Thiago

10 informações úteis para obter seus documentos para imposto de renda

Postado em 7 de março de 2023

A temporada 2023 de declaração do Imposto de Renda (IR) vai começar a partir de 15 de março com término previsto para 31 de maio. Mesmo com um prazo maior para o envio, abaixo listo 10 dicas úteis para agilizar o processo.
1. Informe de Rendimentos do INSS aposentadoria, pensão ou benefícios https://extratoir.inss.gov.br/irpf01/pages/consultarExtratoIR.xhtml
2. Informe de Rendimentos Itaú: acesse o Itaú na Internet, menu, entre em “documentos” e selecione Informe de Rendimentos;
3. Informe de Rendimentos Bradesco: outros serviços/documentos/Informe de Rendimentos/IRPF;
4. Informe de Rendimentos Santander: Utilidades/informes-consultas/informe de rendimentos;
5. Informe de Rendimentos Banco do Brasil: na caixa de pesquisa, logo no canto superior esquerdo, digitar a palavra informe. Em seguida, pesquisar/opção Conta-corrente/Informe Imposto de Renda – Rendimentos, ano-base do informe;
6. Informe de Rendimentos Caixa Econômica Federal: para baixar o seu informe é preciso ter cadastro no “Serviços ao Cliente”. Você vai preencher uma ficha com seus dados pessoais e receber um e-mail de confirmação;
7. Dados de compra e venda de veículos: caso não localize a Nota Fiscal ou cópia do recibo de venda, procure o cartório onde a venda foi registrada, os dados ficam no livro de assinatura, ou localize a nota fiscal emitida no site da Nota Fiscal Paulista, com seu CPF e senha;
8. Informe de rendimentos nota Fiscal Paulista e Paulistana: Governo do Estado: https://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/Inicio.aspx, acesse com seu CPF e senha após – conta corrente – demonstrativo de IR, prefeitura. Os comprovantes podem ser acessados por meio do link “Informes de Rendimentos para Imposto de Renda”. Para acessá-los é necessário possuir a Senha Web;
9. Compra e venda de imóveis: caso não tenha cópia da escritura, matrícula (registro) ou contrato de compra e venda, procurar o Cartório ou o Registro de Imóveis onde foi transcrita a compra e venda ou obtenha a Matrícula pela internet https://www.registradores.org.br/VisualizarMatricula/DefaultVM.aspx?from=menu
10. Recuperar arquivo da declaração de anos anteriores: por meio do portal e-Cac, acesse o site da Receita Federal, no serviço “Declaração IRPF”. Neste caso, é preciso já possuir um código de acesso, senha GOV.br ou um certificado digital chamado e-cpf.

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Sorvete de abacaxi com manga

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Uma receita rápida e refrescante, com variação vegana, fit ou para alérgicos a lactose.

Ingredientes:

• 1 lata ou caixinha (395 g) de leite condensado
• 1 abacaxi pequeno picado e congelado
• 1 manga pequena picada e congelada
• 1 lata ou caixinha de creme de Leite

Variação:
• 2 xícaras de manga e abacaxi congelados
• 1 scoop de whey protein sabor baunilha (opcional)
• 1/2 xícara do leite de sua preferência (vegetal para alérgicos ou intolerantes)


Modo de fazer:
Bata tudo em alta velocidade por 3 a 5 minutos. Se necessário, pare e misture um pouco até ficar homogêneo.

Opcionais:
Cortar cubos bem pequenos de abacaxi e adicionar à mistura após bater no liquidificador e folhas de hortelã para decorar.

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Verão exige cuidados redobrados para evitar o câncer de pele

Postado em 6 de março de 2023

O verão é um convite para aproveitar os momentos de lazer ao ar livre. A estação ainda é o período de maior intensidade de radiação ultravioleta, proveniente do sol com alto poder de penetração na pele. “Os cuidados devem ser redobrados para a prevenção do câncer de pele não melanoma. O uso de protetor solar deve ser um hábito o ano todo e usado com maior frequência nesses dias”, orienta o médico oncologista Ramon Andrade de Mello, professor da disciplina de oncologia clínica do doutorado em medicina da Universidade Nove de Julho (Uninove), em São Paulo, e médico pesquisador honorário do Departamento de Oncologia da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
A prevenção deve ser adotada desde cedo. O câncer de pele não melanoma é o tumor maligno mais incidente no Brasil e deve responder por 31,3% dos casos registrados no período entre 2023-2025. Segundo o oncologista, os trabalhadores expostos ao sol com frequência devem usar o protetor solar durante todo o dia: “As barreiras mecânicas também são indispensáveis, como bonés, chapéus e óculos de sol. Na praia, ficar protegido em barracas ou sob o guarda-sol reduz significativamente os riscos advindos da exposição ao sol”.
“As pessoas também precisam ficar atentas ao aparecimento de manchas na pele. O diagnóstico precoce é fundamental para o alcance de melhores resultados no tratamento. Além disso, reduz as chances de eventuais sequelas para o resto da vida”, afirma Ramon Andrade de Mello.

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Pedras naturais e mais cor serão usadas nas decorações em 2023

Postado em 5 de março de 2023

As pessoas já entenderam que o contato com a natureza não é restrito a quem mora em casa com quintal e, mesmo nos centros urbanos, o uso de plantas e elementos naturais ganha a cada ano mais espaço na decoração. Em 2023, um dos destaques dessa tendência da biofilia em ambientes internos são as pedras naturais que chegam para dar um charme a mais nos revestimentos, já que proporcionam uma sensação ainda maior de tranquilidade e bem-estar às pessoas.
“Pedras naturais como granito, mármore e quartzo têm sido uma alternativa muito procurada como elementos estéticos, trazendo para ambientes como salas e varandas, elegância, aconchego e sofisticação”, explica Lia Galera, arquiteta da Brasal Incorporações. Ela conta que o uso de plantas naturais e muita madeira já estava em alta nos últimos dois anos, mas a pedra complementa essas combinações de elementos naturais.
Seguindo a mesma linha de uma decoração biofílica, a utilização de elementos em formatos orgânicos ganha força junto com a utilização da serralheria associada à marcenaria e vidro, que também serão tendência. E a procura por iluminação natural, ambientes funcionais e integrados se mantém. “Podemos ver o exemplo destas influências em ambientes do Closer 23, o mais recente lançamento da Brasal Incorporações”, comenta a arquiteta.

Cores mais vivas na decoração
Deixaremos a imaginação fluir um pouco mais e é aí que devem chegar novas cores em todos os ambientes. A Pantone inclusive anunciou a Viva Magenta como a Cor do Ano de 2023, um tom vibrante vermelho carmim com toques rosados que inspira força e energia e será encontrado em variações que remetem à terra, como terracota, laranja e tijolo. Além destas cores, os tons claros que trazem sensação de aconchego e, é claro, o verde, irão dar um toque especial na marcenaria, revestimentos e mobília.

Plantas que possuem cor magenta
Unindo as tendências, algumas plantas também podem ser mais procuradas neste ano para compor os ambientes, reformular um jardim vertical ou apenas para dar um toque especial em uma mesa. Variações do tom magenta podem ser encontradas facilmente em flores como orquídeas, rosas, gérberas, azaleias, bromélias, astromélias e petúnias. Além de plantas como a coração-magoado, a folha-de-sangue-de-Herbst, a dracena vermelha.

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Menstruação em idade escolar: desconfortos ainda são tabu para adolescentes e jovens

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As dores ligadas ao período menstrual têm uma estreita relação com a perda de produtividade das mulheres. O tema vem à conta com o retorno das aulas, pois jovens em idade escolar ou universitária costumam ter receio em expor os sintomas a professores e coordenadores, o que traz duas sérias consequências: sofrimento e perda de produtividade. Estima-se que sintomas menstruais sejam responsáveis por quase nove dias de produtividade perdida no ano, seja no trabalho ou nos estudos.
Uma pesquisa feita pela Unicef em 2020 revelou que 95% das meninas e adolescentes em idade escolar sentem incômodo no colégio durante o período menstrual. A pesquisa mostra como esse período natural da vida da mulher se torna algo complicado pela falta de informação, compreensão e estrutura adequada às suas necessidades. Para muitas, a vergonha dos colegas e o tabu sobre o tema são imperativos. Cerca de 35% revelam faltar às aulas no período, por consequência das cólicas e temor que os outros notem.
Outra parcela acaba frequentando aulas com dores ou, quando se ausentam, não explicitam o real motivo. “É necessário aumentar a discussão e a conscientização sobre o impacto dos sintomas menstruais no trabalho e nas escolas e as organizações devem estar abertas a isso. Para as mulheres, ainda é desconfortável falar sobre o tema. Trata-se de saúde e precisamos tornar essa discussão mais humanizada”, defende Patrick Belellis, ginecologista especialista em endometriose.

Busca por tratamento
O fato de as mulheres se sentirem obrigadas a estarem presentes, mesmo sofrendo com as dores, contribui mais com a falta de produtividade do que a ausência delas, ao contrário do que possa parecer.
“Ter que estar presente e não abordar seus desconfortos no trabalho, escola ou universidade, também desencoraja a busca por ajuda na investigação destas dores, que podem ser consequência de problemas mais complexos, como a endometriose, por exemplo. O acompanhamento médico é fundamental para que a mulher tenha acesso ao tratamento necessário, o que pode devolver sua qualidade de vida”, acrescenta o médico.
Embora dor ou desconforto leves possam ser vistos como parte de um ciclo menstrual normal, se ocorrerem de forma mais aguda, afetando atividades cotidianas, é importante buscar ajuda médica.
“Quanto antes a mulher, em idade adulta ou adolescente, procurar um diagnóstico, mais rápido poderá ter uma rotina mais confortável. A dor moderada a grave, por si só, não significa necessariamente que ela tenha endometriose, mas é provável que algo possa ser feito para reduzir o impacto dessas dores sobre a sua rotina”, alerta Belellis.

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Leguminosas: por que devem estar no prato dos brasileiros?

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Várias dietas mundo afora têm como aporte proteico as leguminosas, como são chamados os grãos que nascem em vagens, típicos das plantas dicotiledôneas. Entre eles, lentilhas, soja, amendoim, ervilhas, grão-de-bico e, claro, os feijões, fundamentais na alimentação dos brasileiros. A família Leguminosae é composta por 600 gêneros e aproximadamente 13 mil espécies, das quais são consumidas.
Fontes econômicas de fibra alimentar e fitonutrientes, as leguminosas também são ricas em vitaminas do complexo B, ferro, magnésio, potássio e zinco, com diversos benefícios para a saúde. “Estudos recentes indicam bioatividades interessantes como antioxidante, anti-inflamatória, anti-hipertensiva, hipocolesterolêmica e antitumoral. Assim, o consumo regular melhora a densidade de nutrientes da dieta e tem sido associado à redução no risco de desenvolver doenças crônicas”, destaca a nutricionista Cecília Cesa Schiavon, da plataforma Science Play.
O feijão, queridinho dos brasileiros, foi levado das Américas para a Europa e chegou por aqui no século XVI, após a chegada dos portugueses. Ele possui um papel importante como alimentos sustentáveis e relevantes para o combate da fome no mundo. Feijão é um nome comum para uma grande variedade de sementes de plantas de alguns gêneros da família Fabaceae. Proporciona nutrientes essenciais como proteínas, ferro, cálcio, vitaminas, carboidratos e fibras. Apesar de a combinação com o arroz ser o prato ou acompanhamento mais característico do País, o consumo de feijão caiu nas pesquisas de orçamento familiar dos últimos anos.
“Além de os dois se complementarem quanto aos aminoácidos, o alto teor de fibras e a quantidade moderada de calorias por grama conferem a esses alimentos alto poder de saciedade, contribuindo para a prevenção de sobrepeso e obesidade, tão importante atualmente. O feijão é um excelente alimento da nossa cultura e que precisamos passar adiante para as próximas gerações, pois, infelizmente, estamos consumindo cada vez menos este alimento tão rico”, defende a nutricionista, que é mestre em nutrição e doutora em ciências da saúde.
Cecília explica que, apesar de não haver uma meta diária de consumo de leguminosas que seja aceita universalmente, uma quantidade sugerida é a de 100g (1/2 xícara ou 125 ml) por dia de grãos cozidos, sejam feijões, lentilhas, grão-de-bico ou ervilhas. Essa quantidade proporciona níveis adequados de ferro, ácido fólico e zinco. Contudo, o segredo está em variar a alimentação.
“Um princípio básico na ciência da Nutrição é a diversidade! Desta forma, não há uma leguminosa que traga mais benefício, e sim, o consumo de diferentes leguminosas, pois a alternância entre diferentes tipos amplifica o aporte de nutrientes e traz mais prazer à alimentação. Além disso, os estudos sobre os benefícios das leguminosas na saúde são animadores”, destaca a nutricionista.

Leguminosas podem trazer riscos para a saúde?
Tanto a soja como o amendoim fazem parte de uma lista de alimentos responsáveis por cerca de 80% das manifestações de alergia alimentar. A soja, em específico, principalmente pelas lectinas. Já o amendoim merece atenção quanto à presença de aflatoxinas, com potencial carcinogênico, proveniente muitas vezes de inadequada secagem e armazenamento. Desta forma, vale uma atenção especial no consumo destas leguminosas para evitar possíveis reações. Neste caso, vale consumir de forma moderada. Já no caso de outras leguminosas, como feijão e grão-de-bico, uma forma de evitar reações indesejadas, como os temidos gases, é tomar alguns cuidados durante o cozimento.
“Além disso, um fator que merece atenção entre as leguminosas são os chamados fatores antinutricionais, que são os compostos que podem ter efeitos negativos sobre seu valor nutritivo. Alguns desses compostos podem ser eliminados através do cozimento adequado, já outros podem ter suas concentrações reduzidas por dissolução na água. Desta forma, o remolho prévio do feijão em água, com eliminação e troca desta água, pode vir a eliminar alguma porcentagem desses compostos. Mas é preciso estudar cada leguminosa para ver qual a melhor forma de remoção desses compostos”, conclui Cecília.

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Quando o consumo de álcool se torna um problema?

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Fator que contribui para mais de 300 mil mortes por ano nas Américas, segundo a OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), o consumo excessivo de bebidas alcoólicas está associado a mais de 200 problemas de saúde, como câncer, tuberculose, doenças hepáticas e cardiovasculares.
Carlos Alberto, médico da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h Zona Leste, localizada em Santos (SP), explica que por traz da expansão e euforia que essas bebidas podem proporcionar, há um caminho longo que o álcool percorre no organismo.
A unidade, que pertence à rede pública de saúde da Prefeitura de Santos, sendo gerenciada pela entidade filantrópica Pró-Saúde, está localizada na região litorânea do estado de São Paulo e atua como referência para urgências em Clínica Médica, Ortopedia, Pediatria e Odontologia.
“Quando absorvido pelo estômago, o álcool circula por outros órgãos por meio da corrente sanguínea, afetando o cérebro e todo o sistema nervoso central, o que causa a diminuição dos reflexos e alterações de humor a curto prazo”, destaca o especialista.
Além da ressaca e outros sintomas relacionados, a frequente ingestão em excesso do álcool irrita as mucosas do estômago, causando alteração nas enzimas do fígado, irritando-o também. Por isso, quem bebe exageradamente está sujeito a desenvolver algumas complicações:
Cirrose: doença crônica no fígado decorrente de lesões e processos inflamatórios persistentes causados pela bebida;
Gastrite: inflamação nas paredes do estômago causadas pela irritação das mucosas do órgão;
Hepatite alcoólica: é a inflamação do fígado ocasionada pela concentração de substâncias tóxicas da bebida que prejudicam o funcionamento do fígado com o passar do tempo;
Pressão alta e doenças cardíacas: o consumo excessivo do álcool prejudica o controle da pressão arterial, podendo levar à hipertensão, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC).
Além disso, o uso excessivo da bebida alcoólica pode trazer desequilíbrio mental e corporal, como impulsividade, agressividade, intoxicação e problemas circulatórios. “O álcool em excesso também pode provocar a baixa do sistema imunológico, deixando a pessoa que for contaminada mais suscetível a diversas doenças, como, por exemplo, a Covid-19”, exemplifica o médico.
Outra questão importante é a relação do alcoolismo com algumas doenças psiquiátricas. “Estudos demonstram que pessoas com essas comorbidades apresentam, por exemplo, maiores taxas de suicídio e recaídas. São casos que demandam uma avaliação minuciosa, já que os efeitos do álcool interferem no diagnóstico”, enfatiza Carlos Alberto.

Como identificar o vício
O álcool é usado com frequência para socialização e, por alguns, para lidar com emoções difíceis. De acordo com o Ministério da Saúde, à medida que as taxas de ansiedade, medo e depressão se tornaram mais comuns durante a pandemia, o consumo de álcool também aumentou.
“O vício pode ser identificado quando há o exagero, ou seja, a transformação do ato de beber em uma compulsão, que passa a ser um ponto central da rotina do indivíduo. O alcoólatra enfrenta doenças graves e problemas de convivência que afetam sua vida familiar, relações sociais e atividades profissionais”, alerta o médico.

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Mulheres Empresárias de Arujá

Postado em 19 de dezembro de 2022

O restaurante Maremonti, em Arujá, foi o local escolhido para o primeiro encontro de mulheres empresárias do Alto Tietê e Vale do Paraíba, da MBM Business School. A reunião, que aconteceu na noite da última quinta-feira (15), contou com a participação de 29 mulheres.
O encontro foi organizado pela Engenheira Civil Raissa Midori, da Obra Prática, empresa de reforma e construção. Ela conta que a ideia inicial foi fazer uma confraternização entre mulheres que fizeram o curso MBM, porém, para 2023 os encontros devem acontecer com mais frequência. “Esses encontros servirão para valorizar, incentivar, assim como trocarmos experiências entre mulheres empresárias”, enfatizou Raissa.

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RDV Tintas

Final de ano inspira renovação na pintura e a RDV Tintas tem mais de 2 mil cores para você escolher

Postado em 15 de dezembro de 2022

A aproximação das festas de final de ano e a chegada de um novo ciclo sempre traz às pessoas aquele espírito de renovação, e a pintura é uma boa opção para modificar a decoração do ambiente sem pesar tanto no orçamento. Uma ideia simples, mas que pode incrementar a sua casa nas festas natalinas e dar uma cara nova para ela de forma rápida é a pintura das paredes.
E escolher uma cor que combine com essa época do ano ficou ainda mais fácil em Arujá, com a RDV Tinta Imobiliárias. Localizada na Rua Major Benjamin Franco, área central da cidade, a RDV oferece das tintas aos acessórios, sempre uma solução completa para a pintura, seja residencial ou predial.
A loja é representante oficial da Anjo Tintas, fábrica localizada em Santa Catarina, com 36 anos de história, que se consolidou no mercado ao apresentar produtos duráveis, com foco na inovação e sustentabilidade.
Segundo Bárbara Maria, as tintas Anjo são produtos tão bom quanto os líderes de mercado, mas com um custo menor, em alguns casos chegam a custar metade do preço. “Aqui na RDV Tintas nós prezamos pela qualidade daquilo que oferecemos aos nossos clientes e essa marca realmente é top de linha. Aqui trabalhamos com outras marcas fortes, mas nosso carro-chefe são os produtos da Anjo, que são excelentes e por um preço muito menor”, enfatiza Bárbara, que ao lado do irmão Vinícius Amato e do pai Richard Amato, administram a RDV Tintas Imobiliárias.

Atendimento diferenciado
Como para a RDV o foco não é apenas vender, mas sim entender a necessidade do cliente e assim solucionar o seu problema, a loja conta com um atendimento especial. Atuando no ramo de tintas há mais de 11 anos, Matheus Santana dá toda uma consultoria para o cliente quando chega na loja. “Às vezes a demanda do cliente vai muito além da simples pintura. Precisa entender onde a tinta será aplicada, se é primeira mão, qual tipo de superfície, se tem rachaduras, se é externa ou interna, enfim, não é basicamente fazer a venda, mas buscar a satisfação desse cliente depois da utilização da tinta”, ressalta Matheus.
Ele conta que na RDV, da marca Anjo os clientes encontram esmalte sintético, tintas acrílicas (linhas Premium e Standard – mais em conta), tintas para piso e uma linha especial de tinta emborrachada. A tinta emborrachada da Anjo é a única do Brasil com garantia vitalícia. É indicada para a pintura de paredes externas, internas e telhados. Quando aplicada em telhados, reduz o calor e funciona como isolante acústico. O uso da tinta garante a redução de até 3°C na temperatura e de ruídos no ambiente em até 5 decibéis.
Com uma paleta de mais de 2 mil cores disponíveis, caso a cor não esteja pronta, é possível fazer a cor desejada e o cliente ter a mesma em poucos minutos.
Está esperando o quê para renovar a cor da sua casa ainda em 2022?

Família RDV
A RDV Tintas está no mercado há mais de 20 anos. Fundada por Richard Amato, que há 30 anos atua no segmento, a loja iniciou trabalhando somente com tintas automotivas, tendo lojas em São Paulo e Arujá.
Desde maio de 2022, com uma parceria de exclusividade na região do Alto Tietê com a Anjo Tintas, a RDV passou também a comercializar tintas imobiliárias. Hoje, somente em Arujá, a RDV tem duas lojas, uma somente do segmento automotivo e a recém-inaugurada no ramo imobiliário.
Na administração das lojas Richard conta com a ajuda dos filhos, Bárbara Maria e Vinícius Amato.

Serviço
RDV Tintas Imobiliárias – tudo em tintas para sua casa
Rua Major Benjamin Franco, 980
Centro de Arujá;
Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h; sábados, das 8h30 às 12h30.
Telefone: (11) 97300-8516 /
(11) 2756-1800
Instagram: @rdvtintas.conceito

RDV Tintas Automotivas – tudo para funilaria e pintura, estética automotiva, polimento e embelezamento, gases industriais, soldas, EPI etc.
Rua Major Benjamin Franco, 505
Centro de Arujá
Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h; sábados, das 8h às 12h.
Telefones: (11) 4653-6525 /
(11) 97300-6499
Facebook e Instagram: @rdvtintas

RDV Tintas Automotivas SP
Av. Gameleira Branca, 486 – Jardim Brasília
Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h; sábados, das 8h às 12h.
Telefones: (11) 2743-8060 /
(11) 97300-3764

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Núcleo de Terapias Integrativas: um espaço para cuidar da saúde física e mental

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Quem busca cuidar da saúde física e mental e não abre mão da busca por profissionais extremamente conceituados, que prezam pelo conhecimento e constante atualização nas suas áreas de trabalho, pode consultar em Arujá duas excelentes profissionais da área da saúde que decidiram se unir e montar um espaço que foi pensado em cada detalhe com muito carinho e responsabilidade profissional para atender seus pacientes de forma acolhedora e humanizada.
Tratam-se das profissionais Dra. Ana Paula Araújo, com 24 anos de dedicação e estudos na área da fisioterapia e da medicina tradicional chinesa, tratamento hoje não mais chamado de alternativo, mas sim, integrativo; e Ligia Natália A. dos Santos, psicóloga com especialização em Saúde mental, Psicopatologia e Atenção Psicossocial, pós-graduanda em Psicologia Clínica, e também atua como voluntária e coordenadora da ONG (Organização Não Governamental) Doutores do Riso.
Ligia Natália: “Falar a respeito da minha profissão e dos caminhos que percorri até aqui é sempre algo muito simbólico e importante. Desde minha formação tive em mente que um dos meus objetivos seria conhecer a psicologia como um todo, e isto me destinou a estagiar e atuar em diversas áreas, como delegacia da mulher, serviço de acolhimento institucional de crianças e adolescentes, CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) e atuação clínica em diversos contextos.
A Psicologia proporcionou em minha vida o anseio de forma constante pelo conhecimento, pelo estudo e pela busca ao aprimoramento profissional, do qual me permiti transitar pelas áreas de atuação e conhecer realidades sociais distintas em prol de um conhecimento amplo a respeito da individualidade e da sociedade, visando sempre à humanização.
Ana Paula: “Desde muito nova tinha dentro de mim que gostaria de exercer uma profissão que, além de manter minha vida financeiramente, fosse algo que motivasse minha alma todos os dias a me levantar e dizer para mim mesma : ‘como eu amo fazer esse trabalho’. Além disso, desejava que ele fizesse diferença na vida das pessoas.
Nunca me cansei de buscar o conhecimento, pois acho que o estudo nos abre portas, nos desperta e nos faz melhores a cada dia. Além das técnicas da medicina chinesa (acupuntura sistêmica e auricular, eletroacupuntura, ventosa, farmacologia chinesa), vieram para complementar o foco integrativo a cromoterapia, a riqueza dos óleos essenciais, dos florais e a fotobiomodulação, que consiste na aplicação da laser acupuntura e do led.”

Serviço

Agendamentos:
Ana Paula
(11) 99840-3522
@nucleodeterapiasintegrativas

Lígia Natália
(11) 93258-8124
@psicologaligianatalia

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Prata da casa: atriz de Arujá integra elenco de musical estrelado por Miguel Falabella

Postado em 13 de dezembro de 2022

A jovem atriz de Arujá, Mannu Silva, 12, está novamente integrando um grande musical. Desta vez ela está no elenco do espetáculo natalino A Christmas Carol que estreio no último dia 10 de dezembro, no Teatro Santander. A versão brasileira tem texto de Daniela Cury, direção de Fernanda Chamma e direção musical de Catarina Marcato e Vinícius Loyola.
Inspirado na bem-sucedida montagem inglesa de 2019, que, desde então, vem sendo apresentada em vários lugares do mundo, participam desta nova montagem brasileira, jovens talentos e nomes consagrados do teatro musical, como o ator Miguel Falabella, que reveza com Arizio Magalhães o papel do protagonista Ebenezer Scrooge, um homem avarento que abomina o Natal.
As músicas da peça foram todas traduzidas e a história abre os olhos para as diferenças da sociedade. A obra foi publicada em 1843 e a história valoriza a representatividade. Importante destacar que todo enredo se baseia no poder de modificar as pessoas, principalmente as más.
A história se passa na Inglaterra e na véspera de Natal, Ebenezer recebe a visita do fantasma de seu antigo sócio que o desafia a mudar de comportamento caso não queira ser condenado a vagar pela eternidade.
Para a jovem atriz Mannu Silva, estar no palco com Miguel Falabella é uma experiência surreal.
“Ele é uma pessoa muito carinhosa e carismática, com uma criatividade fora do comum. Acredito que não sou só eu que estou aprendendo com ele, mas o elenco inteiro. Ele pensa em coisas extremamente incríveis, não só para o personagem dele, mas, para obra em si. Ele consegue colocar uns toques de humor muito legais e fica tudo mais divertido e, ao mesmo tempo, passa mesma mensagem. Com certeza é um aprendizado que vou levara para a minha vida intera”, ressaltou a jovem atriz.
Mannu Silva já integrou o elenco de “A Megera Domada – O Musical” e “O Banquete de Natal”, ambos sob direção geral de Fernanda Chamma e “Pinóquio” com direção geral de Cynthia Falabella.

Serviço
A Christmas Carol
Curta temporada!
Dias 16, 17 e 18 de dezembro
Teatro Santander – Complexo JK Iguatemi – Avenida Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi
Ingressos: www.sympla.com.br

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Metade dos trabalhadores está esgotada e considera o trabalho muito estressante, diz pesquisa

Cenário de pandemia fez surgir um fenômeno que vem ganhando espaço no mundo corporativo, o quiet quitting, a demissão silenciosa

Postado em 12 de dezembro de 2022

A pandemia deixou marcas profundas nas relações de trabalho. A cada dois trabalhadores, um se sente esgotado e acha o emprego muito estressante. Um em cada três profissionais considera que sua felicidade foi afetada pelo estresse do trabalho e 40% deles planejam pedir demissão nos próximos anos. Os números são da pesquisa Talkspace’s Employee Stress Check, feita este ano por uma consultoria de saúde mental nos Estados Unidos, mas que refletem uma realidade mundial.
Os principais motivos para insatisfação do trabalhador, segundo a pesquisa, são salário baixo (57%), esgotamento emocional ou burnout (51%), falta de flexibilidade da empresa (45%) e excesso de horas extras (44%). Esse cenário de pandemia fez surgir um fenômeno que vem ganhando espaço no mundo corporativo, o chamado quiet quitting, ou demissão silenciosa.
Na versão corrente, demissão silenciosa é quando o trabalhador executa estritamente suas funções limitando-as ao necessário, o suficiente para se manter no emprego. A psicóloga Patrícia Ansarah, uma das fundadoras do Instituto Internacional de Segurança Psicológica (IISP), afirma, no entanto, que o comportamento se populariza, alavancado pela Geração Z (nascidos entre 1996 e 2012), porque dá voz ao sofrimento das pessoas no ambiente de trabalho.
De acordo com Patrícia, a demissão silenciosa não tem relação com falta de engajamento. “Tem a ver com o colaborador optar por permanecer realizando suas funções sem assumir responsabilidades extras, contra as expectativas de líderes e empregadores de que todos dedicarão horas adicionais e energia sem compensação adicional. Embora possa parecer falta de engajamento ou apatia, são pessoas que até não se importam em trabalhar muito, desde que vejam valor e benefício em sacrificar o seu tempo e saúde para isso”, avalia Patrícia.
O movimento foi criado em um contexto de insegurança financeira, constante estresse, aumento nos casos de ansiedade, burnout (esgotamento emocional) e, consequentemente, baixa qualidade de vida. A psicóloga Veruska Galvão, também fundadoras do IISP, afirma que a mudança drástica do modelo de trabalho durante a pandemia, com profissionais sobrecarregados, sofrendo pressão por resultados e, na maioria das vezes, não sendo valorizados e nem remunerados por isso, provocou o aumento desse comportamento.
“É um movimento mundial que essa geração mais nova provoca sobre o que significa ter uma carreira de sucesso e qual o preço disso, numa resposta às gerações anteriores que estão adoecendo por terem negligenciado conversas sobre limites, saúde e bem-estar. É um movimento social de crítica à normalização do excesso de trabalho”, afirma Patrícia.

Liderança
Segundo Veruska, empresas que não prepararem seus líderes para compreenderem o contexto e o impacto desse movimento sofrerão consequências negativas. Ela diz que os gestores precisam reavaliar prioridades, estabelecer conexão com seus times, incluir em suas pautas o tema de saúde mental e, principalmente, se colocar como parte do time, assumindo a responsabilidade pelos indicadores de saúde e performance da equipe.
O especialista em logística e sócio da empresa Pathfind, Antonio Wrobleski, divide os praticantes de quiet quitting em duas vertentes. Uma delas é característica das novas gerações. “O jovem de hoje não tem mais pretensão de permanecer longos períodos na empresa, está muito suscetível a mudanças e enxerga motivos em diferentes situações”, afirma. O outro aspecto está relacionado à empresa, quando o funcionário não vê perspectivas de crescimento ou a companhia não oferece atratividade.
“A pessoa só se estressa, se frustra, quando não alcança seus objetivos, sejam pessoais, de relacionamentos ou empresariais. O quiet quitting é um ponto na curva que acontece há algum tempo e hoje está tendo publicidade porque algumas empresas não sabem como lidar com isso”, diz Wrobleski.
Para Patrícia, o movimento de quiet quitting está diretamente relacionado à liderança. A falta de clareza dos papéis, objetivos e metas causa ineficiência operacional, que resulta em retrabalhos, horas extras e esforços que não geram valor ao negócio. A insegurança dos líderes em confiar em seus times e a falta de tempo como desculpa para não estar com suas equipes geram distanciamento entre líder e liderado, afirma Patrícia, aumentando o nível de estresse, ansiedade e doenças mais graves como burnout e depressão.

Áreas vulneráveis
Ainda não há estudos sobre os setores mais vulneráveis ao quiet quitting, mas os casos de burnout são mais frequente nas áreas de saúde, serviço e educação, especialmente em grandes empresas multinacionais, nas quais os profissionais relatam maior dificuldade para se desconectar do trabalho nos momentos que deveriam ser focados para o descanso, lazer ou cuidados com a saúde, devido principalmente ao excesso de cobrança por resultados.
Segundo Patrícia, a demissão silenciosa impacta os resultados financeiros e sustentabilidade do negócio, o que pode ser prejudicial às organizações que estão precisando inovar rapidamente para se manterem competitivas. O aumento de turnover, auxílio-doença, absenteísmo, afastamento médico, ineficiência operacional, processos de seleção e de treinamento afetam a reputação da empresa e impacta diretamente o resultado financeiro.
“Para se ter uma ideia de grandeza de valores, uma pesquisa realizada pela Gallup mundialmente com mais de 3 milhões de pessoas, mostra que apenas 25% dos profissionais estão engajados no trabalho. A estimativa, em dólares, é que isto custe US$ 7,8 trilhões à economia global”, aponta Veruska.
Para romper esse ciclo é preciso preparar a liderança, concordam Patrícia, Veruska e Wrobleski. “Identificar o que precisa ser mudado é o primeiro passo e isso só será possível se a qualidade do relacionamento entre líder e liderado virar prioridade”, afirma Patrícia. Veruska defende que é preciso desenvolver uma relação mais próxima, mais vulnerável e humana para que as pessoas se sintam confortáveis ao trazer suas questões, compartilhar inseguranças e pedir apoio sem medo de sofrer retaliação ou julgamento.
Wrobleski aponta que a empresa precisa oferecer um ambiente de trabalho saudável. Isso inclui horários mais flexíveis, ambientes mais leves e soltos. “Tudo isso faz parte das regras de convivência entre empresas e funcionários, que é como uma convivência familiar. Se não houver uma boa convivência, não vai haver funcionários estimulados e a empresa também não será estimulante”, comenta.
O empresário diz que existem variadas opções para oferecer recursos ao trabalhador. “Eu sempre gostei de atualização pessoal, abrir canais para novas formações. Existem muitas ferramentas que trazem bons resultados”, alega.

Relação humana
Resultados a qualquer custo não cabem mais nas empresas saudáveis e sustentáveis. A qualidade das relações humanas é o foco para criar e manter ambientes produtivos. A gestão empresarial precisa estar preparada para fazer mais perguntas e dar menos respostas. Essa também é a melhor maneira de incluir a diversidade de pensamentos e criar diálogos e discussões férteis para o negócio.
“Criar condições para que o ambiente seja favorável à saúde do profissional e da organização é oferecer ambientes psicologicamente seguros, onde haja limites, falar dos problemas que ninguém fala, pedir ajuda, falar daquilo que importa, sem medo”, afirma Patrícia.
Wrobleski diz que, mais do que o KPI, os indicadores-chave de performance, fundamentais para conduzir bem os negócios, é preciso voltar a atenção aos indicadores-chave das pessoas no mundo corporativo. “Sempre fui muito favorável e estou olhando com particular carinho para esses indicadores de pessoas, abrindo a visão sobre o que acontece com essas pessoas no dia a dia”, afirma.
Ao observar as pessoas na empresa, o gestor consegue identificar eventuais problemas, como por falta de motivação, presença inconstante, entregas irregulares, que caracterizam o quiet quitting. “O gestor precisa ter ferramentas para se aproximar das pessoas e para que as pessoas se aproximem da empresa”, explica Wrobleski.
Segundo Veruska, empresas onde existe a prática do quiet quitting são as que adotam o microgerenciamento, retaliação, falta de confiança, medo instalado e a cultura do silêncio imperando. “Ambientes psicologicamente seguros favorecem a alta performance em uma dinâmica social saudável, a qualidade das conversas aumenta e o nível de estresse diminui, impactando a saúde do colaborador e a saúde financeira da empresa”, garante.

Quiet firing
Mas a conversa franca depende também do trabalhador. No lugar da prática da demissão silenciosa, Patrícia sugere que o profissional seja transparente com o seu líder e tome a iniciativa para conversar sobre limites do trabalho. Esse diálogo, segundo ela, pode impedir consequências ainda mais graves, como a adoção do quiet firing, resposta imatura da liderança ao quiet quitting, que aumenta a distância entre o líder e liderado.
No lugar de olhar para a demissão silenciosa como um diagnóstico que aponta para a urgência de se criar relações psicologicamente seguras que geram aprendizado e crescimento para todos, no quiet firing os líderes passam suspender feedbacks, congelar promoções, promover mudanças repentinas, não compartilhar informações relevantes para o trabalho, cancelar reuniões, entre outras práticas, até que a situação se torne insustentável e o funcionário peça para sair, comenta Veruska.
Como empresário, Wrobleski defende que o quiet firing não deve existir. “Se o funcionário não está atendendo à empresa, não importa o comportamento dele, se estiver fora da curva, o gestor precisa trazê-lo para dentro. Não pode nunca haver uma dinâmica de quiet firing”, alega.
As empresas devem colocar o ambiente saudável na agenda de negócio. “Assim como hoje respondem por indicadores de performance e de acidente de trabalho, responderão por indicadores de saúde mental e reputação organizacional. E empresas que quiserem se manter competitivas e saudáveis no mercado, precisarão trabalhar em estratégias de prevenção com muito foco na qualidade das relações”, diz Veruska.

Sobre o Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP)
O Instituto Internacional em Segurança Psicológica é uma organização criada para apoiar empresas corajosas a liderar a transformação do jeito de fazer negócios, preparando a liderança para uma gestão mais consciente e humana, por meio da Segurança Psicológica. A ideia do instituto vem para endossar o pioneirismo e dar visibilidade ao tema, colocando o Brasil e demais países de língua portuguesa na mesma página de outros países que já estão aplicando as intervenções baseadas nos estudos da Segurança Psicológica. É um movimento de dentro para fora. É uma causa que acredita que as organizações têm papel fundamental social e que a segurança psicológica pode ajudar a mudar o mundo do trabalho, das relações humanas e dos negócios.

Sobre Antonio Wrobleski
Especialista em logística, presidente do Conselho Administrativo da BBM Logística, sócio e conselheiro da Pathfind. Engenheiro com MBA na NYU (New York University) e também sócio da Awro Logística e Participações. Ele foi presidente da Ryder no Brasil de 1996 até 2008, em 2009 montou a AWRO Logística e Participações, com foco em M&A e consolidação de plataformas no Brasil. Foi Country Manager na DHL e Diretor Executivo na Hertz. O trabalho de Antonio Wrobleski tem exposição muito grande no mercado Internacional, com trabalhos em mais de 15 países tanto no trade de importação como de exportação. Além disso, ele é faixa preta em Jiu-jítsu, há 13 anos, e pratica o esporte há 30 anos.

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