Thiago

Dezembro Laranja: como identificar os primeiros sinais do câncer de pele

Com mais de 170 mil casos registrados anualmente, câncer de pele é o mais comum no Brasil; chances de cura são grandes para casos diagnosticados no início

Postado em 18 de dezembro de 2019

A chegada do verão vem, para muitos, com as sonhadas férias na praia e descanso à beira mar. Todo o relaxamento, no entanto, não pode significar desatenção com a saúde. Com o aumento da incidência solar natural da época, os cuidados com a pele precisam ser redobrados, já que a exposição ao sol aumenta os riscos do câncer de pele. Os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que, até o final de 2019, mais de 171 mil pessoas terão sido diagnosticadas com a doença. O número diz respeito a dois tipos de câncer: o câncer de pele não melanoma e o câncer de pele melanoma, somados. No Rio de Janeiro, ainda segundo o Inca, a estimativa de novos casos de câncer de pele não-melanoma é de 9.770 entre mulheres e 9.840 entre homens.
O mais comum deles, o não melanoma, é responsável pela maior parcela de casos, superando a marca de 165 mil novos diagnósticos ao ano, mas possui altos índices de cura quando é detectado e tratado precocemente. Já o câncer de pele melanoma, menos incidente, mas com alto grau de letalidade, pode aparecer em qualquer parte do corpo, sendo subdividido em cutâneo (em geral na pele), acral (palma da mão, sola do pé e debaixo das unhas), uveal (olhos) e de mucosa (caso de boca, intestino, reto e qualquer outra mucosa do corpo). Destes, o cutâneo é o mais frequente e o que tem a exposição solar como principal fator de risco, aparecendo tanto em regiões foto-expostas (ante-braço, colo, face, pernas, dentre outros) ou regiões que geralmente são protegidas do sol.
Apesar de corresponder somente a 3% dos tumores malignos de pele registrados no país, o melanoma é considerado o tipo mais grave por sua capacidade de causar metástase. No Brasil, dos cerca de 7 mil casos registrados por ano, foram quase 1.800 mortes relacionadas à doença.
“É necessário ficar alerta ao surgimento de alguma pinta nova ou mudança no aspecto de alguma pinta pré-existente, como aumento de tamanho, variação de cor, perda da definição de bordas ou ainda quando as bordas ficam irregulares ou até mesmo sangramentos. Ao primeiro sinal de mudança, é preciso consultar logo um especialista”, afirma a oncologista clínica do Grupo Oncoclínicas, Carolina Cardoso.
Segundo ela, independentemente da classificação do câncer de pele (se melanoma cutâneo ou não-melanoma), os fatores que aumentam o risco são basicamente os mesmos: a exposição prolongada e repetida ao sol, sem uso de proteção adequada. Ter a pele e olhos claros, com cabelos ruivos ou loiros, ou ser albino (ou possuir histórico familiar) também figuram como fatores que contribuem para o aumentos no risco. “A irradiação ultravioleta do sol – conhecida como raio UV – é a principal vilã no câncer de pele. Continuada, ou mesmo intermitente, como em períodos de férias, por exemplo, se feita de maneira não protegida, pode ser considerada um fator de risco preocupante”.
Carolina ressalta ainda que, além das pessoas que possuem histórico familiar e exercem profissões que exigem exposição solar diária, os tabagistas também podem estar mais suscetíveis a desenvolver câncer de pele. “Além disso, aqueles portadores de alguma imunossupressão também podem ter seu risco aumentado. Porém, tais grupos de risco não invalidam a necessidade de cuidado em todo o tipo de pele. Inclusive, a pele negra, quando há desenvolvimento de melanoma, têm geralmente pior prognóstico”, pontua.
O protetor solar é a melhor forma de proteção. Ele deve ser aplicado a cada duas horas e repassado, principalmente, após o contato da pele com a água. Proteger bebês e crianças é especialmente importante. Antes dos 6 meses de idade, eles devem ser mantidos fora do sol usando roupas, chapéus, cobertores e persianas. Após os 6 meses, adicione protetor solar à mistura, após consultar o pediatra. E não se esqueça dos óculos de sol para crianças pequenas.
“Para se ter uma ideia, os raios de sol podem penetrar janelas, atravessar a cobertura de nuvens e ainda são refletidos pela água, areia e concreto. Ou seja: nem a sombra é completamente protetora”, descreve a Dra. Carolina.

Como detectar e tratar o câncer de pele
Os principais sinais e sintomas de câncer não-melanoma são a presença de lesões cutâneas com crescimento rápido, ulcerações que não cicatrizam e que podem estar associadas a sangramento, coceira e algumas vezes dor e geralmente surgem em áreas muito expostas ao sol como rosto, pescoço e braços.
É importante a avaliação frequente de um especialista para acompanhamento das lesões cutâneas. “A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce. O dermatologista tem o papel de orientar uma proteção adequada para descobrir os possíveis riscos que os raios solares podem causar na pele”, explica Frederico Nunes, oncologista do Grupo Oncoclínicas.
O câncer de pele não-melanoma pode ser classificado em: carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular. O primeiro é o tipo mais frequente, com crescimento normalmente mais lento. O diagnóstico se dá, usualmente, pelo aparecimento de uma lesão nodular rosa com aspecto peroláceo na pele exposta do rosto, pescoço e couro cabeludo. Já no carcinoma espinocelular, mais comuns em homens, ocorre a formação de um nódulo que cresce rapidamente, com ulceração (ferida) de difícil cicatrização.
Os casos de câncer de pele do tipo melanoma são, por sua vez, geralmente os que se iniciam com o aparecimento de pintas escuras na pele, que apresentam modificações ao longo do tempo. As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o “ABCDE”- Assimetria, Bordas irregulares, Cor, Diâmetro, Evolução. “A doença é mais facilmente diagnosticada quando existe uma avaliação prévia das pintas”, descreve a Dra. Carolina.
É recomendável a ressecção cirúrgica destas lesões por especialista habilitado para adequada abordagem das margens ao redor do tumor. Posteriormente, dependendo do estágio da doença, pode ser necessária a realização de tratamento complementar. “Vale ressaltar que o tratamento para o câncer de pele pode ser feito apenas através de cirurgia quando é detectado no início. Já em casos mais avançados da doença pode ser preciso a realização de terapias complementares”, pondera a médica.
“Quando diagnosticada precocemente, quimioterapia, radioterapia imunoterapia ou terapias alvo são raramente necessárias e a cirurgia é capaz de resolver a maioria dos casos”, diz o Dr. Frederico.
Ele destaca ainda que diversos avanços têm melhorado a qualidade de vida e sobrevida dos pacientes, com principal atenção às boas respostas às novas terapias que revolucionaram o tratamento do melanoma, como exemplo, os imunoterápicos, que estimulam o próprio sistema imunológico do paciente a identificar e combater as células malignas.
“O que a gente observava, antes, é que os melanomas avançados não tinham uma resposta boa aos tratamentos mais tradicionais, infelizmente. A chegada da imunoterapia no câncer de pele vem apresentando resultados fabulosos no tratamento dos pacientes com melanoma metastático. Nestes casos, as respostas têm se mostrado sustentadas ao longo do tempo, com importante qualidade de vida. É uma revolução. Ainda fazem parte dessa nova etapa no tratamento oncológico com enorme destaque o tratamento com drogas alvo molecular, por exemplo”, reforça o Dr. Frederico.
Mas o melhor tratamento ainda, segundo os oncologistas, continua sendo a prevenção e o acompanhamento contínuo de possíveis alterações que possam indicar o surgimento da doença, promovendo assim, o seu diagnóstico em fase inicial. Eles recomendam que os cuidados sejam intensificados no verão, com o uso de protetores solares, viseiras, chapéus e/ou bonés, bem como roupas e óculos de sol com proteção UV, mas que devem seguir o ano inteiro. E não deixar de se consultar com dermatologistas regularmente.
“Use proteção solar diariamente, como protetor solar, chapéu, roupas com proteção UV e não fique exposto diretamente ao sol, principalmente em períodos mais críticos no verão, como de 10h à 16h. Não se esqueça de procurar um médico especialista de confiança e de examinar a própria pele sempre. Quando identificado em fase inicial, o câncer de pele tem excelentes respostas aos tratamentos e com altos índices de cura”, finaliza Dra. Carolina.

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Refluxo gastroesofágico

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O refluxo gastroesofágico é um fenômeno muito comum e seu principal sintoma é a azia.
O conteúdo do estômago refluído, agindo sobre a mucosa do esôfago, provoca a Esofagite de Refluxo.
O fato do conteúdo gástrico ter um pH mais ácido que o do esôfago é que promove a sensação de queimação frequente a que os portadores da doença tanto se referem.
Além da azia, outros sintomas podem ocorrer, como:
• Dor na região retroesternal (“boca do estômago”);
• Regurgitação do suco gástrico pela boca;
• Vômitos;
• Sensação de boca azeda;
• Sensação que o alimento está “parado” na região do esterno;
• Dor ao engolir (em fases mais adiantadas da doença);
• Sintomas respiratórios em que a tosse persistente e rouquidão são os mais comuns.

Por que isso ocorre?
Na maioria das vezes há uma falha na “válvula reguladora” existente entre a junção do esôfago com o fundo do estômago, o que faz com que ocorra retorno do conteúdo do estômago para o esôfago. O perfeito funcionamento dessa válvula não permitiria o retorno de alimentos ou suco gástrico.
Principais fatores que contribuem para a doença do refluxo:
• Obesidade;
• Gravidez;
• Hérnia de hiato (condição em que ocorre um deslizamento de parte do estômago para dentro do tórax).

Diagnóstico
Além dos sintomas referidos pelo paciente, alguns exames auxiliam muito:
• Endoscopia Digestiva Alta, que visualiza o grau de agressão ácida no esôfago, flacidez do hiato esofageano e às vezes até agressão às cordas vocais;
• pHmetria, sendo este capaz de medir a acidez presente na transição entre esôfago e estômago, em 24 horas. Recentemente desenvolveu-se a Impedâncio-phmetria, que tem a capacidade de medir todo e qualquer refluxo, seja este ácido ou não;
• Manometriaesofagiana, que avalia a pressão da “válvula” existente na transição entre esôfago e estômago.

Tratamento clínico
Visa diminuir o refluxo e a esofagite através de medidas dietéticas e medicamentosas.

Hábitos alimentares
• Realizar refeições em pequenas quantidades ao longo do dia, evitando líquidos nesse momento. O ideal é ingerir líquidos 1 hora antes da refeição ou duas horas após;
• Evitar bebidas com gases (refrigerantes, cerveja etc), assim como café, chocolate, tomate, frutas ácidas, gorduras, menta e anis;
• Realizar a última refeição do dia pelo menos 3 horas antes de se deitar.

Medidas higiênicas
• Perder peso e assim reduzir a pressão intra-abdominal;
• Dormir com cabeça e tronco elevados por meio de dois ou mais travesseiros, evitando assim o refluxo;
• Não utilizar cintas abdominais ou roupas muito apertadas por cintos.

Medicamentos
Chamados de inibidores de bomba de prótons, são potentes bloqueadores da secreção ácida do estômago, diminuindo a agressão pelo refluxo da mucosa esofagiana.

Cirurgia
A cirurgia corretiva desta doença deve sempre ser utilizada na falha de todos os tratamentos clínicos e ocorre na minoria dos casos.
De todas as medidas faladas até aqui, importante reforçar a perda de peso, que, além de diminuir a pressão interna pela gordura das vísceras, contribui fortemente para a prevenção de diabetes, hipertensão e doenças das articulações, principalmente sobrecarga dos membros inferiores e o fracionamento das refeições em intervalos menores e em poucas quantidades.

Por: Dr. Paulo Fernando Camelo Nunes
CRM 66224
Mestre em cirurgia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Especialista em videolaparoscopia pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica
Contato: 4858-1081 / 3502-6200
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Pets como presente de Natal? Veterinário lista os prós e os contras

Responsabilidades e tempo médio de vida dos bichos devem ser levados em conta antes da compra ou adoção

Postado em 17 de dezembro de 2019

 

Ganhar um animal de estimação no Natal pode ser uma surpresa incrível para os apaixonados por pet. Muitas crianças, inclusive, pedem bichinhos nesta época do ano, na esperança de comover e convencer os adultos. No entanto, alguns fatores devem ser levados em consideração antes da adoção ou compra, alerta o veterinário Jorge Morais, fundador da rede de cuidados para pets, Animal Place. “Sem o consentimento prévio da pessoa que vai cuidar do animal, esta decisão é muito arriscada”.
Além das inúmeras responsabilidades que o tutor tem no dia a dia, o bichinho dependerá exclusivamente de seus donos para ficar bem e com saúde. “É muito importante saber se quem o receberá dispõe das condições básicas necessárias para cuidar desse animal. Um local apropriado, recursos para alimentação e cuidados veterinários, disponibilidade de tempo para exercícios e higiene do pet são requisitos básicos”, ressalta Morais.
A convivência com crianças, de acordo com o veterinário, é benéfica aos animais, já que as brincadeiras são necessárias para o bem-estar físico e emocional dos pets. Porém, é preciso lembrar que elas não são capazes de assumir todas as responsabilidades inerentes aos tutores. “Os pais precisam estar conscientes de que dividiram essa responsabilidade com os filhos”, afirma.
Com um tempo médio de vida entre 10 a 15 anos para cães e até 20 anos para gatos, é preciso ter cautela sobre a espécie a ser dada de presente, que deve ser compatível com a vida e condições dos futuros donos. Roedores, como o porquinho-da-índia, são uma boa escolha para quem vive em apartamentos ou casas pequenas e também para pessoas mais velhas. “Eles têm um tempo de vida menor em relação aos cães e gatos. Vivem de 6 a 8 anos”, completa o veterinário. Se essas questões são adaptáveis ao novo integrante do lar, então este é o momento certo de presentear a pessoa que você ama e oferecer todo o apoio necessário na criação do animal.

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Brincadeiras ajudam a construir a identidade da criança

Desenvolver atividades em que os pequenos se colocam no lugar das outros é uma forma de ensinar sobre as diferenças e estimular a empatia

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É importante que desde cedo as crianças aprendam as diferenças de cor e traços físicos, brincando de pentear cabelos lisos e crespos, vendo no espelho seus coleguinhas de cor negra e branca, enquanto o adulto explica que todos os tipos e cores são bonitos, para favorecer a construção da identidade dos pequenos.
Para auxiliar a construção dessa identidade, é recomendável contar histórias dos povos, selecionar livros, bonecas, quebra-cabeças com vários tipos físicos, apontando a cor da pele, as características faciais e as práticas das famílias e comunidades, valorizando-as, para a construção de identidades positivas. Exposições turísticas pedindo para as crianças vestirem roupas típicas de vários países ou experimentarem comidas regionais também ajudam a construção da identidade.
Segundo a coordenadora do Ensino Fundamental Anos Iniciais do Colégio Marista Asa Sul, Raquel Magalhães, três anos é o auge da construção da identidade da criança. A partir desta idade, ela já começa a construir identidades próprias e a perceber as diferenças de traços físicos, cor, linguagem. “Desde cedo, é essencial o trabalho dos adultos para a valorização da diversidade. Utilizar brincadeiras em que as crianças se colocam no lugar das outras é uma forma de ensinar sobre as diferenças, estimular a empatia”, afirma.
A educação deve agregar questões como diversidade, sustentabilidade e biodiversidade do País e compete à escola desenvolver esse papel. E as brincadeiras fazem a diferença na experiência presente e futura das crianças, contribuindo de forma única para a formação integral delas como cidadãs.

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Aprenda a reaplicar o protetor solar sem estragar a maquiagem

O uso do protetor solar é essencial para prevenir diversos problemas, e sua reaplicação é parte importante dessa proteção

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Para quem não vive sem maquiagem, reaplicar o protetor solar pode ser uma tarefa desafiadora. Como sabemos, o protetor solar deve ser aplicado todos os dias pela manhã, mas uma vez só não é suficiente. “O ideal é aplicar o produto logo pela manhã, antes de sair de casa, mas também é muito importante reaplicá-lo depois de algumas horas, tanto para quem trabalha em local fechado (já que a luz artificial das lâmpadas e do computador também emitem radiações UV) e principalmente para quem se expõe ao sol durante boa parte do dia”, afirma a Dra. Kédima Nassif, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
O primeiro passo para conseguir reaplicar o protetor por cima da maquiagem é combinar a textura e a fórmula dos produtos. Segundo a Dra. Kédima, o ideal é escolher a mesma textura de protetor solar e de base de maquiagem ou BB Cream, para permitir que o filtro consiga fazer várias camadas sem “craquelar” na pele. “Geralmente, a fórmula cremosa da base e do protetor é a mais vantajosa. Outra dica importante é optar por um protetor solar em creme “oil-free”, que tenha um acabamento seco com efeito matte. Assim, o acúmulo de protetor ao longo do dia não vai deixar aquela sensação gordurosa na pele do rosto”, sugere a dermatologista.
Na hora da aplicação, a dermatologista nos passa algumas dicas para prejudicar o mínimo a make. “Na pele maquiada, remova a oleosidade e o brilho da pele através de leves batidinhas com o papel toalha. Certifique-se de remover bem nos cantinhos dos olhos e do nariz. Se você tem a pele muito oleosa, o ideal é utilizar lencinhos demaquilantes para remover a make; basta remover apenas a base, deixando a maquiagem dos olhos e o batom intactos. Em seguida, aplique o protetor solar em todo o rosto, de preferência com uma esponjinha que auxiliará na hora de aplicar o produto com aquelas “batidinhas”, destaca. Outra boa forma de reaplicar o filtro solar é através do uso de filtros solares em pó que não requerem a retirada do filtro aplicado mais cedo.
Por fim, é importante lembrar que o protetor solar não deve nunca ser negligenciado, pois previne o envelhecimento precoce da pele, além de minimizar a chance de diversos outros problemas – incluindo o câncer de pele. “Aplique o protetor todos os dias do ano, sem exceção, e reaplique-o a cada duas horas. No caso de exposição direta, principalmente no verão, época de praia e piscina, reaplique-o a cada duas horas e todas as vezes que tiver contato com água ou suor excessivo. Além disso nunca se esqueça: o produto deve ter FPS de 30 para cima. Qualquer dúvida quanto ao melhor produto a utilizar para seu tipo de demanda, procure um dermatologista que ele te ajudará”, finaliza.

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Honda CG 160 Titan S 2020: design exclusivo para um novo modelo de linha

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A Honda preparou mais uma grande novidade para os amantes da família CG. É a introdução de mais uma versão à linha “CG 160 Titan S”, que traz como diferenciais as cores e o design exclusivo, inspirado no modelo em comemoração aos 25 anos de mercado completos neste ano. Com 3 anos de garantia, a nova versão Titan S tem previsão de chegada ao mercado em dezembro, com preço público sugerido de R$ 11.490,00.
Na história da indústria de motocicletas do Brasil a Honda CG ocupa um lugar privilegiado e inalcançável, fruto da esmagadora preferência dos usuários pelo modelo que, ano após ano, evolui na técnica e no design.
Entre todas as CG da atualidade a Titan é a “preferida” do público. Motivo? É ela a mais completa em uma família de sucesso composta também pelos modelos Start e Fan, e que agora passará a ter mais uma versão para a Titan adicional à linha 2020.
Tal modelo repetirá outras memoráveis séries especiais da CG Titan que, através de cor exclusiva – no caso da Titan S 2020 uma agressiva combinação de vermelho e preto com rodas vermelhas e grafismos delicados, destacando o nome da versão no tanque –, será o objeto de desejo dos fãs das CG.

Honda CG: uma história de sucesso
Como suas antecessoras, à novíssima CG 160 Titan S 2020 caberá um lugar de honra na galeria dos verdadeiros itens de colecionador, tanto pela produção limitada quanto pelos diferenciais cromáticos. Qualquer uma das CG Titan “especiais” é sempre reconhecida e admirada. Vale a pena relembrar estes modelos cheios de personalidade:

2014 – CG 150 Titan EX BR
Um mês antes do início da Copa do Mundo de Futebol disputada no Brasil a Honda CG 150 Titan EX BR foi lançada. Envergando as cores da bandeira brasileira, da chamativa Titan amarela e azul com grafismos verdes, apenas 1.800 unidades foram produzidas.

2016 – CG 160 Titan “40 anos”
As cores tradicionais da Honda, branco, azul e vermelho, compuseram o modelo comemorativo dos 40 anos da Honda no Brasil. Rodas douradas complementaram o visual desta especialíssima Titan, que teve produção limitada a 7.000 unidades.

2019 – CG 160 Titan “25th Anniversary”
As cores preto, prata e dourado resultaram naquela que é talvez a mais elegante Titan jamais fabricada desde sempre, modelo que rapidamente esgotou a produção, limitada a 8.000 exemplares, dedicada a festejar os 25 anos da adoção do nome Titan.

Segurança e tecnologia
O motor da CG 160 Titan S é o mais potente do segmento, um econômico e resistente monocilindro 4 tempos de 162,7 cm3, capaz de 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv (gasolina) de potência máxima a 8.000 rpm e torque máximo de 1,54 kgf.m (etanol) e 1,40 kgf.m (gasolina), a 6.000 rpm. O câmbio tem cinco velocidades e embreagem multidisco em banho de óleo. No chassi tipo Diamond, feito em chapa de aço estampado, o motor cumpre papel estrutural. As modernas suspensões e sistema de freios CBS – Combined Braking System – garantem a maneabilidade e segurança desta que é a mais cobiçada Honda CG 160 Titan 2020.
Com 3 anos de garantia, além de 7 trocas de óleo gratuitas, a Honda CG 160 Titan S chega ao mercado este mês com preço público sugerido de R$ 11.490,00 base Estado de São Paulo.

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Primeiro SUV 100% elétrico da marca, Audi e-tron inicia período de pré-venda

SUV elétrico será lançado no Brasil até maio de 2020, clientes podem encomendar o veículo no site oficial da marca

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A Audi inicia neste mês a pré-venda no Brasil do e-tron, primeiro SUV 100% elétrico da marca. Com lançamento confirmado até maio de 2020, o veículo será comercializado em duas versões com preços a partir de R$ 459.990,00 na modalidade Venda Direta. Para fazer a reserva, o cliente precisa acessar a página do e-tron no site oficial da Audi do Brasil: www.audi.com.br.
“A chegada do Audi e-tron marca uma nova fase da empresa, com veículos cada vez mais voltados para a mobilidade premium sustentável. A Audi planeja lançar 30 modelos eletrificados até 2025 no mundo todo e o e-tron é o primeiro deles a chegar ao País. É um SUV 100% elétrico que reflete todo o vanguardismo da Audi”, afirma Johannes Roscheck, presidente e CEO da Audi do Brasil.
Parado ou em movimento, o e-tron é eletrizante. O SUV elétrico livre de emissões é equipado com dois motores elétricos e realmente silenciosos. Uma nova geração da tração quattro – a tração elétrica nas quatro rodas – garante excelência em aderência e dinâmica. O sistema oferece uma regulagem contínua e variável da distribuição ideal de torque entre os dois eixos – dentro de uma fração de segundo.
Um fator-chave para a característica esportiva e a excelente dinâmica é a posição baixa e central na qual o sistema de baterias é instalado. Ele fornece ao veículo uma autonomia de 417 quilômetros (ciclo WLTP), ideal para percorrer longos trajetos. Além disso, em estações de recarga rápida de 150 kW, é possível carregar até 80% da bateria em 30 minutos.
Durante mais de 90% de todas as desacelerações, o e-tron recupera a energia exclusivamente por meio de seus motores elétricos. O SUV aproveita seu potencial máximo de recuperação em combinação com o sistema de controle integrado de freios eletro-hidráulicos. A Audi é a primeira montadora do mundo a usar esse tipo de sistema em um veículo elétrico produzido em série.
A aerodinâmica inteligentemente projetada também contribui bastante na eficiência. Um dos destaques desse conceito são os retrovisores externos virtuais – uma novidade mundial em modelos de produção em série. Eles não apenas reduzem o arrasto, mas também levam a digitalização do veículo a um nível totalmente novo. Os retrovisores externos virtuais também proporcionam melhor visualização durante a noite e imagem mais nítida com resolução em alta definição.
O e-tron oferece espaço e conforto de um típico SUV de grande porte da marca, que junto à alta qualidade de materiais e ao ótimo acabamento tornam a mobilidade elétrica uma experiência premium. Isso é garantido pela variedade de opções de soluções de recarga para uso doméstico ou em trânsito.
Entre as tecnologias inseridas no Audi e-tron, a suspensão a ar adaptativa é um dos diferenciais para a concorrência. Com o Audi Drive Select é possível selecionar diferentes perfis de condução, incluindo o programa off-road, e receber ajustes de altura em relação ao solo durante a utilização.

Preços, versões e opcionais
O novo Audi e-tron é produzido na planta de Bruxelas, na Bélgica, e será ofertado no mercado brasileiro em duas versões. Com desembarque agendado até maio de 2020, o modelo inicia a pré-venda no Brasil a partir de R$ 459.990,00 na modalidade Venda Direta.
No período de pré-venda os clientes que reservarem seu modelo terão acesso a um bônus de valorização do usado de até R$ 20.000,00 com garantia de quatro anos de fábrica para o veículo, oito anos ou 160.000 km para a bateria e quatro anos de revisão inclusos. O cliente também receberá um carregador adicional para utilização residencial.

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Como tirar chulé do tênis, chinelo e outros tipos de sapato

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Todo mundo corre o risco de ter chulé, sabia? Seja criança, adulto, idoso, homem ou mulher. Afinal, o que faz com que esse mau cheiro apareça é a transpiração, que fica ainda pior quando os pés ficam totalmente fechados (em tênis, botas, sapatilhas, e por aí vai). Como não há dissipação de calor, o suor fica fermentando nas solas do pés com bactérias e fungos, o que piora ainda mais o cheiro. Por isso é muito importante lavar os sapatos e ter uma higiene caprichada nos pés.
Aqui nós separamos algumas dicas e macetes para tirar o chulé com mais facilidade. Confira e aprenda!

Vinagre + bicarbonato de sódio para limpar o calçado por dentro
Uma das misturas mais eficientes e poderosas que existem, o vinagre com bicarbonato de sódio é uma combinação capaz de desinfetar e tirar o mau cheiro. Por isso, uma boa dica é lavar os tênis (incluindo as palmilhas) com essa solução. Vale destacar que o vinagre, em especial, é ótimo para remover cheiros fortes de tecidos e outros materiais. Você também pode usar o bicarbonato de sódio sozinho para remover o chulé – basta colocar uma colher desse produto dentro do calçado e, então, deixar atuando durante 24 horas.

Sal de cozinha trata a umidade e impede a proliferação de microrganismos
Para tirar a umidade e tornar o meio inóspito para bactérias e microrganismos, uma ótima dica é colocar sal de cozinha dentro dos sapatos. Coloque uma quantidade caprichada (uma colher de sopa cheia, por exemplo) e espalhe bem por toda a palmilha. O ideal é que o sal fique atuando dentro do sapato por pelo menos 24 horas. Depois é só tirar e usar os calçados normalmente.

Lembre-se de lavar os sapatos com certa frequência
Outra dica importante é tentar lavar os sapatos (tanto tênis quanto chinelos) com certa frequência. Mas lembre-se que tudo depende do material – calçados de borracha e plástico, por exemplo, podem ser facilmente lavados com água e sabão ou detergente, mas alguns tecidos são mais delicados. Os tênis de corrida, de forma geral, também podem ser lavados com frequência e até podem ser deixados de molho na água e sabão. Só não se esqueça de deixar os sapatos secarem bem antes de usá-los novamente, em caso de dúvidas na higienização e para sua segurança confie o serviço à sua lavanderia.

Dicas extras para evitar o chulé
Para evitar o mau cheiro, tente sempre usar meias de algodão (em especial, quando for usar tênis e botas). Elas conseguem absorver a umidade e, assim, impedem o surgimento do chulé. Além disso, outra dica interessante é deixar os sapatos no sol depois de usá-los. O calor faz com que as palmilhas fiquem bem secas e livres de bactérias. Lembre-se também de alternar no uso dos sapatos – ou seja, nada de usar o mesmo par durante muitos dias seguidos! Assim, você garante que os calçados fiquem mais arejados e sem bactérias.

Maria Lavadeira – unidade de Arujá
aruja@marialavadeira.com.br
Contato: (11) 4653-4910
Fonte: www.casapraticaqualita.com.br
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Legislação para o colégio bilíngue no Brasil

É muito comum que as famílias que procuram o colégio bilíngue questionem sobre os aspectos legais que regem esse tipo de escola no País

Postado em 16 de dezembro de 2019

A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) reconhece a existência de um modelo de educação bilíngue no sistema brasileiro a partir da educação intercultural indígena. A língua materna dos povos indígenas no Brasil é a língua indígena, sendo a língua portuguesa a segunda língua, e seu bilinguismo não é eletivo. Por isso, em seu processo de escolarização a educação bilíngue é uma forma fundamental para garantir seu acesso à cidadania por meio da preservação de sua língua materna e de acesso a outro idioma.
No caso das escolas bilíngues particulares o bilinguismo é opcional, e estas escolas são vistas pela legislação como qualquer outra escola do território nacional, estando sujeitas às mesmas regras e obrigações, independentemente do segundo idioma escolhido, seja inglês, chinês, espanhol, alemão etc.
Conforme a legislação, portanto, a LDB preconiza a obrigatoriedade do ensino em língua portuguesa no território nacional, à exceção dos povos indígenas. Por isso, na prática, as escolas bilíngues atualmente existentes no País devem seguir essas regulamentações: oferecem 200 dias letivos, aulas dos componentes curriculares obrigatórios em língua portuguesa, e se comportam em boa parte como as escolas não bilíngues. Porém, para que possam concretizar seu diferencial, algumas escolas organizam curricularmente a proposta complementar, em que é oferecida a educação bilíngue, no item “parte diversificada” do currículo, conforme previsto na LDB:
“Art. 26º. Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela”.
Uma escola bilíngue, além de seguir as regras previstas na LDB, também segue todas as diretrizes das Secretarias de Educação Estadual, sendo supervisionada pelas Delegacias Regionais de Ensino, que atestam o funcionamento do colégio através de visitas regulares e portaria no Diário Oficial.
Para que seja feita uma educação bilíngue séria, verdadeira e de qualidade, é fundamental o respeito às leis brasileiras, o oferecimento de um currículo normal, brasileiro, enriquecido pela oferta de um currículo que a ele se acrescente, de forma integrada.

INÁ SANCHES
Diretora Pedagógica
Mantenedora do Colégio Bilíngue Hipercubo
Contato: (11) 2391-1979 / 94249-3943
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Entenda como peças brancas renovam a decoração

Especialista explica como a serenidade da cor favorece boas energias

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O branco sempre esteve ligado à sensação de tranquilidade e harmonia, mas nem todo mundo conhece a versatilidade dessa cor. Com o uso certo pode adicionar elegância e referências instigantes sem abrir mão da suavidade. Tendências como minimalismo e a decoração clean utilizam muito o branco por conta da sua leveza e por formar contrastes bonitos com muitos tons e texturas.
A proprietária da loja de artigos decorativos Toque Final, localizada no ABC Paulista, Valéria Redivo Jordão, explica que apesar de polivalente, o uso do branco exige cuidados. “A decoração precisa conservar uma personalidade, mesmo a serenidade do branco precisa de algo a mais para não parecer frio ou estéril, seja apostando em texturas e formatos ou em composições com outros elementos mais intenso, o importante é equilibrar a pureza da cor com outros destaques envolventes”, pontua a empresária.
Com a pureza da cor, as peças utilizam outros conceitos para criar originalidade do ambiente. “O segredo é apostar em texturas e formatos, no caso dos vasos, existem designs para todos os gostos e tendências, desde artigos mais delicados até peças que participaram de estruturas mais arrojadas. As esculturas brancas também são uma escolha incrível já que a cor valoriza os detalhes e muitos símbolos podem ser usados para transmitir sensações”, conta valéria.
O branco é muito utilizado em algumas das vertentes que estão em alta. “Está muito presente na decoração moderna e contemporânea, na tendência clean como protagonista ou em outros estilos a cor é a chave para harmonizar todos os elementos da composição e integrar contrastes com tons fortes como o clássico preto e branco, madeiras ou dourados, por exemplo”, detalha a especialista.
Para decorar qualquer ambiente, criatividade é essencial, especialmente ao adicionar peças brancas. “As peças precisam ser escolhidas de acordo com as sensações que se quer provocar e para isso não existe regra, a intenção é criar a partir da pureza do branco um cenário que seja confortável e inspire leveza”, encerra Valéria.

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Então é Natal: conheça as tuias e as poinsétias

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O Natal está se aproximando, nos contagiando com seu espírito de solidariedade e amor. Nestes momentos que antecedem a grande data festiva sentimos um grande prazer em enfeitar toda a casa com o objetivo principal de unir a família, contagiar os amigos e os vizinhos com a alegria do nascimento de Jesus. E, neste contexto, as plantas têm um papel fundamental na decoração.
A tuia holandesa é uma conífera e é muito parecida com os pinheiros que usamos para montar as árvores de Natal. Apesar da semelhança com a árvore natalina, ela é uma excelente opção para decorar varandas e jardins. Sem falar que é mais vantajosa que algumas árvores porque pode ser cultivada no início em vasos e só depois ser colocada no lugar definitivo, no quintal ou no jardim. E mesmo sendo transferida do vaso para o lugar definitivo, ela não perde a aparência tampouco o seu aroma, que é bem característico e lembra um pouco a época de Natal.
Você pode encontrar a tuia holandesa em diversos tamanhos, que iniciam em 40 centímetros e podem chegar até a 4 metros. Estamos falando das árvores já cultivadas e que são comercializadas. A diferença de tamanho tem a ver com o porte e, neste caso, você escolhe se vai usá-la para decorar um ambiente externo ou interno. E saiba que é uma planta para a vida toda.
A tuia holandesa comercializada é da família das Cupressáceas, e por pertencer a essa família ela exala um delicioso perfume de limão toda vez que é tocada. Essa árvore ainda tem outra característica particular, ela se apresenta em três formatos diferentes: de coração, de bola e piramidal. Todos eles podem ser adquiridos graças ao trabalho de condução manual e técnicas especiais de poda.

Poinsétia
Aqui no Brasil, a poinsettia (Euphorbia pulcherrima) é mais conhecida como bico-de-papagaio. Ela também tem outros nomes populares, como poinsétia, poinsétia-branca e folha-de-sangue, de acordo com a variedade, que determina as cores de suas brácteas (brancas, róseas ou vermelhas). Mas, lá nos Estados Unidos, onde é considerada um dos símbolos do Natal, a poinsettia recebe nomes sugestivos como Christmas star (estrela-do-natal) ou Christmas flower (flor-do-natal).
Assim como os outros símbolos do Natal, a poinsettia também tem várias histórias que explicam sua relação com esta data festiva; a mais conhecida conta que Pepita, uma pobre menina mexicana, nada possuía para presentear o menino Jesus naquela noite de Natal. Enquanto caminhava em direção à capela, juntamente com seu primo Pedro, seu coração estava mais cheio de tristeza do que de alegria. Para consolá-la, Pedro teria dito: “Eu tenho certeza, Pepita, que mesmo o mais humilde presente, se for dado com amor verdadeiro, será valioso diante dos olhos de Jesus”. Não sabendo exatamente o que fazer, Pepita dirigiu-se à beira da estrada e foi colhendo ramos de folhagens comuns e arrumando-as na forma de um ramalhete. Ao olhar aquele amontoado de mato que iria levar como presente ao menino Jesus, sentiu-se ainda mais triste. Enxugou as lágrimas ao entrar na capela do pequeno vilarejo e, ao se aproximar do altar, lembrou-se das palavras do seu primo Pedro, e encheu seu espírito de amor ao colocar os ramos ao pé do presépio. De repente as folhagens verdes foram se transformando em flores de coloração vermelha brilhante e todos que ali estavam tiveram a certeza de estar assistindo a um milagre diante de seus olhos. A partir daquele dia, aquelas flores vermelhas ficaram conhecidas como Flores de Noche Buena e florescem a cada ano durante a época do Natal.

Por: Fast Flores Arujá
Contato: (11) 4655-0509 / 4652-2967
www.fastfloresaruja.com.br
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Decoração natalina vira point em Arujá

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Até o dia 23 de dezembro, a Rua Espanha no Jardim Rincão, em Arujá, deverá ficar muito movimentada, tudo porque na altura do número 727 uma belíssima decoração natalina chama a atenção de quem passa.
Há mais de 10 anos a empresária Vera Lucia prepara sua casa para o Natal, sendo que a cada ano a decoração ganha um toque a mais. Neste ano ela resolveu ultrapassar os limites da imaginação e, além de bonecos gigantes, máquina que imita neve e milhares de luzes, Vera fez a Casa do Papai Noel.
“Eu amo o Natal, sempre gostei, mas quando jovem não podia. Hoje eu me alegro em fazer esse trabalho e saber que outras pessoas também podem desfrutar disso e sentir a magia do Natal”, ressaltou a empresária.
Pelo menos seis meses antes, Vera já começa a planejar como será a decoração. Antes ela mesmo que fazia, porém nos últimos anos ela conta com a ajuda de William da Silva, que elabora todo o projeto. Foi ele o responsável por construir em frente à residência dela a Casa do Papai Noel.
Decorada com guirlanda, lareira e um presépio, a casa chama a atenção de crianças, jovens e adultos, que durante todo o dia passam pelo local. Mas é à noite o período de maior fluxo de pessoas. No jardim da casa de dona Vera, um trenó com renas flutua, bonecos de neve dão o toque mágico que é completado pela máquina de espuma imitando neve e as milhares de luzinhas.
A Casa do Papai Noel fica aberta todos os dias, porém o Bom Velhinho só estará lá para receber as crianças nos dias 19 e 23 de dezembro. Nestas datas, a partir das 20h, também haverá apresentação de violino com o músico Paulo Cunha.

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