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Dr. Claudio Camargo

Cirurgião Dentista - Especialista em Dentística Restauradora e Estética drclaudiocamargo@ig.com.br Fones: (11) 4654-3876 / 4654-3877 / 9-8114-8213

Erosão dentária: causas e sintomas

Postado em 7 de março de 2018

Erosão dentária

Você sente dor ao comer alimentos muito cítricos? Percebeu que seus dentes estão mais amarelados que o normal? Esses podem ser alguns sintomas da erosão dentária.
O que você tanto temia, aconteceu. Seu sorriso está ficando amarelado e não dá mais para esconder. Mas como, se a higiene bucal é algo frequente na sua rotina? A questão pode estar ligada a outros fatores, como a alimentação ou a erosão dentária. Caracterizada pela perda do esmalte, camada branca e externa do dente, que deixa a dentina, parte amarelada e interna, exposta.

Como saber se você está com erosão dentária?
O primeiro sinal é o próprio desgaste do esmalte que o paciente pode identificar através da estética do dente e, muitas vezes, pelo desconforto da sensibilidade. A erosão geralmente é associada a diversas desordens alimentares, como a bulimia, anorexia e alterações sistêmicas, como refluxo gástrico e a doença renal crônica. Essas são as causas intrínsecas do problema. Fatores como a radioterapia e a síndrome de Sjögren (distúrbio que causa ressecamento nos olhos e na boca) também estão ligados à erosão. O consumo excessivo de bebidas e alimentos acídicos, que são os motivos extrínsecos, também refletem nessa patologia.

É um problema irreversível
A erosão é um problema complexo e seus danos são irreversíveis. Quando ocorre o desgaste do esmalte, chamado de tecido duro, não é possível recuperar essa camada. Ela também é uma complicação que não tem fases, como a gengivite, mas possui padrões de localização que ajudam a identificar o motivo da doença. No caso de bulimia, por exemplo, apresenta-se um grande desgaste na região palatina, parte de trás dos dentes superiores.

Qual é o melhor momento para procurar ajuda?
Não espere sentir os primeiros sintomas para procurar ajuda. É importante que o paciente visite seu dentista regularmente para evitar ou tratar dessa doença o quanto antes. A terapia é feita por uma equipe multidisciplinar: o dentista com o apoio de profissionais da área médica Algumas medidas importantes para cuidar da erosão: diminuir a ingestão de alimentos ácidos, reduzir a força durante a escovação, aplicar flúor para remineralização, seja de uso profissional ou diário pelo paciente, porém, seu efeito não dura muitos dias, o que estimula os cientistas a se debruçarem sobre alternativas para selar o esmalte dental. A substância que tem gerado ótimas expectativas é o tetrafluoreto de titânio. Ele está se saindo bem nos testes e deve chegar em breve aos consultórios.
Quando a erosão for profunda com dentina exposta, é necessário recorrer à restauração. Mesmo nesse estágio, continuam primordiais as mudanças no estilo de vida para estancar o avanço do problema. É provável que, daqui em diante, você ouça falar cada vez mais sobre a erosão dental. Impedir que ela cresça em sua boca depende muito de suas próprias atitudes.

Por: Doutor Claudio Camargo
CRO-SP-51053
COE
Contato: 4654-3876
www.coeodontologiaestetica.com.br
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Menopausa x saúde bucal

Postado em 17 de dezembro de 2017

Menopausa x saúde bucal

As mulheres podem sofrer muitas alterações corporais durante a menopausa, e algumas dessas mudanças acontecem na boca, onde as variações hormonais podem levar a sintomas orais desfavoráveis.
A menopausa, que sinaliza o fim da fertilidade feminina, é uma parte normal do processo de envelhecimento. As mulheres que passam pela menopausa devem discutir quaisquer alterações bucais com seus dentistas, uma vez que as variações hormonais da menopausa podem ser responsáveis por alguns desses sintomas, ao passo que outros fatores podem contribuir ou causá-los.
Algumas alterações e possíveis problemas bucais que podem estar associados à menopausa:
Síndrome da boca ardente: essa alteração hormonal causa dor intensa e pode afetar a língua, lábios, palato, gengivas e áreas de suporte da dentadura.
Xerostomia: ocasionada pela diminuição da saliva, pode propiciar o aparecimento de cáries e mau hálito.
Alterações na mucosa: a gengiva pode sangrar com facilidade e parecer pálida, seca e brilhante.
Periodontite: pode causar a perda de dentes. As mulheres podem se tornar mais suscetíveis a esta forma destrutiva das gengivas.
Osteoporose: a perda óssea de tecidos de suporte do dente pode estar relacionada à osteoporose.
Distúrbios de alimentação: angústia psicológica relacionada à menopausa pode levar a hábitos alimentares inadequados em algumas mulheres, incluindo o vômito intencional. Esses hábitos podem causar trauma à boca, incluindo erosão do esmalte do dente.
No consultório odontológico
A equipe odontológica possui papel fundamental durante este período, muitas vezes conturbado, para garantir a perfeita saúde bucal da mulher. “A complexidade das manifestações causadas pela menopausa à saúde da mulher exige atendimento multiprofissional e, com certeza, o cirurgião-dentista deve ser requisitado”, defende Dr. Claudio Camargo, que afirma que a conscientização da população com relação a essa realidade feminina deve começar nas fases mais precoces de suas vidas, no intuito de minimizar todos os sintomas. “Toda e qualquer conduta odontológica deve ter enfoque preventivo, embasado nos cuidados essenciais de higiene e na manutenção da saúde bucal. Proceder com orientações sobre o uso de fio dental, escovas macias, enxaguatórios específicos ao problema relatado e observado, assim como visitas regulares ao dentista para limpeza e procedimentos no geral”.
É de extrema importância a regularização do fluxo salivar, tendo em vista que a saliva desempenha um papel importante na limpeza das papilas gustativas da língua, responsáveis pelo reconhecimento do sabor dos diferentes alimentos. O resultado é que a percepção de sabores fica prejudicada e, desta forma, faz com que o mau hálito fique mais perceptível nestes pacientes. “Devemos realizar o tratamento da xerostomia, assim como aliviar os sintomas de ardência bucal, procedendo com o uso de saliva artificial, enxaguantes que promovem a reposição de enzimas perdidas na saliva, lubrificante lingual, cremes dentais apropriados e o uso da laserterapia com infravermelho”.

Por: Doutor Claudio Camargo
CRO-SP-51053
COE
Contato: 4654-3876
www.coeodontologiaestetica.com.br
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Menopausa x saúde bucal

Postado em 17 de novembro de 2017

Menopausa x saúde bucal

As mulheres podem sofrer muitas alterações corporais durante a menopausa. Algumas dessas mudanças acontecem na boca, onde as variações hormonais podem levar a sintomas orais desfavoráveis.
A menopausa, que sinaliza o fim da fertilidade feminina, é uma parte normal do processo de envelhecimento. As mulheres que passam por ela devem discutir quaisquer alterações bucais com seus dentistas, uma vez que as variações hormonais da menopausa podem ser responsáveis por alguns desses sintomas, ao passo que outros fatores podem contribuir ou causá-los.
Algumas alterações e possíveis problemas bucais que podem estar associados à menopausa:
Síndrome da boca ardente: essa alteração hormonal causa dor intensa e pode afetar a língua, lábios, palato, gengivas e áreas de suporte da dentadura.
Xerostomia: ocasionada pela diminuição da saliva, pode propiciar o aparecimento de cáries e mau hálito.
Alterações na mucosa: a gengiva pode sangrar com facilidade e parecer pálida, seca e brilhante.
Periodontite: pode causar a perda de dentes. As mulheres podem se tornar mais susceptíveis a esta forma destrutiva das gengivas.
Osteoporose: a perda óssea de tecidos de suporte do dente pode estar relacionada à osteoporose.
Distúrbios de alimentação: angústia psicológica relacionada à menopausa pode levar a hábitos alimentares inadequados em algumas mulheres, incluindo o vômito intencional. Esses hábitos podem causar trauma à boca, incluindo erosão do esmalte do dente.

No consultório odontológico
A equipe odontológica possui papel fundamental durante este período, muitas vezes, conturbado, para garantir a perfeita saúde bucal da mulher. “A complexidade das manifestações causadas pela menopausa à saúde da mulher exige atendimento multiprofissional e, com certeza, o cirurgião-dentista deve ser requisitado”, defende o doutor Claudio, que afirma que a conscientização da população com relação a essa realidade feminina deve começar nas fases mais precoces de suas vidas, no intuito de minimizar todos os sintomas. “Toda e qualquer conduta odontológica deve ter enfoque preventivo, embasado nos cuidados essenciais de higiene e na manutenção da saúde bucal. Proceder com orientações sobre o uso de fio dental, escovas macias, enxaguatórios específicos ao problema relatado e observado, assim como visitas regulares ao dentista para limpeza e procedimentos no geral”, acrescenta.
É de extrema importância a regularização do fluxo salivar, tendo em vista que a saliva desempenha um papel importante na limpeza das papilas gustativas da língua, responsáveis pelo reconhecimento do sabor dos diferentes alimentos. O resultado é que a percepção de sabores fica prejudicada e, desta forma, faz com que o mau hálito fique mais perceptivo nestes pacientes. “Devemos realizar o tratamento da xerostomia, assim como aliviar os sintomas de ardência bucal, procedendo com o uso de saliva artificial, enxaguantes que promovem a reposição de enzimas perdidas na saliva, lubrificante lingual, cremes dentais apropriados e o uso da laserterapia com infravermelho”, conclui o cirurgião dentista.

Dr. Claudio Camargo
Cirurgião Dentista – Especialista em Dentística Restauradora e Estética
drclaudiocamargo@ig.com.br
Fones: (11) 4654-3876 / 4654-3877 / 9-8114-8213
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