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Eduardo Prado

Gênesys Organização Contábil

Como atravessar os momentos de dificuldade

Postado em 25 de outubro de 2018

Sobrevivente. Esta é a melhor palavra para definir a trajetória de muitas empresas no Brasil. Além da crise que afeta o País, também se enfrenta a crise que devasta os Estados onde muitas empresas fecharam suas portas.
O empresário já passou por muitas mudanças ao longo deste período, as quais foram sendo implantadas para solucionar os problemas que iam surgindo e, desta forma o negócio amadurece.
Quando se tem uma atividade sem planejamento, o caminho é mais difícil como captar recursos e pagamento de altas taxas de juros. O diferencial pode ser o planejamento que é importante para evitar que o negócio sofra ainda mais em períodos difíceis. Ele é fundamental e deve antever a fase de criação da empresa.
Planejar com assertividade permite ao empreendedor ter visão do negócio ao longo de um período para olhar a empresa no futuro e não pelo espelho retrovisor.
Se em época de estabilidade o empresário faz planejamento anual, na crise o intervalo deve ser de seis meses ou menos, dependendo do negócio. Também é muito importante criar indicadores de desempenho, tanto de receita quanto de despesas. Os indicadores servem de ajustes no plano.
Fique de olho em alguns pontos como a precificação de produto mal feita, gestão de estoque e financeira ineficazes. Na recessão, o planejamento deve ser voltado para a eficiência de recursos, redução de despesas, renegociação de dívidas e aumento dos prazos de pagamento, redução de estoques, entre outros.
Tecnologia, baixa automação provoca retrabalho, gasto de tempo com tarefas operacionais, ocorrência de erros e isso afeta a competividade e os resultados.
O cenário atual pode parecer caótico e negativo, mas os negócios bem estruturados estão fortalecidos para enfrentar o pior e ainda ter a oportunidade de crescer no mercado.
Lembre-se que a sorte faz parte do negócio, mas não devemos contar apenas com ela.

Por: Eduardo Prado
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Escolhas para um ano melhor

Postado em 31 de agosto de 2018

O empresário sabe o quanto é difícil manter em dia os pagamentos dos impostos, dos fornecedores e parceiros e ainda manter os investimentos no negócio.
Neste momento do ano deve-se retornar ao tema planejamento fiscal já pensando no próximo ano. Sucintamente, o planejamento fiscal terá de respeitar a lei de forma integral, procurando no entanto negócios jurídicos com menor ou nula tributação.
Esta é uma atividade lícita, e devidamente tutelada na forma jurídica; é um direito subjetivo do sujeito passivo no que respeita as suas obrigações fiscais, mas é também fundamental para a segurança das relações tributárias, juridicamente falando. Do ponto de vista dos contribuintes, que usufruem do planejamento fiscal, o objetivo é a minimização da fatura fiscal, pagando o mínimo de impostos.
A contabilidade, sendo um sistema de registros permanentes das operações, é o pilar de tal planejamento. O contabilista é peça fundamental na elaboração e execução do planejamento tributário. Afinal, ele comanda uma série de operações internas da empresa, normalmente sendo responsável por múltiplos controles, conciliações e apurações de impostos.
Não dar a devida atenção para este importante assunto pode resultar em consequências graves, afetando também as vidas das pessoas ali envolvidas.
Não caia no conto de fadas, pois não existem fórmulas mágicas! Quando tratamos dos impostos, devemos ter clareza de que o fisco quer receber a parte dele.
A sistemática de tributação do Imposto de Renda poderá ser escolhida pela empresa conforme seu planejamento tributário, podendo optar pelo lucro real ou presumido; ou pelo SIMPLES para as micro e pequenas empresas, desde que atendidos todos os demais aspectos da legislação tributária.
Lucro Real: é adequado para as empresas que tenham faturamento sazonal ou linear, podendo optar pelo recolhimento mensal calculado por estimativa com base no faturamento mensal; opcionalmente poderão demonstrar por meio de balanços ou balancetes mensais.
Lucro Presumido: esta opção é limitada para as empresas com receita bruta limitada. Deve-se observar que algumas atividades estão impedidas de optar pelo lucro presumido, sendo obrigadas ao lucro real, independente do limite da receita bruta.
Simples Nacional: esta opção pode ser a mais adequada para a maior parte das micro e pequenas empresas, porém é necessário ter muita atenção, pois não podemos assumir isso como uma afirmação, pois é apenas uma possibilidade.
Inclua em sua agenda um tempo para tratar deste assunto de forma assertiva. Fale com a sua equipe e conte com a ajuda do seu contador.

 

Por: Eduardo Prado
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Comunicação: uma das chaves para a solução

Postado em 30 de abril de 2018

Comunicacao

O professor Peter Drucker (1909-2005) aconselhava fazer, primeiro a coisa certa e, segundo, de modo certo. Muita gente dedica-se à tarefa errada, desperdiçando energia, talento e tempo. Por exemplo, uma das famosas frases: “Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito”.
Muita gente consome esforços na tentativa de provar que um colega está errado ou que não está apresentando o comportamento adequado. Na maioria das vezes, entretanto, isso é completamente irrelevante em relação aos próprios objetivos de carreira e a pessoa continua a fazer esses esforços por “invocação”, capricho, simples inveja ou ira contra o colega.
Fazer a coisa certa exige três condições:
1) Que se descubra o que é certo fazer. A pergunta é: o que pode efetivamente contribuir para a realização de meus objetivos?;
2) Que se tenha autocontrole emocional para eleger o que é certo como meta de carreira;
3) Que se tenha disciplina e perseverança para continuar no caminho certo.
Os desvios custam caro e, na maioria das vezes, por falta comunicação e informação, tomam-se outros caminhos.
Olhe para os lados e veja o velho mundo desabando: antigas lojas de sucesso fechando as portas, profissões outrora importantes desaparecendo, marcas que se vão, ramos empresariais que entram em franca decadência. Mas olhe também para o que não muda, pois o que não muda é o caminho para o mundo novo.
Não muda a necessidade de comunicação. Quem se comunica bem continua tendo mais oportunidade e é chamado para as novas terras. Lembre-se de que a aparente Torre de Babel precisa de pessoas que se aproximem das outras, falem a velha língua das emoções positivas, aglutinem outras, expliquem, deem sentido ao que parece caótico, traga tranquilidade a quem se sente perdido. Sempre que temos algo em comum estamos no mesmo barco.
Invista na comunicação e ela abrirá as portas para você.

Por: Eduardo Prado
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Momento de percepção

Postado em 10 de março de 2018

Momento de percepção

Acabamos de começar um novo ano e o mês de janeiro já se foi. Uma parte do ano tão importante que para alguns passou e nem foi percebida.
Se falarmos de outros fatos ou cenas degradantes, como as sujeiras, a violência, a corrupção e a incompetência, quando se banalizam, provocam uma espécie de cegueira coletiva, um déficit de percepção sobre elas mesmas. Para que não nos façam mal, fingimos que não vemos, pois a mente tem uma defesa para manter sua integridade.
Neste sentido os líderes não podem fazer de conta que não há problemas e que o mundo é um mar de calmaria. Não precisam enlouquecer por causa disso, mas devem encará-los de frente e propor soluções.
A verdadeira crise, é a crise de percepção. Muitos líderes não percebem ou fazem de conta que não percebem, quais são os verdadeiros problemas de nosso tempo. A solução para a maioria deles é simples, mas requer uma mudança de foco. E isso é difícil porque significa sair da zona de conforto, e a maioria das pessoas não tem essa disposição.
A crise de percepção se manifesta pela dificuldade que a maioria das pessoas tem de se “conectar os pontos”, ou seja, estabelecer correlação entre os problemas e suas causas, e também entre os diversos fatores que interferem nos objetivos que buscamos.
Estamos vivendo uma crise política e economia, sim, mas é bem possível que ela pudesse ter sido evitada se não fosse precedida pela crise de percepção que vivemos no mundo.
Vamos voltar nossos olhos para este novo ano, que é o nosso futuro presente, com o olhar da razão sem deixar de ter esperanças.

Por: Eduardo Prado
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Vamos nos desenvolver para viver melhor em 2018!!!

Postado em 29 de dezembro de 2017

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O homem é originalmente dotado de nobres faculdades e de uma mente equilibrada. Assim, dedicar-se a uma ideia com amor e garra é fundamental para a carreira, mas muita gente gasta enorme energia e talento na realização de ideias que não vão levar a nada. O executivo às vezes se envolve até a alma com uma atividade que não vai trazer resultado nenhum à empresa – e tampouco um reflexo positivo para sua carreira.
Como é que gente boa enamora-se de ideias ruins? O problema é a concentração, a falta de visão lateral, a falta de abrir os olhos e os ouvidos para perceber o que está acontecendo em volta. Antes de entregar a alma a uma ideia, pergunte ao mundo se ela é boa. O mundo se expressa pela voz dos clientes, dos colegas, do chefe, dos subordinados, dos fornecedores, enfim, de pessoas que o circundam. Pergunte antes de sofrer inutilmente. Invista seu potencial no que realmente pode trazer algo de bom.
Todos queremos uma vida melhor, que as situações ruins acabem, que os acontecimentos no mundo mudem para melhor, mas e nós?
Vamos buscar o desenvolvimento de habilidades pessoais e dos próprios potenciais, contribuindo com a construção do conhecimento humano e facilitando empregabilidade, melhorando a qualidade de vida e contribuindo para a realização de sonhos e aspirações.
Com este sentimento de que podemos ser mais completos e felizes que venho desejar um 2018 com muitas realizações!

Por: Eduardo Prado
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Planejamento de Fim de Ano

Postado em 2 de novembro de 2017

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Estamos chegando a mais um crepúsculo de exercício, e com ele os problemas com planejamento e controle financeiro estão entre os principais fatores de causa de mortalidade das pequenas e médias empresas.
Neste caso, traçar uma estratégia financeira eficiente é fundamental para o sucesso dos negócios e pode ser utilizado para a sua vida pessoal também, assim separei alguns pontos importantes para serem cuidados:

1- Organize todas as informações
Para começar a definir uma estratégia financeira, primeiro é preciso ter disponível todas as informações e dados da empresa de forma organizada. Sem os números exatos na mão o planejamento financeiro pode ficar completamente “furado” e não vai refletir a verdadeira realidade do negócio. Este simples item pode ser o diferencial entre ganhar ou perder dinheiro.

2- Profissionais capacitados na área
É essencial ter o apoio de alguém que realmente entenda bem do assunto no momento de iniciar o planejamento estratégico financeiro da empresa. O ideal é que a equipe envolvida tenha domínio da contabilidade e demonstrações financeiras e assim consiga visualizar possibilidades futuras.

3 – Analise os relatórios
Seu sistema pode garantir a emissão de diversos relatórios que vão servir de base para a definição da futura estratégia financeira. Dentre esses documentos, podemos destacar:
Relatório de Faturamento; Relatório da curva ABC; Controle de fluxo de caixa; Contas a pagar e a receber, entre outros.

4- Esteja a par do assunto
É importante que o empreendedor, como dono do negócio, também entenda pelo menos um pouco do assunto, pois assim terá o controle das informações e poder de decisão.

5- Faça uma análise dos fatores internos e externos
Na hora de planejar a estratégia financeira, não esqueça de levar em conta os fatores internos e externos, a situação econômica, política e cultural do mercado.

6 – Planeje com base na sua realidade e nos pontos que quer atingir
Sempre faremos projeções de ganhos, mas temos de fazer previsões bem realistas, com o dinheiro que tem ou que realmente deve entrar no caixa. Não adianta fazer o planejamento financeiro pensando em contrair dívidas o tempo inteiro, achando assim que o negócio vai ter mais viabilidade de crescimento.
Boa Sorte e Sucesso!!

Por: Eduardo Prado
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O fardo dos micro e pequenos empresários

Postado em 1 de setembro de 2017

pequenos empresários

O fardo dos micro e pequenos empresários está ficando cada vez mais pesado. A recuperação lenta da economia ainda não é suficiente para despertar a confiança dos investidores diante da instabilidade política do governo e das incertezas sobre a sua continuidade. As mesmas incertezas diminuem o consumo, que já vinha sendo comprimido pela necessidade de as famílias apertarem o cinto. Assim, as sistemáticas reduções dos juros em doses homeopáticas (saque do FGTS, por exemplo) não foram suficientes para estimular a retomada do vigor nas compras.
Fica muito em torno da palavra “empresário” uma visão deturpada. Há um percentual da sociedade que vê com preconceito os empresários como integrantes de uma elite, que se posiciona contra empregados ou até mesmo promove a sonegação de impostos. Ser empresário neste País é vencer desafios diários impostos a todos que buscam empreender, gerar renda, oportunizar vagas de trabalho.
Se, de um lado, as grandes companhias estão sofrendo e procurando recuperar os espaços perdidos, as maiores empregadoras do País, as micro, pequenas e médias empresas vivem situação ainda mais difícil e cortam todos os gastos possíveis. Além disso, enfrentam dificuldades em obter crédito para fomentar seus negócios e também para o capital de giro, pois os bancos estão restringindo bastante os empréstimos, independentemente do porte do tomador dos recursos. Ademais, a inadimplência mantém muitas firmas com o nome sujo, o que inviabiliza a aprovação de seu cadastro no mercado financeiro.
Independentemente do ramo de atividade, é preciso conviver com as altas cargas tributárias, burocracias que impedem o desenvolvimento de projetos de inovação, falta de amparo do Estado, até mesmo na capacitação de profissionais técnicos, entre tantas outras barreiras. Neste contexto, vivemos em um momento de incerteza política e econômica sem precedentes, aguardamos a aprovação ou não das reformas trabalhistas, previdenciária e novas alterações na Lei da Terceirização, e seguimos, com frequência, arcando com onerosos desfechos junto à Justiça do Trabalho.
Nessa “tocada”, a sobrevivência dos pequenos e médios negócios esta à deriva. Muitos vão em busca de alternativas mais caras de crédito, como empréstimo pessoal e factoring. Porém, isso onera seus custos e comprime ainda mais as suas margens. Assim, é crucial uma urgente política de crédito e a flexibilização dos tributos. Caso contrário, muitos desses negócios poderão não suportar a pressão. O empreendedor brasileiro costuma ser muito criativo e tem alta capacidade de superação, mas tudo tem um limite, que, para muitos, já chegou.
Algumas pequenas e médias empresas buscam parcerias para minimizar a necessidade de tomada de recursos aos bancos. De maneira inteligente, estão conseguindo manter-se e até melhorar sua performance. A parceria vem desde um acordo de consignação, prazo para pagamento, descontos financeiros vinculados à antecipação e até a prestação de serviços de mão de obra.
As alternativas viabilizadas por alguns segmentos não são possíveis para todos os setores.
Por isso o governo tem de agir rapidamente na adoção de medidas capazes de oxigenar as pequenas e médias empresas, com crédito, juros subsidiados e flexibilização tributária. É preciso garantir a sobrevivência de numerosas firmas incluídas entre as maiores geradoras de empregos do País.
A única certeza é que o brasileiro, além de ser criativo, é persistente.

Por: Eduardo Prado
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O fim do ano começa agora e parece que o ano nem começou

Postado em 11 de julho de 2017

Novo Refis

Estamos já passando o meio do ano e com ele as festas “juninas e julinas”, mas a sensação que temos é que o ano ainda nem começou.
São tantas as informações que não temos parado para ver o que acontece ao nosso redor. Ano que vem já temos as Eleições, Copa do Mundo, dentre outros acontecimentos. Todo profissional vive essa corrida contra prazos e datas e têm de se atualizar e se organizar para não ser engolido pelo dia-a-dia.
Esse fenômeno deve-se ao reflexo da evolução natural do mundo dos negócios: uso de novas tecnologias; mudanças na forma de contratar profissionais, novos hábitos de consumo, a robotização na linha de produção etc.
Ainda estamos dentro de uma recessão, mas já começamos a visualizar não só uma parada na queda das vendas de consumos, como também pequenos aumentos nos índices de alguns setores. A retomada pode ser lenta, mas temos que trabalhar os “músculos” para que ela seja contínua em longo prazo.
Para o segundo semestre ainda temos muito que fazer, temos de tirar os projetos das gavetas, como se diz, e colocar em prática o quanto antes, pois daqui a pouco já é Natal!
Deixo também uma dica para os empresários, saiu o PERT – Programa Especial de Regularização Tributária ‘Novo Refis’, este programa permite o parcelamento dos débitos da empresa junto à Receita Federal e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.
Podem aderir pessoas físicas e jurídicas inclusive em recuperação judicial, com débitos vencidos até 30 de abril de 2017. Assim, caso necessite, consulte seu contador ou advogado tributário para maiores esclarecimentos.

Por: Eduardo Prado
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Organize sua vida para os próximos anos

Postado em 9 de maio de 2017

Organize sua vida para os próximos anos

Com as mudanças econômicas acontecendo tão rápidas, se você planejar, mesmo que agora, ainda dá tempo de se organizar para 2017, ou já ir se preparando para os próximos anos, seja para novos desafios, compromissos ou vida financeira. Assim inicio com dicas sobre como lidar com os riscos financeiros e ir se preparando para uma possível aposentadoria mais confortável.
Em finanças pessoais, ganhar mais sempre significa assumir um risco maior. Para qualquer investimento é necessário conhecer o mínimo dos riscos das suas aplicações e saber qual é a sua tolerância a eles.
Em momentos como o atual, em que uma crise global afeta negativamente o comportamento de boa parte do mercado financeiro, aqueles investidores que não souberam montar uma carteira de investimentos de forma adequada ao seu perfil devem estar enlouquecidos.

Veja cinco passos que podem auxiliar:
Conheça seu Objetivo – Os investimentos devem considerar o objetivo que as pessoas têm ao economizar seu dinheiro. Se a grana tem um propósito definido e uma data para ser gasta o risco é menor quanto maior o prazo de resgate.
Calcule seu Ganho – Buscar riscos quando achar que as aplicações seguras estão retornando pouco só vale se fizer as contas de retorno líquido – livre de impostos e taxas.
Divida o Dinheiro – Defina quanto do seu patrimônio pode ficar livre do risco e quanto pode ser direcionado para os investimentos mais agressivos. Isso varia muito de cada perfil.
Diversifique a Aplicação – Após dividir o patrimônio, diversifique entre Ações, Títulos, CDB, Fundos de Investimentos.
Pense a Longo Prazo – Comece desde já a pensar nos próximos 5, 10 anos, e na aposentadoria. O que estará fazendo, ou melhor, vendo render nestes próximos anos.

 

Por: Eduardo Prado
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As “novas” regras do sistema financeiro

Postado em 9 de março de 2017

 

As “novas” regras do sistema financeiro

Para reduzir a pressão dos juros o governo introduziu mudanças no cartão de crédito com a imposição do prazo máximo para que o cliente fique em débito no rotativo, agora cobra dos bancos uma redução na taxa do cheque especial. Isso é bom para o devedor, mas acaba interferindo nos resultados dos bancos.
Assim as instituições financeiras devem criar novas regras para se respaldarem deste “prejuízo” que irão ter daqui para frente, criando novas tarifas, prêmios, empréstimos a longo prazo, custos de manutenção da conta por exemplo.
Um produto que não é novo, mas vale lembrar, é o plano de previdência privada. Este é o típico produto que a maioria que compra finge que entende, e quem vende se vangloria por conquistar mais um cliente, por pensar que ele realmente entendeu as complexas regras tributárias e o funcionamento das taxas envolvidas.
Quase a totalidade das pessoas que contratam um plano de previdência privada recebeu argumentos razoáveis de que o produto é mais vantajoso do que outras alternativas financeiras. Porém ele só vivencia o extrato e quando pede explicações claras tem como resposta uma linguagem rebuscada para demonstrar o que foi contratado.
Pode ser melhor? Sim, se as seguradoras e bancos estivessem mais próximos de seus clientes. Essa é uma relação que precisa amadurecer, e para isso é provável que o cliente tenha a consciência de que não conhece o produto e pergunte sempre até os 100% das dúvidas serem revertidas em explicações claras e organizadas em sua mente ou em suas anotações.
Ao se deparar com instituições financeiras busque sempre ter o máximo de informações, e não deixe de trocar informações com seu contador, corretor, advogado ou pessoa capacitada para te dar uma maior tranquilidade.
Tenham todos um excelente ano de trabalho e conquistas.

Por: Eduardo Prado
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