos com a Educação Infantil, no segundo ano já havia mais de 70 crianças e a escola ficou pequena”, contam mãe e filha.
E desde a fundação o Colégio Hipercubo não parou mais de crescer. No final de 2017 elas anunciaram a unidade II, no Parque Nossa Senhora do Carmo. Com a expansão, o colégio passou a oferecer vagas para turmas do Ensino Fundamental Ciclo 1 – do 1º ao 5º ano.
Hoje, com cerca de 150 alunos matriculados, elas já projetam a unidade III.
“Somos sonhadoras que acreditam no poder da educação de transformar, resolvemos empreender e contamos com um investidor que acreditou no nosso projeto. Mas, tudo isso é Deus. Sou aquela pessoa que acredita que se nós colocarmos o pé Deus vai colocar o chão. E assim nós vamos escrevendo nossa história, primando sempre por valores como transparência e verdade. Para que algo aconteça em sucesso, eu acredito que precisamos estar sempre buscando o desenvolvimento pessoal”, conclui Iná.

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Ser mulher é?
Iná: Ser plena!
Gabriela: Ser multitarefas.

Segredo para o sucesso?
Iná: O segredo para uma empreendedora de sucesso é você ter um sonho que exploda em seu coração, o resto acontece.
Gabriela: Acredito que tudo começa com um grande exemplo, e posso dizer que eu tive, e tenho, minha mãe como meu melhor exemplo.

Momento inesquecível?
Iná: O dia que chamamos de hoje! Viver é um grande privilégio!
Gabriela: O nascimento da minha filha.

Um sonho a realizar?
Iná: Ser o abraço que acolhe, o sorriso que ilumina, a palavra que consola e o olhar que compreende para o maior número de pessoas que passarem pela minha vida!
Gabriela: Que as crianças, as famílias possam ser transformadas, estruturadas, através da educação.

O que mais lhe incomoda nas pessoas?
Iná: Mentira.
Gabriela: Mentira.

Se pudesse erradicar um problema no mundo, qual seria?
Iná: No atual momento, a COVID.
Gabriela: A maldade nas pessoas.

Deixem uma mensagem para os leitores da Destaque+, em especial, as mulheres:
Iná: Se cobre menos, se culpe menos, aprenda a rir dos seus erros, se permita chorar todas as vezes que sentir vontade, entenda que você continua linda sem maquiagem e toda despenteada! Que ser autêntica na sua plenitude é o maior presente que você pode se dar!
Gabriela: “Só há duas maneiras de viver a vida: a primeira é vivê-la como se os milagres não existissem. A segunda é vivê-la como se tudo fosse milagre”, Albert Einstein. Nunca se esqueça disso: faça o dia de hoje sempre seu melhor dia!

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APAE de Arujá comemora 32 anos

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Há 32 anos nascia em Arujá a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), prestando serviços a pessoas com deficiência com uma equipe especializada. Desde a sua fundação, toda a diretoria é composta por voluntários, sendo somente o quadro de funcionários composto por profissionais contratados.
A instituição foi fundada em assembleia realizada no dia 18 de março de 1989, por um grupo de pessoas da comunidade arujaense com interesses voltados à causa. A APAE sempre teve como missão prestar serviços especializados direcionados ao desenvolvimento, integração e defesa de direitos das pessoas com Deficiência Intelectual Múltipla e Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), garantindo-lhes respeito, acessibilidade e melhoria na qualidade de vida. O grupo sempre atuou com a visão de construir e manter em funcionamento uma instituição de excelência no atendimento e prestação de serviços especializados, e assim vem atuando nas três últimas décadas.
Com sede na Avenida João Manoel, 840, Centro, a APAE é uma associação civil, beneficente, com atuação nas áreas da assistência social, educação, saúde, prevenção, trabalho, profissionalização, defesa e garantia de seus direitos, esporte, cultura, lazer, estudo, pesquisa e outros, sem fins lucrativos, com duração indeterminada.
“Nossos valores são: equidade, compaixão, integridade, comprometimento, respeito ao próximo, relacionamento interpessoal, definição de prioridades, eficiência, comunicação e disciplina”, pondera a diretoria da APAE, destacando que a instituição conta com a participação financeira governamental e da sociedade civil para a manutenção dos serviços prestados.
Além disso, a APAE conta também com a prestação de serviços de dedicados voluntários e renova nesta oportunidade o convite para que outros venham se somar a esse grupo, propiciando assim o fortalecimento e continuidade da instituição.

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Sede do Lions Clube de Arujá será modernizada em ampla reforma

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Dispondo de pouca atividade presencial no Centro Cívico e Cultural PDG CL Januário Anunciato, a Sede do Lions Clube de Arujá, nós Leões, temos o prazer de comunicar à população arujaense que nosso espaço passa atualmente por uma reforma.
Trata-se de um sonho antigo adequar o prédio às questões de acessibilidade e segurança, atendendo assim as exigências de segurança junto ao Corpo de Bombeiros, além, é claro, de modernizar a fachada, jardins, iluminação e toda a nossa infraestrutura.
A reforma tem como principal objetivo proporcionar melhores condições para seguirmos atendendo com qualidade e excelência todas as necessidades do nosso município, e tem como previsão de término o ano de 2022.
O Centro Cívico e Cultural PDG CL Januário Anunciato foi fundado no dia 10 de maio de 1986 na gestão do Ex-Presidente Leão José Antônio Deodato e se tornou Sede Oficial no ano de 1993 na gestão do Ex-Presidente Leão Hermindo R. Flach. Desde então muitas campanhas e serviços de cunho social se desenvolveram ao longo dos anos.
Agradecemos ao atual Presidente Leão Helder Pereira de Souza e a todos os diretores e Companheiros Leões pela confiança e oportunidade que nos têm dado para participar desta reforma tão importante para a cidade de Arujá.

Engenheira Leão Regina Célia Nunes Moreira e comitê de Patrimônio do Lions Clube de Arujá.
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O que é ovário policístico?

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Caracterizado pela presença de vários cistos, como pequenas bolsas cheias de líquido com aspecto de sagu, o ovário policístico é uma doença que desencadeia alterações na menstruação. Ela causa distúrbios hormonais, aumentando o androgênio (hormônio masculino) nas mulheres, desencadeando problemas com a fertilidade.
A mulher com ovário policístico pode engravidar. Não precisa entrar em pânico. É preciso fazer um diagnóstico preciso com ginecologista para avaliar as condições de funcionamento dos ovários e realizar um tratamento adequado para melhorar a fertilidade.
Muita acne, excesso de pelos no rosto e pescoço, obesidade, manchas escuras, podem ser desencadeados pelas alterações do hormônio masculino androgênio. Fazendo um tratamento precoce a mulher pode melhorar o quadro clínico, porém, se não se tratar, pode desencadear outras patologias, como diabetes tipo 2, cardiopatia, câncer de endométrio, endometriose e infertilidade.
A mulher também pode apresentar alterações na menstruação, como cólicas, ciclo irregular com espaços de 42 dias, com mais ou menos de sete menstruações por ano.

Tratamento
O tratamento de ovários policísticos depende do tamanho dos cistos. Se for cisto folicular, por vezes não há necessidade de cirurgia. Pode ser realizado tratamento clínico com antiandrogênicos.
Já se o quadro clínico for de cistoadenoma gigante, é necessário submeter a paciente a uma intervenção cirúrgica, pois pode desencadear infertilidade.
A recomendação é sempre procurar um especialista em ginecologia para avaliar o quadro clínico, principalmente ao verificar qualquer sintoma de Síndrome do Ovário Policístico.

Por: Dr. Hiditoshi Ishikiryama
Ginecologia e Obstetrícia
CRM 22778
Reprodução Humana e Cirurgia
Pertence à equipe de Reprodução Humana I.V.I. junto com Dra. Silvana Chedid Grieco
Foi coordenador de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santa Helena Unimed Paulistana
Canal no YouTube: Dr. Hiditoshi Ishikiryama
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A obesidade e sua difícil relação com a Covid-19

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de indivíduos diagnosticados com obesidade no mundo até 2025 será de 700 milhões de pessoas. Como forma de alertar a população para os riscos provocados pela Obesidade, foi instituído o Dia Mundial da Obesidade. No Brasil, existem mais de 20 milhões de indivíduos obesos, sendo que 56% da população está acima do peso.
Um alerta emitido pelo governo britânico indica que pode haver uma relação entre a obesidade e as formas mais graves de infecção pela Covid-19. Segundo o estudo liderado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Auditoria em Terapia Intensiva do Reino Unido, sete em cada dez pacientes com coronavírus em UTIs no Reino Unido são obesos.
Os múltiplos fatores que aumentam o risco de pessoas acometidas com obesidade perante à Covid-19 incluem outras doenças metabólicas, como hipertensão arterial e diabetes tipo 2 – ambas são fatores de risco para as formas mais graves da Covid-19.
“Sabemos que as pessoas obesas, com IMC superior a 40 kg/m2, estão mais sujeitas a ter complicações de gripes comuns, e mesmo quando estão vacinadas elas têm uma proteção diminuída contra o vírus influenza. Se considerarmos ainda que 5% dos infectados pela Covid-19 irão precisar de UTI, temos um cenário que para o paciente obeso é ainda pior. Nos hospitais faltam leitos apropriados para essa parcela da população, a intubação é mais difícil e na maioria das vezes não há aparelhos de imagens disponíveis que atendam às necessidades físicas de pessoas acima do peso”, afirma a dra. Teresa Bonansea, endocrinologista e professora do Curso de Medicina da Unisa.

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Busca por cuidados com a saúde mental cresce 250%

Em meio a dificuldades para equilibrar a vida pessoal com a nova realidade da profissional em um ano de pandemia, brasileiros recorrem aos atendimentos psicológicos

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A pandemia trouxe não só o vírus, mas também a necessidade do isolamento social, desemprego e uma grave crise financeira. De acordo com pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em onze países as restrições que tanto ajudam a conter o avanço da Covid-19 podem prejudicar a saúde mental. Segundo o estudo, o Brasil é o país que mais tem casos de ansiedade (63%) e depressão (59%). Em segundo lugar está a Irlanda, com 61% das pessoas com ansiedade e 57% com depressão, e os Estados Unidos, com 60% e 55%, respectivamente.
O estudo só comprova, em números, o que muita gente já suspeitava: que o isolamento social pode afetar as pessoas – com especial atenção, segundo os dados, para mulheres, jovens, pessoas que já possuem alguma condição mental, para quem perdeu o emprego ou teve que lidar com o home-office. Nesse sentido, a Amarq – empresa especializada em gestão de benefícios com foco na inteligência em saúde e bem-estar – viu a busca por atendimento psicológico para colaboradores de empresas disparar para 250%. “Vimos a necessidade de oferecer aos nossos clientes um programa de saúde emocional para ajudar a cuidar das pessoas antes do agravamento dos quadros. Nesse momento, pensar no fator humano e cuidar do equilíbrio dos times é essencial”, avalia a CEO Mariana Marques.
O Programa de Saúde Emocional, oferecido pela Amarq, passou a integrar o serviço de teleconsultas. Com atendimento especializado, os colaboradores podem acessar psicólogos e terapeutas para atender suas necessidades e com total sigilo do atendimento. “Queremos que esse colaborador se sinta à vontade para recorrer aos especialistas e, com isso, possa lidar de maneira positiva com os impactos que a Covid-19 trouxe para a vida de todos nós”, avalia Mariana.
A executiva acrescenta que se trata de uma solução para auxiliar antes da piora dos pacientes, para que as pessoas tenham o acolhimento necessário e cuidem da saúde antes da doença. “Na pandemia vimos a busca pelo serviço aumentar e, muitas vezes, esses pacientes chegavam ao pronto-socorro com sintomas decorrentes de depressão e ansiedade. Com o nosso serviço de teleconsultas, há uma equipe com especialistas de plantão e à disposição para ajudar nesse diagnóstico, sem que haja a necessidade de um atendimento emergencial em hospitais”.

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