Thiago

Vai colocar piso vinílico? Confira nossas 5 dicas de como aplicar

Postado em 29 de julho de 2020

O piso vinílico é cada vez mais utilizado nas construções brasileiras. Isso porque ele tem vários benefícios: absorve som, tem alta resistência, traz conforto térmico, diminui a proliferação de bactérias e tem um toque super agradável.
Apesar de sua aplicação ser prática e sem mistérios, é preciso ter atenção a alguns detalhes para que a instalação fique bem acabada.
No artigo a seguir você vai conferir 5 dicas de como colocar piso vinílico sem erro.

1. Tudo começa pelo piso certo
Para evitar problemas futuros, escolha um piso vinílico de qualidade, conhecendo as garantias que a marca oferece. Tenha em mãos também a quantidade necessária de piso para o cômodo.
Caso o ambiente tenha 3 metros de largura e 4 metros de comprimento, por exemplo, serão necessários 12 metros quadrados de piso. Considere comprar 10% a mais de material, porque podem acontecer perdas na hora da instalação. O rodapé também deve estar na conta, então some o comprimento de todos os lados do ambiente e acrescente o resultado ao valor total.

2. Verifique o contrapiso
Outra dica importante de como colocar piso vinílico é verificar a regularidade e limpeza do contrapiso. Esse detalhe é fundamental para evitar problemas na instalação. Use como limite uma diferença de nível de 2mm em uma distância de 1 metro.
Importante: o contrapiso precisa estar livre de poeira, óleo, graxa ou qualquer outra substância que possa prejudicar a instalação.

3. Faça uma paginação para instalar as réguas
A paginação, além de ser simples, é fundamental para evitar desperdício de material e também a falta dele para a finalização.
Após a paginação, instale as réguas começando rente à parede. Remova o papel de proteção no caso de piso vinílico autocolante e, em seguida, ajuste a parte adesiva e pressione-a para fixá-la no contrapiso. A última régua deverá ter um ajuste, você pode cortá-la com a ajuda de um estilete ou régua metálica.

4. Instale os rodapés
Após a instalação no piso, você deverá fazer o acabamento. Para instalar os rodapés é preciso apenas posicioná-los corretamente e fixá-los na parede com prego sem cabeça.

5. Fique atento ao tipo de piso
O piso vinílico pode ser instalado sobre cerâmica, porcelanato, cimento queimado e pisos laminados. Mas lembre-se: todas essas superfícies devem ser impermeabilizadas, reguladas e niveladas antes do processo. No caso do cimento queimado, é indicado picotar o chão antes de aplicar a base niveladora.

Compartilhar

5 tendências da arquitetura pós-pandemia

Postado em

A pandemia tem impactado diversos segmentos do nosso cotidiano, e a arquitetura, sem dúvidas, é um deles. Mais tempo em casa, ressignificação do lar, um olhar novo para o home office, reforço na limpeza dos ambientes… com tantas mudanças, algumas tendências na arquitetura pós-pandemia prometem ganhar os imóveis nos próximos meses. Confira as dicas da arquiteta Mariana Mota, diretora da Cerbras, indústria de referência nacional e internacional em porcelanatos e revestimentos cerâmicos.

1 – Revestimentos de fácil limpeza
A pandemia nos fez refletir sobre a importância da higienização dos ambientes. Revestimentos como cerâmicas e os porcelanatos são grandes destaques pela facilidade de limpeza, principalmente os polidos e acetinados. Prestar atenção na desinfecção dos revestimentos utilizados nos projetos dos imóveis é, agora, além de praticidade, questão de saúde.

2 – Ressignificação do lar
A casa tem nos acolhido. Com mais tempo recluso, o período de quarentena nos fez olhar mais para cada detalhe da casa, aprendemos a olhar nosso lar como ambiente de aconchego e que precisa de atenção. Por isso, manutenções de pisos, paredes, revestimentos, além de investimentos em decoração prometem ser mais assíduos nos próximos meses.

3 – Tecnologia
A tecnologia promete ser aliada na hora de garantir espaços cada vez mais modernos, confortáveis e com produtos duráveis. Ganham destaque os porcelanatos com tecnologia anti-manchas, revestimentos com imagem full HD e produtos que são desenvolvidos com nanotecnologia.

4 – Home Office
O Home Office parece ter sido uma experiência que veio para ficar. Muitas empresas já prometeram que vão passar a adotar o modelo de trabalho após a pandemia e, por isso, nosso local de trabalho em casa merece atenção. Vale a pena adaptar o seu escritório doméstico com reformas pontuais e com o uso de equipamentos adequados, para garantir mais conforto na hora de trabalhar.

5 – Sustentabilidade
A sustentabilidade é uma das peças chaves na decoração dos próximos meses. Não só no uso de materiais com redução de impactos ambientais, mas na escolha de empresas que têm a responsabilidade socioambiental como compromisso.

Compartilhar

Com as crianças e adolescentes em casa, as queixas de dores nas costas aumentam, de acordo com especialista

Mesas inadequadas e postura errada por longos períodos de tempo podem causar dores em todo corpo, especialmente nas costas e pescoço

Postado em 28 de julho de 2020

Desde meados de março, quando a maioria das escolas tiveram que fechar devido às preocupações com o COVID-19, as crianças e adolescentes precisaram se adaptar rapidamente ao aprendizado virtual. Sentados sem uma mesa adequada e em posturas erradas por longas horas não é novidade que as dores no corpo começam a aparecer. De acordo com o fisioterapeuta Bernardo Sampaio, diretor clínico das Unidades de Guarulhos do ITC Vertebral e do Instituto Trata a pandemia estimulou a baixa mobilidade das pessoas, especialmente dos estudantes. “Computadores e celulares tornaram-se uma parte da vida diária dos adolescentes e também das crianças. Antes, eles estavam sempre andando, correndo e fazendo atividades, mas agora eles estão sempre na frente de eletrônicos, isso faz com que seus músculos fiquem tensos e é aí que aparecem as dores no pescoço e nas costas” – Afirma.
E embora a dor nas costas seja responsável por mais de 10,54% dos afastamentos do trabalho e pedido de entrada no benefício do INSS, a maioria das pessoas não associa a condição aos mais jovens. Mas de acordo com Bernardo Sampaio, a atual geração enfrenta uma epidemia de problemas devido a tecnologia. “ É comum ver crianças e adolescentes o tempo todo com o pescoço pra baixo ao usar o celular ou com as costas tortas ao jogar videogame, o que além de prejudicar a coluna pode gerar o tão perigoso sedentarismo”.
O fisioterapeuta alerta que ter bons hábitos posturais são ainda mais importantes para as crianças, cujo corpo ainda está em processo de desenvolvimento. “Se uma mesa da cozinha ou um sofá se tornou a mesa oficial para fazer as lições de casa, é necessário mudar para objetos que se adequem ao tamanho e idade dos pequenos.” – Pontua.
O especialista acrescenta ainda: “Para reduzir a dor nas costas e no pescoço, os adolescentes devem fazer intervalos frequentes enquanto assistem às aulas on-line. Faça exercícios de alongamento, costas, pescoço e ombros. Uma compressa quente e fria pode ser útil quando e se a dor aparecer. Ignorar dores nas costas e no pescoço pode resultar em danos permanentes.”
E para ajudar os pais, Bernardo separou algumas dicas que podem fazer diferença na rotina dos mais novos. Veja:
Certifique-se de que os pés da criança estejam sempre apoiados no chão enquanto ela está sentada. Um apoio de pés pode ajudar, livros, uma caixa ou banquinhos podem servir como substitutos se não for possível comprar um apoiador;
É importante dar uma pausa de tempos em tempos, cerca de 30 em 30 minutos para o corpo se movimentar. Peça para a criança levantar, se esticar e alongar os músculos e para os mais velhos correr em casa e até subir e descer escadas com supervisão pode ser um bom exercício;
Use uma cadeira de corpo inteiro ajustável, se puder. Ela deve ter um pouco de apoio para a curva lombar. Se necessário, use uma toalha enrolada e coloque-a entre as costas e o apoio da cadeira. Os cotovelos devem estar apoiados na altura natural do braço da cadeira;
O monitor do computador deve sempre estar no nível dos olhos ou logo abaixo do nível dos olhos, para que o estudante tenha uma posição neutra no pescoço. Você pode aumentar a altura do monitor usando livros, por exemplo.
“Há muitas informações para as crianças sobre como usar a Internet com segurança, o que é ótimo. Mas também precisamos começar a mostrar aos nossos filhos a importância da ergonomia, por isso eu acho que é importante estar ciente de que fizemos grandes mudanças em nosso estilo de vida e precisamos nos adaptar e incluir exercícios, pois afinal de contas, estamos sentados mais do que nunca agora”, diz Bernardo.
Ele recomenda exercícios aeróbicos regulares, bem como técnicas de relaxamento para ajudar a reduzir o estresse. “Somos seres sociais e fomos impedidos de socializar. Os níveis de estresse são altos, o tempo dentro de casa é alto; o tempo gasto sentado é muito maior. Por isso, até meditar seria bom. Essa, inclusive é uma boa atividade para ser feita entre pais e filhos.” Finaliza.

Compartilhar

Renovação política: ilusão ou mentira?

Postado em 21 de julho de 2020

Existe hoje em todo o País uma crescente onda de insatisfação e desconfiança com a classe política nacional, produzindo como principal ‘”reação” a generalização do apelo à “renovação”. Compreensível, já que quem reivindicar com sucesso este rótulo terá conseguido se separar do “bando” e, com isso, da referida desaprovação popular. No entanto, é importante refletirmos sobre a presença do “novo” no discurso político. Sendo assim, pergunto:
O que significa “novo”? Ou seja, quando se fala na nova política, em que, exatamente, estamos pensando? Por que devemos apostar nossas fichas no “novo”? Se tantos atores políticos mobilizam esse termo, é porque esperam, com isso, ganhar o apoio (em votos) da população e dela receber mandatos eleitorais; mas devemos mesmo votar no novo? Por quê?

A incógnita do novo
A palavra “novo” é um adjetivo cujo significado se estabelece por referência transitória a um padrão temporal. Nada é novo por muito tempo, e o que é novo deixa de sê-lo após algum tempo. Mas também podemos definir o novo em contraste ou oposição ao velho – que passa a ser velho apenas quando do surgimento do novo. Por uma série de razões culturais, estamos acostumados a associar novo a algo melhor. Quando alguém fala que comprou um carro novo, que conseguiu um emprego novo, presumimos automaticamente que a troca tenha sido para melhor – embora, obviamente, nem sempre seja o caso.

A “utopia” do novo
Se novo não é necessariamente melhor, por que, então, devemos apostar o futuro político nisso? A resposta não é tão simples. Quando agentes políticos articulam seus discursos em torno da ideia do novo, geralmente se trata de uma entre duas hipóteses:
– Ou estão apenas respondendo, de maneira cínica, fingida, ao descontentamento popular;
– Ou então estão se eximindo de detalhamentos e explicações maiores sobre seus planos, propostas e programas, e pedindo, na verdade, um cheque em branco vindo das urnas.
Em suma, a pergunta não deve ser pela novidade, mas por melhorias. O novo pode ser pior, nem toda reforma vem para melhorar, nem toda mudança se traduz em avanço. Aos que prometem reviravoltas, resta ainda mostrar como, por quê e quanto elas significarão um ganho com relação à situação atual.
O futuro político está em nossas mãos, buscando os pensamentos com os comportamentos para as mudanças que ansiamos, sem as antigas práticas do velho e as ilusões do novo.

Por: Júlio Taikan Yokoyama (Pros)
Vereador de Arujá
Compartilhar

Neurociência: um novo caminho para a educação

Postado em 20 de julho de 2020

A neurociência aliada à educação pode explicar e ajudar a encontrar uma solução para um aprendizado mais eficaz, estudando temas sobre o sistema nervoso que contribuem para entender como aprendemos e como podemos potencializar o ensino, como, por exemplo, compreender como funciona o sono nas crianças e como ele pode impactar na sua aprendizagem.
O que hoje a neurociência defende sobre o processo de aprendizagem se assemelha ao que os teóricos mostravam por diferentes caminhos, até o século passado, quando apenas se intuía como o cérebro funcionava. Ganhamos precisão. Mas é preciso refletir antes de levar as ideias neurocientíficas para a sala.
Sabemos com base em evidências neurocientíficas que há uma correlação entre um ambiente rico e o aumento das sinapses, conexões entre as células cerebrais.
Ao professor cabe se alimentar das informações que surgem, buscando fontes seguras, e não acreditar em fórmulas para a sala de aula criadas sem embasamento científico. A neurociência mostra que o desenvolvimento do cérebro decorre da integração entre o corpo e o meio social. O educador precisa potencializar essa interação por parte das crianças.
Estudos na área neurocientífica, centrados no manejo do aluno em sala de aula, vêm nos esclarecer que a aprendizagem ocorre quando dois ou mais sistemas funcionam de forma inter-relacionada. Assim, podemos entender, por exemplo, como é valioso aliar a música e os jogos em atividades escolares, pois há possibilidade de se trabalhar simultaneamente mais de um sistema: o auditivo, o visual e até mesmo o sistema tátil (a música possibilitando dramatizações).
Desta forma, o grande desafio dos educadores é viabilizar uma aula que “facilite” esse disparo neural. Quando ciente da modalidade de aprendizagem do seu aluno, o professor saberá quais estratégias mais adequadas utilizar e certamente fará uso desse grande e inigualável meio facilitador no processo ensino-aprendizagem.
Pesquisas feitas em neurociências dirigidas à aprendizagem mostraram que a metodologia pedagógica pode ser qualquer dinâmica, desde que o professor consiga ser uma referência afetiva. Sabemos que o professor deve ser a referência daquilo que oferece, dessa forma o quadro negro, o ato de escrever com a letra do professor, as respostas às questões e a dinâmica normal da aula expositiva acabam determinando uma relação mais humana e profunda.
Graças às neurociências os transtornos comportamentais e da aprendizagem passaram a ser mais facilmente compreendidos pelos educadores. Um professor qualificado, um método de ensino adequado e uma família facilitadora dessa aprendizagem são fatores fundamentais para que todo esse conhecimento, que o estudo de neurociências nos viabiliza, seja efetivo, interagindo com as características do cérebro de nosso aluno, abrindo um novo caminho no campo do aprendizado e da transmissão do saber.

Maura Martelli Souza
Diretora de escola – Psicopedagoga
Sócia proprietária do CEAI – Centro Educacional Arco-Íris Nova Geração
Compartilhar

A pandemia e as mudanças nas relações de trabalho

Postado em

A pandemia do coronavírus ocasionou uma crise mundial no mercado de trabalho, onde milhões de pessoas perderam seus empregos, principalmente na economia informal. Isso tem causado a perspectiva de termos a maior crise social das últimas décadas.
Mediante isso, novas tendências ficaram em evidência no mercado de trabalho por conta das restrições de deslocamento e distanciamento social impostas para conter a propagação do vírus. Como, por exemplo, o home office, que já era um modelo adotado por startups e até mesmo aplicado por grandes empresas em dias específicos da semana. E que agora passou a ser o “novo normal” para empresas de todos os tamanhos. Portanto, tornou-se necessário que os trabalhadores possuam em suas residências uma estrutura minimamente adequada com internet, mobiliários e dispositivos que permitam a comunicação remota entre as empresas e as equipes de trabalho para ser possível a execução das tarefas com bons resultados e produtividade.
Inegavelmente as tecnologias digitais têm sido fundamentais nessa transição do ambiente físico para o virtual. Porém não elimina a necessidade do profissional ser disciplinado e criar uma rotina de horários para conseguir conciliar a vida profissional e pessoal no mesmo local. Além disso o controle do empregador passa a ser além da jornada de trabalho e estabelece-se um vínculo de metas ainda maior a serem alcançadas. Entre as mudanças na organização do trabalho houve também a flexibilização de horários, do começo ao fim da jornada.
Quanto ao trabalho remoto há controvérsias. Mas é um grande desafio na realidade, principalmente para as empresas tradicionais e seus funcionários se adaptarem rapidamente ao novo cenário de trabalho, estando sob pressão, isolamento e “limitados” ao ambiente virtual. Ao mesmo tempo ferramentas e plataformas de colaboração, comunicação, brainstorming, armazenamento e compartilhamento de arquivos crescem exponencialmente para integrar e dar maior autonomia, com comprometimento e clareza na troca de informações entre os profissionais e empresas durante o trabalho remoto. Ainda assim há profissionais que não se adaptam, o que tem tornado comum o aparecimento de problemas físicos e mentais.
Com o trabalho on-line cresce a demanda por trabalhadores qualificados e multidisciplinares, ou seja, especializados em determinada área, porém com conhecimentos gerais sobre diversos assuntos para que tenham a capacidade de elaborar seu trabalho com eficiência e menos recursos, pois a multidisciplinaridade o torna mais criativo e apto a solucionar possíveis problemas.
Paralelamente os trabalhadores mais velhos e experientes prolongaram sua vida profissional com tantos recursos no ambiente on-line. Enquanto os profissionais que lutam diariamente na linha de frente contra a Covid-19 e em serviços essenciais, ganharam maior reconhecimento e valorização.
Também ocorreram mudanças nos processos seletivos de profissionais. Em síntese as entrevistas presenciais de emprego, bem como a integração de novos funcionários contratados passaram a ser totalmente on-line.
De fato, enquanto o mercado de trabalho e a economia retraíram, as empresas sofreram uma aceleração digital nunca vista antes, sendo forçadas a repensar seu modus operandi e adotar modelos de negócios e tecnologias que antes mesmo da pandemia já vinham sendo apontadas como promissoras, mas que ainda assim não eram usadas por muitas empresas, sobretudo as pequenas e médias.
Por fim, com todos os impactos causados no mercado de trabalho e as mudanças de comportamento, jamais se utilizou tantos aplicativos de serviços. Bem como a segurança nos locais de trabalho não será mais a mesma, agora com protocolos de saúde que preservam o distanciamento social e bem estar de todos.

Por: Lusia Estevão de Queiroz
Gestora de recursos humanos e administradora de empresas
Proprietária da Zelar Empregos e Serviços
Contato: 4651-4343
contato@zelarempregos.com.br
Compartilhar

Queijos e vinhos: aposte na combinação para o inverno

Consumo da bebida cresce na estação mais fria do ano e especialista dá dicas para não errar na harmonização

Postado em 17 de julho de 2020

Considerado um dos encontros mais clássicos na mesa, o casamento entre queijos e vinhos é uma das principais alternativas para aquecer e curtir a temporada marcada pelas baixas temperaturas. De acordo com André Dian, expert no assunto e sócio proprietário da Grand Cru Campinas, é importante conhecer as características desses dois elementos para acertar na combinação.
“É indispensável analisar se os vinhos apresentam estrutura, tanino, acidez e aroma para harmonizar com o tipo de alimento que será consumido. No entanto, temos que levar em consideração o paladar e as preferências de cada pessoa”, explica Dian.
Reconhecida pela variedade de rótulos disponíveis, a Grand Cru Campinas, em Cambuí, conta com um Empório Gourmet repleto de itens exclusivos na cidade. Queijos, nuts, pães congelados, massas, jamóns, geleias e azeites estão entre as opções e, neste inverno, o estabelecimento apresenta uma: o fondue de Queijo Cruzília.
Confira abaixo as sugestões do especialista para combinar queijos e vinhos:

Camembert e Brie
De origem francesa e produzidos com leite de vaca, são carnudos, macios e apresentam textura cremosa. Vão bem com vinhos equilibrados e aromáticos. Dian indica dois rótulos: um Chardonnay argentino com notas frescas e um tinto italiano frutado.
Sugestões: Cobos Felino Chardonnay (Branco/Argentina) e Fonterutoli Número 10 (Tinto/Itália).

Gouda
Clássico nas tábuas de aperitivo, é marcado pelo sabor suave e levemente adocicado. Sua massa untuosa e de consistência macia permite uma combinação perfeita com rótulos encorpados e de boa acidez.
Sugestões: Mazzei Belguardo Vermentino (Branco/Itália) e Leyda Reserva Syrah (Tinto/Chile).

Roquefort e Gorgonzola
Produzido com leite de ovelha, o Roquefort é lembrado pelo aroma e sabor forte, um bom complemento para os vinhos do Porto. O Gorgonzola, que também é um queijo azul, apresenta características similares, mas ganha popularidade pela consistência mais cremosa e macia. Para acompanhar, prefira os vinhos leves, frutados e equilibrados.
Sugestões: Niepport Porto (Porto/Portugal), Marlborough Sun Riesling (Branco/ Nova Zelândia) e San Marzano Taló Primitivo Di Manduria (Tinto/Itália).

Grana Padano
Na família dos queijos duros, é um dos mais vendidos na Itália. Conhecido pela textura granulada, fica ainda melhor quando combinado com tintos complexos e de taninos marcados, que denotam boa maturação.
Sugestões: Cobos Felino Cabernet Sauvignon (Tinto/Argentina), Zuccardi Q Malbec (Tinto/Argentina) e San Marzano Collezione Cinquanta (Tinto/Itália).

Gruyère e Emmental
Complexos e extremamente marcantes, proporcionam uma experiência intensa quando bem harmonizados. Para isso, é interessante investir em vinhos estruturados e equilibrados em redondeza e persistência.
Sugestões: Zuccardi Série A Torrontes (Branco/Argentina) e Barone Montalto Passivento Rosso Terre Siciliane (Tinto/Itália).

Compartilhar

Venancí: sofisticação e tendência em um só lugar

Postado em

Uma loja de acessórios exclusivos para o mundo feminino, tanto adulto quanto infantil. Assim é a Venancí, que oferece itens exclusivos, como joias e semijoias, clutch para festa e dia a dia, tiaras, presilhas, laços, lenços, cintos, papelaria decorativa e muito mais, tudo produzido com muito carinho, cheio de estilo e bom gosto.
A história da Venancí começou há mais de cinco anos, quando a empresária Karla Venancí Moraes fundou a Princesa de Laço, uma loja exclusiva na fabricação de tiaras, presilhas, laços para bebês, crianças e adolescentes. Formada em moda, ao elaborar suas peças para bebês e crianças, além do bom gosto, Karla sempre priorizou o cuidado, seguindo recomendações pediátricas, mantendo conforto e segurança. Com o passar do tempo e sentindo a necessidade de ampliar o leque de produtos oferecidos a atender também adultos, nasceu a Venancí.
Na loja as clientes encontram acessórios com sofisticação e tendência de moda, tudo ao seu tempo. “Aqui eu tenho a Venancí e Venancí Infance, ou seja, tenho peças super atuais e modernas para as mulheres arrasarem. Já na Venancí Infance, eu tenho joias e semijoias com o perfil de criança, sem perder a essência dessa fase”, explica a empresária, ressaltando que seus produtos seguem recomendações pediátricas na fabricação, com todo respaldo e segurança.
Peças lindas e exclusivas, para mulheres de todas as idades? Vale a pena passar na Venancí.

Serviço
A Venancí está localizada na Rua Prudente de Morais, 66, no centro de Arujá.
O atendimento é de segunda a sábado, das 9h às 19h. Os produtos também podem ser comprados por meio da loja on-line: www.venanci.com.br
Dúvidas ou mais informações pelo WhatsApp: (11) 95494-0297
As novidades da Venancí podem ser acompanhadas pelas redes sociais, Instagram e Facebook.

Compartilhar

“Di Boa Sessions” é o novo projeto de Di Ferrero

Cantor lançou seu novo trabalho que cantou com a participação inicial de Thiaguinho

Postado em

No último dia 26 de junho, Di Ferrero lançou o primeiro EP de seu mais novo projeto: o Di Boa Sessions. Contando com regravações, parcerias e músicas inéditas, a série ainda irá contar com mais três outros discos, que serão lançados posteriormente.
O projeto ganhou a participação especial de Thiaguinho, com quem Di dividi os vocais nas duas faixas, as versões de “Ligação” e “No Mesmo Lugar”.
“Durante esses anos de estrada fiz alguns amigos reais e um deles é o Thiaguinho! Só estava esperando um momento certo pra gravarmos algo juntos e o Projeto Di Boa é perfeito para celebramos nossa amizade com essas regravações”, comemora Di.
As canções já conhecidas do público ganharam uma nova cara com a participação de Thiaguinho, que soma seus elementos românticos ao pop rock de Di, em uma sintonia que só amigos de verdade poderiam ter.
Di Ferrero também disponibilizou o vídeo de “No Mesmo Lugar”, que mostra os bastidores da gravação, que aconteceram no final do ano passado. O curta traz Di e Thiaguinho em momentos descontraídos dentro do estúdio.
Nas próximas semanas Di Ferrero segue com o projeto Di Boa, que trará uma sequência de lançamentos, com músicas inéditas, regravações e mais participações especiais.

Single a parte
Paralelo ao “Di Boa Sessions”, no último dia 10 de julho, Di Ferrero em parceria com a cantora Iza lançaram o single “Onde A Gente Chegou”, com direito a um clipe em que os dois viram animações.
“Onde a gente chegou, o que a gente passou, onde a gente chegou não é irreal. O mundo é nosso quintal” entoa Di Ferrero.
A letra da canção, que é uma composição de Di em parceria com Sérgio Santos, Pablo Bispo e Ruxell, embala a trajetória de duas pessoas.
Di comentou a parceria com Iza e sobre a canção, “Eu sempre imaginei a Izacantando comigo essa música! Essa música é sobre sentir e sei que ela tem muito pra falar, e quando a Iza colocou a voz, nos emocionamos juntos no estúdio. Eu sei que cada um pensou na história de vida e tudo que passamos pra chegar onde a gente chegou. Essa música me faz respirar e ser grato com as coisas que conquistei, e não estou falando de coisas materiais. Ela é como mantra pra mim, que diz ‘não pare de acreditar em você’. Não precisamos de muito pra ser feliz e que do nosso quintal podemos viajar o mundo e continuar sonhando com onde queremos chegar!”
“Onde a Gente Chegou” vem acompanhado de um delicado clipe sob direção de Felipe Sassi, e com uma estética floral, que casa perfeitamente com o pop romântico da música. Di Ferrero e Iza aparecem ao ar livre, ele na praia e ela no campo, e o encontro dos artistas, que gravaram tudo separadamente, acontece por meio de ilustrações.
“Gravar o clipe foi um presente, o Di é meu irmão, uma das pessoas mais generosas e incríveis que eu já conheci. Fico muito feliz da gente se sentir praticamente da mesma família e foi muito especial fazer isso. A gente fez isso com toda segurança do mundo. Mesmo se não tivesse na pandemia isso seria um jeito lindo de gravar o clipe, parece que a gente está junto de qualquer forma. Espero muito que todo mundo goste do resultado, porque pra mim já é um dos clipes mais especiais que já fiz”, conta Iza.
O single está disponível em todas as plataformas digitais.

Compartilhar

O ano letivo de 2020 e a pandemia do Coronavírus

Postado em 16 de julho de 2020

A quarentena imposta pela pandemia mundial e o impedimento de centenas de milhares de alunos de frequentar as escolas têm convidado educadores do mundo inteiro a refletir sobre suas próprias dificuldades e resistências diante do uso de tecnologias aplicadas à educação, e novas necessidades e modalidades de ensino.
Durante toda a história da educação foram criadas diversas metodologias de ensino mesmo dentro da educação formal, e essas sempre se transformaram com o tempo, à medida que a experiência coletiva exigia. O quadro em que vivemos hoje não é diferente.
Desde o início da quarentena, muitas ações têm sido conduzidas para que alunos não tenham seu aprendizado prejudicado pelo distanciamento físico do professor, das salas de aula e da comunidade escolar. Os colégios têm usado aulas on-line, conteúdos por aplicativo, videoconferências, aulas de apoio, conteúdos extras e interações recreativas, no intuito de recompensar a ausência do ambiente escolar.
Apesar de estarmos vivendo um período muito peculiar na história da humanidade, se pensarmos no ano letivo de 2020 como um todo, o que estamos praticando é o ensino híbrido, já existente em algumas modalidades antes da pandemia, em que o aluno tem seu conteúdo de aprendizado feito em aulas presenciais e on-line. Se tudo ocorrer como se espera, as aulas presenciais voltarão quase na metade do segundo semestre, haverá revezamento e o ensino on-line continuará sendo uma opção até o final do ano, pelo menos em alguns colégios particulares. Antes da pandemia, o ensino híbrido era uma prática de muitas universidades, no ensino profissionalizante e até em algumas escolas de ensino obrigatório.
Mesmo assim, a pandemia do novo Coronavírus trouxe consigo uma necessidade de escolas, professores e gestores educacionais reavaliarem suas próprias concepções de ensino diante do desafio de colocar o aluno, mais do que nunca, no centro do processo educacional, o que tem causado uma verdadeira corrida para compreender como utilizar as diversas ferramentas tecnológicas existentes em favor da continuidade desse processo.
Estamos exercendo todas essas reinvenções durante o curso do processo, avaliando diariamente os efeitos. As adequações e o acolhimento de cada aluno e sua família neste momento delicado têm sido um trabalho constante.
Diante do exposto, temos a certeza de que o ano de 2020 será marcado na educação como o ano em que as aulas começaram de modo presencial, mas que por razão da pandemia foram compulsoriamente levadas para o ambiente on-line, levantando discussões importantes sobre democratização e acesso à tecnologia e antecipando transformações educacionais que provavelmente levariam décadas para ocorrer. Para muitos, a sensação é de que o ano escolar “será perdido”, mas temos a certeza de que o conteúdo não absorvido será francamente recuperado e mais do que isso: todos nós enquanto comunidade escolar, incluindo os alunos, estamos desenvolvendo habilidades que serão mais que necessárias daqui em diante.
E quais outras lições podemos tirar de tudo isso? A situação atual exige uma nova reflexão sobre o nosso papel como educadores das futuras gerações, o que inclui necessariamente uma avaliação sobre os métodos e ferramentas que utilizamos no dia a dia.
Apropriar-se das ferramentas digitais nunca foi tão necessário. E muitos de nós educadores, neste momento, somos tão aprendizes quanto nossos próprios alunos.

INÁ SANCHES
Diretora Pedagógica
Mantenedora do Colégio Bilíngue Hipercubo
Contato: (11) 2391-1979 / 94249-3943
Compartilhar

Fiat lança Nova Strada

Em sua segunda geração, a picape compacta evoluiu por completo para manter sua liderança de duas décadas de mercado

Postado em 15 de julho de 2020

A chegada da Nova Strada destaca a especialização da Fiat como fabricante de picapes para todo tipo de uso. Um dos maiores méritos do projeto foi de manter as qualidades pelas quais o veículo sempre foi reconhecido – versatilidade, qualidade, confiança, robustez e custo-benefício no uso de trabalho – para atender também o consumidor que deseja um veículo moderno, tecnológico e seguro para a família e o lazer. Por isso a marca inova, uma vez mais, ao apresentar a inédita configuração cabine dupla com quatro portas e homologada para cinco passageiros.

Design inovador
O visual da Nova Strada está em linha com o design bem-sucedido dos últimos lançamentos da Fiat. Mesmo inspirado nos elementos da picape Toro – vencedor de cinco prêmios nacionais e internacionais de design, inclusive o cobiçado Red Dot Award – o modelo tem identidade própria. Com influência italiana, para ser funcional e emocional ao mesmo tempo, todo o desenvolvimento foi realizado no FCA Design Center Latam do Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG).
Sua forte presença é marcada por uma frente elevada, com destaque para os faróis de LED afilados com luzes DRL (Daytime Running Light). O conjunto ótico produz 1.700 lúmens, cerca de 20% mais luminosidade que seu principal concorrente. Ainda na dianteira, a grade imponente abriga o logo script da marca no centro da peça e traz o discreto e elegante Fiat flag, que compõe a nova identidade visual que os carros da fabricante receberão daqui para frente. O capô vincado sugere a força e a robustez que caracterizam o veículo.
Todo seu desenho exclusivo prossegue por uma linha de cintura ascendente, que destaca vigorosas caixas de rodas quadradas e laterais esculpidas. Na traseira, as lanternas funcionam como uma assinatura do modelo. No conjunto, o design confere à Nova Strada uma impressão visual de presença muito marcante.

Opcionais e preços
A gama da Nova Strada dispõe de pacotes de opcionais para atender variados gostos do consumidor. A versão Endurance tem: Pack Worker (alarme, travas e vidros elétricos, break light, fechadura elétrica na caçamba, comando elétrico na tampa do combustível e banco do motorista com ajuste de altura); Pack Audio (rádio, autofalantes, porta USB frontal e volante multifuncional); e Pack Teck (central multimídia Uconnect 7”, display digital de 3,5 polegadas no painel de instrumentos, alto-falantes, duas portas USB, controles de áudio no volante parcialmente em couro, câmera de ré e sensor de estacionamento).
A versão Freedom apresenta o seguinte pacote de opcionais: Pack Teck (central multimídia Uconnect 7”, alto-falantes, câmera de ré e sensor de estacionamento).
A versão Volcano tem como opcional roda de liga leve 16 polegadas.

Compartilhar

Raiva Canina: vamos falar sobre essa doença fatal?

Postado em 14 de julho de 2020

Agosto se aproxima e com ele a campanha de vacinação contra a raiva – vírus quase 100% letal. Muito embora a doença tenha sido erradicada das grandes metrópoles, algumas cidades já voltaram a registrar casos. A raiva é uma zoonose, ou seja, é uma doença infecciosas capaz de ser naturalmente transmitida entre animais e seres humanos. Todos os mamíferos podem ser contaminados através de um ciclo, conforme explica a especialista da Nutrire, Dra. Luana Sartori.
“Animais silvestres como morcegos, por exemplo, podem infectar cachorros, gatos e humanos por meio da troca de secreções, contato sanguíneo ou, claro, uma mordida”, explica. Após infectado, todo o sistema nervoso do pet é atingido, fazendo com que o vírus se atinja diversos órgãos e se proliferando nas glândulas salivares. Identificar os sintomas da raiva é importante para que o tratamento seja feito rapidamente e os sintomas aliviados, pois a raiva ainda não tem cura. “Muitos acreditam que cães infectados apenas salivam intensamente, mas tudo vai depender da fase em que o vírus se encontra”, explica.
Em um primeiro momento, os sintomas podem estar relacionados à depressão, ansiedade, agressividade e demência. “Quando a doença se agrava, o animal apresenta dificuldade de engolir, salivação, descontrole muscular e paralisia. Se o tutor agir antes dessa fase pior, o pet pode ter uma sobrevida mais digna, sem sofrimento”, diz. Para a especialista, levar o animal ao veterinário e manter a carteira de vacinação em dia é obrigação do tutor. “A posse responsável não inclui apenas brincadeiras e diversão, mas a garantia de que o pet tenha uma vida saudável, sempre acompanhada por um médico veterinário”, diz Luana.
Ela explica que a vacinação é obrigatória, pois é única forma de prevenção da raiva, e deve ser feita anualmente por um veterinário de confiança. “Boa parte dos tutores acredita que isso não é importante, especialmente para os animais que vivem nas áreas internas, em apartamentos e sem acesso à rua. No entanto, a regra vale para todos os pets”, alerta. Ao mesmo tempo, algumas pessoas têm medo que o animal sofra com reações às vacinas, mas isso não pode ser empecilho para não fazer o controle, especialmente das zoonoses. “Ao ser vacinado, cães e gatos podem ter reações por resposta excessiva do sistema imune ou ainda por alegrias às substâncias da vacina, por isso, todo processo de vacinação deve ser feito em uma clínica veterinária séria e de confiança”, aconselha.
Luana explica que sintomas leves como dor no corpo, no local da aplicação e temperatura mais alta são comuns, mas que devem desaparecer em 24 horas. “Deixar o animal quietinho, bem acomodado, alimentado e seguro é o suficiente para esses casos”, explica. A preocupação deve ser maior se o pet apresentar agitação contínua, salivação excessiva, Vômitos e Tremores. “O retorno ao veterinário deve ser imediato se houver desconfiança de reação alérgica, assim, o pet será tratado com rapidez e se recuperará sem sequelas”, finaliza. A raiva é uma doença cruel e fatal, mas tem prevenção. E, como diz o ditado, prevenir é sempre o melhor remédio.

Foto: Pixabay
Compartilhar