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Eduardo Prado

Gênesys Organização Contábil

Planejamento de Fim de Ano

Postado em 2 de novembro de 2017

planejamento-pessoal

Estamos chegando a mais um crepúsculo de exercício, e com ele os problemas com planejamento e controle financeiro estão entre os principais fatores de causa de mortalidade das pequenas e médias empresas.
Neste caso, traçar uma estratégia financeira eficiente é fundamental para o sucesso dos negócios e pode ser utilizado para a sua vida pessoal também, assim separei alguns pontos importantes para serem cuidados:

1- Organize todas as informações
Para começar a definir uma estratégia financeira, primeiro é preciso ter disponível todas as informações e dados da empresa de forma organizada. Sem os números exatos na mão o planejamento financeiro pode ficar completamente “furado” e não vai refletir a verdadeira realidade do negócio. Este simples item pode ser o diferencial entre ganhar ou perder dinheiro.

2- Profissionais capacitados na área
É essencial ter o apoio de alguém que realmente entenda bem do assunto no momento de iniciar o planejamento estratégico financeiro da empresa. O ideal é que a equipe envolvida tenha domínio da contabilidade e demonstrações financeiras e assim consiga visualizar possibilidades futuras.

3 – Analise os relatórios
Seu sistema pode garantir a emissão de diversos relatórios que vão servir de base para a definição da futura estratégia financeira. Dentre esses documentos, podemos destacar:
Relatório de Faturamento; Relatório da curva ABC; Controle de fluxo de caixa; Contas a pagar e a receber, entre outros.

4- Esteja a par do assunto
É importante que o empreendedor, como dono do negócio, também entenda pelo menos um pouco do assunto, pois assim terá o controle das informações e poder de decisão.

5- Faça uma análise dos fatores internos e externos
Na hora de planejar a estratégia financeira, não esqueça de levar em conta os fatores internos e externos, a situação econômica, política e cultural do mercado.

6 – Planeje com base na sua realidade e nos pontos que quer atingir
Sempre faremos projeções de ganhos, mas temos de fazer previsões bem realistas, com o dinheiro que tem ou que realmente deve entrar no caixa. Não adianta fazer o planejamento financeiro pensando em contrair dívidas o tempo inteiro, achando assim que o negócio vai ter mais viabilidade de crescimento.
Boa Sorte e Sucesso!!

Por: Eduardo Prado
Gênesys Organização Contábil
Fone: 4655-4859
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O fardo dos micro e pequenos empresários

Postado em 1 de setembro de 2017

pequenos empresários

O fardo dos micro e pequenos empresários está ficando cada vez mais pesado. A recuperação lenta da economia ainda não é suficiente para despertar a confiança dos investidores diante da instabilidade política do governo e das incertezas sobre a sua continuidade. As mesmas incertezas diminuem o consumo, que já vinha sendo comprimido pela necessidade de as famílias apertarem o cinto. Assim, as sistemáticas reduções dos juros em doses homeopáticas (saque do FGTS, por exemplo) não foram suficientes para estimular a retomada do vigor nas compras.
Fica muito em torno da palavra “empresário” uma visão deturpada. Há um percentual da sociedade que vê com preconceito os empresários como integrantes de uma elite, que se posiciona contra empregados ou até mesmo promove a sonegação de impostos. Ser empresário neste País é vencer desafios diários impostos a todos que buscam empreender, gerar renda, oportunizar vagas de trabalho.
Se, de um lado, as grandes companhias estão sofrendo e procurando recuperar os espaços perdidos, as maiores empregadoras do País, as micro, pequenas e médias empresas vivem situação ainda mais difícil e cortam todos os gastos possíveis. Além disso, enfrentam dificuldades em obter crédito para fomentar seus negócios e também para o capital de giro, pois os bancos estão restringindo bastante os empréstimos, independentemente do porte do tomador dos recursos. Ademais, a inadimplência mantém muitas firmas com o nome sujo, o que inviabiliza a aprovação de seu cadastro no mercado financeiro.
Independentemente do ramo de atividade, é preciso conviver com as altas cargas tributárias, burocracias que impedem o desenvolvimento de projetos de inovação, falta de amparo do Estado, até mesmo na capacitação de profissionais técnicos, entre tantas outras barreiras. Neste contexto, vivemos em um momento de incerteza política e econômica sem precedentes, aguardamos a aprovação ou não das reformas trabalhistas, previdenciária e novas alterações na Lei da Terceirização, e seguimos, com frequência, arcando com onerosos desfechos junto à Justiça do Trabalho.
Nessa “tocada”, a sobrevivência dos pequenos e médios negócios esta à deriva. Muitos vão em busca de alternativas mais caras de crédito, como empréstimo pessoal e factoring. Porém, isso onera seus custos e comprime ainda mais as suas margens. Assim, é crucial uma urgente política de crédito e a flexibilização dos tributos. Caso contrário, muitos desses negócios poderão não suportar a pressão. O empreendedor brasileiro costuma ser muito criativo e tem alta capacidade de superação, mas tudo tem um limite, que, para muitos, já chegou.
Algumas pequenas e médias empresas buscam parcerias para minimizar a necessidade de tomada de recursos aos bancos. De maneira inteligente, estão conseguindo manter-se e até melhorar sua performance. A parceria vem desde um acordo de consignação, prazo para pagamento, descontos financeiros vinculados à antecipação e até a prestação de serviços de mão de obra.
As alternativas viabilizadas por alguns segmentos não são possíveis para todos os setores.
Por isso o governo tem de agir rapidamente na adoção de medidas capazes de oxigenar as pequenas e médias empresas, com crédito, juros subsidiados e flexibilização tributária. É preciso garantir a sobrevivência de numerosas firmas incluídas entre as maiores geradoras de empregos do País.
A única certeza é que o brasileiro, além de ser criativo, é persistente.

Por: Eduardo Prado
Gênesys Organização Contábil
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O fim do ano começa agora e parece que o ano nem começou

Postado em 11 de julho de 2017

Novo Refis

Estamos já passando o meio do ano e com ele as festas “juninas e julinas”, mas a sensação que temos é que o ano ainda nem começou.
São tantas as informações que não temos parado para ver o que acontece ao nosso redor. Ano que vem já temos as Eleições, Copa do Mundo, dentre outros acontecimentos. Todo profissional vive essa corrida contra prazos e datas e têm de se atualizar e se organizar para não ser engolido pelo dia-a-dia.
Esse fenômeno deve-se ao reflexo da evolução natural do mundo dos negócios: uso de novas tecnologias; mudanças na forma de contratar profissionais, novos hábitos de consumo, a robotização na linha de produção etc.
Ainda estamos dentro de uma recessão, mas já começamos a visualizar não só uma parada na queda das vendas de consumos, como também pequenos aumentos nos índices de alguns setores. A retomada pode ser lenta, mas temos que trabalhar os “músculos” para que ela seja contínua em longo prazo.
Para o segundo semestre ainda temos muito que fazer, temos de tirar os projetos das gavetas, como se diz, e colocar em prática o quanto antes, pois daqui a pouco já é Natal!
Deixo também uma dica para os empresários, saiu o PERT – Programa Especial de Regularização Tributária ‘Novo Refis’, este programa permite o parcelamento dos débitos da empresa junto à Receita Federal e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.
Podem aderir pessoas físicas e jurídicas inclusive em recuperação judicial, com débitos vencidos até 30 de abril de 2017. Assim, caso necessite, consulte seu contador ou advogado tributário para maiores esclarecimentos.

Por: Eduardo Prado
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Organize sua vida para os próximos anos

Postado em 9 de maio de 2017

Organize sua vida para os próximos anos

Com as mudanças econômicas acontecendo tão rápidas, se você planejar, mesmo que agora, ainda dá tempo de se organizar para 2017, ou já ir se preparando para os próximos anos, seja para novos desafios, compromissos ou vida financeira. Assim inicio com dicas sobre como lidar com os riscos financeiros e ir se preparando para uma possível aposentadoria mais confortável.
Em finanças pessoais, ganhar mais sempre significa assumir um risco maior. Para qualquer investimento é necessário conhecer o mínimo dos riscos das suas aplicações e saber qual é a sua tolerância a eles.
Em momentos como o atual, em que uma crise global afeta negativamente o comportamento de boa parte do mercado financeiro, aqueles investidores que não souberam montar uma carteira de investimentos de forma adequada ao seu perfil devem estar enlouquecidos.

Veja cinco passos que podem auxiliar:
Conheça seu Objetivo – Os investimentos devem considerar o objetivo que as pessoas têm ao economizar seu dinheiro. Se a grana tem um propósito definido e uma data para ser gasta o risco é menor quanto maior o prazo de resgate.
Calcule seu Ganho – Buscar riscos quando achar que as aplicações seguras estão retornando pouco só vale se fizer as contas de retorno líquido – livre de impostos e taxas.
Divida o Dinheiro – Defina quanto do seu patrimônio pode ficar livre do risco e quanto pode ser direcionado para os investimentos mais agressivos. Isso varia muito de cada perfil.
Diversifique a Aplicação – Após dividir o patrimônio, diversifique entre Ações, Títulos, CDB, Fundos de Investimentos.
Pense a Longo Prazo – Comece desde já a pensar nos próximos 5, 10 anos, e na aposentadoria. O que estará fazendo, ou melhor, vendo render nestes próximos anos.

 

Por: Eduardo Prado
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As “novas” regras do sistema financeiro

Postado em 9 de março de 2017

 

As “novas” regras do sistema financeiro

Para reduzir a pressão dos juros o governo introduziu mudanças no cartão de crédito com a imposição do prazo máximo para que o cliente fique em débito no rotativo, agora cobra dos bancos uma redução na taxa do cheque especial. Isso é bom para o devedor, mas acaba interferindo nos resultados dos bancos.
Assim as instituições financeiras devem criar novas regras para se respaldarem deste “prejuízo” que irão ter daqui para frente, criando novas tarifas, prêmios, empréstimos a longo prazo, custos de manutenção da conta por exemplo.
Um produto que não é novo, mas vale lembrar, é o plano de previdência privada. Este é o típico produto que a maioria que compra finge que entende, e quem vende se vangloria por conquistar mais um cliente, por pensar que ele realmente entendeu as complexas regras tributárias e o funcionamento das taxas envolvidas.
Quase a totalidade das pessoas que contratam um plano de previdência privada recebeu argumentos razoáveis de que o produto é mais vantajoso do que outras alternativas financeiras. Porém ele só vivencia o extrato e quando pede explicações claras tem como resposta uma linguagem rebuscada para demonstrar o que foi contratado.
Pode ser melhor? Sim, se as seguradoras e bancos estivessem mais próximos de seus clientes. Essa é uma relação que precisa amadurecer, e para isso é provável que o cliente tenha a consciência de que não conhece o produto e pergunte sempre até os 100% das dúvidas serem revertidas em explicações claras e organizadas em sua mente ou em suas anotações.
Ao se deparar com instituições financeiras busque sempre ter o máximo de informações, e não deixe de trocar informações com seu contador, corretor, advogado ou pessoa capacitada para te dar uma maior tranquilidade.
Tenham todos um excelente ano de trabalho e conquistas.

Por: Eduardo Prado
Gênesys Organização Contábil
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