Mapa genético da depressão: como a hipnose atua em todos os níveis da doença

Postado em 3 de julho de 2018

A ciência tem dado passos importantíssimos que vão transformar a realidade dos tratamentos de doenças psíquicas e emocionais. Um consórcio de 200 cientistas, em 161 instituições do mundo inteiro, identificou 44 genes relacionados a formas severas de depressão. Neste estudo, os pesquisadores entenderam que genes têm um peso na depressão, mas não a determinam. Isso significa que se uma pessoa tem genes associados à doença, ela tem maior risco de desenvolvê-la, mas isso não quer dizer com certeza que esse indivíduo será depressivo.

Em outras doenças, a genética é mais determinante, mas não é o caso das depressões moderadas a leves. Em casos realmente severos – conhecidos como depressão maior – a hereditariedade tem um peso de 40% a 50%. Porém outros estudos indicam que fatores como abuso sexual ou a perda do pai ou da mãe na infância também são “gatilhos” para que a condição se desenvolva.

Outro estudo impactante que o estudo revelou é que apenas metade dos pacientes responde bem aos tratamentos convencionais existentes, o que abre espaço para novas terapias mais específicas para a doença. Com o mapeamento genético, cientistas também podem desenvolver medicamentos que tenham por alvo o bloqueio de substâncias produzidas a partir de informações desses genes. Essa descoberta abre um novo caminho se entendimento e consolidação de tratamentos como a hipnose.  

 

Outro olhar para a depressão

Além dos 44 genes associados à depressão, pesquisadores encontraram outros 153 genes relacionados a outros transtornos mentais.

Desses outros genes encontrados, os cientistas descobriram que seis deles contribuem tanto para o surgimento da depressão, quanto para a maior ocorrência de esquizofrenia.

Outro ponto curioso do estudo é que alguns genes associados à depressão também foram relacionados à qualidade do sono, à insônia, ao cansaço e à tendência à obesidade.

 

E o que a hipnose tem a ver com isso?

A hipnose é comprovadamente a nova terapia de maior eficácia para o tratamento de depressão em todos os níveis, inclusive em casos de depressão maior, pois mesmo com o fator genético, a doença eclode através de gatilhos gerados nas situações de vida da pessoa. 

A hipnoterapia acessa a parte subconsciente da mente e trabalha a emoção/sentimento mal resolvida que desencadeou a depressão. 

Descobrindo a causa, os gatilhos que ativam as emoções negativas atualmente são neutralizados o que põe fim à emoção desequilibrada. Por consequência, a química cerebral começa a se regular e os hormônios se estabilizam, tudo de forma natural. Assim feito, os sintomas desaparecem naturalmente.

A hipnoterapia é feita em conjunto com o cliente, a um nível profundo na mente, que busca a capacidade natural de autocura de seu próprio corpo.

A hipnose trabalha com o fator de que o problema deve ser tratado na essência, senão cedo ou tarde, ele pode retornar através de outros distúrbios emocionais ou até mesmo em uma depressão de maior gravidade.

Na maioria dos casos, o cliente tem uma melhora do quadro já nas primeiras sessões. Com o uso da hipnose, os tratamentos são muito mais rápidos e eficazes que outros tratamentos terapêuticos.

Nosso corpo é uma máquina perfeita. Ele altera sozinho seu funcionamento orgânico e fisiológico diante de um distúrbio, mas tem a mesma capacidade de retornar novamente para o seu estado natural e normal de ser.

A cada dia que passa mais casos de depressão são solucionados nas clínicas de hipnoterapia.

O mapeamento genético deste estudo nos mostra que a depressão tem solução. Procure ajuda e tenha uma vida mais feliz.

 

ALEX CRUANES
Diretor Clínico da
HIPNOSE CLINIC
11 4653 0063 / 96020 2806
www.hipnoseclinic.com.br

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