Débora Januário

Mercado imobiliário residencial na atual situação político/econômica

Maior aceitação de contra propostas na hora de fechar o negócio

Postado em 17 de maio de 2015

Negócios imobiliários

Olhando para o mercado imobiliário residencial, observam-se duas situações: O horizonte para quem quer comprar um imóvel tem a perspectiva de que os valores praticados no início do ano pelos proprietários, deve cair em média de 20% à 30% até o final do ano. Já para quem vende, tem uma perspectiva diferente deste percentual de desvalorização, que chegará no máximo de 10% á 15%, dependendo da região.

Agora o mercado imobiliário residencial subdivide-se em duas principais categorias: Imóveis novos (lançamentos) e imóveis de terceiros (usados). Vimos que para cada uma destas subdivisões, ocorrem regras diferentes de descontos ditadas polo próprio mercado (oferta x procura). No mercado de lançamentos a quantidade de ofertas é muito grande assim como os descontos oferecidos (haja visto tantos feirões de imóveis novos).

Nestes casos, vimos que o comprador consegue descontos, em alguns casos, na casa dos 30%. Já com os imóveis usados, a situação é um pouco diferente, até porque nos lançamentos (imóveis novos) o empreendedor tem a necessidade de recuperar o capital investido no mais curto prazo possível. Já nos usados, os proprietários (salvo raras exceções) tem um prazo mais flexível para vender, na esperança de uma mudança de cenário no mercado, que permita uma perda menor na venda. De acordo com levantamento da FipeZap, até Maio/2015, os imóveis sofreram uma desvalorização real, em média de 3,47% nos últimos 12 meses (Maio-2014/Maio-2015) e a indicação era de que este índice subiria mais ainda até o final do ano e que vem se demonstrando assertivo tal previsão.

Com isso, a maioria dos vendedores estão preferindo aceitar contra propostas para fechar negócios, do que correr o risco de tentar negociar mais tarde quando os preços estiverem caindo ainda mais. Algumas empresas do ramo imobiliário, no sentido de unir as partes (vendedor x comprador) oferecendo à ambos, uma oportunidade de realizar bons negócios, promovem salões de imóveis, como é o caso de uma matéria veiculada na Revista Exame, que cita o evento chamado de “São Paulo Home Show” realizado nos dias 26 e 26 de Setembro de 2015 no Jardim América nesta capital.

Segundo a realizadora do evento, foram criados pré-requisitos para que alguns imóveis sejam ofertados no evento. Entre eles, são descontos a partir de 20% do valor de mercado.

A previsão de público para o evento era de 5.000 potenciais compradores e com previsão de negócios gerados por volta de R$ 200.000.000,00.

(Fonte: RE/MAX Home Show)

EVANDRO DIAS MENDES (Arujá/SP)

Superintendente Comercial

RE/MAX Global Imóveis

 

Compartilhar

Vale a pena comer mais grãos integrais!

Consumir alimentos integrais oferece mais benefícios à saúde porque grãos intactos possuem mais nutrientes

Postado em 15 de abril de 2015

Alimentos integrais

Quase todo mundo está tentando comer mais grãos integrais hoje em dia, mas isso pode ser confuso, porque as informações nutricionais dos alimentos não listam o conteúdo integral junto com o de carboidratos, gordura e proteína.  Devemos escolher simplesmente pão de trigo integral ou o “’Super Mega’ Pão Enriquecido Com 350 Tipos De Grãos Integrais” ?  Devemos comprar para nossos filhos um cereal matinal açucarado ou achocolatado só porque o rótulo diz “integral”?  É complicado, mas isso não significa que devamos abandonar o esforço para substituir produtos como arroz branco e pães e massas à base de farinha de trigo refinada por suas versões integrais.

De fato, um estudo recente da Escola de Saúde Pública de Harvard fornece novas razões para manter o costume.  O projeto, que envolveu 118.000 profissionais de saúde, descobriu que aqueles que comiam aproximadamente duas porções diárias de grãos integrais apresentavam um risco 9% mais baixo de morrer de causas diversas, e um risco 15% mais baixo de morrer de doença do coração num período de 25 anos, comparados com aqueles que ingeriam menos de uma porções.  A recomendação é que as pessoas ingiram três porções de 28g, por dia, de grãos integrais, sendo que os participantes deste estudo nem mesmo ingeriam esse tanto e ainda assim tinham os benefícios de saúde associados.

Substituir alimentos feitos à base de farinha de trigo refinada (branca) por variedades integrais ricas em fibras provavelmente oferece mais benefícios à saúde porque grãos intactos – que conservam o farelo, o endosperma e o germe – possuem mais nutrientes e demoram mais para serem digeridos, o que ajuda a prevenir picos nocivos no nível de açúcar do sangue.

Hoje em dia, diz o diretor da New Balance Foundation do Centro de Prevenção da Obesidade de Hospital Boston, cereais matinais que anunciam conter grãos integrais no rótulo, certamente contêm mais fibras, porém compensam o sabor com mais açúcar/glucose de milho na fórmula, e acabam com muito mais calorias do que os outros.

Sem censurar aqueles que utilizam cereais matinais, na realidade, o melhor mesmo para a saúde seria buscar opções o mais naturais possíveis e cada vez mais substituir carboidratos refinados por frutas frescas, vegetais, leguminosas e amêndoas, que tendem a ter ainda mais nutrientes que os grãos integrais.

DR CARUSO E EQUIPE (Arujá/SP)

Cesa Estética e Saúde

Compartilhar