Thiago

O que fazer para não perder o implante dentário

Postado em 1 de março de 2018

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É importante deixar claro que: não existe rejeição em implantes dentários.Eles são cofiáveis, seguros e com índices de sucesso próximo a 100%. Nossa, então por que perdi meu implante? Estava tudo bem e de repente caiu!
Os implantes dentários mais usados mundialmente, são constituídos de titânio. Este material é considerado biocompatível, ou seja, compatível com a vida, com os tecidos, com o osso, com a gengiva, portanto, não desencadeia a rejeição, uma vez que não possue código genético (DNA), não consegue formar uma reação antígeno-anticorpo; não pode ser rejeitado pelo organismo.
Didaticamente, existem dois momentos onde se pode perder o implante. O primeiro é no momento de fazer a reabertura para colocação do dente. Neste momento o implante pode não ter se osseointegrado (conectado) ao osso, desta forma ele se solta por inteiro.
Dentro de uma linha de raciocínio lógico, pode se dizer que perdeu o implante por questões bem práticas e fáceis de compreender:
1ª – Contaminação: a contaminação pode ocorrem tanto por falhas na antissepsia e assepsia durante o procedimento, como por falta de cuidados pós-operatórios, abertura de pontos, exposição de enxerto, tudo por falta de uma orientação profissional bem esclarecida. Como se diz: “Ninguém gosta de ficar em lugar sujo, nem o implante”.
2ª – Aquecimento: o dentista prepara um alvéolo (orifício) para inserir o implante. Se neste momento os instrumentais cirúrgicos, principalmente as brocas, não forem adequadas, estiverem rombas, sem o devido corte, um atrito é gerado nos tecidos. Todo atrito gera calor e o calor excessivo causa desnaturação das proteínas, portanto, cauteriza, queima o osso e não adianta colocar implante em tecido morto, pois vai perder e não por rejeição.
3ª – Falta de tecido: para se pregar um prego precisamos de madeira, tanto em espessura como em comprimento, então para se colocar um implante tem que ter osso ou então ter feito ou fazer enxertos reconstrutivos, simples assim, não é rejeição.
Outro momento em que se pode perder os implantes dentários é por uma doença chamada peri-implantite. Trata-se da perda óssea progressiva ao redor dos implantes já osseointegrados. Clinicamente, podemos observar uma vermelhidão na gengiva ao redor do implante, com presença ou não de sangramento e pus. Esta inflamação dos tecidos leva a reabsorção do osso ao redor do implante, levando, muitas vezes, a exposição do mesmo. A evolução deste quadro clínico leva, em último caso, a perda do implante dentário, é a maior causa de perda de implante.
Como sempre, o primeiro passo para o tratamento da peri-implantite é o diagnóstico da causa. Pode estar associada ao trauma oclusal, que gera uma sobrecarga mecânica no dente, na maioria das vezes um ajuste da mordida paralisa ou estabiliza o processo. Se a causa for acumulo de biofilme (placa bacteriana, tártaro) se torna imprescindível a orientação do paciente quanto aos métodos de higiene oral e, principalmente, a sua importância para que o tratamento de certo. Uma vez restabelecida a correta higienização bucal e a remoção da placa e tártaro, o processo de peri-implantite tende a estabilizar. Lembrando que o osso que foi perdido não volta mais.
Manobras cirúrgicas como enxertos ósseos e gengivais, muitas vezes, são de boa escolha e melhoram o quadro principalmente estético.
Os implantes revolucionaram não só odontologia, mais principalmente a vida de milhares de pacientes que voltaram a sorrir, comer e literalmente tiveram sua autoestima de volta. São confiáveis, duradouros e com uma previsibilidade de sucesso bem perto dos cem por cento, ou seja, são excelentes. Devem e são utilizados mundialmente. Como tudo na vida, certo é certo, não existe mais ou menos, necessitam de um planejamento sério, multidisciplinar e de profissionais capacitados para executarem o procedimento.

Por: Dr. Fabrício José Araújo
CRO-SP 80665 (Arujá/SP)
Especializado em implantodontia
Contato: 4653-1361
fabricio@fabricioimplantes.com.br

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XC40: Volvo Cars inicia pré-venda de seu novo SUV no Brasil

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Produzido na fábrica de Ghent, na Bélgica, o novo XC40 foi apresentado mundialmente no final do ano passado, em Barcelona (Espanha), e já tem data para chegar ao mercado brasileiro. Com lançamento marcado para abril, o modelo com direção semiautônoma mais barato do Brasil entra em pré-venda na rede de concessionárias da marca, com preços a partir de R$169.950, em três versões de acabamento – T4, T5 Momentum, T5 R-Design –, além das edições especiais T5 Momentum First Edition e T5 R-Design First Edition.

Design jovial, sofisticação e soluções inovadoras
O XC40 segue a expressão pura do design escandinavo, combinando robustez com visual elegante e refinado. O exterior combina um capô longo e largos para-lamas que confirmam a presença imponente do modelo. A forte personalidade da dianteira, a exemplo do XC60 e do XC90, é expressada pelo mais avançado sistema de iluminação do segmento.

Conectado aos novos tempos
O sistema de entretenimento e conectividade do XC40 é o mais completo da categoria. O Sensus Connect é acessível pela tela antirreflexo sensível ao toque de 9 polegadas de LCD no painel central, que reúne praticamente todos os comandos do veículo em um único lugar. O display recebeu atualização gráfica aprimorada, tornando o uso para o motorista ainda mais natural e intuitivo. Navegação, conectividade e entretenimento estão a pouquíssimos toques. As funções também podem ser acessadas por comando de voz. Como no XC60 e XC90, a integração do smartphone está disponível com os aplicativos Apple CarPlay e Android Auto.

Dirigibilidade refinada
O XC40 chega equipado com tração integral AWD (All Wheel Drive), que calcula constantemente a distribuição de tração entre os eixos para obter a melhor performance e estabilidade. O controle absoluto do veículo se dá também por meio de diferentes modos de condução. São cinco no total, que ajustam parâmetros relacionados à resposta do motor, agilidade na troca de marchas, ajuste de esforço da direção, resposta dos freios e controle de estabilidade. Em relação à segurança, o XC40 se beneficia das premiadas tecnologias conhecidas nos veículos XC90 e XC60, tornando-o referência entre os SUVs compactos de luxo.
O modelo chega ao Brasil equipado com o inovador City Safety, sistema que auxilia o condutor com frenagem automática para evitar e reduzir o risco de colisão contra veículos, pedestres e animais de grande porte à frente do carro.
Outro recurso é a Mitigação de Pista Oposta (Oncoming Lane Mitigation), que ajuda os motoristas a evitar colisões com veículos que se aproximem vindos da pista contrária. Esse recurso funciona ao avisar o motorista distraído que invade a faixa oposta, oferecendo suporte automático a direção e conduzindo o veículo de volta a sua própria pista, fora do caminho de qualquer outro automóvel que esteja vindo. O sistema é ativado entre 65 e 140 km/h.
O XC40 também disponibiliza como itens de série outros recursos exclusivos para o segmento, como sistema de alerta de mudança de faixa, sistema de proteção em saída de estrada, sistemas de proteção contra impactos laterais e lesões na coluna cervical.
A visão da marca é de que ninguém perca a vida ou sofra lesões graves num veículo novo da Volvo até 2020. A previsão de chegada do XC40 ao mercado nacional é abril, para as versões T5 Momentum e T5 R-Design, e julho, para a configuração T4.

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Automação residencial dependerá cada vez menos de interferência humana

Segundo especialistas, a tendência é que nesta quarta geração da tecnologia, equipamentos comecem a ‘pensar’ ´por si e a ajustar as condições de conforto e segurança dos moradores

Postado em 28 de fevereiro de 2018

A automação residencial enxerga na inteligência artificial o seu futuro. Se anteriormente o morador utilizava botões, controles remotos ou smartphones para ativar os sistemas de sua residência, a tendência é que muito em breve essa função seja realizada pelos próprios equipamentos. Os aparelhos serão capazes de preparar todo o conforto do ambiente sem a necessidade de interferência humana.
“O futuro é que esses equipamentos ‘pensem’ e comecem a programar cenas a partir da rotina do morador”, destaca o engenheiro Rubens Augusto Romano, titular da Automatic House, empresa de consultoria. “Os hábitos do morador que chega em casa, diariamente, às 17 horas de acionar o ar-condicionado, abaixar as cortinas e ligar o aparelho de som são registrados pelos equipamentos, que passam a repeti-los automaticamente”, exemplifica.
Mas engana-se quem imagina que a automação está ligada somente ao luxo. A tecnologia colabora, há algum tempo, com a saúde de pacientes. Por exemplo, o morador com algum tipo de doença pode usar pulseira ou camiseta que monitoram indicadores como temperatura e frequência cardíaca. Os dados são captados por sensores da casa, enviados para a ‘nuvem’ e o centro médico informado imediatamente em caso de intercorrências.

Eficiência energética e custos
A automação é grande parceira da eficiência energética residencial. “É interessante sempre usar a tecnologia a seu favor”, diz o consultor. Operações como ligar e desligar a iluminação da casa devem estar atreladas a parâmetros que visam economia. É o caso de programar que a luz artificial só será ligada quando não houver iluminação natural, ou quando tiver pessoas na sala. Ao ser bem projetada, a automação é capaz de proporcionar ganhos significativos em eficiência.
Contar com os benefícios das soluções de automação não exige investimentos tão expressivos quando se trata de projeto de menor porte. Há, no mercado, produtos a partir de R$1 mil, ou até menos, quando se trata de controlar a iluminação através de aplicativo gratuitode smartphone para lâmpada que custa cerca de R$400. “No entanto, em projetos complexos, o céu é o limite”, acrescenta o profissinal.

O futuro é agora
De acordo com Romano, o setor de automação residencial foi fortemente afetado pela recessão econômica do País. “Mas, hoje, os investidores que estão construindo imóveis para vender percebem que, se a solução de sua escolha não tiver uma boa tecnologia, seja ela do tamanho que for, o resultado será um produto de baixa performance, ou seja, a automação residencial passou a ser um diferencial competitivo”, comenta.
Nos últimos anos, entraram importantes players no mercado, principalmente grandes marcas mundiais de tecnologia, que passaram a oferecer produtos no segmento. “A automação passou a ser popularizada por essas empresas”, observa. É o caso das smart TVs que foram dotadas de outras funcionalidades pelos fabricantes. O aparelho agora acumula a função de centro de controle dos demais equipamentos, como rádios ou home theater.
O mesmo aconteceu com o relógio. “A partir do momento em que se tem uma rede WiFi funcionando na casa, é possível controlar vários produtos de formas diversas”, diz. A primeira geração da automação foi a dos controles remotos, porém, o grande salto veio com os smartphones e seus aplicativos. “Chegamos, agora, à quarta geração com a Internet das Coisas, em que os IPs fazem com que todos os equipamentos conversem entre si”, destaca.
“É uma evolução muito rápida e já em uso. As pessoas estão dependendo cada vez menos do integrador de sistemas de automação e fazendo sua própria programação – pessoalmente, ou através da internet, ou pela inteligência artificial dos equipamentos. Essa mudança tornou a automação mais econômica, pois depende apenas de equipamento com algumas funcionalidades”, ressalta.

Automação na prática
O projeto elaborado pela Vitacon, com parceria da IBM e Intel, comprova a evolução das tecnologias de automação. Trata-se do SOUL (Smart Options for Urban Life) que consiste em um edifício capaz de entender a rotina dos seus moradores e fornecer serviços que se adequem às especificidades de cada um.
A primeira fase do projeto contará com um apartamento (laboratório) destinado a startups e parceiros que queiram testar e aplicar inovações para smart home, com base no conceito da Internet das Coisas. O empreendimento permitirá testes e instalação de sensores que meçam consumo de energia, água, gás, movimento, proximidade, temperatura, luminosidade e umidade; sistemas de notificação sem fio via Bluetooth e WiFi; dispositivos para interligar a rede central do prédio a cada morador; entre outros.
O objetivo da etapa inicial será testar a aplicação da tecnologia no dia a dia das pessoas convivendo em um ambiente real e sentindo o impacto de se ter tudo conectado e integrado. Já na fase seguinte, as tecnologias mais maduras e integradas serão aplicadas em um edifício da Vitacon na avenida Faria Lima, em São Paulo.

Fonte: Portal AECweb / e-Construmarket
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Soluções que reproduzem o efeito do cimento queimado

De argamassas especiais a porcelanatos e laje acabada, conheça produtos e técnicas que permitem obter a aparência despojada e contemporânea do revestimento cimentício

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Cimento queimado

O cimento queimado é uma solução que caiu no gosto de arquitetos e designers por garantir um efeito despojado, contemporâneo, com uma pegada industrial e a um custo competitivo. Composto basicamente por cimento, areia e água, esse material pode ser aplicado em paredes, pisos e bancadas, seja em áreas internas ou em espaços externos.
Uma particularidade do cimento queimado é conferir a superfície um aspecto manchado e monolítico (sem juntas). Para muitas pessoas, são justamente essas características que tornam esse material tão interessante, especialmente para aplicação em pisos. Mas outras propriedades podem tirar o encanto dessa solução. O aparecimento de fissuras superficiais, resultado da dilatação e da contração naturais do material, é a principal delas.
“Se o usuário não pode conviver com uma trinca, indicamos colocar juntas de dilatação formando quadrados grandes nas superfícies”, diz a arquiteta Marcella Monfrinatti, sócia do escritório Two Design. Ela conta que, de modo geral, não recomenda o cimento queimado tradicional para clientes que valorizam somente superfícies perfeitamente planas e lisas.
Há de se considerar, ainda, que o ótimo resultado do cimento queimado depende em enorme medida da qualidade da execução. “É fundamental contar com uma execução bem feita, com um bom contrapiso. Caso contrário, trincas e rachaduras que são normais nesse tipo de revestimento podem se tornar grandes e largas, transformando-se em um problema”, destaca Mariane Cunha, diretora do escritório Ah!Sim.

Revestimento cimentício
A boa notícia é que a indústria tem buscado desenvolver soluções para quem não abre mão do efeito rústico do cimento queimado, mas precisa de alternativas que garantam um visual mais homogêneo. Entre as mais comuns estão os revestimentos decorativos de base cimentícia, fornecidos por empresas como Eurodecor, Bricolagem Brasil e Bautech e indicados para cobrir paredes e pisos em áreas de tráfego moderado.
Aplicados como uma massa/textura em espessuras que variam de 2 a 6 mm, esses produtos têm custo acessível (custam, em média R$50 o balde com 5 quilos, o suficiente para cobrir 1 m²). Além disso, não costumam apresentar problemas de fissuras ou rachaduras e tem alta resistência à abrasão graças à adição de fibras e inibidores de retração em sua composição. De fácil manutenção, podem ser utilizados sobre revestimentos preexistentes, inclusive cerâmicas. Também podem dispensar a construção de juntas de dilatação, garantindo um efeito monolítico mesmo em áreas maiores. Alguns fornecedores, no entanto, recomendam a execução de juntas frias ou plásticas compondo panos de no máximo 2m x 2m.
“Outra vantagem desses revestimentos é a variedade de cores, que podem ir dos tons mais claros aos mais escuros”, diz a arquiteta Nina Abadjieff. Para o sucesso desse tipo de solução, contudo, é fundamental respeitar os intervalos de secagem e cura indicados pelo fornecedor.

Porcelanatos Full HD
O porcelanato com padrões cimentícios também é uma alternativa para obter o aspecto do cimento queimado. “Trata-se de uma ótima opção para quem quer um revestimento menos poroso e com maior facilidade de limpeza”, diz Monfrinatti, lembrando que o porcelanato pode ser aplicado em diferentes tipos de ambientes, inclusive úmidos.
Para conquistar a aparência mais próxima do cimento queimado, a recomendação é optar por grandes formatos produzidos com a tecnologia de impressão full HD, que garante maior fidelidade na reprodução de sua estampa e textura. “Placas de 90 x 90 cm, de 120 x 120 cm ou ainda maiores são as mais recomendáveis para quem deseja o aspecto do cimento queimado, mas sem trincas, manchas e porosidade”, afirma Cunha, que sugere, ainda, dar preferência às placas com bordas retificadas e rejuntes mínimos de 1 ou 2 mm para um melhor resultado.

Laje acabada
Em pisos, o efeito do cimento queimado monolítico também pode ser conquistado com o concreto derramado sobre a laje, também conhecido como laje acabada ou laje zero. Esse recurso foi utilizado na Casa em Samambaia, projetada pelo arquiteto Rodrigo Simão em Petrópolis (RJ), e na Casa Geminada, em São Paulo, de autoria das arquitetas Cecilia Reichstul e Clara Reynaldo do escritório CR2 Arquitetura. Em ambas as edificações, o concreto recebeu aditivos químicos e tratamento superficial com máquinas polidoras e vernizes para gerar superfícies espelhadas e bem acabadas.
Segundo Simão, a solução, muito utilizada em edifícios industriais, tende a ser econômica porque elimina etapas de contrapiso, argamassa, piso, rejunte e utiliza menos mão de obra. No entanto, requer o uso de um concreto com traço especialmente desenvolvido para piso polido, além de equipe mais especializada, sobretudo para lidar com etapas críticas, como nivelamento e polimento. Vale lembrar que esse tipo de solução exige um controle de planicidade muito mais rigoroso, uma vez que a laje estrutural também exerce o papel de contrapiso.

Por: Juliana Nakamura
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Vacaloca Multishow terá Sunset Station com sertanejo e eletrônico

Jorge & Mateus, Jefferson Moraes e Sevenn se apresentam no dia 25 de março em evento com oito horas de duração, em Mogi das Cruzes

Postado em 20 de fevereiro de 2018

Um novo formato de evento chega ao Vacaloca Multishow, em Mogi das Cruzes, no próximo dia 25 de março. É o Sunset Station, que vai unir sertanejo e música eletrônica em um evento com oito horas de duração. No palco da área externa da casa, Jorge & Mateus, Jefferson Moraes e Sevenn prometem muita animação a partir das 14 horas. O primeiro lote de ingressos já está à venda.

Reconhecido e aclamado como um dos principais redutos da música sertaneja em São Paulo, o Vacaloca Multishow já recebeu as principais duplas do país em seus 12 anos de existência, sempre com recordes de público. Com o Sunset Station, a casa une estilos para atrair um público que se revela cada vez mais eclético e em busca de novas alternativas de diversão.

A atração principal do evento é a dupla Jorge & Mateus, que volta à Mogi das Cruzes com o repertório do DVD “Terra Sem CEP”. Considerados uma das principais duplas sertanejas do Brasil, no último ano os goianos Jorge & Mateus passaram por mais de 160 cidades de Norte a Sul do Brasil. Destaque para os singles “Se o Amor Tiver Lugar”, “Medida Certa” e “Contrato”, lançados em 2017, quando eles alcançaram mais de 5 milhões de inscritos e mais de 2,5 bilhões de views no canal da dupla no Youtube.

Outra atração sertaneja do Sunset Station é o paranaense Jefferson Moraes, com o show “Start em São Paulo”. “Apadrinhado” por Jorge & Mateus, o cantor – já conhecido no circuito sertanejo – une composições próprias a roda de viola e cancioneiro, além das “baladinhas” que conquistam o público.

Antes de curtir os shows sertanejos, quem for ao Sunset Station do Vacaloca Multishow vai conferir a música eletrônica de Sevenn, o duo formado pelos irmãos americanos Sean e Kevin Brauer . Os DJs já se apresentaram no maior festival de música eletrônica do país – o Tomorrowland Brasil – além de terem no currículo tours pela América do Sul e América do Norte. Sevenn já lançou quatro hits mundiais junto a fenômenos da música eletrônica como Tiesto e Alok.

Ingressos
Com ampla área externa, onde vai ser realizado o Sunset Station, o Vacaloca Multishow dispõe de camarotes com estrutura coberta, lounges, bares e banheiros exclusivos. Os ingressos já estão à venda também para área VIP e pista no site vacalocamultishow.com.br e custam a partir de R$ 60,00.
Também é possível adquirir ingressos na loja Concept do Mogi Shopping; Ramage do centro de Mogi das Cruzes, Boutique Bijoux, em Guararema; Hot Spice, em Arujá; além das unidades da S. Stein do Suzano Shopping e do centro de Suzano. O Vacaloca Multishow fica na Avenida Francisco Rodrigues Filho, 3.500, em Mogi das Cruzes. Informações pelo telefone 2819-0825.

SERVIÇO
Sunset Station no Vacaloca Multishow
Data: 25 de março de 2018
Horário: A partir das 14 horas
Endereço: Avenida Francisco Rodrigues Filho, 3.500, Mogi das Cruzes
Ingressos: www.vacalocamultishow.com.br
Informações: 2819-0825

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Sintomas das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti são parecidos e diagnósticos nem sempre são fáceis

Pesquisador da UFSCar explica as diferenças entre as arboviroses que têm o mosquito como principal vetor

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Dengue, febre amarela, zika e chikungunya são as doenças (arboviroses) que já estão instaladas no Brasil e são transmitidas pelo mesmo vetor no meio urbano – o mosquito Aedes aegypti. Os sintomas das arboviroses urbanas são muito parecidos e o diagnóstico correto pode ajudar na condução de tratamentos mais eficazes.
A febre amarela é uma doença viral, transmitida pelo Aedes aegypti na cidade e pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus ou Sabethes nas áreas silvestres. Os insetos são os reservatórios mantenedores do vírus na natureza e são os responsáveis pela infecção em macacos e pessoas. A febre amarela é a mais grave entre as doenças transmitidas pelo Aedes, podendo atacar, principalmente, o fígado, os rins, o coração e o sistema de coagulação. Os sintomas iniciais são febre, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações. Em alguns casos, a doença evolui e passa a apresentar sintomas semelhantes aos da hepatite, como olhos amarelos, urina escura e uma forte debilidade orgânica. “Os rins podem ser afetados ao ponto de pararem de funcionar e complicações inflamatórias graves podem acometer os pacientes”, afirma Bernardino Alves Souto, docente do Departamento de Medicina (DMed) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), especialista na área de Epidemiologia. O pesquisador alerta que a mortalidade da febre amarela é alta e atinge entre 40 e 50% das pessoas infectadas pelo vírus.
No caso da dengue, a doença apresenta quatro sorotipos diferentes. Os sintomas iniciais também são febre, dor de cabeça, nos olhos e a dor muscular é mais intensa. O tratamento inicial é para conter os sintomas. O quadro pode agravar e progredir para a dengue hemorrágica, quando os episódios de sangramento podem ser severos e a doença passa a ser potencialmente fatal. “Ao ser infectada por um tipo de vírus da dengue, a pessoa ficará sempre imunizada para esse determinado sorotipo, mas não fica imune aos outros tipos de vírus da doença”, relata o epidemiologista. A avaliação de um médico é fundamental para o atendimento ao paciente. Em casos de dúvidas, o infectado deve ser tratado, inicialmente, como se estivesse contaminado por dengue, já que a doença apresenta complicações agudas graves, podendo matar nos primeiros 15 dias de início dos sintomas. “Se um caso de dengue for tratado como zika ou chikungunya, oportunizamos a ocorrência de complicações mortais. O contrário não causa nenhum dano”, explica o docente da UFSCar. O índice de mortalidade da dengue é bastante inferior ao da febre amarela e chega a 2% em epidemias de repetição.
O zika vírus apresenta os mesmos sintomas iniciais, com maior ocorrência de manchas na pele e coceira. A presença do vírus, às vezes, passa despercebida em alguns pacientes, mas pode causar problemas graves em bebês durante a gestação, como a microcefalia, e induzir a problemas neurológicos sérios em quem é infectado. Além da transmissão pelo Aedes, Bernardino Alves Souto lembra que já foi observada a transmissão do zika por meio de relação sexual o que reforça a necessidade do uso de preservativos.
No caso da chikungunya, além dos sintomas iniciais comuns à outras doenças, provoca dor articular mais intensa e prolongada. “A chikungunya pode deixar sequelas incapacitantes e, mesmo na fase aguda, deixar a pessoa quase inválida até que melhore. Além disso, pessoas portadoras de doenças crônicas podem ter complicações graves e até fatais, se infectadas por qualquer arbovirose”, esclarece Alves Souto. De acordo com o docente, a experiência mundial com a doença, mostra que a chikungunya dificilmente aparece, pela primeira vez, como uma epidemia de grandes proporções. A doença surge de forma esporádica por alguns anos em alguma população até causar uma epidemia maior. Dados do Boletim Epidemiológico da Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde brasileiro, mostram que entre janeiro e setembro de 2017 foram confirmados mais de 121 mil casos de chikungunya no País, com a maior incidência na região Nordeste, seguida das regiões Sudeste, Norte, Centro-Oeste e Sul. No mesmo período do ano passado, foram confirmados laboratorialmente 99 óbitos por chikungunya no Brasil e outros 159 estavam em investigação.

“Se imaginarmos um cenário com epidemia de chikungunya na proporção do que aconteceu com a dengue em 2015, teremos um contingente muito grande de pessoas absolutamente incapacitadas para o trabalho e dependentes de cuidados por terceiros no período endêmico, enorme sobrecarga no sistema de saúde, aumento considerável no consumo de medicamentos e na ocorrência de complicações de outras doenças, além de um número significativo de pessoas com sequelas temporárias e uma quantidade menor de pessoas com sequelas definitivas da doença”, alerta Alves Souto. O pesquisador acrescenta que o prejuízo econômico e social de uma epidemia de chikungunya seria grande, assim como o sofrimento dos doentes e suas famílias, além do elevado absenteísmo no trabalho.
Ao contrário da dengue, a febre amarela, zika e a chikungunya possuem, até então, apenas um tipo de vírus, o que deixa imunizadas as pessoas que forem infectadas por essas doenças. No geral, o tratamento das arboviroses serve para o alívio dos sintomas de febre, dor e mal-estar e o uso de anti-inflamatórios é contra indicado em casos de suspeita dessas doenças.
De acordo com Bernardino Alves Souto, o exame de sangue é fundamental para o diagnóstico, mas o tratamento de cada paciente é realizado conforme a evolução, ou não, do quadro de saúde. “No caso da febre amarela e a dengue, os resultados dos exames podem confirmar com maior precisão qual das duas está afetando a pessoa, apesar de que alguns exames para febre amarela ainda apresentem reação cruzada com outras arboviroses. A evolução clínica também ajuda na definição do diagnóstico. Nos casos de dengue, chikungunya e zika, os resultados, às vezes, se confundem e é preciso acompanhar a evolução do paciente ou dos próprios exames que devem ser repetidos ou feitos por técnicas diferentes”, aponta o professor. Ele afirma que os exames para o diagnóstico estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, mas que é preciso descentralizar o processo para que os resultados cheguem mais rápido. “Os exames costumam ser encaminhados para alguns laboratórios mais centrais do SUS e isso atrasa muito até que o resultado esteja disponível para o médico. É necessário descentralizar essas ações, principalmente nas cidades de interior das regiões mais afetadas”, defende. “Apesar disso, os exames específicos não são essenciais para o tratamento, de modo que o resultado acaba sendo mais importante para fins de vigilância epidemiológica do que para o cuidado com os doentes. Vale lembrar que a vigilância epidemiológica é tão importante quanto o tratamento dos infectados”, reforça o professor.

Prevenção
“Para prevenção dessas doenças o foco principal deve ser o combate ao mosquito transmissor, adotando cuidados ambientais e evitando qualquer empoçamento de água. Também é importante usar repelentes, calças compridas, blusas de mangas compridas e roupas de cores claras porque o mosquito tem preferência por materiais e locais escuros. É preciso ficar atento aos cantos escuros da casa, ralos e sifões das pias e calhas para evitar que o Aedes encontre alojamento e condições para reprodução. Além disso, é fundamental que as pessoas estejam engajadas em cuidar de seus espaços e entornos e que cobrem duramente ações do poder público”, afirma Alves Souto.
O docente também considera que o combate ao Aedes aegypti é ineficaz no Brasil desde que a dengue retornou ao País há mais de 40 anos. “A falta de políticas públicas responsáveis em relação à educação, à convivência social e ao meio ambiente é evidente e não será compensada por meio de tecnologias focais, biomédicas ou industriais”, destaca. Ele alerta, inclusive, que “assim como chegaram ao Brasil doenças mais recentes como zika e chikungunya, outras transmitidas pelo Aedes aegypti estão a caminho, como a febre mayaro, febre do Nilo Ocidental, encefalite japonesa e febre de rocio, além do alto risco de reurbanização da febre amarela”. De acordo com pesquisas na área de infectologia e com dados do Ministério da Saúde, já há o registro da circulação de alguns desses “novos vírus” no Brasil. “Precisamos agir antes que epidemias mais devastadoras acometam o nosso País”, conclui o docente.

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CMDCA Arujá: Há mais de 15 anos trabalhando em prol dos direitos da criança e adolescente

Postado em 31 de dezembro de 2017

Um trabalho totalmente voluntário de uma entidade sem fins lucrativos, que visa apenas fazer valer os direitos da criança e do adolescente, assim é o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Um órgão responsável pelas políticas públicas de defesa de direitos e promoção do bem estar social da criança e do adolescente presente em vários municípios. Em Arujá este órgão existe há mais de 15 anos.
Pela segunda vez consecutiva a advogada Maria da Conceição Melo Veras Galbetti preside o CMDCA de Arujá. “Desenvolvemos um trabalho voluntário, visando sempre garantir os direitos deles [criança e adolescente]”, acrescenta a presidente.
Com um trabalho fiscalizador, o CMDCA é um órgão deliberativo municipal que controla e promove ações públicas e privadas. Esse órgão faz a gestão dos recursos que são direcionados ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD). O CMDCA é uma instituição composta por membros da sociedade civil (50%) e do Poder Executivo Municipal (50%), que tenham cargos de direção em instituições voltadas para o segmento crianças e adolescentes e representantes de diversas secretarias do Governo. A criação desse conselho está disposta e prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Todos os membros prestam seus serviços ao Conselho voluntariamente.
“Formular a política municipal dos direitos da criança e do adolescente, definindo as prioridades e controlando as ações de execução; opinar sobre o orçamento municipal destinado ao desenvolvimento das políticas que visam o atendimento dos direitos da criança e do adolescente; fixar critérios de utilização das doações, subsídios e demais receitas através de planos de aplicação; estas são algumas das ações que desenvolvemos”, explica doutora Maria da Conceição.
Dentre os trabalhos que foram desenvolvidos pelo CMDCA de Arujá está a aprovação do Plano Municipal de Prevenção e Combate à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Agora o Conselho caminha para a elaboração do Plano de Atendimento Socioeducativo. É a partir da criação destes planos que se estabelecem diretrizes para a promoção de ações e tomada decisões.
“Com a aprovação do Plano de Prevenção de Combate à Violência Sexual, nós desenvolvemos palestras nas escolas estaduais quanto à prevenção e divulgação do abuso, dentre outras atividades”, acrescenta a presidente.
Outra ação que a doutora Maria da Conceição pretende desenvolver é buscar recursos para o CMDCA, para que estes sejam aplicados em projetos nas áreas da criança e do adolescente. Despertar, por exemplo, no empresariado, a ideia de que eles podem destinar parte de seu Imposto de Renda para o CMDCA e assim o imposto pago ficar na cidade, sendo aplicado exclusivamente em projetos sociais, é uma das metas do Conselho.
“É extremamente importante que as pessoas participem das ações do Conselho. Todos podem ajudar diretamente as crianças e adolescentes do município”, conclui doutora Maria.
Participe do CMDCA Arujá!
O Conselho atende de segunda a sexta, das 8h às 17h, na Rua Adhemar de Barros, 60, Centro de Arujá (prédio do Sincomércio ao lado do supermercado Dia).
Mais informações pelo telefone (11) 4655 8436.

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Lions de Arujá recebe visita do governador

Postado em 29 de dezembro de 2017

Lions de Arujá

Em um brilhante jantar de confraternização, o Lions Clube de Arujá recebeu, no dia 17 de novembro, a visita oficial do Governador do Distrito LC5, o Companheiro Leão (CL) l Luiz Carlos Paiva e sua esposa Companheira Leão (CaL) Marli Aparecida Paiva. CLs de diversos clubes da região, como Guarulhos, Mogi das Cruzes, Santa Isabel, Poá e Itaquaquecetuba prestigiaram o evento.

Reunião da governadoria
No dia 25 de novembro ocorreu na sede do Lions Clube de Arujá o segundo RCGD – Reunião do Comitê do Gabinete Distrital, onde se reuniram cerca de 150 membros, com a notável presença do governador CL Paiva e demais dirigentes.

Campanha de Acuidade Visual e Saúde
Foi realizada nos dias 12 e 26 de novembro a Campanha de Acuidade Visual, conduzida pelo Fundo Social de Solidariedade em parceria com a Ótica Diniz e o Lions Clube de Arujá. Foram 48 crianças da Rede Municipal, as quais receberão novos óculos para ajudá-las em seu desenvolvimento e aprendizagem.
Já no dia 28 de outubro, aconteceu a Campanha de Prevenção e Detecção do Diabetes e Hipertensão Arterial, promovida em parceria com a Drogalis, além da colaboração do Laboratório Deliberato e Athenas Instituto de Educação. Cerca de 300 pessoas foram examinadas por profissionais da saúde, tendo como assistência membros do clube.

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Uau Ateliê apresenta novidades no mercado de decoração de festas

Projeção mapeada, uma das tendências em eventos, foi apresentada durante Feira Kids realizada em Arujá

Postado em 28 de dezembro de 2017

Uau Ateliê

Quando se pensa em fazer um evento, seja aniversário, casamento, batizado etc., uma das primeiras coisas que vêm à cabeça é a decoração. Com o intuito de ajudar quem está planejando alguma festa, o Uau Ateliê apresentou algumas novidades do mercado de decoração durante a Feira Kids, evento realizado no buffet Santa Arruaça, em Arujá, nos dias 28 e 29 de novembro.
Com experiência de mais de 10 anos no ramo de decoração e cenografia, Renata Rosana, responsável pelo Uau Ateliê, apresentou duas lindíssimas opções de decoração. Uma delas foi a mesa Praia, rica em detalhes e super colorida, com doces que nem parecem comestíveis de tão perfeitos. O ápice desta sugestão de decoração ficou por conta da projeção mapeada, técnica utilizada para projetar em superfícies criações gráficas personalizadas em 2D e 3D, baseadas nas formas do objeto que receberá a projeção. O recurso tem se tornado tendência em decoração de festas.
Outra sugestão apresentada pelo Uau Ateliê foi a mesa Batizado Clássico. Versátil, essa decoração, diga-se de passagem, de tirar suspiros, também pode ser aplicada em casamentos.
Além dessas sugestões apresentadas na feira, o Uau Ateliê oferece diversas opções de decoração e assessoria para qualquer tipo de evento.
O espaço é pioneiro neste tipo de prestação de serviço, onde tudo é feito de acordo com as características e peculiaridades do dono da festa. “Elaboramos um projeto personalizado para surpreendê-lo no dia do evento”, explica Renata, responsável por elaborar os projetos e escolher a dedo os parceiros que contribuem para a execução dos mesmos.
No Uau Ateliê é possível fazer eventos inesquecíveis com projetos personalizados de acordo com a necessidade do cliente. Mas, não pense que isso custará um valor fora da realidade. Lá é possível locar peças de decoração, por exemplo, a partir de R$15.
Pensou em festa, pensou Uau Ateliê. Os melhores projetos com os melhores parceiros!
O Uau Ateliê está localizado na Rua Wenceslau Braz, 249, em Arujá, bem em frente à clínica Baby Care. Lá o atendimento é somente com horário marcado. Agende uma visita e faça seu evento inesquecível (11) 9-8388-4069.

Fotos: Marci Freire
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A suntuosa arquitetura contemporânea da Óticas Guará

Profissionais aplicam conceito do Feng Shui e Baguá em obra da Óticas Guará e inovam em projeto arquitetônico

Postado em 27 de dezembro de 2017

Óticas Guará

Não ser apenas mais uma ótica, mas sim criar um ambiente harmonioso, com boas energias e que todos se sentissem bem em estar lá, e sem deixar o bom gosto de lado. Foi pensando em todos esses pontos que o engenheiro civil Jonathan Carvalho, da Ômega Engenharia, e a arquiteta Paula Miglioli desenvolveram o projeto inovador da Óticas Guará, em Arujá.
A loja, diferentemente das tradicionais óticas, ganhou uma arquitetura contemporânea, tendo como pontos de partida o Feng Shui e o Baguá para a elaboração do projeto. O resultado desse trabalho é um espaço rico em detalhes de muito bom gosto, regado a uma boa energia, a qual faz com que os clientes se sintam bem na hora de efetuar as compras.
“Fui indicado para fazer o projeto da Sandra Guará [proprietária da ótica] e, depois de conhecê-la e saber da sua história, entendi que teríamos de desenvolver um conceito diferente e sair do padrão de ótica com estantes e os óculos em cima”, explica Jonathan.
O projeto da Óticas Guará foi todo elaborado seguindo o conceito do Feng Shui e do Baguá, explica a arquiteta Paula. “Adotamos a arquitetura contemporânea, trabalhando com as sensações e a boa energia. Então foram utilizados nichos de tamanhos diferentes para expor os óculos; a cor preta, que é a cor do sucesso e do trabalho; a madeira, que representa o elemento da família, e a cor púrpura, que também remete ao sucesso. O resultado foi um ambiente harmonizado, aconchegante e bonito, bem diferente dos padrões arquitetônicos de óticas existentes na cidade”, salienta Paula.
O Feng Shui não é uma religião. Sua tradução quer dizer vento e água. Ele detecta as supostas influências visíveis e invisíveis em um ambiente e recomenda curas em uma área particular do imóvel que são capazes de alterar as características da circulação da energia, tais como:
– Guardar e preservar as boas influências disponíveis no lugar de modo a permitir que permaneça e se distribuam suavemente pela edificação;
– Reduzir os efeitos negativos das diversas influências nocivas do local, presentes na construção ou fruto das alterações em seu entorno;
– Produzir resultados em termos de saúde, bem-estar e harmonia para os moradores ou usuários do espaço, através de alterações arquitetônicas ou de forma, da cor e do posicionamento dos objetos presentes no local.
A ideia do Baguá vem dos chineses e foi criada para harmonizar o ambiente seguindo os pontos cardeais.
Para aplicar o conceito na obra da Óticas Guará, foi utilizada a porta de entrada como referência, utilizando alguns itens do Baguá, como trabalho, família e prosperidade.
A área de trabalho vibra energias do elemento água. Qualquer elemento que tenha água você ativa essa área. A cor preta e as formas irregulares, presentes nos nichos de vários tamanhos, também ativam a energia do trabalho.
Para atingir a área da família, foram utilizados elementos de madeira, e, para despertar a área da prosperidade e criatividade, foram utilizadas cores púrpuras.

Jonathan Carvalho
Omega Engenharia
www.omegaaruja.com.br
(11) 99790-1878
Paula Miglioli
Arquitetura e Decoralçao
paulamiglioli06@gmail.com
(11) 99699-1149

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Você sabe como cuidar das peças de moda praia?

Por ser mais delicado, este tipo de vestuário precisa de cuidados especiais durante a lavagem

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moda praia

O mês de dezembro traz consigo a chegada do verão e dias mais quentes, além das festas de final de ano e a tão sonhada viagem para a praia ou aquela tarde na piscina. Pode ser aquela passada rápida ou mesmo uma temporada de férias, grande parte das pessoas escolhe este tipo de ambiente para curtir o clima e se refrescar. Durante a estação mais quente do ano, os biquínis, maiôs e sungas saem do guarda-roupa e são utilizados com mais frequência, tanto na praia quanto em piscinas. Mas, quem nunca passou pela situação de pegar a roupa de praia e, ao tentar vestir, viu que a peça esgarçou e perdeu a elasticidade? Para mantê-las com aspecto novo e bonito, além de poder desfrutar de tais itens por mais tempo, a especialista em cuidados têxteis da 5àsec, Marinês Cassiano, dá algumas dicas importantes.
Segundo ela, biquínis, maiôs e sungas merecem cuidados especiais, pois são peças que se desgastam com maior facilidade, por conta da maresia, do protetor solar e também de produtos químicos utilizados no tratamento de piscina, como o cloro. “O essencial é lavar o vestuário de moda praia logo após o uso, pois estamos falando de peças delicadas produzidas, em sua grande maioria, com elastano, que garante elasticidade e mais resistência. Depois que voltar da praia ou da piscina, recomendamos que lave tais peças manualmente, em água fria e com sabão neutro. Em seguida, esprema delicadamente, sem torcer, e coloque no varal para secar a sombra. É importante não guardá-las úmidas, pois isso pode promover a proliferação de fungos e bactérias, além de estragar o tecido”, conta.
Marinês recomenda que este tipo de vestuário não seja submetido à secagem em máquina e ao ferro de passar. Ela aconselha, também, cuidado na hora de aplicar protetores solares ou bronzeadores, que podem manchar as peças. Biquínis, sungas e maiôs na cor branca, por exemplo, podem ficar amarelados. Isso acontece por conta da exposição à luz e também pelo uso indevido de amaciante. Ao final do verão, é importante que a peça seja armazenada de maneira correta, fator este que também contribui de forma efetiva para a vida útil do tecido. “O ideal é guardar itens de moda praia em sacos de TNT ou, simplesmente, dobrar a peça e colocá-la na gaveta sem proteção. No caso de biquínis com enchimento, recomendamos que a parte que contém a espuma não seja virada ao contrário, pois isso pode deformar a estrutura e o formato. Sendo assim, aconselhamos encaixar esta parte uma na outra”, finaliza.

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Brasil, uma experiência inesquecível: viagens para todos os gostos

Postado em 26 de dezembro de 2017

A extensão do Brasil, com um litoral repleto de praias das mais bonitas do mundo, as grandes metrópoles que oferecem o melhor da gastronomia e do entretenimento, a Amazônia, com sua exuberância e grandiosidade, o Jalapão, o Natal em Gramado, as aventuras em Bonito. Tem de tudo e é nosso!
Visitar o Brasil está na moda, cada vez mais turistas procuram as atrações do nosso país. Agora é a vez dos brasileiros aproveitarem a diversidade que o turismo oferece aqui.
O litoral brasileiro hoje está repleto de resorts para quem quer aproveitar uma viagem ao mesmo tempo tranquila, com todas as facilidades e mordomias, e com diversão a qualquer hora.
“Os resorts têm sido a principal escolha do nosso passageiro que quer viajar pelo Brasil”, afirma o presidente da Agaxtur, Aldo Leone Filho.
Seja em Foz do Iguaçu ou em Natal, passando pelo interior de São Paulo, a rede hoteleira está repleta de opções.
“O passageiro hoje pode escolher o tipo de clima, montanha ou praia, aventura ou sossego, e de acordo com o que couber no bolso. As ofertas são as mais variadas”, explica Aldo.
A operadora trabalha com mais de 200 mil hotéis e resorts parceiros que apresentam as melhores e mais exclusivas condições do mercado.
O Nordeste ainda é a menina dos olhos do turista. Resorts como Ibero Star na Bahia, Beach Park Suítes Resort em Fortaleza ou Enotel Convention Resort e SPA, em Pernambuco, são algumas das opções seja para viajar em família, com um grupo de amigos ou até para uma viagem romântica. Os resorts oferecem restaurantes de cozinha variada, piscinas para adultos e crianças, lazer e recreação, esportes e outras facilidades à beira mar, com paisagens deslumbrantes e todo o conforto.
Os resorts hoje não ficam apenas no NE. No sul, as famosas Cataratas do Iguaçu são uma das principais atrações e uma das maravilhas do mundo e do Brasil. E nos roteiros pode-se visitar tanto o lado brasileiro quanto o argentino. E claro, há vários resorts para atender o público crescente, como o Mabu Thermas Grand.
Outro destino muito procurado é Gramado. Agora no final de ano a cidade lota por conta do Natal Luz. Inúmeros shows e eventos espalhados pela cidade atraem milhares de turistas. E também lá as acomodações são inúmeras.
Para sair um pouco do tradicional, há lugares no Brasil como Mato Grosso. A viagem para o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é uma imersão na natureza. Com suas grutas, paredões, cachoeiras, rios e mirantes, espanta pela grandiosidade e beleza.
Em todos os casos, e seja para onde for, valem sempre dicas importantes. A primeira delas, sem dúvida, é consultar o agente de viagem para montar o seu roteiro. Ele pode tirar as suas dúvidas, ajudar a escolher o melhor hotel, os melhores passeios, reservar passagens aéreas, ingressos e, claro, procurar os melhores preços.
Aliás, pesquisar é outro ponto fundamental. Os resorts hoje oferecem os pacotes mais variados, e em cada capital há opções diferentes. Veja qual é a melhor para você!
Pesquise a melhor época para fazer a viagem. Veja o clima, o que você vai levar na mala, os documentos e, enfim, uma ótima viagem!

Agaxtur Mogi Shopping – loja 1217
(11) 4726-2294
www.agaxtur.viagens.com.br
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