Thiago

Em parceria com SENAI, Honda começa a devolver respiradores restaurados ao sistema de saúde de SP

Primeiro aparelho consertado foi entregue à unidade de Iracemápolis (SP); outros cinco serão levados, nos próximos dias, a cidades próximas de Sumaré

Postado em 14 de abril de 2020

Uma das oito montadoras que se uniu em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) para recuperar respiradores danificados, a Honda Automóveis começou a devolver os aparelhos em funcionamento esta semana. Os itens que passaram por manutenção tinham desde problemas simples, como o reparo em placa eletrônica, até a confecção de peças novas em impressoras 3D. Cerca de 30 profissionais e parceiros externos estão envolvidos no projeto, segundo a montadora.
O primeiro equipamento em condições de uso, utilizado para tratar pacientes com sintomas respiratórios graves causados pela covid-19, foi entregue ao Pronto Socorro Municipal Santa Cruz, em Iracemápolis (SP). O reparo levou cerca de uma semana, incluindo 48 horas de calibração e testes, após a solução do defeito. Outros cinco respiradores devem ser destinados, nos próximos dias, a unidades de saúde de cidades vizinhas a Sumaré (SP), onde fica a fábrica da Honda.
O diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, lembra que a iniciativa + Manutenção de Respiradores, que começou a operar há duas semanas, é um esforço do setor industrial para reduzir o impacto na saúde e dar condições mínimas de trabalho aos profissionais da área.
“O SENAI treinou e capacitou todas as empresas parceiras para fazer, no prazo mais breve possível, a manutenção desses aparelhos. Estimamos que o Brasil tem, hoje, pouco mais de 65 mil ventiladores. Desses, já identificamos 3,6 mil respiradores fora de operação por problemas de manutenção. Nós acreditamos que esse número possa chegar a cinco mil”, projeta Lucchesi.
Em nota, a Honda Automóveis informou que a fábrica passou por adaptações na linha de produção para atender “as especificações sanitárias necessárias para esse tipo de trabalho”. Ressaltou ainda que, para consertar os respiradores mecânicos, é “preciso contar com equipamentos específicos da área da saúde, como réguas para gases medicinais e tanques de oxigênio”.
Além da Honda e de outras sete montadoras, indústrias do aço e de mineração contribuem para recolher e restaurar os equipamentos hospitalares. Para isso, há 35 pontos de manutenção gratuita espalhados por 19 estados, de todas as regiões do país. A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Saúde, do Ministério da Economia, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (ABEClin).
Segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), mantido pelo Ministério da Saúde, há mais de 3,6 mil respiradores parados no país por problemas como a falta de manutenção adequada. 700 deles estão em São Paulo, estado com maior número de casos de covid-19.

Investimento em inovação
Além de liderar a recuperação de respiradores fora de operação no país, o SENAI também lançou o edital de inovação para a indústria, que investirá em projetos destinados a prevenir, diagnosticar e tratar a covid-19 e que sejam de aplicação imediata. Isso inclui, por exemplo, a aquisição e a produção de materiais essenciais para o enfrentamento da crise, como álcool em gel e máscaras.
“A nossa atuação será no suprimento de problemas, como os testes rápidos para a detecção da doença. No isolamento, ter uma gama ampla desses testes vai ser de grande importância, bem como a fabricação de ventiladores (respiradores). Estamos focando em ações que vão ao encontro das necessidades da sociedade, do país e da indústria brasileira”, aponta Rafael Lucchesi, que reforça a importância de “salvar vidas”.
O investimento disponível para empresas e startups chega a R$ 30 milhões, se somadas as duas chamadas da licitação, e cada projeto poderá captar até R$ 2 milhões. Para participar do edital de inovação, as proposições podem ser realizadas por meio do WhatsApp, no número (61) 99628-7337 ou pelo e-mail combatecovid19@senaicni.com.br.
Essas e outras ações do SENAI fazem parte da campanha nacional “A indústria contra o coronavírus”, que também conta com a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e as Federações das Indústrias dos 26 estados e do DF. Mais informações podem ser acessadas nas redes sociais de cada entidade.

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Fake news: como não repassar informações erradas durante pandemia do novo coronavírus

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A pandemia do coronavírus tem tomado os noticiários nacionais e internacionais. Mas na ânsia de se informar e sair na frente, muitas vezes recebemos e passamos notícias falsas, sem saber de onde elas vieram.
Para saber diferenciar as chamadas fake news das informações relevantes e verdadeiras, a especialista em Comunicação do UNICEF para a Amazônia Legal, Ida Oliveira, dá algumas dicas.
“Uma forma de se proteger de notícias falsas nesse momento é se perguntando sempre quem te mandou primeiro: a fonte é confiável? A segunda é se você precisa de fato repassar [a notícia]. Ela vai contribuir, ajudar as pessoas que estão na sua rede de amigos e de pessoas que você conhece? Uma vez que você ache que aquela informação é relevante, a outra pergunta é: ela é verdadeira? Procure saber, existem vários lugares para você obter informações. Tem a página do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde. Tem ainda a página do UNICEF e dos governos estaduais. Praticamente todos já têm informações claras sobre medidas, cuidados, locais onde procurar [informações].”
Ida reforça, mais uma vez, o pedido: antes de compartilhar qualquer informação, tenha certeza de que ela é verdadeira. Ficou na dúvida? Então é melhor não mandar para os contatos, já que notícias falsas podem colocar as pessoas em risco. O mais seguro é sempre procurar as informações em sites confiáveis. Para saber como se proteger do coronavírus, procure sempre as fontes oficiais, como o site da prefeitura da sua cidade ou do governo do estado, do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e do UNICEF.
Estar bem informado é essencial para proteger você e todos à sua volta. Compartilhe informações seguras com sua família, amigos e colegas. Saiba mais sobre as ações do UNICEF contra o coronavírus no site unicef.org.br.

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Como falar com as crianças sobre coronavírus

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O momento atual, com a pandemia do novo coronavírus, pode causar bastante estresse e ansiedade em todos. E as crianças também enfrentam estes sentimentos. Mas como explicar para elas o que está acontecendo?
Manter um diálogo aberto sobre o coronavírus e ouvir o que elas têm a dizer são dicas importantes, que podem ajudá-las a entender melhor a situação e se sentirem mais seguras neste momento, como comenta o chefe de Educação do UNICEF no Brasil, Ítalo Dutra.
“Uma questão importante é ter segurança e chamar as crianças para essa conversa. Fazer perguntas abertamente e ouvir o que as crianças têm para perguntar. É importante também ser muito honesto e explicar a verdade de uma forma que a criança entenda, com um linguajar mais próximo do que ela consegue entender; dar dicas e mostrar para elas como elas podem proteger elas mesmas e os amigos. Evitar e verificar se elas estão sendo estigmatizadas por uma determinada situação, espalhando estigmas ou informações erradas. É importante também que você cuide de você mesmo, para que você seja um exemplo de como as crianças vão se comportar a partir disso, e obviamente encerrar essas conversas com muito cuidado.”
E lembre-se: mesmo que as crianças não sejam as principais vítimas do coronavírus, elas também estão sujeitas a ele. Por isso, é muito importante garantir que elas também saibam como se proteger, sempre lavando bem as mãos e seguindo as orientações de isolamento social, sempre que puderem.
Estar bem informado é essencial para proteger você e todas à sua volta. Compartilhe informações seguras com sua família, amigos e colegas. Saiba mais sobre as ações do UNICEF contra o coronavírus no site unicef.org.br.

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Ministério da Saúde faz cadastro de profissionais de saúde para combater o coronavírus no Brasil

Médicos, enfermeiros e psicólogos que tiverem interesse em trabalhar junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), no combate ao coronavírus (Covid-19)

Postado em 8 de abril de 2020

Médicos, enfermeiros e psicólogos que tiverem interesse em trabalhar junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), no combate ao coronavírus (Covid-19), podem se inscrever no cadastro geral de profissionais do Ministério da Saúde. A decisão foi publicada nesta quinta-feira, 2 de abril, com o objetivo de auxiliar gestores federais, estaduais, distritais e municipais nas ações de enfrentamento à Covid-19. Esses profissionais vão atuar em situações em que o gestor de saúde esteja sem mão de obra profissional nas unidades de saúde.
O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, diz que esses profissionais devem estar dispostos a enfrentar a pandemia no Brasil.
“Se você entende que pode sair da sua cidade para atender em outra cidade em qualquer momento, se você está bem de saúde. Se você entende que está apto a fazer… O Ministério da Saúde vai saber que em um determinado lugar, um determinado momento, você pode fazer parte de uma força-tarefa, de uma força para pontualmente entrar em lugar, ajudar a organizar. Porque quando se começa uma das preocupações que a gente é com os recursos humanos.”
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressalta ainda que o cadastro dos profissionais de saúde não é obrigatório.
“Se tivermos situação do gráfico agudo e de uma cidade, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília o Ceará. E isso acontecer ao mesmo tempo, em vários lugares. Poderemos falar assim: ‘olha, temos pessoas que podem trabalhar e que estão em Cuiabá, Ribeirão Preto, Brasília’. Posso deslocar para lá, posso. Como que seria essa disponibilidade. O Governo Federal está dizendo assim: Se for o caso eu vou, busco, ponho no avião levo, ponho no hotel, pago. Estou dizendo isso para quem quer. Quem quer enfrentar. E primeiro que não é uma convocação e não é obrigatório”.
A medida Ministério da Saúde faz parte da Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, voltada à capacitação e ao cadastramento de profissionais da área de saúde, para o enfrentamento à pandemia do coronavírus. Para se cadastrar basta o profissional de saúde acessar o site https://registrarh-saude.dataprev.gov.br.
Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavirus.

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Nutricionista explica os benefícios dos chocolates

O recomendado é que seja acima de 70% de cacau na composição

Postado em 7 de abril de 2020

No próximo domingo (12) comemora-se a Páscoa, data que celebra a ressurreição de Cristo, e que também é marcada pelo consumo de ovos de chocolates. Mas, você conhece os benefícios desta delícia? A origem do chocolate se dá através do cacau, fruto do cacaueiro. O chocolate produzido com cacau é um dos melhores alimentos da natureza e o Brasil é o maior produtor da América Latina. Se você o aprecia, escolha chocolates sem gordura hidrogenada ou excesso de açúcar. É o que explica a nutricionista da Clínica de Nutrição da Universidade UNG, Flavia Donato Chala Terciano.
Saiba mais sobre essa iguaria, representadas pelos ovos de Páscoa, e que fazem a alegria de muita gente nesta época do ano.

Do que o chocolate é feito?
O chocolate é um produto feito a partir do processamento das sementes do Cacau. É considerado, hoje, como umas das principais fontes de polifenóis (substância antioxidante).

Quais benefícios o chocolate proporciona?
O chocolate é rico em flavonoides, substância com função cardioprotetora e, por isso, tem se mostrado importante para a saúde cardiovascular.

Qual a quantidade ideal de consumo ao dia?
O consumo deve ser recomendado com cautela, mesmo com todo o benefício que ele proporciona. Sua quantidade calórica é alta, o que pode contribuir para o ganho de peso, se consumido em excesso. A quantidade hoje recomendada é, em média, 30g ao dia.

Qual chocolate é melhor?
Quanto maior o seu percentual, maior será seu benefício. O recomendado é que sua escolha seja sempre acima de 70% de cacau na composição.

Chocolate ao leite, chocolate meio amargo e chocolate amargo. Qual a diferença?
A quantidade de cacau utilizada nos diferentes tipos de chocolates, não é igual. O chocolate ao leite tem aproximadamente 30% de cacau, já o chocolate meio amargo, 41% de cacau e o chocolate com a quantidade mais elevada é o amargo, com 70% de cacau em sua composição.

Comer chocolate é bom, por quê?
Por conter em sua especificação substâncias com função cardioprotetora, seu efeito pode ser exercido, controlando a pressão arterial e ainda melhorando a sensibilidade à insulina e atuando no sistema antioxidante, que tem como função combater os radicais livres.

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Abril marrom alerta as prevenções e causas da cegueira

Campanha tem por objetivo reduzir a incidência dos problemas da visão

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Fundamental para a nossa vida, a visão faz toda a diferença no nosso dia a dia. Por esse motivo, foi criado no Brasil a data para alertar as pessoas para darem mais valor e importância aos olhos. O mês de abril também é comemorado o Dia Nacional do Braile (8/4). A data é o nascimento de José Álvares de Azevedo (08 de abril de 1834) o professor responsável por trazer, em 1850, o alfabeto Braille ao Brasil.
Segundo o IBGE, mais de 6 milhões de pessoas tem algum tipo de deficiência visual. O médico oftalmologista Carlos Yamane, explica que a cegueira pode ser reversível ou irreversível, portanto muitos casos podem ser tratados ou preveníveis. As causas de cegueira reversível são: catarata, ceratocone, deslocamento de retina – desde que tratado com urgência. Já as não reversíveis são: glaucoma, degeneração macular avançada ou retinopatia diabética. “Cuidar da saúde como um todo, principalmente àqueles diabéticos, visitar regularmente o oftalmologista e cuidar bem dos olhos, evitando também uso de óculos não certificados são algumas medidas preventivas”, detalha.
Os especialistas são claros, quando se referente ao cuidados com os olhos devem iniciar desde a infância e em todas as fases da vida. É necessário monitorar sempre a saúde dos olhos, de acordo com o estilo de vida do indivíduo e profissão que atua na sua rotina. “Muitas das doenças oculares são silenciosas, não apresentando sintomas nas fases iniciais, portanto, o diagnóstico precoce previne a perda da visão. Recomendo a visita ao oftalmologista no mínimo uma vez ao ano”, completa Carlos Yamane.

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Repelentes podem ajudar a combater o mosquito Aedes aegypti

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Repelentes e inseticidas podem ser fortes aliados no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e chikungunya. Esses produtos podem ser utilizados desde que registrados pela Anvisa e obedecidas as regras descritas nos rótulos.
Os repelentes podem ser usados sem medo, até em crianças menores de dois anos e em gestantes, e são aplicados diretamente na pele. Além desses produtos para repelir e matar o mosquito da dengue podem ser tomadas medidas para evitar a proliferação, explica o médico sanitarista da Fiocruz Cláudio Maierovitch. Ele destaca o uso de telas em portas e janelas e de roupas que cubram a maior área possível do corpo.
“A principal prevenção para as três doenças refere-se a evitar a transmissão. É um mosquito que gosta de ficar perto das pessoas. Então é necessário um esforço de todos para eliminar as condições que favorecem a proliferação. Cada pessoa pode tomar medidas para que todos fiquem menos expostos aos mosquitos, mantendo telas nas portas e janelas de casa, usando roupas de mangas compridas, calça comprida, meias. O mosquito gosta muito de lugares escuros, então é muito frequente a picada embaixo das mesas. E o uso de repelentes também pode ajudar a reduzir o número de picadas.”
O Ministério da Saúde lembra que é preciso reaplicar o repelente algumas vezes durante o dia, de acordo com a recomendação de cada fabricante. Além disso, é importante lavar as mãos com água e sabão após a aplicação e evitar contato com os olhos.
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

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Governo Federal suspende reajuste de medicamentos por 60 dias

O Governo cogitou suspender o aumento para medicamentos usados em pacientes com a Covid-19, mas foi estendido a todos os remédios

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Governo do Brasil anunciou que o reajuste anual de todos os remédios será adiado por dois meses. O motivo é a crise provocada pela pandemia do coronavírus.
De acordo com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, o aumento seria cerca de 4% e passaria a vigorar neste mês de abril. A decisão consta da Medida Provisória 933 de 2020.
“Em comum acordo com a indústria farmacêutica, conversamos também entre os ministros. O aumento que é previsto por lei para os remédios fica suspenso por 60 dias. Daqui a 60 dias será reavaliado novamente”, explica o Ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto.
O Governo cogitou suspender o aumento para medicamentos usados em pacientes com a Covid-19, mas foi estendido a todos os remédios.
A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), apoia a decisão, que considera pertinente diante da crise que o Brasil enfrenta.
“Fizemos manifestações para o Ministério da Economia, Ministério da Saúde, Casa Civil e acreditamos que é um momento de solidariedade e de apoio à população. É um momento difícil para os fornecedores, principalmente pela variação do câmbio, mas a Abrafarma apoia integralmente esse adiamento”, afirma o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.
No Brasil, o preço de diversos medicamentos é tabelado. Há diferença de valor para compras públicas e do setor privado. Mas, muitos remédios isentos de prescrição, ou seja, que não exigem receita médica, têm os preços liberados dessa regulação.
Para mais informações, acesse: saude.gov.br. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.

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Coronavoucher: aplicativo e site para auxílio emergencial já estão disponíveis

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Foi liberado na manhã desta terça-feira (07), o download do aplicativo pelo qual cerca de 20 milhões de trabalhadores informais terão acesso aos R$ 600 que serão pagos por três meses por conta do isolamento social gerado pela pandemia do coronavírus. Lembrando que esse valor varia de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (para mães solteiras) e será liberado apenas para trabalhadores informais não inscritos em programas sociais.
Além do aplicativo, será disponibilizado uma página na internet e uma central de atendimento telefônico para a retirada de dúvidas e realização do cadastro. Porém, será preciso esperar um pouco para acessar estas plataformas.
Segundo o governo federal, o app da Caixa Econômica Federal específico para esta situação permitirá um cadastramento para que os trabalhadores que se encaixem no perfil da renda emergencial recebam a renda básica para o período de pandemia.

Serviço
Acesse o site para solicitar o Auxílio Emergencial https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio
Link para Download do Aplicativo para iOS
https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331

Link para Download do Aplicativo para Android
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio

Saiba quem terá direito ao auxílio de R$ 600 do Governo

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Coronavírus: pets não transmitem para humanos

Entenda a diferença entre o vírus que afeta humanos e o que atinge os pets

Postado em 6 de abril de 2020

 

O novo Coronavírus que acomete o homem e provoca a COVID-19, não é o mesmo vírus que atinge cães e gatos. O gênero que infecta esses pets é o Alphacoronavírus. Já o que adoece o humano é o Betacoronavírus, com características completamente diferentes.
“Não existem evidências de que COVID-19 infecte os cães, gatos, bovinos ou qualquer outro mamífero doméstico”, afirma a médica-veterinária Mitika Hagiwara, conselheira do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).
A informação é reforçada pelo médico-veterinário Eduardo Pacheco, da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais (CTCPA) do CRMV-SP. “As pessoas não passarão o vírus para os seus animais e nem o contrário poderá acontecer.”
Por isso, se seu cão ou gato aparecer espirrando, por exemplo, pode ser devido a uma alergia ou doença sem relação alguma com o novo coronavírus.

Pets desenvolvem outras doenças
Os animais de estimação, quando infectados por vírus da família Coronaviridae, apresentam outras alterações de saúde.
Os cães desenvolvem a alfacoronavirose canina, que atinge a parte gastrointestinal do animal. “Essa doença não tem nada a ver com o sistema respiratório”, afirma Pacheco, explicando, ainda, que, no caso dos gatos, o Alphacoronavirus provoca a Peritonite Infecciosa Felina (PIF). “É um processo inflamatório, que debilita o sistema imunológico.”

Vacinas veterinárias são apenas para animais
A questão da vacinação contra Coronavírus também é foco de falsas informações. Publicações nas redes sociais dão conta de que vacinas para cães ou para bovinos protegem animais e humanos contra a doença COVID-19. Trata-se de uma inverdade, que coloca em risco a saúde da população.
“As vacinas para a proteção de cães ou dos bezerros bovinos são comercializadas buscando a proteção desses animais contra a infecção relacionada às espécies e não são licenciadas para uso humano e para proteção contra infecções respiratórias”, explica a médica-veterinária Mitika. Ela frisa que os vírus entéricos e respiratórios são variantes diferentes do coronavírus e não há relação antigênica entre eles.

Não abandone seu pet!
Houve relatos de abandono de animais de estimação, principalmente na cidade de Wuhan, na China. Isso se deve à falta de informação e à desinformação sobre os esclarecimentos apontados por Mitika e Pacheco.
A médica-veterinária Rosângela Ribeiro Gebara, da Comissão Técnica de Bem-estar Animal (CTBEA) do CRMV-SP, enfatiza que o abandono de animais é crime, previsto na Lei Federal nº 9.605/98, conhecida como “Lei de Crimes Ambientais”.
Os tutores devem cuidar bem de seus animais, especialmente nesse momento de crise, orienta Rosângela. “Não há necessidade de isolá-los e ou deixá-los presos. Continuem dando carinho, amor e afeto.”

Na ausência de passeios, brinque
Segundo a médica-veterinária da CTBEA do CRMV-SP, a questão dos passeios com os cães é um ponto delicado, mas que pode ser contornado. A sugestão de Rosângela é tentar evitar ao máximo uma queda abrupta na rotina do animal, criando atividades dentro de casa ou apartamento, para tentar repor a necessidade dos passeios.
A profissional argumenta que, diferentemente do gato, o cachorro gosta muito de rotina. “Sem passeios, os cães também entram em quadros de ansiedade. Então, os tutores devem criar atividades, por 30 minutos à uma hora, para o animal gastar a energia. Não é a mesma coisa, pois o passeio oferece estímulos olfativos importantes, porém, é uma forma de não deixar a vida do pet tão tediosa dentro de casa.”

Se sair, higienização é crucial
Entretanto, se houver passeio, Pacheco faz um alerta: “Se um cão ou gato tiver contato físico com uma superfície contaminada pelo novo Coronavírus, eles não serão infectados, mas podem carregá-lo para dentro de casa por meio das patas ou do pelo, assim como os humanos carregam nas mãos e objetos.”
Por isso, ao voltar da rua, é preciso fazer a higienização. “Lave as patas deles com água e sabão neutro, da mesma forma como temos que lavar as mãos, para matar o vírus”, orienta o médico-veterinário. Outras soluções são passar antisséptico à base de clorexidina ou álcool gel com pano nas patas e pelos.
Vale lembrar que o vírus tem uma durabilidade no ambiente muito grande em algumas superfícies. No aço inox, ele vive até 12 horas. No plástico, até quatro horas.

Consultas, somente de urgência e emergência
O momento é de reclusão para evitar a disseminação do novo coronavírus e o aumento de casos da COVID-19.
Portanto, as consultas de pets ao médico-veterinário neste período devem ocorrer apenas em casos de urgência e emergência devem ser remarcadas. Clínicas e hospitais médico-veterinários oferecem todas as medidas de segurança e controle, conforme o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas também precisa reduzir a circulação de pessoas em seus espaços.
“Não podemos parar de atuar. Se acontece uma emergência com um pet, como uma fratura ou necessidade de uma intervenção cirúrgica, temos a responsabilidade de estar de prontidão para atuar pela vida deles. É um serviço essencial”, analisa Pacheco.

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CAIXA divulga regras e calendário do auxílio emergencial na próxima segunda (06)

Ação será feita em etapas e primeira onda deve começar na próxima semana

Postado em 3 de abril de 2020

A CAIXA divulgará, na próxima segunda-feira (06), os procedimentos e o calendário de pagamentos do auxílio emergencial aos trabalhadores brasileiros que que se enquadram nos requisitos da lei 13.982/2020, conforme anunciado pelo Governo Federal nesta sexta-feira (03).
A ação será feita em etapas e a CAIXA deverá iniciar a primeira onda de pagamentos já na próxima semana, contemplando os trabalhadores que estão no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico), cumprem os requisitos e têm conta corrente ou poupança no banco.
Para aqueles que estão no CadÚnico e recebem o Bolsa Família, a avaliação de perfil será automática. Quem tiver o direito receberá o crédito do auxílio emergencial no mesmo calendário do benefício regular.
Para os trabalhadores que se enquadram na lei e que estão fora do CadÚnico, a CAIXA divulgará também na próxima semana os canais de cadastramento e as datas de pagamento.
De acordo com o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, “para auxiliar na ação de pagamentos do Governo, a CAIXA, banco de todos os brasileiros, especialmente dos mais humildes, vai disponibilizar conta digital sem custo para os trabalhadores”.
Segundo ele, o cronograma a ser divulgado deverá garantir que todos recebam seus recursos de forma segura, organizada e transparente, com o auxílio de aplicativo que poderá ser baixado em qualquer tipo de celular, além de site na internet e central de atendimento aos trabalhadores informais.

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Saiba quem terá direito ao auxílio de R$ 600 do Governo

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O auxilio de 600 reais do Governo tem sido visto como uma alternativa interessante para todos os brasileiros que possuem MEI ou então trabalham de modo autônomo e têm sofrido com o impacto que a pandemia do COVID-19 tem causado na economia. Entretanto, é preciso ficar atento a todos os pré-requisitos estipulados, a fim de saber se você pode ou não receber este valor. No artigo de hoje vamos lhe explicar tudo sobre este assunto.

Veja os requisitos para receber o benefício:
– Ser maior de 18 anos de idade;
– Não ter emprego formal;
– Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;
– Renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00);
– Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

O interessado deverá cumprir uma dessas condições:
– Exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
– Ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
– Ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
– Ou ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020;
– Também será possível preencher uma autodeclaração a ser disponibilizada pelo governo.

O que foi ampliado
– Trabalhador intermitente que estiver com o contrato inativo (ou seja, não está trabalhando nem recebendo salário no momento) também terá direito ao auxílio, incluindo garçons, atendentes entre outros trabalhadores que atuam sob demanda, mas estão com dificuldades de encontrar trabalho neste momento.
– O projeto também inclui a proposta do governo de antecipação de um salário mínimo (R$ 1.045) a quem aguarda perícia médica para o recebimento de auxílio-doença, mediante apresentação de um atestado médico.
– O projeto ainda traz a dispensa às empresas do pagamento dos primeiros 15 dias de afastamento do trabalhador devido ao novo coronavírus. De acordo com o texto, as companhias poderão deixar de recolher o valor devido ao INSS, até o limite do teto do regime geral (R$ 6.101,06)

Benefícios acumulados
– Será permitido a até duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios. Se um deles receber o Bolsa Família, terá de fazer a opção pelo auxílio mais vantajoso.
– As mulheres de famílias monoparentais receberão duas cotas, também por três meses, com a mesma restrição envolvendo o Bolsa Família.
– Já a renda média será verificada por meio do CadÚnico para os inscritos e, para os não inscritos, com autodeclaração em plataforma digital.
– Na renda familiar serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Para idosos e deficientes
– Para pessoas com deficiência e idosos candidatos a receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada), de um salário mínimo mensal (R$ 1.045,00), o INSS poderá antecipar o pagamento de R$ 600,00 (valor do auxílio emergencial) até que seja avaliado o grau de impedimento no qual se baseia o pedido, ou seja, concedido o benefício. Essa avaliação costuma demorar porque depende de agendamento com médicos peritos e assistentes sociais do INSS.
– Quando o BPC for concedido, ele será devido desde o dia do requerimento, e o que tiver sido adiantado será descontado.
– Da mesma forma, o órgão poderá adiantar o pagamento do auxílio-doença, no valor de um salario mínimo mensal, durante três meses contados da publicação da futura lei ou até a realização da perícia pelo INSS, o que ocorrer primeiro.
– Para ter direito a esse adiantamento, o trabalhador precisará ter cumprido a carência exigida para a concessão do benefício (12 meses de contribuição) e apresentar atestado médico com requisitos e forma de análise a serem definidos em ato conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do INSS.

Como será o pagamento
Ainda será definido pelo governo um calendário de pagamento. O auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital.
Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção. A pessoa usuária poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central.
A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS, mas não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.
Se a pessoa deixar de cumprir as condições estipuladas, o auxílio deixará de ser pago. Para fazer as verificações necessárias, os órgãos federais trocarão as informações constantes em suas bases de dados.

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