Emerson Akiyama

Caos no calendário 2026

“Prepare sua empresa para 2026: Como o IoT pode otimizar dias de recesso em meio a feriados, copa do mundo e eleições”, recomenda especialistas da área.

Postado em 9 de dezembro de 2025

2026 será o ano de maior risco de parada. Pense como o IoT (internet das coisas) Garantirá a continuidade de negócios na copa, eleições e feriados?
Na era da conectividade e da automação inteligente, o Internet das Coisas (IoT) surge como uma ferramenta essencial para manter a produtividade das empresas diante de interrupções sazonais. Com o ano de 2026 trazendo uma combinação intensa de feriados nacionais, a Copa do Mundo FIFA e eleições gerais no Brasil, muitas organizações enfrentarão desafios operacionais significativos, como ausências de colaboradores e reduções na força de trabalho.
Essa realidade, influenciada por fatores externos como eventos globais e calendários cívicos, está redefinindo como as equipes planejam e executam suas rotinas, destacando a necessidade de estratégias baseadas em IoT para mitigar impactos e garantir continuidade nos negócios. Por que as empresas enfrentam dificuldades com dias de recesso em 2026? As dificuldades em gerenciar dias de recesso em 2026, semelhantes a outros desafios operacionais como picos de demanda imprevisíveis, envolvem barreiras logísticas e humanas que comprometem a eficiência.
As dificuldades podem ser classificadas como operacionais (redução de equipe e interrupções em processos presenciais), externas (impactos econômicos e distrações midiáticas dos eventos) ou contextuais (falta de ferramentas para monitoramento remoto). Essas barreiras levam a uma paralisação parcial que afeta a produtividade, resultando em perdas financeiras e oportunidades desperdiçadas para a empresa. Benefícios de utilizar IoT para superar essas dificuldades adotar soluções de IoT para gerenciar dias de recesso traz vantagens estratégicas para profissionais e organizações:
• Aumento da produtividade: Dispositivos conectados automatizam tarefas rotineiras, permitindo operações contínuas mesmo com equipe reduzida, com monitoramento em tempo real para ajustes rápidos.
• Melhoria na satisfação profissional: Colaboradores podem desfrutar de recessos sem preocupações, sabendo que sistemas IoT mantêm a segurança e eficiência, elevando o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.
• Fomento à competitividade: Inovações em IoT diferenciam a empresa ao garantir resiliência durante eventos globais, como a Copa do Mundo, gerando soluções adaptáveis a interrupções externas.
• Promoção da colaboração: Plataformas IoT facilitam o acesso remoto a dados, fortalecendo equipes distribuídas e reduzindo dependências de presença física.
• Crescimento pessoal: Implementar IoT desenvolve habilidades em tecnologia e planejamento, preparando profissionais para cenários futuros de trabalho híbrido. Aplicações Práticas As dificuldades com dias de recesso em 2026 são evidentes em diversos contextos profissionais:
• Tecnologia e TI: Em equipes de infraestrutura, IoT permite monitoramento remoto de servidores durante feriados ou jogos da Copa, evitando downtime em projetos de rede.
• Marketing e vendas: Campanhas digitais podem ser otimizadas com sensores IoT que rastreiam engajamento em tempo real, compensando ausências causadas por eleições ou recessos.
• Recursos humanos: Programas de bem-estar são aprimorados com wearables IoT que monitoram saúde remota, superando resistências durante períodos de baixa presença no escritório.
• Finanças e operações: Otimização de custos é facilitada por IoT em logística, como rastreamento de estoques automáticos, mitigando impactos de feriadões prolongados.
• Educação e consultoria:. Integração com a cultura organizacional superar dificuldades ganha força com a integração de práticas conectadas. Ferramentas como redes de sensores IoT permitem que operações sejam monitoradas coletivamente, com alertas em tempo real para equipes remotas.

Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
Especialista em Internet das Coisas e Visão Computacional
www.i8t.com.br
Contato: (11) 4657-4345

Quebre as barreiras: como apresentar ideias inovadoras e transformar sua empresa

Postado em 31 de outubro de 2025

Na era da transformação digital e da competitividade acirrada, a inovação se tornou o motor principal para o crescimento das empresas em todos os setores.
No entanto, muitos profissionais enfrentam barreiras significativas ao tentar apresentar ideias novas e inovações no ambiente de trabalho, o que pode frear o progresso coletivo. Essa realidade, que mistura fatores psicológicos e organizacionais, está mudando a forma como as equipes colaboram e evoluem, destacando a necessidade de estratégias para superar essas dificuldades e agir de maneira eficaz.
Por que os profissionais têm dificuldade em apresentar ideias novas?
A dificuldade em apresentar ideias novas, similar ao que ocorre em outros desafios profissionais, como adaptações tecnológicas, envolve barreiras internas e externas que inibem a expressão criativa. Isso inclui o medo de rejeição ou críticas, a falta de tempo devido a prazos apertados e a ausência de um ambiente que incentive a inovação. As dificuldades podem ser classificadas como pessoais (como insegurança ou visão limitada), organizacionais (cultura hierárquica rígida ou falta de suporte) ou contextuais (escassez de recursos para testar ideias). Essas barreiras levam a uma hesitação que impede a contribuição ativa, resultando em oportunidades perdidas para a empresa.

Benefícios de superar essas dificuldades
Adotar abordagens para apresentar ideias inovadoras traz vantagens estratégicas para profissionais e organizações:

  • Aumento da produtividade: ideias novas otimizam processos, reduzindo ineficiências e acelerando resultados, com base em feedbacks construtivos.
  • Melhoria na satisfação profissional: ao expressar e ver ideias implementadas, os colaboradores se sentem valorizados, elevando o engajamento e a retenção de talentos.
  • Fomento à competitividade: inovações compartilhadas diferenciam a empresa no mercado, gerando soluções únicas e adaptáveis a mudanças externas.
  • Promoção da colaboração: ambientes abertos incentivam o intercâmbio de perspectivas, fortalecendo equipes e reduzindo silos internos.
  • Crescimento pessoal: apresentar ideias desenvolve habilidades como comunicação e resiliência, preparando o profissional para papéis de liderança.

Aplicações práticas
As dificuldades em apresentar ideias novas são evidentes em diversos contextos profissionais:

  • Tecnologia e TI: em equipes de desenvolvimento, profissionais hesitam em propor soluções disruptivas por medo de impactos em sistemas existentes, como em projetos de software.
  • Marketing e vendas: ideias criativas para campanhas são subutilizadas devido a prazos curtos, afetando a inovação em estratégias de mercado.
  • Recursos humanos: sugestões para programas de bem-estar enfrentam resistência hierárquica, limitando melhorias na cultura organizacional.
  • Finanças e operações: propostas de otimização de custos são adiadas por falta de tempo, prejudicando a eficiência em processos administrativos.
  • Educação e consultoria: educadores ou consultores evitam inovações pedagógicas ou metodológicas por receio de falhas, impactando o aprendizado contínuo.

Integração com a cultura organizacional
Superar dificuldades ganha força com a integração de práticas colaborativas. Ferramentas como sessões de brainstorming permitem que ideias sejam discutidas coletivamente, com feedbacks em tempo real.
Se quiser saber mais sobre como implementar inovação e P&D na sua empresa, mostramos um bom caminho.

Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
Especialista em Internet das Coisas e Visão Computacional
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Manutenção de robôs na indústria do futuro

Postado em 27 de agosto de 2025

Na era da automação e da inteligência artificial, a presença de robôs em indústrias, hospitais, fazendas e até lares está se tornando comum. Com essa revolução, surge um mercado promissor: a manutenção de robôs. Essa área, que combina tecnologia de ponta e expertise técnica, está transformando a forma como garantimos a eficiência e a longevidade desses sistemas avançados.
A manutenção de robôs, assim como foi a de carros, máquinas e até smartphones, envolve serviços de reparo, atualização de software, diagnóstico de falhas e ajustes em sistemas robóticos, que incluem desde braços mecânicos industriais até drones agrícolas e robôs domésticos. Esses serviços garantem que os robôs operem com máxima eficiência, minimizando paradas e prolongando sua vida útil. A manutenção pode ser corretiva (reparos após falhas), preventiva (evitar problemas) ou preditiva (uso de dados para antecipar falhas).
A adoção de serviços especializados de manutenção de robôs oferece vantagens estratégicas:

  • Redução de Paradas Não Planejadas: a manutenção preditiva, apoiada por sensores e IA, detecta problemas antes que causem falhas, mantendo a produção contínua.
  • Aumento da Vida Útil dos Robôs: atualizações de software e reparos regulares evitam a obsolescência, maximizando o retorno sobre o investimento.
  • Otimização de Desempenho: ajustes finos em sistemas robóticos melhoram a precisão e a eficiência, essenciais em setores como manufatura e saúde.
  • Sustentabilidade: reparos e recondicionamento promovem a economia circular, reduzindo a necessidade de novos equipamentos e o impacto ambiental.
  • Novos Modelos de Negócio: empresas podem oferecer Robotics as a Service, com manutenção inclusa, criando fluxos de receita contínuos.
    A manutenção de robôs é essencial em diversos setores:
  • Indústria 4.0: em fábricas inteligentes, robôs industriais como os da FANUC ou ABB exigem manutenção regular para operar em linhas de produção de alta precisão.
  • Saúde: robôs cirúrgicos, como o Da Vinci, requerem ajustes minuciosos para garantir segurança e eficácia em procedimentos médicos.
  • Logística: robôs de armazém, como os usados pela Amazon, precisam de manutenção para evitar interrupções no fluxo logístico.
  • Agricultura: drones e robôs agrícolas demandam reparos e atualizações para operar em condições adversas, como mudanças climáticas.
  • Setor Doméstico: robôs aspiradores e assistentes pessoais requerem manutenção para atender à crescente demanda residencial.
    A manutenção de robôs ganha força com a integração de tecnologias emergentes. A Internet das Coisas (IoT) permite que sensores embarcados monitorem o desempenho em tempo real, enviando dados para análise. A inteligência artificial processa essas informações para prever falhas ou sugerir otimizações. Além disso, a conectividade 5G facilita a comunicação instantânea entre robôs e centros de manutenção, enquanto a realidade aumentada (AR) auxilia técnicos em reparos remotos, reduzindo custos e tempo.
    Apesar do potencial, a manutenção de robôs enfrenta desafios. A segurança cibernética é crítica, pois robôs conectados podem ser vulneráveis a ataques. Proteger dados com criptografia e protocolos robustos é essencial. Além disso, a capacitação de profissionais exige investimentos em treinamento, já que a complexidade dos sistemas robóticos demanda habilidades específicas. No Brasil, a conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é de extrema importância quando dados de robôs são coletados e analisados.
    O mercado de manutenção de robôs está apenas começando. Com o crescimento projetado do setor de robótica, estimado em mais de 20% de CAGR até 2030, segundo relatórios da MarketsandMarkets, a demanda por serviços especializados deve disparar. Inovações como robôs autônomos que realizam manutenção em outros robôs e a integração com redes 5G prometem revolucionar o setor. Empresas que investirem em infraestrutura e formação de mão de obra estarão na vanguarda desse mercado.
    Em resumo, a manutenção de robôs é uma peça-chave na consolidação da automação. Ela não apenas garante a operação contínua de sistemas robóticos, mas também abre portas para inovações que redefinem a eficiência industrial. É hora de as empresas brasileiras se prepararem para esse futuro, investindo em tecnologias e talentos que transformarão a manutenção de robôs em um diferencial competitivo.
Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
Especialista em Internet das Coisas e Visão Computacional
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A Batalha das IAs: ChatGPT, Gemini e DeepSeek

Postado em 25 de fevereiro de 2025

A inteligência artificial (IA) está evoluindo rapidamente, trazendo novas ferramentas que estão mudando a forma como interagimos com a tecnologia. Entre os modelos de linguagem mais comentados estão o ChatGPT, o Gemini e o DeepSeek, cada um prometendo revolucionar o mercado com suas características únicas. Neste artigo, vamos explorar as vantagens e desvantagens desses três gigantes da IA.
ChatGPT: O Pioneiro: Criado pela OpenAI, o ChatGPT se destacou como um dos primeiros modelos a ganhar popularidade. Conhecido por sua capacidade de gerar respostas coerentes e interagir de forma natural, ele é amplamente utilizado, desde a criação de conteúdo até o suporte ao cliente. Sua interface intuitiva facilita o uso, e sua popularidade garante uma grande comunidade de usuários.
Vantagens:

  • Fácil de usar, com uma interface amigável.
  • Versátil, adaptando-se a várias aplicações.
  • Ampla base de usuários, com muitos recursos disponíveis.

Desvantagens:

  • Pode gerar respostas imprecisas ou tendenciosas.
  • A versão mais avançada é paga.
  • A coleta de dados pode gerar preocupações em relação à privacidade.

Gemini: A Promessa do Google: Desenvolvido pelo Google, o Gemini se destaca por sua capacidade multimodal, processando texto, imagens e até áudio. Ele promete recursos avançados, como maior precisão e a capacidade de gerar código, sendo um forte concorrente no mercado de IAs. Sua integração com o vasto ecossistema do Google abre um leque de possibilidades.
Vantagens:

  • Multimodalidade, capaz de lidar com diversos tipos de informação.
  • Integração com os recursos e dados do Google.
  • Potencial para recursos inovadores e maior precisão.

Desvantagens:

  • Acesso restrito, com prioridade para desenvolvedores.
  • Dependência do ecossistema do Google.
  • Modelo ainda em desenvolvimento, com funcionalidades em aprimoramento.

DeepSeek: O Desafiante Chinês: O DeepSeek, criado por uma startup chinesa, traz uma proposta inovadora com seu modelo de código aberto e foco em pesquisa. Sua arquitetura única tem se destacado, especialmente em testes de matemática, onde superou o ChatGPT, tornando-se um forte desafiante no mercado.
Vantagens:

  • Código aberto, permitindo personalização e transparência.
  • Foco em inovação e pesquisa, com resultados promissores.
  • Bom desempenho em testes de raciocínio lógico.

Desvantagens:

  • Menor base de usuários e recursos em comparação com os concorrentes.
  • Disponibilidade limitada em algumas regiões.
  • Modelo novo, com funcionalidades em fase de desenvolvimento.

A disputa entre ChatGPT, Gemini e DeepSeek está só começando, e cada ferramenta apresenta características que atendem a diferentes necessidades. O ChatGPT se destaca pela facilidade de uso, o Gemini pela integração com o Google e o DeepSeek pela inovação e pesquisa. À medida que a tecnologia avança, novas funcionalidades surgirão, tornando a guerra das IAs ainda mais intensa.
Com o avanço dos modelos de linguagem, podemos esperar IAs ainda mais sofisticadas e capazes de realizar tarefas complexas. A competição entre ChatGPT, Gemini e DeepSeek impulsionará o desenvolvimento da IA, trazendo novas oportunidades e desafios para a sociedade. O futuro promete ser cada vez mais inteligente e interativo, com a IA desempenhando um papel crucial no nosso cotidiano.

Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
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Robôs no atendimento: uma revolução em hospitais, hotéis e delivery no Brasil

Postado em 10 de dezembro de 2024

A utilização de robôs no atendimento em diferentes setores está se consolidando como uma tendência global, e o Brasil já começa a abraçar essa tecnologia. Em hospitais, hotéis e no serviço de delivery, os robôs estão desempenhando papéis fundamentais, transformando a experiência do usuário e otimizando processos. Mas onde encontramos esses robôs em ação, e quais os benefícios que eles trazem?

Robôs nos hospitais
No setor de saúde, a pandemia acelerou a necessidade de soluções tecnológicas que reduzissem o contato humano, aumentando a segurança. Robôs estão sendo utilizados em hospitais brasileiros para realizar tarefas como entrega de medicamentos e refeições, limpeza de áreas hospitalares e até no atendimento inicial de pacientes, com triagens automáticas.
Por exemplo, em São Paulo, o Hospital das Clínicas já utilizou robôs para desinfecção de ambientes com luz ultravioleta. Além disso, hospitais privados estão investindo em assistentes robóticos que ajudam enfermeiros a realizar tarefas simples, liberando os profissionais para atividades mais complexas.

Robôs em hotéis
No setor hoteleiro, a automação está ganhando espaço para oferecer um atendimento inovador e cativante. Robôs concierge, por exemplo, podem receber hóspedes, realizar check-ins e check-outs e até transportar bagagens aos quartos.
Hotéis em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, já experimentam robôs em funções de recepção. Além de agregar valor ao serviço, esses robôs reduzem custos operacionais, especialmente em horários de menor movimento. Um caso emblemático é o uso de robôs em resorts de luxo para atender pedidos simples dos hóspedes, como entrega de toalhas ou snacks à beira da piscina.

Robôs no delivery
No segmento de delivery, os robôs são uma solução moderna para atender à crescente demanda por entregas rápidas e seguras. Em algumas cidades brasileiras, empresas já testam robôs terrestres autônomos, que se deslocam por calçadas e ciclovias, entregando refeições e encomendas.
No Rio de Janeiro, startups de tecnologia estão desenvolvendo parcerias com aplicativos de delivery para integrar robôs nas rotas urbanas. Em shoppings e condomínios fechados, os robôs garantem entregas em minutos, eliminando problemas como atrasos e interação desnecessária.

Tendências e futuro
A adesão aos robôs no Brasil ainda é gradual, mas o avanço de startups e o interesse do setor privado mostram que a automação veio para ficar. Além de oferecer experiências diferenciadas, os robôs auxiliam na redução de custos e aumentam a eficiência dos serviços.
Nos próximos anos, espera-se que o uso de robôs se expanda ainda mais, com maior presença em ambientes corporativos e comerciais. À medida que os custos da tecnologia diminuem, veremos robôs desempenhando funções cotidianas em diferentes segmentos, reforçando o papel essencial da inovação no atendimento.
Essa tendência já é uma realidade que transforma a maneira como interagimos com serviços essenciais. Seja no hospital, no hotel ou na entrega de uma refeição, os robôs estão moldando o futuro do atendimento no Brasil.
Na próxima edição, falaremos sobre radiofrequência monitorando nossas vidas.

Fonte : www.pluginbot.com.br
Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
Especialista em Internet das Coisas e Visão Computacional
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Soluções acessíveis para pequenas e médias empresas

Postado em 27 de outubro de 2024

A Internet das Coisas (IoT) está transformando o varejo, trazendo mais eficiência e personalização. Hoje, pequenos e médios lojistas podem adotar soluções acessíveis para otimizar suas operações e melhorar a experiência dos clientes. Entre as tecnologias mais aplicadas, destacam-se:
Sensores de Temperatura: Usados em supermercados e pequenos mercados, sensores monitoram em tempo real freezers e geladeiras, garantindo a qualidade de produtos perecíveis. Eles enviam alertas quando há variação na temperatura, prevenindo perdas de estoque e garantindo conformidade com normas de segurança alimentar.
Beacons para Marketing de Proximidade: Pequenos lojistas agora podem usar beacons para enviar promoções personalizadas para smartphones de clientes que circulam pela loja. Essa tecnologia, antes restrita a grandes redes, ajuda a aumentar as vendas por impulso e a criar campanhas de marketing direcionadas.
Câmeras IoT para Monitoramento de Fluxo: Câmeras permitem que varejistas acompanhem o fluxo de clientes e entendam como eles interagem com o layout da loja. Isso possibilita ajustes no design do espaço e no posicionamento de produtos, criando uma experiência mais eficiente para os consumidores.
Prateleiras Inteligentes para Controle de Estoque: Com sensores de peso, prateleiras inteligentes enviam alertas quando os níveis de estoque estão baixos. Integradas a sistemas de gestão, como ERP, automatizam pedidos de reposição, evitando rupturas de estoque e melhorando a eficiência operacional.
Essas tecnologias são práticas e acessíveis, mas grandes redes varejistas também estão investindo em IoT para transformar suas operações:
• Walmart usa sensores RFID para rastrear níveis de estoque em tempo real, garantindo que os produtos mais vendidos estejam sempre disponíveis, evitando rupturas e reduzindo desperdícios.
• Amazon Go implementou um sistema de câmeras e sensores para lojas sem caixas, permitindo que os clientes comprem e saiam sem enfrentar filas.
• Sephora integrou espelhos inteligentes, conectados aos smartphones, para recomendar produtos personalizados e criar uma experiência interativa.
• Decathlon usa etiquetas RFID para rastrear a movimentação de produtos e otimizar a logística, resultando em controle de inventário mais preciso e uma experiência de compra mais ágil.

Retorno sobre investimento (ROI) no varejo
Investir em IoT pode parecer caro, mas estudos mostram que soluções simples geram retornos significativos:
• Redes de Conveniência: A MachineQ identificou que o uso de sensores IoT para monitoramento de temperatura resultou em economia de US$ 707 mil por ano em uma rede de 100 lojas, ao evitar perdas e reduzir custos operacionais.
• Redes de Supermercados: Um estudo da Accruent indicou que a integração de sistemas de gestão com IoT reduziu o consumo de energia em até 50%, além de minimizar falhas de equipamentos.
Esses exemplos mostram como a IoT pode ser aplicada tanto em pequenos negócios quanto em grandes operações, trazendo benefícios como redução de custos, maior eficiência e uma experiência de compra mais personalizada para os clientes.

Fontes:
www.machineq.com/post/three-ways-temperature-monitoring-delivers-roi-for-convenience-store-operators
www.accruent.com/resources/blog-posts/how-cmms-and-iot-integration-deliver-real-roi-for-retail-refrigeration
Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
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Como monetizar com internet das coisas

Postado em 29 de agosto de 2024

Um dos grandes desafios de qualquer nova tecnologia é o tempo de reação das pessoas e do mercado como um todo até identificar como gerar riquezas e explorar as oportunidades iminentes. Um exemplo disso é o surgimento dos aplicativos de celulares, o advento de “trends” nas redes sociais e, atualmente, o impacto da inteligência artificial. Neste artigo, vamos explorar como transformar a tecnologia em dinheiro, focando na Internet das Coisas (IoT).

Monetização com IoT
A Internet das Coisas (IoT) refere-se à interconexão de dispositivos físicos através da internet, permitindo que eles coletem e compartilhem dados. Esse ecossistema de dispositivos inteligentes cria uma vasta gama de oportunidades para negócios inovadores e lucrativos. Mas como você pode transformar essa tecnologia em uma fonte de receita? Aqui estão algumas estratégias:
1. Serviços de Dados e Análises
Os dispositivos IoT geram uma quantidade massiva de dados que podem ser extremamente valiosos. Empresas podem coletar, analisar e vender esses dados para terceiros, como insights sobre comportamento do consumidor, manutenção preditiva em indústrias, otimização de processos, entre outros.
2. Modelos de Subscrição e SaaS (Software as a Service)
Muitas empresas estão adotando modelos de subscrição para seus serviços IoT. Isso inclui desde plataformas de gerenciamento de dispositivos até softwares de análise de dados. Esses modelos oferecem receita recorrente e previsível, além de permitir atualizações e suporte contínuo aos clientes.
3. Produtos Conectados e Smart Devices
A venda de produtos conectados, como eletrodomésticos inteligentes, wearables e sistemas de segurança doméstica, está em alta. Esses dispositivos não só geram receita inicial com a venda, mas também podem incluir serviços adicionais, como assinaturas para monitoramento, atualizações de software e funcionalidades premium.
4. Automação e Eficiência Operacional
Empresas podem utilizar IoT para otimizar suas operações e reduzir custos. A automação de processos, monitoramento remoto e manutenção preditiva são exemplos de como IoT pode melhorar a eficiência operacional.
5. Novos Modelos de Negócio
A IoT possibilita a criação de novos modelos de negócio, como “pay-per-use” (pagar pelo uso) e “product-as-a-service” (produto como serviço). Um exemplo é a indústria automobilística, onde empresas estão começando a oferecer carros como serviço, em vez de vender veículos diretamente.
6. Customização e Personalização
Com a capacidade de coletar dados detalhados dos usuários, empresas podem oferecer produtos e serviços altamente personalizados, melhorando a experiência do cliente e aumentando a fidelidade. Isso pode incluir desde recomendações de produtos até ajustes em tempo real.
Monetizar com IoT envolve identificar as oportunidades específicas em seu setor e aplicar estratégias que gerem valor pela conectividade dos dispositivos. Seja através da venda de produtos conectados, oferecimento de serviços baseados em dados ou criação de novos modelos de negócio, as possibilidades são vastas e promissoras.
Na próxima edição, traremos casos de sucesso.

Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
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POV – Point of View: vivendo e fazendo parte da história

Postado em 30 de maio de 2024

A evolução se faz necessária e, ao analisá-la, percebe-se que a história se repete. Quem não acompanha pode ficar para trás. Você e sua empresa estão de olho na Indústria 5.0?
Os 6 P’s de nossa história contemporânea.

1.0 Revolução – processo de manual para industrial (1760-1840)
Marcou a transição de processos de produção manuais e artesanais para processos mecanizados. A introdução da máquina a vapor permitiu a criação de fábricas e a produção em massa.

2.0 Revolução – produção em massa – (1870-1914)
Focada na expansão das indústrias e na inovação tecnológica, incluindo a eletricidade e a produção em massa, que aumentaram a eficiência e a escala da produção industrial.

3.0 Revolução – processamento de informação – (1960-2000)
A Terceira Revolução Industrial, ou Revolução Digital, foi caracterizada pela transição de sistemas analógicos e mecânicos para sistemas digitais e eletrônicos, transformando a produção, comunicação e processamento de informações.

4.0 Revolução – preconização ciber físico – (2000/atual)
Também conhecida como Indústria 4.0, envolve a fusão de tecnologias físicas, digitais e biológicas, criando sistemas cibe físicos que transformam a produção, serviços e modelos de negócio.

5.0 Revolução – pessoas, colaboração em andamento
Humanização do Trabalho, ou seja, complementar suas habilidades com a tecnologia. A necessidade de convivência de trabalhadores e harmonia com robôs e outras tecnologias, sem achar que vai perder o emprego.
As IA’s integram tecnologias avançadas como blockchain, biotecnologia, nanotecnologia e materiais e produtos avançados para criar processos eficientes e inovadores.
A Indústria 5.0 difere da Indústria 4.0 ao priorizar a colaboração entre humanos e robôs, conhecida como COBOTS. Essa cooperação combina a eficiência dos robôs com a criatividade e habilidades humanas.
Pense que é meio que trabalhar com pessoas de outras gerações como falamos na matéria passada neste caso você se identificará como uma versão a ser superada se não estiver preparado.
A personalização atingirá um novo patamar, adaptando produtos e serviços de forma ainda mais precisa às necessidades individuais dos consumidores.
A responsabilidade social também enfatiza a sustentabilidade ambiental, com destaque para tecnologias verdes e práticas de produção ecológicas, que minimizam resíduos.

6.0 Revolução – planeta, próximo estágio
A especulação sobre a Quinta Revolução Industrial é factível, dada a crise ambiental e a sustentabilidade. Apesar de se discutir isso desde a ECO 92, as crises ambientais persistem.
Neste artigo, destaco a constante transformação no campo da tecnologia, abrangendo desde a mecânica analógica até a coleta e uso dos dados digitais. As empresas têm oportunidades incríveis de fazer parte dessa história, com o poder da indústria para mudar o mundo.
Apenas empresários e entusiastas da transformação podem guiar o mercado para alcançar novos níveis de melhoria contínua na vida de seus clientes e colaboradores. Isso inclui a abertura de novos negócios e produtos, possivelmente com uma abordagem iconoclasta, revolucionando o mercado e introduzindo tecnologias que desafiam os paradigmas existentes. Em médio prazo, o foco está no acúmulo de recursos e, por conseguinte, de capital financeiro.
Cada revolução tecnológica trouxe avanços significativos que moldaram a sociedade contemporânea e continuam a influenciar nossa forma de vida e trabalho.

Por: Emerson Akiyama
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Impacto de gerações na Transformação Digital

Postado em 27 de abril de 2024

A transformação digital é impulsionada pela nova geração de trabalhadores, a chamada Y e Z, que está intimamente familiarizada com as tecnologias. Eles cresceram em um ambiente onde a tecnologia de transformação é comum, ou seja, essa geração tem uma mentalidade inovadora e uma abordagem natural das ferramentas tecnológicas. Para eles, é apenas uma extensão de si mesmos, integrada ao seu modo de vida e trabalho, o que torna natural implementar tecnologia no meio corporativo como facilitador de tarefas “braçais” que lhes trazem dificuldades de gestão.

Mas isso não garante a eles um oceano azul
Por outro lado, a geração de profissionais dos anos 80 muitas vezes não está acompanhando esse ritmo de qualificação e demora na tomada de decisões porque não está usando as ferramentas corretas para sua atividade fim, o que acaba prejudicando a evolução das empresas nas quais trabalham. A transformação digital não é apenas sobre a implementação de novas ferramentas, mas sobre a mudança de mentalidade e sobrevivência no mercado de trabalho. Portanto, reforço a importância de não apenas focarmos na qualificação, mas também de considerarmos o contexto histórico da evolução tecnológica e os impactos que ela causa na renovação entre as gerações.

Desafios e oportunidades da transformação digital
Diante desse cenário, as empresas que ainda não iniciaram o processo de Transformação Digital devem promover a cultura do desenvolvimento contínuo do profissional. No mercado, este comportamento tem uma aceitação tímida, apenas empresas que já vêm no ritmo cultural de P&D – Pesquisa e Desenvolvimento. Isso parece algo muito sofisticado para as pequenas empresas, evidenciando que a transformação digital chegou nas residências, mas os mesmos usuários têm resistência em transferir para o seu meio profissional. Colaboradores e líderes mais preparados e com visão de mercado global, competitivos, focados no uso de tecnologia, têm mercado aberto para novos níveis de remuneração, além de ter mais empregabilidade, mas soará uma pergunta na entrevista de emprego: “O que você inovou no seu último cargo?” Você vai falar o que outros fizeram ou você falará de um “CASE REAL”, feito por você? Líderes precisam reconhecer a importância da transformação digital e fazer parte ativa do processo. Diferentes gerações trabalhando juntas é inevitável, mas cada uma deve trazer suas próprias experiências e habilidades, o que é uma fonte poderosa de inovação e crescimento para a empresa. Ser inclusivo e colaborativo não apenas acelera a adoção das tecnologias de transformação, mas também cria um ambiente de trabalho mais dinâmico, além de atrair e reter talentos. A geração mais nova sempre estará mais perto da inovação. O próximo ciclo já iniciou, a Revolução Industrial 4.0 iniciou em meados de 2011.
Na próxima edição, vamos falar sobre o que cada revolução mudou para os “trabalhadores”.

Por: Emerson Akiyama
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Como fazer Transformação Digital em minha empresa?

Postado em 26 de fevereiro de 2024

Nos últimos meses viemos falando sobre as principais ferramentas que as empresas vêm utilizando, e se você perdeu clique aqui e se atualize.
Cibersegurança; Internet das coisas; Visão computacional; Fluxo de tarefas estruturadas; Coletores de dados; Sensores capazes de medir performance de temperatura, de repetição, consumo de energia, medição de produtividade, seja maquinários ou execução humana.
Pode parecer complexo, mas o verdadeiro desafio não está em conhecer cada recurso, e sim em implementá-los na empresa e encontrar profissionais capacitados, geralmente equipes de operações, financeiro e TI, juntas, ou o proprietário em empresas pequenas, com ajuda dos fornecedores, para mapear gargalos e automatizá-los, visando medir produtividade, tornando as demandas mais óbvias. Em qualquer mudança na empresa o maior desafio são as pessoas, e não a tecnologia, isso serve para todas as esferas da empresa.
Seguem alguns princípios para facilitar o início da empresa na transformação digital:
• Explicar à equipe o objetivo e significado da transformação digital, que vai além da tecnologia, envolvendo mudança cultural e organizacional;
• Destacar a necessidade de competitividade, margem e redução de custos, atendimento às demandas dos clientes e eficiência operacional;
• A implementação deve ser liderada pelos líderes de primeiro escalão;
• Promover mentalidade inovadora e adoção de novas tecnologias;
• Enfatizar o papel dos líderes na condução da transformação;
• Listar e explicar as principais tecnologias, como inteligência artificial, automação e big data;
• Ilustrar casos reais de uso dessas tecnologias;
• Apontar desafios, como resistência à mudança e integração de sistemas legados;
• Recomendar acompanhamento profissional especializado para superar desafios, como capacitação de funcionários e consolidação de estratégias.
• Discutir medidas de segurança da informação e conformidade com regulamentações.
• Ilustrar casos de departamentos que alcançaram sucesso na transformação digital, através de métricas como ROI (retorno sobre investimento) e KPIs (indicadores de desempenho), podem fornecer um incentivo tangível para acelerar o processo em outras áreas da empresa.
Em uma perspectiva futura, a transformação digital não acaba, ela “migra de necessidade” dentro da empresa e por isso é um trabalho contínuo e de refinamento, mitigando falhas e levando as empresas à excelência.

Transformação digital: uma carreira em ascensão
Para ser um profissional de transformação digital, desenvolva análise de big data, organização e conhecimento estatístico, e tenha escuta atenta às necessidades de cada área da empresa. Com estas dicas, a Transformação Digital otimiza os recursos existentes, seja melhorando ou adaptando, com investimento reduzido.

Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
Especialista em Internet das Coisas e Visão Computacional
www.i8t.com.br
Contato: (11) 4657-4345

A cultura digital nas empresas

Postado em 22 de dezembro de 2023

A colaboração entre humanos e dispositivos IoT é fundamental nesse novo cenário. Ao integrar essas tecnologias, os colaboradores encontram aliados digitais que realizam tarefas operacionais, permitindo que os profissionais se concentrem em atividades que exigem criatividade e tomada de decisões estratégicas. A economia de tempo e recursos é, sem dúvida, um dos resultados mais impactantes. Empresas que migraram para soluções IoT testemunharam uma redução substancial nos custos operacionais, aumentando sua eficiência global.
No entanto, a transição para a IoT não está isenta de desafios. A adaptação dos colaboradores, treinamento adequado e considerações de segurança são elementos cruciais a serem gerenciados durante esse processo. A mudança de tarefas manuais para a implementação de recursos de IoT no mundo corporativo não representa apenas uma evolução tecnológica, mas também uma revolução na forma como as empresas operam. O futuro dos negócios está intrinsecamente ligado à capacidade de adotar e integrar eficazmente a Internet das Coisas em suas práticas operacionais cotidianas.
A migração de tarefas manuais para a implementação de recursos de IoT nas organizações trouxe melhorias substanciais em eficiência e produtividade. Um exemplo prático dessa transição é a automação de processos BPM (Business Process Management) – gerenciamento de processos por aplicativo. Onde antes eram necessárias horas de trabalho manual, agora, sistemas integrados com IoT automatizados realizam tarefas repetitivas em um piscar de olhos. Isso não apenas reduz a carga de trabalho dos colaboradores, mas também aumenta a eficiência operacional e a precisão, permitindo que uma equipe se concentre em atividades mais estratégicas.
Outro benefício notório é a diminuição de erros durante a coleta de dados, pois com a introdução de sensores e dispositivos IoT as empresas têm obtido de forma significativa maior detalhamento, evitando erros humanos. A IoT também desempenha um papel crucial no monitoramento remoto de ativos e equipamentos. As empresas agora podem supervisionar operações críticas à distância, antecipando-se a possíveis problemas e evitando paralisações não programadas. Em breve falaremos sobre ‘Como começar a transformação digital na carreira e empresa?’

Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
Especialista em Internet das Coisas e Visão Computacional
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A revolução da privacidade, segurança e IoT: papel da LGPD e cibersegurança

Postado em 13 de setembro de 2023

A ascensão da Internet das Coisas (IoT) introduziu um mundo de inovação e conveniência, mas também trouxe desafios para a privacidade e segurança. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) emerge como base essencial para garantir que interações em portarias e sistemas de IoT na segurança eletrônica respeitem direitos e privacidade.

Privacidade no mundo conectado: LGPD em destaque
Inspirada na GDPR europeia, a LGPD define regras para coleta, processamento e armazenamento de dados pessoais. Com dispositivos IoT cada vez mais presentes, a LGPD é guia crucial para coleta e uso responsável de dados.
Em portarias e sistemas de segurança eletrônica, a LGPD desempenha papel vital. Câmeras e sensores capturam dados pessoais, como imagens e comportamentos. A LGPD garante consentimento, transparência e tratamento seguro, protegendo privacidade no ambiente tecnológico.

Desafios de segurança IoT e soluções emergentes
A evolução da segurança eletrônica com IoT traz benefícios, mas, também, vulnerabilidades exploráveis por cibercriminosos. A integridade de sistemas é essencial para proteger pessoas e propriedades.
Criptografia robusta, autenticação de dispositivos e segurança em camadas emergem como estratégias cruciais contra ciberataques. Cooperação entre fabricantes, desenvolvedores e profissionais de segurança cria ecossistema resiliente e seguro.

Responsabilidade na era tecnológica
A interação entre LGPD, IoT e segurança eletrônica redefine nossa abordagem à tecnologia. A LGPD enfatiza privacidade, enquanto a IoT expande monitoramento e controle. Equilibrar inovação e proteção requer conscientização, investimento em segurança e colaboração.
Enquanto avançamos na jornada tecnológica, é imperativo que empresas, governos e cidadãos valorizem privacidade e segurança como base para a sociedade conectada e protegida. A IoT é sobre pessoas; esse princípio deve guiar esforços rumo a um futuro tecnológico seguro e responsável.
Logo voltaremos para falar sobre cybersegurança.

Por: Emerson Akiyama
Diretor de Negócios – I8T
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