O que muda quando o ultrassom entra na cirurgia plástica?
Tecnologia permite ao cirurgião visualizar estruturas internas durante o procedimento e amplia o controle sobre decisões tomadas em tempo real
Postado em 29 de outubro de 2026

A cirurgia plástica vem incorporando tecnologias que vão além da busca por melhores resultados estéticos. Entre elas, o uso do ultrassom aplicado ao planejamento e durante o procedimento cirúrgico começa a ganhar espaço como uma ferramenta de apoio à precisão e à segurança.
É nesse cenário que atua o cirurgião plástico Dr. Kauê Sucena, de São Paulo, que utiliza o ultrassom como parte de seu protocolo cirúrgico, especialmente em procedimentos de contorno corporal e cirurgias mamárias.
A proposta é simples: em vez de depender apenas das referências anatômicas externas e do conhecimento adquirido no planejamento pré-operatório, o cirurgião pode utilizar a tecnologia para obter informações sobre estruturas internas durante diferentes etapas do procedimento.
“Quanto mais controle eu tenho durante a cirurgia, mais segurança consigo oferecer. O ultrassom me permite visualizar estruturas internas e tomar decisões mais precisas em tempo real”, explica o médico.
Da avaliação à cirurgia
Para o Dr. Kauê, a tecnologia não substitui a experiência ou o conhecimento anatômico do cirurgião. Ela funciona como uma ferramenta complementar dentro de um planejamento individualizado.
O médico defende que cada cirurgia seja construída de acordo com as características de cada paciente, considerando anatomia, proporções, objetivos e limites do procedimento.
Na lipoescultura, por exemplo, o planejamento considera o corpo em 360 graus, avaliando volumes, proporções e definição. O ultrassom intraoperatório pode contribuir para aumentar o controle sobre as estruturas internas durante a cirurgia.
Nas cirurgias mamárias, área de atuação de destaque do especialista, a tecnologia também integra uma abordagem que prioriza planejamento, precisão e naturalidade.
Uma cirurgia cada vez menos padronizada
A evolução tecnológica acompanha uma mudança de comportamento dos próprios pacientes. A busca deixou de ser apenas por procedimentos que modifiquem determinada região do corpo e passou a envolver resultados mais personalizados e compatíveis com as características individuais.
Para o Dr. Kauê Sucena, esse movimento reforça a importância de abandonar modelos padronizados.
“Não sigo um padrão único de cirurgia. Avalio cada paciente individualmente, considerando anatomia, limites do corpo e expectativas reais. O objetivo é sempre um resultado natural, sem excessos”, afirma.
Com mais de 2 mil cirurgias realizadas, o médico possui atuação focada principalmente em cirurgias mamárias e contorno corporal. Sua trajetória profissional também inclui experiência em terapia intensiva, emergência e cirurgia geral, áreas que contribuíram para sua formação voltada à segurança e à tomada de decisão.
Tecnologia não é substituta da técnica
Apesar do avanço dos recursos tecnológicos, o especialista ressalta que equipamentos não substituem a experiência médica.
Na prática, a tecnologia entra como mais uma camada de informação para auxiliar o cirurgião durante o procedimento. A combinação entre conhecimento anatômico, planejamento, experiência e recursos tecnológicos é o que permite adaptar a cirurgia às particularidades de cada paciente.
Além do ultrassom, o médico utiliza tecnologias voltadas à emulsificação de gordura e à retração da pele em procedimentos de lipoescultura, quando indicadas para cada caso.
Para o paciente, a mudança está justamente na possibilidade de uma cirurgia cada vez mais individualizada, em que tecnologia e técnica trabalham juntas para ampliar o controle do procedimento.
Dr. Kauê Sucena – Cirurgião Plástico
CRM 183971/SP | RQE 151992
Atuação em cirurgia mamária, lipoescultura, abdominoplastia, cirurgia facial, cirurgia íntima e cirurgia masculina.
Instagram: @dr.kauesucena
Clínica Ozzo Arujá Saúde e Estética Avançada
Agendamento: (11) 91825-0246





