Thiago

O verde ajuda a tornar a experiência do home office mais agradável

O Home office é uma realidade atual e repentina a muitos profissionais, que agora se vêm frente ao desafio de planejar o compartilhar do espaço de casa com o trabalho. Saiba como e por que a presença de plantas no escritório home office é uma boa dica que pode contribuir para a produtividade e bem estar das pessoas

Postado em 23 de abril de 2020

Compor um cantinho em casa reservado às atividades profissionais, o home office, é uma tarefa importante que influencia na produtividade porque ajuda a desenvolver a disciplina que o formato exige. Eleger um local fixo, um cantinho que seja, ajuda o cérebro a entender que ali o trabalho tem hora para começar e terminar.
Pesquisas apontam inúmeras vantagens do home office, embora ele exija, ao menos no início, uma mudança grande no nosso mindset. O estudo “Working From Home Increases Productivity”, realizado no ano passado com cerca de 1000 pessoas pela plataforma de empregos norte-americana Airtasker mostrou que profissionais tendem a produzir melhor no home office: em média 10 minutos a mais do que colaboradores alocados, pois trabalham com mais foco.
Mas como chegar a este resultado? No que diz respeito ao espaço, o importante é escolher um local arejado, iluminado e, principalmente, torná-lo o mais agradável possível e o verde pode contribuir para isso: as plantas, além de dar personalidade ao novo espaço de trabalho, exercem efeito sobre o nosso humor e sensação de bem-estar. Até mesmo varandas podem se transformar em escritórios home-office”, afirma Bruno Watanabe, paisagista e diretor executivo da Vertical Garden, empresa referência em paisagismo biofílico corporativo e residencial no Brasil.
Segundo Watanabe, o verde tem a capacidade de reduzir em até 14% os níveis de tensão e ansiedade, em 44% a sensação de raiva e em 38% a de fadiga, o que obviamente impacta na disposição emocional e física para o trabalho em casa também.
Algumas espécies de plantas combinam muito bem com ambientes internos, mesmo os menores, e podem compor a decoração do seu home office, sem muito trabalho com manutenção. Conheça algumas abaixo:

Espada de São Jorge
É conhecida por oferecer proteção ao local, purificar o ar e produzir muito oxigênio. Com um visual marcante, a Espada de São Jorge prefere ambientes mais escuros, com pouca incidência solar. E precisa de pouca água. Assim, dependendo do seu novo cantinho, ela pode estar no vaso, ao lado da sua mesa de trabalho.

Suculentas
As suculentas sao pequenas e se adaptam muito bem a lugares menores, como as mesas de trabalho, por exemplo. As folhas com aspecto mais inchado são resultado de seu acúmulo de água e, por isso, elas não precisam de várias regas durante a semana.

Violetas
As violetas se adaptam muito bem a lugares fechados. Com cores variadas, fortes e vibrantes, a violeta alegra, dá personalidade, não carece de luz solar direta, e fica alguns dias sem precisar de água

Zamioculcas
O tom forte de verde e as folhas pequenas vão proporcionar aquele toque adicional de personalidade ao seu espaço de trabalho. Esse é o ponto-chave das zamioculcas, que também combinam com espaços menores, e são fáceis de serem cuidadas, uma vez que precisam de pouca água e luz.

Jiboia
Essa planta trepadeira, vinda da Polinésia Francesa, é considerada uma das mais fáceis de serem cuidadas. Como sua origem é de clima tropical, a Jiboia se adaptou muito bem a nossa realidade. Ela pede luz natural para se desenvolver bem, e um pouco mais de água no verão do que no inverno, quando ela entra em período de hibernação. Mas, mesmo assim, cabe super bem em espaços mais compactos,

Palmeira Chamedorea
Essa imponente planta pode fazer enorme diferença tanto em espaços mais amplos e arejados quanto nos menores, se cultivada em vasos. O ideal é que receba sol pleno em alguns momentos, ou meia-sombra. Água três vezes por semana são suficientes para esta espécie.

Calathea
Esta é mais uma planta com folhas robustas e belas que pode se encaixar muito bem em seu espaço home-office. Além disso, precisa de poucos cuidados. Água duas vezes por semana e luz apenas indireta.

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Capacho do vírus

Retirar o tapete da porta de entrada das residências é uma medida eficaz para impedir a permanência do coronavírus em sua superfície e a contaminação dos moradores

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É sabido que o novo coronavírus pode permanecer sobre as superfícies entre horas e, até mesmo, dias. Por isso, todo cuidado é importante para minimizarmos a entrada do vírus em nossa casa e, obviamente, em nosso organismo. Um dos “vilões” da decoração que abriga o covid-19 é o tapete, principalmente o capacho que fica na porta de nossas residências.
De acordo com o médico infectologista Mateus Westin vários fatores contribuem para a sobrevivência do vírus como umidade, ventilação, luminosidade, temperatura e o que eles chamam de inóculo infeccioso, que é a quantidade de secreção dentro da qual o vírus está presente, ou seja, numa superfície qualquer, como o tapete, por exemplo.
“Os coronavirus, entendidos como uma família de vírus, têm uma estrutura semelhante e podem extrapolar alguns dados científicos que a gente já conhecia de outros. Este novo, a estrutura é muito parecida por causa dessa capacidade de sobrevida em ambientes. O fato é que ele fica viável para se manter infectante em praticamente qualquer tipo de superfície, com variações de tempo difíceis de prever”, explica.
Segundo o especialista, não apenas o tapete precisa ser regularmente higienizado, como qualquer outra coisa que você não tenha costume de limpar com frequência e pode ser removido do ambiente. No caso do capacho, por exemplo, ele possui essa interface do ir e vir, de sair e entrar em casa e, por isso, preferencialmente, ele deve ser anulado do ambiente.
“Não só o da entrada, mas os internos, que a gente pisa quando chega da rua e não se faz higienização com frequência, precisa ser eliminado. Nenhuma dessas medidas deve substituir o foco que é o do isolamento social e da higienização frequente das mãos. Por mais que a gente tenha o vírus numa determinada superfície como chão e tapete, se eu tiver com as minhas mãos frequentemente limpas e a educação redobrada de não as levar à boca, nariz e olhos antes de higienizá-las, eu não vou pegar o vírus. O que interessa é que eu fazendo higienização frequente das mãos eu não vou ter o transporte do vírus ao organismo onde ele vai fixar ou iniciar infecção que são, justamente, a boca, o nariz e os olhos”, enfatiza.
Segundo as designers de interiores Cris Araújo e Linda Martins, da Maraú Design Studio, para quem faz questão de seguir com tapete na porta de casa, o ideal é ter modelos laváveis em máquinas ou em EVA, que podem sem limpos com pano úmido e água sanitária.
“Em alguns países, como o Canadá, é hábito terem um espaço que eles chamam de ante-sala e serve para deixar sapatos, bolsas e, no caso deles que é um país muito frio, toucas, luvas e casacos pesados, ao chegarem da rua. No Brasil não temos o costume de prever um espaço assim nos projetos, mas um móvel na entrada pode resolver essa questão! Um banco com gaveta, por exemplo, onde pode-se sentar e guardar os sapatos. O ideal é trocar os tapetes por pisos laváveis. Indicamos porcelanatos e vinílico”, afirmam.
Atento a esse movimento de substituição do capacho na porta de entrada das residências, os designers de móveis já estão produzindo opções de substituição desse utensílio. Sérgio Stark é um deles. “ A quarentena irá provocar mudanças criar novos hábitos, um que já estamos incorporando ao nosso cotidiano e que já é comum em alguns países como o Japão, por exemplo, é não trazer a sujeira de fora para dentro de casa e deixar sapatos e outros objetos que usamos na rua do lado de fora ou na entrada da casa. Começamos a desenvolver soluções para isso, uma delas é o Guacho. Inspirado nos fantásticos ninhos de graveto da ave que dá origem ao nome criamos saquinhos de crochê feito de barbante ou corda náutica para guardar sapatos que podem ser pendurados em cabideiros e painéis, fica perfeito com nosso já conhecido cabideiro loom, na mesma linha criamos um baú puff, que é ripado para a ventilação dos sapatos. Feito sob medida para cada realidade”, explica.
O móvel será feito sob medida para cada espaço e os interessados devem fazer os pedidos por meio do instagram @starkstudio.
Segundo o médico infectologista, ter um pano de chão umedecido com uma solução de água sanitária (10ml para 5L de água) na entrada de casa para higienização da sola do sapato, por exemplo, também é eficaz.
“Como não conseguimos higienizar nossas mãos a toda hora e não há como fazermos isolamento absoluto devemos, sim, nos ater a outras higienizações como tapetes e embalagens que entram em casa. As roupas que usamos para ir à rua também precisam de atenção. Ao chegar em casa, tirar tudo e colocar para lavar”, encerra Mateus Westin.

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Uso intensivo de plataformas digitais durante a pandemia do coronavírus pode expor crianças e adolescentes

Postado em 16 de abril de 2020

O fechamento das escolas em virtude da propagação do coronavírus (COVID-19) tem alterado a rotina de crianças e adolescentes, que passaram a permanecer o tempo todo dentro de suas residências. Essa nova dinâmica familiar tem ampliado o uso de plataformas on-line por meninos e meninas. A internet abriu muitas oportunidade para educação, entretenimento e comunicação, entre outros, mas também gerou os chamados crimes cibernéticos.
Apesar da presença física de pais e responsáveis no mesmo ambiente, com todas as novas atribuições do regime de trabalho remoto, a maior presença ou mesmo a antecipação do uso de plataformas digitais por crianças devido a pandemia pode trazer riscos se não tiverem uma supervisão adequada. Um levantamento da Europol (agência de inteligência da Europa), divulgado no dia 3 de abril, mostra que há um aumento da atividade on-line de quem busca material para abuso sexual infantil.
Embora a totalidade do material on-line de violência sexual de crianças e adolescentes não possa ser medida diretamente, o relatório destaca que entre 17 e 24 de março foi registrada uma alta de 25% no número de conexões para download de material impróprio na Espanha, uma tendência que também foi observada em outros países europeus.
“Crianças e adolescentes com pouca orientação sobre o uso da internet podem ficar vulneráveis, principalmente nas plataformas de jogos on-line, redes sociais e chats, a tentativas de aliciamento”, explica Roberta Rivellino, presidente da Childhood Brasil. “O pai ou responsável, muitas vezes com pouca ou sem familiaridade com as ferramentas on-line, não precisa se angustiar. Um bom caminho para garantir a auto-proteção da criança ou adolescente é o diálogo. É muito importante falar com eles sobre o que é estar seguro na internet, sobre limites do corpo mesmo no mundo virtual, conceitos sobre privado e público e o que fazer caso sinta que tem alguma coisa errada acontecendo. O que costumamos dizer é que, assim como não é aconselhável deixar uma criança atravessar a rua sozinha sem orientação, no que se refere ao uso da internet essa regra também vale.”
A violência sexual no ambiente on-line pode ocorrer de várias formas. As vítimas podem ser coagidas a fornecer imagens ou vídeos ou adultos podem fazer contato casual com crianças e adolescentes por chats ou games, ganhar sua confiança e introduzir conversas sexuais, entre outros. Existe também uma preocupação com o consumo de pornografia, o que pode levar a uma reprodução da violência de gênero, valorização de práticas sexuais violentas e até a uma dependência desse tipo de material por crianças e adolescentes. O avanço das tecnologias trouxe também novos modos de atuação, como o aliciamento sexual (grooming), cyberbullying, revanche sexual e até transmissão ao vivo de abuso sexual de crianças e adolescentes.
De acordo com o relatório Child Only Safety do BroadBand Commission for Sustainable Development, apresentado em outubro de 2019 na ONU, em apenas um ano, a Internet Watch Foundation encontrou mais de 105 mil sites hospedando material de abuso sexual infantil. O relatório revela que uma em cada cinco crianças com idades entre 9 e 17 anos vê material sexual indesejado. Daqueles que veem material sexual, 25% relataram experimentar extremo medo ou angústia.
Mas existem ferramentas que podem ajudar as famílias na negociação dos limites do uso de internet. A Safernet Brasil fez uma lista de alguns recursos que podem ser avaliados de acordo com a faixa etária da criança: o “Modo Restrito” do YouTube é uma configuração que ajuda a excluir conteúdo possivelmente ofensivo; o YouTube Kids é mais indicado e seguro para crianças; o aplicativo Family Link, criado pelo Google, permite estabelecer regras digitais; em algumas plataformas é possível escolher quais aplicativos, recursos e conteúdos um perfil restrito pode acessar (confira outras dicas).
O FBI (polícia federal dos EUA) também emitiu, no final de março, recomendações aos pais e responsáveis para promover a educação e impedir que crianças e adolescentes se tornem vítimas de violência on-line durante esse período de confinamento social. Além de orientar que a denúncia em caso de suspeita de abuso ou exploração sexual pode ajudar a impedir mais vitimizações, o órgão de segurança também sugere:
Fale sobre segurança na internet com crianças e adolescnetes quando elas se envolverem em atividades on-line;
Avalie e aprove jogos e aplicativos antes de serem baixados;
Verifique se as configurações de privacidade estão definidas no nível mais alto para sistemas de jogos on-line e dispositivos eletrônicos;
Monitore o uso da internet e mantenha os dispositivos eletrônicos em uma sala comum, aberta para todos da casa;
Explique que as imagens postadas on-line ficarão permanentemente na internet.
Em um período inédito de confinamento social, fica mais díficil de indicar possíveis sinais de abuso sexual que crianças e adolescentes possam manifestar. Geralmente, crianças que sofrem abuso sexual podem exibir comportamentos como retração, acesso de de raiva, ansiedade, depressão, entre outros. No entanto, essas manifestações podem acontecer em virtude do momento atual que vivemos, que impacta tanto adultos quando as crianças e adolsescentes.
Independentemente da causa, é aconselhável que os pais e responsáveis aproveitem o período para conversar e se aproximar de crianças e adolescentes, conheçam os canais de denúncia e se perceberem algum comportamento diferente procurem a ajuda de um especialista.
As denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência sexual, e agora também será possível utilizar o aplicativo Diretos Humanos BR, disponível para Android e em breve para o sistema iOS. O site da Ouvidoria é outro caminho para denunciar: www.ouvidoria.mdh.gov.br.

Sobre a Childhood Brasil
A Childhood Brasil é uma organização brasileira que faz parte da World Childhood Foundation, instituição internacional criada em 1999 pela Rainha Silvia da Suécia. O seu foco de atuação é a proteção da infância e adolescência contra o abuso e a exploração sexual. A organização se tornou referência no país por desenvolver e apoiar projetos que vêm transformando a realidade da infância brasileira vulnerável à violência, dando visibilidade e dimensão ao problema, implantando soluções efetivas adotadas por setores empresariais, serviços públicos e educando a sociedade em geral. Para mais informações, acesse o site: www.childhood.org.br.

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Como passar pela quarentena sem destruir o relacionamento

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Casais convivem 24 horas juntos no máximo nas férias, mas quando precisam manter esse longo período dentro de casa e por tempo indeterminado, o relacionamento pode ficar por fio. Neste momento de quarentena, equilibrar trabalho e a relação familiar pode ser uma tarefa complicada.
Nas últimas semanas em Xi’am, na China, houve um recorde no número de pedidos de divórcio, segundo o jornal “The Global Times”. As consequências da pandemia de coronavírus não se limitaram apenas à economia e saúde, infelizmente, alguns casamentos parecem chegar ao fim de forma acelerada.
A psicóloga Célia Siqueira, percebeu um aumento nas queixas de seus pacientes em relação aos parceiros. “Muitos casais estão se conhecendo melhor agora, passando o dia inteiro juntos, mas para que isso não se torne um obstáculo entre eles, o ideal é que haja muita comunicação, atividades em conjunto, organização, divisão das tarefas, respeitar a privacidade do outro e principalmente, valorizar o carinho e os momentos juntos que não tinham antes”, diz Célia.
Além do estresse do confinamento, existe as emoções à flor da pele, ansiedade e manias, que na maioria das vezes, podem tornar o lar em um ambiente conflitante. Segundo Célia, na maioria dos casos neste momento, a terapia é uma ótima opção para ajudar na reconciliação e conhecimento próprio.
Para mais informações, acesse: www.facebook.com/institutoceliasiqueira

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Bolsonaro sanciona lei que libera telemedicina durante pandemia

Norma publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16) permite que médicos façam consultas e prestem assistência por meio de celulares e computadores, por exemplo

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que autoriza o uso da telemedicina enquanto durar a pandemia de covid-19. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16) e já está em vigor.
A norma estabelece que o trabalho virtual deve ser considerado “o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde”.
De acordo com a lei, os médicos que optarem pelas consultas à distância devem informar os pacientes sobre todas as limitações do modelo.
Jair Bolsonaro vetou dois pontos do texto original, que havia sido aprovado pelo Congresso. O primeiro ponto previa que, após o período da pandemia, o Conselho Federal de Medicina regulamentaria a telemedicina. O segundo artigo vetado trata sobre a validade de receitas médicas apresentadas em suporte digital.
A prática de usar a tecnologia a favor da medicina tem origem em Israel e é bastante aplicada nos Estados Unidos, Canadá e países da Europa.

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Comeu e bebeu demais na quarentena? E agora?

Sucos "funcionais" são uma delícia e apresentam grandes benefícios nutricionais

Postado em 15 de abril de 2020

Os sucos funcionais, além de refrescantes, são uma opção prática e rápida que trazem diversos benefícios para a saúde. Eles são ricos em nutrientes que regulam as diversas funções do organismo, contribuindo com a imunidade e equilíbrio de todo o corpo, além de auxiliar na diminuição da retenção de líquidos que causam o inchaço.
Segundo a professora do curso de Nutrição da Universidade UNG, Cristiane Botelho, beber um copo de suco pela manhã, ou se preferir na hora do lanche, além de refrescante, pode ser um bom complemento na quantidade de frutas e vegetais ingeridos na sua alimentação. “O segredo é manter o equilíbrio. Você pode consumi-lo sem exageros. Não precisa incluí-lo em todas as refeições, mas o consumo frequente em conjunto com uma alimentação equilibrada só traz benefícios”, comenta.
A nutricionista explica ainda que, para melhorar a quantidade de fibras no suco, é indicado incrementar a receita com linhaça, chia, farelo de aveia ou gérmen de trigo. “Para um melhor aproveitamento das fibras, o ideal é não coar o suco na hora de tomar. As fibras são as principais responsáveis por prolongar a sensação de saciedade e controlar a absorção de açúcar no organismo, ou seja, com as fibras, a fome demora um pouco mais para aparecer e o nível de açúcar no sangue é mais controlado. Os sucos ficam uma delícia e cheio de benefícios nutricionais. Crie seus próprios sucos, varie os vegetais e as frutas, faça substituições. O importante é saborear todas as delícias que a natureza nos proporciona”, finaliza.

Dicas:
Antes de coar ou adoçar, prove seu suco. Você pode se surpreender com o paladar;
De preferência, consuma o suco logo após o preparo para aproveitar ao máximo suas propriedades;
Lembre-se que você é livre para fazer suas escolhas. Crie seus próprios sucos, varie os vegetais e as frutas, faça substituições, acrescente mais ou menos água. O importante é saborear todas as delícias que a natureza nos proporciona.
A seguir, a nutricionista ensina três receitas fáceis e refrescantes de sucos “funcionais”.

Suco verde refrescante
Ingredientes: 2 folhas de couve, 1 maracujá, 1 maçã (opcional, para adoçar), 1 e 1/2 copo de água gelada.
Bata bem todos os ingredientes no liquidificador. Se achar necessário, coe o maracujá batido antes de misturar aos demais ingredientes.

Suco diurético de abacaxi
Ingredientes: 2 rodelas de abacaxi, 1/2 xícara de salsinha, 1 pedaço pequeno de gengibre, 1 copo de água.
Bata todos os ingredientes no liquidificador.

Suco colorido
Ingredientes: Suco de 2 laranjas, 2 rodelas de beterraba, 1/2 cenoura, gelo e água.
Bata todos os ingredientes no liquidificador.

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Em meio à pandemia, brasileiros reforçam reserva financeira e aumentam investimento na poupança

Em março, o Banco Central registrou R$ 12 bilhões a mais em depósitos do que retiradas da aplicação. Em todo o Sistema Sicredi, os investimentos na poupança somaram mais de R$ 850 milhões, maior incremento dos últimos três anos

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Investimento tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou o melhor desempenho do ano no último mês. Segundo dados do Banco Central, os depósitos superaram as retiradas em mais de R$ 12 bilhões, demonstrando que os brasileiros estão mais cautelosos em meio à pandemia do coronavírus, redescobrindo a importância de fazer uma reserva financeira.
Em todo o Sistema Sicredi, a poupança registrou um incremento de mais de R$ 850 milhões, o maior desempenho dos últimos três anos na instituição financeira cooperativa, que está presente em mais de 22 estados e no Distrito Federal. Só na Central Sicredi PR/SP/RJ, houve um incremento de quase R$ 450 milhões. “O cenário econômico atual tem exigido investimentos mais seguros por parte dos brasileiros, o que impactou positivamente nos resultados da poupança. Neste momento, é importante fazer uma reserva para lidar com possíveis imprevistos ou planejar com mais segurança os investimentos futuros”, afirma a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Cássia Zandoná França.
Enquanto outros investimentos apresentam instabilidade, principalmente devido ao impacto econômico do coronavírus, a poupança está rendendo cerca de 2,625% em 2020, com a atual fórmula de rendimento – considerando a redução da Selic para 3,75% ao ano. “A modalidade é uma boa opção para quem não quer correr riscos, por oferecer uma remuneração garantida, com disponibilidade de resgate imediato em casos de emergência”, explica Adriana.
Outro fator que contribuiu para o crescimento nos depósitos da poupança do Sicredi, de acordo com o diretor, é a confiança dos associados na instituição financeira. “Os brasileiros precisam guardar e investir o seu dinheiro em uma instituição sólida e que coloque o investidor no controle do seu patrimônio. Além disso, com o modelo de negócio que adotamos, transparente e participativo, as pessoas se sentem ainda mais seguras”, destaca.
Com mais de 4,4 milhões de associados, 28 mil colaboradores e cerca de 1.800 agências, o Sicredi possui a maior rede bancária dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de ser a única instituição financeira presente em mais de 100 municípios do Brasil. A instituição fechou o ano de 2019 com R$ 111 bilhões de ativos totais, R$ 17,5 bilhões em patrimônio líquido e R$ 3 bilhões de resultado líquido. O salto na carteira de crédito total foi de aproximadamente R$ 71 bilhões, com depósitos totais na casa dos R$ 70 bilhões.

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Em parceria com Rede Samel, Instituto Transire desenvolve cápsula que evita intubação precoce para tratamento da Covid-19

Hospital municipal de campanha de Manaus é primeiro a utilizar tecnologia para dar maior conforto ao paciente de coronavírus e diminuir riscos de contaminação dos profissionais de saúde. Sistema reduz tempo de internação de 21 para 4,9 dias

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O Instituto Transire, de Manaus, sob a orientação da rede Samel de hospitais, desenvolveu um sistema simples e altamente escalável para diminuir a necessidade de intubação precoce de pacientes de Covid-19. Batizada de cápsula Vanessa em homenagem a uma paciente que foi tratada com o novo equipamento e se recuperou, a tecnologia foi concebida por médicos fisioterapeutas da rede Samel para, além de dar maior conforto aos pacientes com um tratamento não invasivo, diminuir os riscos de contaminação dos profissionais de saúde.
“Se utilizada logo no momento da internação, a cápsula pode evitar a evolução do quadro para intubação endotraqueal e reduzir o tempo de internação, em média, de 21 para 4,9 dias”, explica Luis Alberto Nicolau, diretor da rede Samel.
“Pensamos em um protótipo bastante simples que pudesse ser produzido a baixo custo e com alta escalabilidade. O resultado foi muito positivo e esperamos que possa salvar muitas vidas. O alto custo e a falta de respiradores para atender todos os pacientes é um dos principais desafios do sistema de saúde. Com o avanço da pandemia e a escassez de equipamentos de proteção para médicos e enfermeiros este cenário se torna ainda mais preocupante. Esta cápsula de ventilação não invasiva poderá ajudar a diminuir a sobrecarga no sistema”, assinala CG, Vice-Presidente do Instituto Transire.
A cápsula concebida pelo Instituto Transire funciona como um envoltório para ventilação não invasiva e é produzida em uma armação leve e resistente formada por canos de PVC, podendo ser manuseada e higienizada facilmente. Ela é revestida por uma película de vinil transparente para uma melhor visualização do paciente e para auxiliar na contenção do contágio.
O acesso ao paciente é feito através de janelas com aberturas com zíper, permitindo monitorar, alimentar e medicar sem a necessidade do contato direto do paciente com os profissionais de saúde. A cápsula é equipada com um exaustor e um compressor de ar tipo BiPAP, que tem custo de cerca de um sexto dos respiradores, e com um filtro tipo HMED para controle da temperatura e umidade do oxigênio e ação antibacteriana e antiviral. O filtro produz uma pressão negativa no interior da cápsula impedindo a liberação de aerossóis e a contaminação do ar.
“A cápsula produzida no Instituto Transire em parceria com a rede Samel se revelou uma solução simples que poderá ser utilizada por diversos outros hospitais públicos e privados em todo Brasil. O projeto está aberto para instituições de saúde que quiserem produzir e estamos prontos para ajudar outros interessados em fabricar novas cápsulas para outras regiões. Fizemos a doação do primeiro lote para o hospital de campanha da Prefeitura de Manaus, para outras instituições de municípios do Amazonas e para Boa Vista, em Roraima”, celebra Gilberto Novaes, presidente da Transire.
Um passo a passo para montagem da cápsula Vanessa está disponível no site do Instituto Transire e no da rede Samel. É importante salientar que este não é um projeto para produção e uso caseiro, sendo necessário o uso de equipamentos hospitalares específicos.
Um vídeo explicativo sobre a cápsulo pode ser visto na página da rede Samel no Facebook no endereço https://www.facebook.com/350036201697467/videos/910010389457809/

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Em parceria com SENAI, Honda começa a devolver respiradores restaurados ao sistema de saúde de SP

Primeiro aparelho consertado foi entregue à unidade de Iracemápolis (SP); outros cinco serão levados, nos próximos dias, a cidades próximas de Sumaré

Postado em 14 de abril de 2020

Uma das oito montadoras que se uniu em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) para recuperar respiradores danificados, a Honda Automóveis começou a devolver os aparelhos em funcionamento esta semana. Os itens que passaram por manutenção tinham desde problemas simples, como o reparo em placa eletrônica, até a confecção de peças novas em impressoras 3D. Cerca de 30 profissionais e parceiros externos estão envolvidos no projeto, segundo a montadora.
O primeiro equipamento em condições de uso, utilizado para tratar pacientes com sintomas respiratórios graves causados pela covid-19, foi entregue ao Pronto Socorro Municipal Santa Cruz, em Iracemápolis (SP). O reparo levou cerca de uma semana, incluindo 48 horas de calibração e testes, após a solução do defeito. Outros cinco respiradores devem ser destinados, nos próximos dias, a unidades de saúde de cidades vizinhas a Sumaré (SP), onde fica a fábrica da Honda.
O diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, lembra que a iniciativa + Manutenção de Respiradores, que começou a operar há duas semanas, é um esforço do setor industrial para reduzir o impacto na saúde e dar condições mínimas de trabalho aos profissionais da área.
“O SENAI treinou e capacitou todas as empresas parceiras para fazer, no prazo mais breve possível, a manutenção desses aparelhos. Estimamos que o Brasil tem, hoje, pouco mais de 65 mil ventiladores. Desses, já identificamos 3,6 mil respiradores fora de operação por problemas de manutenção. Nós acreditamos que esse número possa chegar a cinco mil”, projeta Lucchesi.
Em nota, a Honda Automóveis informou que a fábrica passou por adaptações na linha de produção para atender “as especificações sanitárias necessárias para esse tipo de trabalho”. Ressaltou ainda que, para consertar os respiradores mecânicos, é “preciso contar com equipamentos específicos da área da saúde, como réguas para gases medicinais e tanques de oxigênio”.
Além da Honda e de outras sete montadoras, indústrias do aço e de mineração contribuem para recolher e restaurar os equipamentos hospitalares. Para isso, há 35 pontos de manutenção gratuita espalhados por 19 estados, de todas as regiões do país. A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Saúde, do Ministério da Economia, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (ABEClin).
Segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), mantido pelo Ministério da Saúde, há mais de 3,6 mil respiradores parados no país por problemas como a falta de manutenção adequada. 700 deles estão em São Paulo, estado com maior número de casos de covid-19.

Investimento em inovação
Além de liderar a recuperação de respiradores fora de operação no país, o SENAI também lançou o edital de inovação para a indústria, que investirá em projetos destinados a prevenir, diagnosticar e tratar a covid-19 e que sejam de aplicação imediata. Isso inclui, por exemplo, a aquisição e a produção de materiais essenciais para o enfrentamento da crise, como álcool em gel e máscaras.
“A nossa atuação será no suprimento de problemas, como os testes rápidos para a detecção da doença. No isolamento, ter uma gama ampla desses testes vai ser de grande importância, bem como a fabricação de ventiladores (respiradores). Estamos focando em ações que vão ao encontro das necessidades da sociedade, do país e da indústria brasileira”, aponta Rafael Lucchesi, que reforça a importância de “salvar vidas”.
O investimento disponível para empresas e startups chega a R$ 30 milhões, se somadas as duas chamadas da licitação, e cada projeto poderá captar até R$ 2 milhões. Para participar do edital de inovação, as proposições podem ser realizadas por meio do WhatsApp, no número (61) 99628-7337 ou pelo e-mail combatecovid19@senaicni.com.br.
Essas e outras ações do SENAI fazem parte da campanha nacional “A indústria contra o coronavírus”, que também conta com a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e as Federações das Indústrias dos 26 estados e do DF. Mais informações podem ser acessadas nas redes sociais de cada entidade.

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Fake news: como não repassar informações erradas durante pandemia do novo coronavírus

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A pandemia do coronavírus tem tomado os noticiários nacionais e internacionais. Mas na ânsia de se informar e sair na frente, muitas vezes recebemos e passamos notícias falsas, sem saber de onde elas vieram.
Para saber diferenciar as chamadas fake news das informações relevantes e verdadeiras, a especialista em Comunicação do UNICEF para a Amazônia Legal, Ida Oliveira, dá algumas dicas.
“Uma forma de se proteger de notícias falsas nesse momento é se perguntando sempre quem te mandou primeiro: a fonte é confiável? A segunda é se você precisa de fato repassar [a notícia]. Ela vai contribuir, ajudar as pessoas que estão na sua rede de amigos e de pessoas que você conhece? Uma vez que você ache que aquela informação é relevante, a outra pergunta é: ela é verdadeira? Procure saber, existem vários lugares para você obter informações. Tem a página do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde. Tem ainda a página do UNICEF e dos governos estaduais. Praticamente todos já têm informações claras sobre medidas, cuidados, locais onde procurar [informações].”
Ida reforça, mais uma vez, o pedido: antes de compartilhar qualquer informação, tenha certeza de que ela é verdadeira. Ficou na dúvida? Então é melhor não mandar para os contatos, já que notícias falsas podem colocar as pessoas em risco. O mais seguro é sempre procurar as informações em sites confiáveis. Para saber como se proteger do coronavírus, procure sempre as fontes oficiais, como o site da prefeitura da sua cidade ou do governo do estado, do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e do UNICEF.
Estar bem informado é essencial para proteger você e todos à sua volta. Compartilhe informações seguras com sua família, amigos e colegas. Saiba mais sobre as ações do UNICEF contra o coronavírus no site unicef.org.br.

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Como falar com as crianças sobre coronavírus

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O momento atual, com a pandemia do novo coronavírus, pode causar bastante estresse e ansiedade em todos. E as crianças também enfrentam estes sentimentos. Mas como explicar para elas o que está acontecendo?
Manter um diálogo aberto sobre o coronavírus e ouvir o que elas têm a dizer são dicas importantes, que podem ajudá-las a entender melhor a situação e se sentirem mais seguras neste momento, como comenta o chefe de Educação do UNICEF no Brasil, Ítalo Dutra.
“Uma questão importante é ter segurança e chamar as crianças para essa conversa. Fazer perguntas abertamente e ouvir o que as crianças têm para perguntar. É importante também ser muito honesto e explicar a verdade de uma forma que a criança entenda, com um linguajar mais próximo do que ela consegue entender; dar dicas e mostrar para elas como elas podem proteger elas mesmas e os amigos. Evitar e verificar se elas estão sendo estigmatizadas por uma determinada situação, espalhando estigmas ou informações erradas. É importante também que você cuide de você mesmo, para que você seja um exemplo de como as crianças vão se comportar a partir disso, e obviamente encerrar essas conversas com muito cuidado.”
E lembre-se: mesmo que as crianças não sejam as principais vítimas do coronavírus, elas também estão sujeitas a ele. Por isso, é muito importante garantir que elas também saibam como se proteger, sempre lavando bem as mãos e seguindo as orientações de isolamento social, sempre que puderem.
Estar bem informado é essencial para proteger você e todas à sua volta. Compartilhe informações seguras com sua família, amigos e colegas. Saiba mais sobre as ações do UNICEF contra o coronavírus no site unicef.org.br.

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Ministério da Saúde faz cadastro de profissionais de saúde para combater o coronavírus no Brasil

Médicos, enfermeiros e psicólogos que tiverem interesse em trabalhar junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), no combate ao coronavírus (Covid-19)

Postado em 8 de abril de 2020

Médicos, enfermeiros e psicólogos que tiverem interesse em trabalhar junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), no combate ao coronavírus (Covid-19), podem se inscrever no cadastro geral de profissionais do Ministério da Saúde. A decisão foi publicada nesta quinta-feira, 2 de abril, com o objetivo de auxiliar gestores federais, estaduais, distritais e municipais nas ações de enfrentamento à Covid-19. Esses profissionais vão atuar em situações em que o gestor de saúde esteja sem mão de obra profissional nas unidades de saúde.
O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, diz que esses profissionais devem estar dispostos a enfrentar a pandemia no Brasil.
“Se você entende que pode sair da sua cidade para atender em outra cidade em qualquer momento, se você está bem de saúde. Se você entende que está apto a fazer… O Ministério da Saúde vai saber que em um determinado lugar, um determinado momento, você pode fazer parte de uma força-tarefa, de uma força para pontualmente entrar em lugar, ajudar a organizar. Porque quando se começa uma das preocupações que a gente é com os recursos humanos.”
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressalta ainda que o cadastro dos profissionais de saúde não é obrigatório.
“Se tivermos situação do gráfico agudo e de uma cidade, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília o Ceará. E isso acontecer ao mesmo tempo, em vários lugares. Poderemos falar assim: ‘olha, temos pessoas que podem trabalhar e que estão em Cuiabá, Ribeirão Preto, Brasília’. Posso deslocar para lá, posso. Como que seria essa disponibilidade. O Governo Federal está dizendo assim: Se for o caso eu vou, busco, ponho no avião levo, ponho no hotel, pago. Estou dizendo isso para quem quer. Quem quer enfrentar. E primeiro que não é uma convocação e não é obrigatório”.
A medida Ministério da Saúde faz parte da Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, voltada à capacitação e ao cadastramento de profissionais da área de saúde, para o enfrentamento à pandemia do coronavírus. Para se cadastrar basta o profissional de saúde acessar o site https://registrarh-saude.dataprev.gov.br.
Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavirus.

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