Hadla Issa: Representatividade, acolhimento e empoderamento em nova fase

Postado em 15 de julho de 2023

Hadla Issa, mãe de uma criança com Síndrome de Down, administradora e pós-graduanda em gestão pública, abraçou as minorias de Itaquaquecetuba. Desde que assumiu a então Secretaria de Políticas para Mulheres, implantou o apoio jurídico, idealizou o atendimento móvel e a Feira da Mulher Empreendedora, criou o Fundo Municipal da Mulher, fechou parceria com a rede Acolhe, que abriga vítimas de violência doméstica, ativou o Conselho do Direito da Mulher e contribuiu para a inauguração da Delegacia de Defesa da Mulher.
Após desenvolver esse importante trabalho, sua secretaria expandiu e agora também contempla as coordenadorias da pessoa com deficiência, igualdade racial, diversidade sexual, juventude e idoso. A atual Secretaria da Mulher, Direitos Humanos e Cidadania busca promover representatividade, igualdade e empoderamento. Para isso, são realizadas palestras, campanhas, capacitações e atendimentos especializados para os públicos em questão.
O programa estadual TODAS In-Rede começou a ser estruturado na cidade. Ele incentiva a independência das mulheres com deficiência através da oferta de cursos e oficinas, informações e conteúdos exclusivos. No mês das mães foi realizado um dia de beleza para as mães atípicas do município com direito a massagem, maquiagem e cuidados com o cabelo.
Recentemente, a cartilha de direitos da comunidade LGBTQIAPN+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer, intersexuais, assexuais, pansexuais, não-binárias e mais) recebeu atualização e a secretaria também promoveu um evento com palestras e debates em prol da visibilidade trans. Displays com preservativos femininos e masculinos foram instalados nas estações de trem da cidade.
Outra grande conquista intermediada por Hadla foi a vinda da Escola Móvel do Senai, que oferece cursos de panificação e confeitaria. “A atual nomenclatura da secretaria é nova, mas estamos felizes de já conseguir abraçar tantos projetos e ações para diminuirmos as desigualdades e preconceitos. Informação e acolhimento podem salvar vidas”, finalizou.

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