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Cândida Possebon

Profissional & Self Coach – PSC Cert.6097 – IBC Instituto Brasileiro de Coaching Pós Graduada em Coach Life Certificada em Coach de Relacionamento

Setembro amarelo: é preciso agir e reagir

Postado em 20 de setembro de 2020

O dia 10 de setembro foi oficialmente o “Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio”, mas faz sentido que este cuidado deve ser realizado durante todos os meses?
Trata-se de uma triste realidade que, nos dias de hoje, tornou-se muito frequente. Então, que tal transformarmos a emoção e o sentimento da questão em positividade?
Ah! Como às vezes é tão difícil controlar as emoções/sentimentos que habitam dentro de nós e que, sem percebermos, controlam cada passo que damos. Se emocionar é viver, mas também pode nos levar ao erro. E como lidar com essas emoções e seus significados um dia após o outro? São os fios que tecemos no passado, que permanecem no presente e escurecem o futuro. Agora, de onde vem essas emoções/sentimentos? Costumamos associar as emoções ao coração, pois elas têm forte ligação com o “sistema cardiovascular”, ou seja, é comum o coração acelerar quando vejo algo ou alguém em especial, mas, também, quando vejo o meu vidro de perfume cair das minhas mãos em câmera lenta sinto que o coração vai parar de bater. Como o coração dói, ele floresce, ele se alegra e a vida continua…
Entretanto, na verdade, as emoções/sentimentos se formam no cérebro e as nossas reações coordenadas simplesmente respondem aos nossos arquivos de emoções e sentimentos. O cérebro orquestra todos os nossos sistemas: glandular, sanguíneo, nervoso, cardiovascular etc., para reagirem em determinados momentos. Então, como lidar com a emoção/sentimento e a razão para não deixar que ela nos derrube e nos maltrate, deixando a nossa vida triste. Visto isso, que tal aprendermos algumas dicas que podem controlar as nossas emoções/sentimentos? Vamos lidar com os nossos sentimentos confusos ou emoções à flor da pele, transformando-os em amorosos e suaves, e assim tanto a nossa alma como o nosso corpo agradecerão.
Dicas práticas de como melhorar a autoestima e como se amar mais:
1ª – Tome consciência (sem esse passo, nada feito)
– Saia do automático e olhe para você.
– Pergunte-se: “Estou feliz assim?” – Resposta: sim ( ) não ( )
“Eu escolhi isto? – Resposta: sim ( ) não ( )
“De 0 a 10, quanto eu quero mudar? – Resposta: (__)
Lembrete: “Quem sempre faz o que sempre fez, sempre terá o que sempre teve.”
2ª – Pratique o que te faz feliz
Lembrete: “Tudo aquilo que você deseja está do outro lado do medo”.
3ª – Corte da sua vida o que faz mal a você
Lembrete: “Viver com medo é viver pela metade”.
4ª – Faça o que precisa ser feito
Lembrete: “Acredite que você pode, assim já estará no meio do caminho”.
5ª – Supere o passado
Lembrete: “Pare de olhar para trás, pois você já sabe onde esteve e, agora, precisa saber para aonde vai”.
6 – Pense sempre positivo
Lembrete: “Mude seus pensamentos e mudará seus resultados”.
7ª – Aceite-se e perdoe-se
Lembrete: “O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar com mais força”.
8ª – Você é a sua melhor companhia, seu melhor amigo
Lembrete: “As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes”.
9ª – Confie em si mesmo
Lembrete: “Quem deseja ver o arco-íris precisa aprender a gostar da chuva”.
10ª – Seja o seu melhor projeto
Lembrete: “Aprenda com a Primavera que se deixa cortar para voltar inteira”.
O setembro é amarelo sim, mas também é Primavera, e isto é um jeito da natureza dizer: – É tempo de renascer. Não se esqueça nunca que quando o outono derruba uma flor a primavera coloca outra no lugar.
Amorosamente…

Por: Cândida Possebon
Pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching
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A vida é um milagre

Postado em 5 de julho de 2020

“A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre”, Bert Hellinger.
Ao estudar Bert Hellinger – codificador da Constelação Sistêmica Familiar – ocorreu-me transcrever esta metáfora, queridos leitores, a qual, evidentemente, levará todos vocês a uma profunda reflexão.

A metáfora
No ventre de uma mãe havia dois bebês em formação e estabeleceu-se este diálogo:
1° Bebê: – Você acredita em vida após o parto?
2° Bebê: – Talvez nós estejamos aqui para nos prepararmos para o que vier mais tarde.
1° Bebê: – Bobagem! Que tipo de vida seria essa?
2° Bebê: – Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui, talvez poderemos andar com as nossas próprias pernas e, quem sabe, comer com as nossas próprias bocas. Até pode ser que tenhamos outros sentidos que não podemos entender agora.
1° Bebê: – Isso é um absurdo! O cordão umbilical é tudo o que a gente precisa. A vida pós-parto está fora de cogitação.
2° Bebê: – Bem, eu acho que há alguma coisa além e, talvez, possa ser diferente do que é aqui. Eu acho que a gente não vai mais precisar desse tubo físico que é o cordão umbilical.
1° Bebê: – Crendice! E, além disso, se realmente há vida após o parto, então por que ninguém jamais voltou de lá para nos contar?
2° Bebê: – Entretanto, com certeza vamos encontrar a Mamãe e Ela vai cuidar de nós.
1° Bebê: – Mamãe? Você realmente acredita em Mamãe? Isso é ridículo! Se existe a mamãe, então onde Ela está agora?
2° Bebê: – Ela está ao nosso redor, estamos cercados por Ela, nós somos dEla. É nEla que vivemos, pois, sem Ela, esse mundo não seria capaz de existir.
1° Bebê: – Bem, não posso vê-la, daí é lógico que Ela não existe.
2° Bebê: – Às vezes, quando você estiver em silêncio profundo, se concentrar e abrir amorosamente a possibilidade de ouvir, poderá perceber a presença dEla e auscultar a sua voz amorosa.
Esta foi a forma com a qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.
Amorosamente!

Por: Cândida Possebon
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A constelação familiar e a mãe

Postado em 13 de maio de 2020

“A forma como tratamos a nossa mãe é a forma como nos colocamos na vida”. “O sucesso tem a face da mãe”. Bert Hellinger
Entende-se como sucesso ter um relacionamento afetivo amoroso, uma relação saudável com o dinheiro, uma conquista de objetivo, um realizar-se, um sentir-se seguro, e quando isto se emaranha é porque não tomamos a nossa mãe no coração.
O que isso significa: tomar a mãe dentro das leis sistêmicas da Constelação Familiar? É aceitá-la sem julgamento e com amor no coração, independentemente de como tenha sido a nossa criação, a nossa história, a nossa relação, o nosso sentimento de ser ou não amado(a) suficientemente, se fomos ou não castigados(as) e preteridos(as) ou, até mesmo, abandonados(as).
Porém, não há como dizer sim à vida sem a nossa aceitação materna, ou seja, sem dizer sim à nossa mãe.
A vida nos foi entregue, queiramos ou não, através da mãe, pois nascemos de suas entranhas, de sua carne. Nosso corpo foi forjado em seu ventre através dos alimentos ingeridos por ela e pelo fornecimento do oxigênio que nos manteve vivo. Por fim, todo nosso ritmo de vida foi, em última análise, nos dado pelos nossos pais, mas quem sempre teve a grande chave da vida guardada em seu cofre (útero) foi a mãe. Para que possamos nascer, verdadeiramente nós precisamos da decisão (autorização) de alguém, daquela que coloca tudo em risco por uma nova vida, onde ela abre um espaço para formar dentro dela cada pedacinho – que é o sistema único e insubstituível – que só será possível pela decisão deste alguém, ou seja: a nossa mãe que, desde sempre, nos deu e nos dará a condição de compartilhar a vida. Por isso fica claro que “o sucesso tem a cara da mãe”, visto que, depois que nascemos, a mãe nos entrega para o mundo como seu grande projeto. Ela sempre vai olhar para aquela criatura com um amor enorme, como um pedaço dela que jamais se esquecerá e, na contrapartida, nós, às vezes, a esquecemos.
A mãe sempre dá para seu rebento as condições para que se estruture e siga em frente, e é Ela que mostra o caminho para criarmos o nosso projeto dentro de nós. E que projeto é esse? É cada um de nós. A mãe é a que diuturnamente pensa na sua criança.
E o que ela quer em troca disso? Nada! Apenas que o projeto dela floresça, se torne grande e se concretize. E esse projeto tem um nome: o nosso nome. Então, a mãe tem a cara do sucesso? Tem. A mãe é a prosperidade pura? É. A mãe é a força de trabalho por 24 horas? É.
A mãe é quem nos doa para a vida, para o trabalho e para a história, sendo, cada um de nós, o maior projeto de sua mãe. Somos esse fruto que ela colocou no mundo e, se fizer sentido para todos, vamos fazer o melhor que pudermos para honrarmos essa dádiva que é a vida, a qual nos foi dada por nossa mãe.
E assim convido todos a tomarem suas mães verdadeiramente como elas são: com suas qualidades e seus defeitos; com suas forças e suas fraquezas, e, quando conseguirmos fazer isso, aí sim poderemos afirmar: “De fato, o meu sucesso, a minha prosperidade e o meu trabalho é a cara da minha mãe. Quando eu tomo minha mãe eu entendo e vivo todas essas coisas.
Bert Hellinger declara esta fala sistêmica:
“- Querida Mamãe. Eu liberto você de todas as minhas expectativas. O que recebi de você foi mais do que suficiente. O que recebi de você foi o mais importante: a vida”.

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Gestão de emoções

Outubro Rosa! Então, e o Setembro Amarelo?

Postado em 30 de outubro de 2019

Tivemos tempo de refletir sobre ele? Pois é, nesta minha jornada onde tenho a oportunidade de conversar com pessoas que estão procurando se conhecer e se conectar para poderem melhor gerenciar as suas emoções, decidi falar sobre elas.
Gestão de emoções até parece algo difícil, mas é apenas uma questão de escolha. Educar ou gerenciar as emoções é uma técnica muitíssimo bem elaborada pelo escritor Dr. Augusto Cury, um dos autores mais lidos nas últimas décadas. Então, neste artigo, compartilho uma breve releitura da sua obra literária mais recente: “Socorro, meu filho não tem limites” (vale a pena ler), a qual apresenta as seguintes indagações: Que tipo de filho eu estou formando? Quais os limites que eu devo colocar? Meu príncipe… Minha princesa… Cuidado, os reis e as rainhas precisam aprender que a vida não é um conto de fadas!
Oferecer excesso de presente e recompensa só gera miserabilidade emocional.
Será que estamos educando as nossas crianças e os nossos jovens para viverem onde só haja direitos, esquecendo que também existem deveres?
Ou estamos criando nossos “príncipes” e “princesas” para viverem num reino onde eles, como tiranos, tratam as demais pessoas, incluindo os próprios pais, como servos?
Daí, se os limites não forem claros e inteligentes podemos, sem dúvida, colocar nossos filhos em armadilhas mentais, tais como: o consumismo, o conformismo e a dificuldade de transformar perdas em ganhos e as crises em oportunidades. Infelizmente, o índice de autoflagelo e de suicídio é alto entre jovens e crianças, que são clinicamente dopadas por serem consideradas hiperativas e inquietas. Será? Que tipo de criança e adolescente estamos formando, quais são as ferramentas que estamos usando?
Educar é tarefa bem difícil, pois, pense comigo, temos que partir de nós mesmos, sendo fundamental deixarmos de lado os nossos preconceitos, os nossos julgamentos e as nossas crenças, para podermos evitar, sem dúvida, a contaminação de nossos filhos, muito mais do que possamos imaginar. Se a educação não for baseada em técnicas inteligentes, o resultado poderá ser desastroso.
Segundo Dr. Augusto Cury, atualmente os adultos têm produzido em seus filhos muito mais “janelas killer” (traumáticas) do que “janelas light” (saudáveis).
Então, educar é: Não modificar a mente do educando, mas levá-lo a pensar antes de agir; Não adestrar o seu cérebro, mas, sim, encaminhá-lo a desenvolver a consciência crítica; Não cobrar demais, mas conduzi-lo ao autocontrole; Não superproteger, mas, sim, estimulá-lo a trabalhar perdas e frustrações; Não punir, mas incentivá-lo a ser líder de si mesmo; Não dar bronca, mas levá-lo a se colocar no lugar do outro.
Então, dá para perceber como a educação no mundo está debilitada, formando pessoas doentes, o que nos leva à seguinte reflexão: O que eu estou fazendo para isto melhorar?
Que tal repensar e ressignificar a nossa vida? Tudo bem errar. Acolha os seus erros com mais gentileza e menos dureza. O erro acontece, mas seja leve e veja que é primordial que ele seja acolhido e repensado para que novos conhecimentos sejam reconstruídos.
Então, queridos leitores, sonhem em ser o melhor pai ou mãe do mundo, com todos os seus erros, tropeços e incoerências. E, em sonhando, não tenha medo de falhar. E, em falhando, não tenha medo de chorar. E, em chorando, repense a sua vida sem jamais desistir de “você” e de seus filhos, por mais que eles os frustrem. Nunca se esqueça de que eles são os melhores filhos do mundo. Por quê? Porque são seus filhos.

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Constelação sistêmica e seus diferentes movimentos

Postado em 10 de setembro de 2019

O prazer de compartilhar.
Este ano participei de dois cursos fantásticos, sempre em busca de ferramentas diferenciadas, as quais me habilitaram a ajudar o outro dentro do processo de coaching. Após algumas leituras sobre Bert Hellinger (codificador de Constelação Sistêmica) fui pesquisar a respeito. Então, descobri o quanto a constelação apresenta uma ampla visão do sistema, aplicada em todas as áreas da vida, tais como: a constelação familiar (a mais procurada), na psicopedagogia, no direito, na organização social, na empresa e outros mais. Enfim, o que mais me encantou em todas essas ordens sistêmicas foi justamente o “novo olhar” sobre pessoas, negócios e empresas, de modo geral sobre “gente”. Sim, todos nós neste mundo acelerado, onde as buscas são infinitas, buscando, o mais assustador, onde está a tal de “felicidade”?
Quem sabe se nosso olhar for um “novo olhar” para a vida, para a família e para o trabalho.
Então, quando nós devemos parar e perguntar: “para quê”?
Diante desta reflexão ponderamos: o que podemos fazer de melhor em nossas decisões e em nossas gestões?
Nesse mundo hiper conectado e impactado pelas constantes mudanças, o conhecimento sistêmico é, sem dúvida, uma valiosa ferramenta, e daí surgem as perguntas: Do que uma família precisa, ou a sociedade precisa, ou a empresa precisa? É através da constelação que vamos enxergar que, além de uma liderança clara, é necessário ter metas e objetivos sociais bem definidos, e para que tudo isso aconteça existem três leis fundamentais: 1) a hierarquia; 2) o pertencimento e 3) o equilíbrio.
1) A hierarquia – Você é o chefe, o pai, o dono, porém, cuidado com uma relação distorcida ou patológica: “Manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Observe aqui o poder pessoal e o poder da posição.
O poder pessoal é uma energia interna legítima e permanente que nos torna capazes de influenciar outras pessoas, tendo sempre um olhar sensível e generoso diante das mudanças que são constantes em nossas vidas.
O poder de posição é infindável e nunca deixará de existir, o “problema” é o uso que se faz dele.
2) O pertencimento – é um dos mais fortes instintos humanos. Pertencer é fundamental, assim como respeitar esta lei da natureza, pois, para que qualquer organização (familiar, social e empresarial) funcione, é importantíssimo que cada qual se sinta “pertencente” a ela, desde os mais simples até os maiorais. Todos têm o igual direito de “pertencer”.
3) O equilíbrio – é o sinônimo da máxima: “é dando que se recebe”. Quanto maior for o equilíbrio melhor será a prosperidade em todos os sentidos, em todas as áreas: familiar, social e empresarial.
Enfim, uma relação equilibrada é quando as partes compartilham mutuamente, dando e recebendo aquilo que cada uma é capaz, sendo uma relação que promove o amadurecimento, a liberdade e o bem-estar.
“A maioria das vezes não precisamos de um novo caminho, precisamos apenas de uma nova forma de caminhar”. Bert Hellinger

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A metáfora do rio e do oceano

Postado em 6 de março de 2019

“Você sabe, no fundo, que já tem tudo que é necessário para agir, mas fica congelado por conta do medo,” Rafael Seabra.
Deparando-me com esta afirmativa, fiquei pensando sobre esse sentimento básico (medo), que tantas vezes nos protege, outras tantas nos paralisa e que sabemos ser uma emoção natural, sentida por todas as pessoas em diferentes momentos da vida.
A inteligência emocional nos fala de dois medos: 1º – O real – respeite-o, pois ele é o seu agente protetor; 2º – o emocional – temor de situação frustrante. Ele pode despertar o sentimento de culpa, de inferioridade, de incapacidade, de perda etc., sem mesmo que o sentimento, necessariamente, possa acontecer.
Então, caros leitores, ao ler esta metáfora que apresento convido-os a repensarem seus medos.

O rio e o oceano
Diz-se que, mesmo antes do rio desaguar no oceano, ele treme de medo. Ele olha para trás, lembra toda a jornada, as montanhas, os lugares por onde correu e o sinuoso caminho que percorreu. Ah! Quantas coisas que ele passou, ele viu, ele sentiu, ele viveu e, agora, à sua frente surge um imenso oceano, tão grandioso, tão assustador, que entrar nele nada mais é que desaparecer para sempre.
Então, caros leitores, quantas vezes a vida nos pergunta: Você pode voltar?
Ah! Se pudéssemos voltar. Entretanto, tal qual o rio, não podemos voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Apenas podemos ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E você, tem outra saída?
Acredite, somente quando o rio entra no oceano é que o medo desaparece, porque o rio passa a entender que não se trata de desaparecer no oceano, mas de tornar-se o oceano também.
Sendo assim, amigo(a), em nossos casos, do mesmo modo não se trata de desaparecer, de morrer, mas de renascer, através da ressignificação e trabalhando as nossas crenças limitantes que, sem dúvida, são auto realizáveis, no entanto posso lhes afirmar que provavelmente cicatrizes ficarão, mas não mais doerão.
Quando em nossa vida o oceano se apresentar, devemos nos encorajar e acreditar que não vamos desaparecer, que através da ressignificação nós podemos mudá-la e ficarmos mais fortes. “A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente”.
Visto isso, caro(a) leitor(a), caso você esteja com medo diante do seu oceano, convido-o(a) a procurar um profissional que, no mínimo, vai ampará-lo(a) nesta travessia, ensinando-o(a) a acreditar em si mesmo(a) e na sua capacidade, pois ninguém mais, além de você, é o responsável pela sua felicidade.

Por: Cândida Possebon
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A disposição de caminhar lado a lado

Postado em 14 de dezembro de 2018

Resiliência – palavra relativamente nova nos nossos dicionários internos, e o que ela significa mesmo? Força, coragem, vigor e, às vezes, nem sabemos ao certo o seu significado. Será que tenho que aceitar a tudo como uma fortaleza? Ou, até mesmo, será um pré-requisito para o sucesso? Eu preciso superar qualquer obstáculo, por que só assim serei forte!? Será?
Quase sempre a pessoa procura um terapeuta ou diz para si mesma: Eu não consigo aguentar tanta injustiça e tanta falta de ternura, visto que não sei ser resiliente. Como fazer? Será que só sendo resiliente vou conseguir vencer?
Precisa ser forte e, em seguida, se pega chorando, deprimida e triste. Será que sou muito mimada, ou então, sou fraca?
E aí, no meio deste turbilhão, descobre-se a resiliência. Não é ser um saco de pancadas, que aguenta tudo em qualquer situação, como se isso fizesse parte do seu crescimento emocional, psíquico e individual. É quando entendemos que há batalhas que não se tem que enfrentar, e fazer essa escolha não é um fracasso. Muito pelo contrário: é resiliência, conhecendo os seus limites e valores, os quais precisam ser respeitados.
Esse termo chegou ao Brasil ligado à ideia de conformismo. Pelo contrário, ser resiliente é muito mais a capacidade de enfrentar as adversidades e os percalços da vida de uma maneira diferente, acreditando que através dessa dor pode surgir uma solução, que é possível se recuperar mesmo diante de situações bastante adversas e que, ao final da caminhada, percebe-se uma pessoa mais forte apesar do sofrimento.
E aí está a chave da questão. Nesses momentos é fundamental juntar-se com quem também está passando por dores que, embora não sejam exatamente as mesmas, basicamente são equivalentes. É onde se enxerga que não é a única, que outras pessoas já viveram ou vivem algo parecido. Neste momento, surge aquela força motriz da vontade de ajudar e de repartir a dor, a qual se tornará mais suave, menos dura, e assim vai se dando um novo sentido a essa dor, surgindo o ímpeto de transformar a própria vida.
Isto é o Coaching Integrado, processo que faz com que a pessoa que participa, ao ajudar o outro, está automaticamente se ajudando e se curando. É o sentimento de pertencer a algo mais intenso do que o sofrimento individual. É abraçar uma causa e traçar planos de ação em conjunto, para que a pessoa se torne maior e comece a se libertar.
Entretanto, é importante observar que a resiliência diz respeito à criatividade, ajudando cada um a procurar saídas fora da caixinha, enxergando através do outro os seus próprios problemas por outras janelas.
O ser humano não nasceu para encarar suas grandes dores isoladamente, então, de cara, não se cobre muito, peça ajuda, ouça o outro e, principalmente, sinta que você não é uma ilha, podendo ser ajudada tanto quanto ajuda.
Então, a resiliência é um convite para enfrentar a situação, e não fugir dela. A dor, dentro da vida, hora ou outra aparece e, neste instante, procurar ajuda é uma forma de amenizá-la. Você a terá, mas só ficará com ela se quiser. Concorda?
É difícil, claro que é! Ninguém ousa dizer que não. O primeiro passo é reconhecer que não dá para percorrer qualquer caminho difícil sem antes olhar para dentro de si e constatar o que se está sentindo. No entanto, o que fazer com o medo, esse sentimento muito forte que dói, sangra?… E o que os outros vão pensar?
Procure enfrentar esse medo comunicando a sua dor, primeiro para você e depois para os outros, mostrando para si própria que, nesse ato, não há nada de fraqueza, pois toda pessoa tem o seu momento.

A importância do coletivo
Segundo a psicóloga Eliza M. Leão, “a boa nova é que você não precisa enfrentar esse caminho de forma solitária. O convívio com outro (desde que 100% sem julgamento) é determinante no processo de ressignificação e superação das nossas turbulências”.
Conforme diz Boris Cyrulnik: “Só conseguimos enfrentar um sofrimento e fazer com que ele seja um trabalho útil para si e para os outros depois de termos sido acolhidos por alguém”.
Sendo assim, quero convidar todos os interessados para um processo inovador de Coaching Integrado, onde me coloco como mediadora, de forma técnica e amorosa.

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A metáfora da pipoca

Postado em 31 de outubro de 2018

Toda dificuldade traz sempre uma grande lição. Embora a gente procure remédios para as dores do mundo, é preciso coragem para encarar o fogo (dor e desafio) que algumas vezes se coloca à nossa frente. Nos momentos de medo, quando a oportunidade de sair do casulo se apresenta, é preciso humildade para admitir que não é o dono da verdade, ter a coragem para libertar-se de velhos hábitos e de dar um salto no vazio rumo à transformação, para que se possa nascer de novo para a verdadeira natureza e para quem, realmente, se é.
A transformação do milho duro em pipoca macia é o símbolo da grande transformação por qual deve passar o ser humano, para que ele venha a ser o que deve ser. O milho da pipoca não é o que deve ser, porque, na verdade, ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca é o ser humano: duro, quebra dente e impróprio para comer, mas, pelo poder do fogo pode, repentinamente, se transformar em outra coisa – voltar a ser criança. Por outro lado, o milho que se recusa a sair da casca e estourar (mesmo sob fogo ardente) fica piruá – duro e triste, como a pessoa inflexível que se recusa a mudar e permanece igual à vida inteira, por ter a convicção de que o jeito dela é o melhor jeito de ser. Mais cedo ou mais tarde, todo ser humano passará pelo fogo, cabendo, no entanto, a cada um decidir viver como pipoca ou morrer como piruá. A escolha é de cada um.
Conforme trecho do conto de Rubem Alves, que relato abaixo, somente o milho duro que passa pelo fogo se transforma em uma flor branca macia: “A transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca para sempre”.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira, são pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem, pois acham que o seu jeito de ser é o melhor do mundo. Mas, de repente, vem o fogo: é quando a vida nos lança numa situação que nunca se imagina e, então, vem a dor. Pode ser fogo de fora, como perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre etc. ou pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão – sofrimento cuja causa se ignora.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, ficando cada vez mais quente lá dentro, pense que a sua hora chegou – vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente, não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece. ‘Pum’! E ela aparece como outra coisa, completamente diferente, de um jeito que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como uma borboleta voante. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro. “Morre e transforma-te” , dizia Goethe.
A presunção e o medo de cada um são a dura casca do milho que não estoura e o destino dela é triste – vai ficar dura a vida inteira. Não vai se transformar na flor branca e macia e não vai dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada e o seu destino é o lixo.
Quanto às pipocas que estouraram: são adultos que voltaram a serem crianças e sabem que a vida é uma grande brincadeira.
E quanto a você, caro (a) leitor (a), já estourou ou o seu destino é ser um piruá?

Por: Cândida Possebon
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O que a hipnoterapia pode fazer por você

Postado em 29 de agosto de 2018

A hipnoterapia é o uso terapêutico da hipnose ou o tratamento de uma doença com o uso de técnicas hipnóticas. Como funciona através da hipnose: é acessado o subconsciente da pessoa, utilizando de um relaxamento induzido e profundo. Sendo assim, o subconsciente fica aberto a sugestões, aprendizados e ressignificações, as quais são capazes de gerar grandes modificações psicológicas e físicas.
Muitos dos problemas e das dores vivenciados por uma pessoa são causados por eventos do passado, que ficam localizados nas raízes e, muitas vezes, ela nem se lembra.
Formada em Coaching e em Hipnose Ericksoniana através do IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, Cândida Possebon, que atua no ramo há 4 anos, explica que somos como uma árvore, onde a raiz é a infância e o que vemos na vida adulta é o tronco, os galhos e os frutos.
“Então, a raiz nós não vemos porque ela está enterrada, daí a hipnoterapia tem a capacidade de remover esta raiz e, assim, ao enxergarmos onde mora a nossa verdadeira dor, fica mais fácil encarar e resolver de vez todas as nossas dificuldades, pois sempre é possível nos reinventarmos e nos ressignificarmos. É sofrido? Sim, é muito doloroso e ninguém diz o contrário, mas, pode acreditar, vale a pena refazer as raízes, simplesmente porque a gente merece”, explica.
Através da hipnose os resultados são encontrados mais rápidos do que com outros métodos convencionais, e isso ocorre justamente porque a hipnose clínica alcança a mente subconsciente e trata o transtorno diretamente em sua origem.
“Porém, que fique bem claro que todo e qualquer tratamento é para a pessoa que realmente ‘quer’, e não para aquela que precisa”, salienta.
Os benefícios do Coaching / Hipnose Ericksoniana são inúmeros para quem aceita, sendo eles: autodesenvolvimento; maior compreensão de seus processos internos; empoderamento e controle das emoções; libertação de traumas e de crenças limitantes; aprendizado sobre autotranse; controle do estresse, fobia e angústia; maior capacidade de solucionar problemas; eficácia na comunicação; mudança no comportamento, no pensamento e no sentimento, etc…
Já para a carreira e liderança, os benefícios são: realização de sessões de coaching ainda mais poderosas; intervenções terapêuticas mais precisas e efetivas; potencialização orientada para resultados; ampliação de sua caixa de ferramentas e conhecimentos; expansão de suas competências profissionais; aumento do foco e do poder de persuasão; aprendizagem e compreensão de como lidar com diferentes padrões de comportamentos.
Quer resolver seus conflitos? Procure um profissional que poderá apresentar as melhores práticas, ferramentas e metodologias para potencializar e acelerar os resultados.

CÂNDIDA POSSEBON
Pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching:
Profisssional & Self Coach
Certificado 6097
Formação em Coaching Assessement
Formação em Coaching Ericksoniano
Pelo Instituto Health Coaching:
Pós-Graduada em Emagrecimento
#coachingtransformandovidas
Site: candidapossebon.com.br
Face: Coach Candida Possebon
E-mail: candidapossebon@gmail.com
Instagram: @coachcandidapossebon
Whatsapp: (11) 97450-7135
Fone: (11) 4656-2573
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O ledo engano pensar em coaching como tábua de salvação

Postado em 2 de maio de 2018

coaching

Estamos vivendo um tempo em que as pessoas acreditam que sua vida pode e será resolvida com algumas sessões de coaching, desde problemas emocionais (autoestima, perda, rejeição etc.), até mesmo o próprio emagrecimento.
Isto porque, para estas pessoas fazer o processo com este nome americanizado traz status, mas, é pura ilusão, pois, não passa de uma onda de modismo que envolve o tema. Existem sim, promessas de processo milagroso para todos os propósitos, todos os gostos e todos os bolsos. Essa onda acompanha a tendência humana de terceirizar as suas dores, os seus sofrimentos e as suas frustrações. Aí o coaching surge como uma “tábua de salvação” e, mais uma vez, se não acontecer a resolução de seu problema, a pessoa terá mais um para colocar a culpa. E o pior, pensa que além de ser um processo que vai diferenciá-la, o mesmo terá pílulas mágicas para resolver tudo em poucas sessões.Que lástima!
A verdade é que o coaching, assim como outros métodos de apoio ao ser humano, não faz milagre, pois, tudo depende, 100% das escolhas e das ações do cliente que, neste processo é denominado de “coachee”. Repetindo: tudo depende exclusivamente do “coachee”, o qual é devidamente conduzido pelo seu “coach”, o profissional que, na verdade, não é aquele que mostra um cardápio de caminhos possíveis, que sugere soluções para os seus problemas e que concorda passando a mão na cabeça, pois, se alguém oferecer a solução de seus problemas de forma milagrosa, rápida, fácil e sem dor, não leve em consideração, visto que, em geral, você os vive há décadas e quem vai resolvê-los, como já disse, é “você”.
Tudo depende do seu “querer”. Posso afirmar com segurança que o processo de coaching não é para quem precisa, é tão somente para quem quer.
O que importa é que o coachee acredite que toda e qualquer mudança depende única e exclusivamente dele ou dela.
Em tempos de cursos rápidos, de aprendizagem formatada, de solução instantânea em que em pouco tempo pode-se ir ao Facebook mostrar a foto de pessoa feliz, realizada, capaz e poderosa, posso garantir, isto não existe.
Para que o processo de coaching seja eficiente, o coach conduzirá o coachee, ao longo dos exercícios de reflexão, a fazer suas próprias escolhas, gerando, assim, a sua própria transformação. Mudar a consciência de si mesmo é o caminho para se transmudar em quem realmente se quer ser.
Na maioria das vezes, não se sabe o que se quer, não se é capaz de olhar para a própria história de maneira realista, reconhecendo nela o que dói e precisa ser curado e, também, o que traz orgulho e alegria. Tudo isso com a finalidade de escolher, de se conhecer e de se potencializar rumo a um novo objetivo ou meta e, é justamente na recorrência da incapacidade de saber o que se quer, que se tende a terceirizar os fracassos e as responsabilidades, negando que é o próprio protagonista das escolhas da sua vida.
E é justamente aí, com o auxílio do coach no processo de coaching, que se fica face a face com a verdade, descobrindo, de modo geral, que se é omisso não optando pelas próprias escolhas, mas, sim, pelas dos outros. Não importa o que aconteceu, o que importa é o que se vai fazer em relação ao que aconteceu e, isto, é absolutamente possível, bastando, tão somente, querer.
Com a ajuda de um profissional, técnico e consciente, essa árdua jornada será mais tranquila. O desafio é manter a coragem de descobrir como se levantar e dar a volta por cima de todas as dores, sem exceção. Como diz a música de Paulo Vanzolin: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.
O caminho é assumir a própria história, superar os erros cometidos e gerar a transformação necessária na própria vida. Segundo a pesquisadora Brené Brown, existem três marcos principais:
1º) O reconhecimento: reconhecer o que está doendo e observar de que forma o dito sentimento está ligado aos pensamentos e comportamentos.
2º) A descoberta: ser sincero em relação a sua realidade e ir sem medo e sem se sentir menor em busca de ajuda, pois, essa busca é essencial para entender que você é e como se relaciona com os outros.
3º) Revolução: realizar as mudanças necessárias, não terceirizar as suas culpas, se ver face a face, se perdoar, perdoar o outro, em especial, ter compaixão e, finalmente, admitir que tudo que você passou ou está passando foi sua própria escolha.
Somente assim será escrito um novo final, mais corajoso, a fim de se modificar e encarar o mundo de uma nova maneira.

O caminho
Observa-se que a procura pelo processo de coaching sempre é motivada por uma queda ou fracasso na vida, fatos estes que nos obriga a enxergar que a transformação dos sentimentos, pensamentos e comportamentos é que irá levar a outros lugares e a novas conquistas. Sem dúvida, este processo torna-se verdadeiro e íntegro ao se ler a frase de Brené Brown: “O meio do caminho é confuso, mas, também é onde a mágica acontece”.
Portanto, tenho um convite a fazer, queridos leitores e leitoras, vamos fazer uma parceria, não ao mundo do coaching de técnicas memorizadas e automatizadas, de ferramentas mecânicas e do alcance da meta a qualquer custo, mas, ao mundo do coaching que desperta em si o potencial para ser alguém íntegro, inteiro de verdade, resultante de uma sucessão de fracassos e vitórias que, juntos, vão tornar você um ser melhor e, sem dúvida, mais feliz. Meu desejo mais profundo, é que este processo sobreviva ao modismo que o assola e desacredita, mas, que siga o seu verdadeiro propósito de ser o caminho facilitador de transformação corajosa e poderosa. Então, você também acredita que a transformação é uma porta que só se abre por dentro?

Por: Cândida Possebon (Arujá – SP)
Profissional & Self Coach – PSC
Cert.6097 – IBC Instituto Brasileiro de Coaching
Pós-graduada em emagrecimento pelo Instº. Health Coaching
www.coachcandidapossebon.com.br
Contato: 97450-7135
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Mudanças: como estão soprando os ventos neste novo ano para você?

Postado em 22 de março de 2018

Como estão soprando os ventos

Como tudo indica, o ano de 2018 será de muitas e grandes mudanças por diferentes motivos. Para tanto, faço as seguintes pergunta: E nós? Eu, você e todos os brasileiros, vamos ficar aqui parados esperando que os bons ventos cheguem e se encarreguem em transformar as nossas vidas como num passe de mágica?
Para mudar, precisamos de coragem ou basta esperar pelo sopro benevolente dos ventos bons?
Sinto muito, mas, mudança requer muita coragem. Coragem de se desapegar do velho, do conhecido, do habitual e de enfrentar o novo que sempre é assustador. Em geral, queremos a mudança de forma imediata e que junto venha o certificado de garantia de que será para melhor, entretanto, que pena, não temos como prever. Nada vem pronto, é sempre um processo de começar e recomeçar, desenvolver e concluir, pois, assim é o processo de mudança em nossas vidas, um processo contínuo. Sabemos e, geralmente, não admitimos, mas, todo ganho implica em perda e a clareza disto é fundamental que se tenha diante da mudança que se pretende implementar. Sendo assim, temos alguns passos a seguir:
1º) – É importante ter a clareza de só saber a respeito de uma situação depois de conhecê-la.
2º) – Conhecer implica em riscos (perdas e ganhos) e se faz necessário estar preparado, saber se tem condição de suportar a mudança e isso só a própria pessoa sabe.

O processo de coaching
É comum encontrar pessoas que vivem pedindo conselhos, não para refletir, mas, querendo apenas que alguém decida por ela, esquecendo que ninguém vive a sua vida e que não pode terceirizar a sua culpa ou responsabilidade. Na verdade, é mais fácil atribuir o seu fracasso a outrem do que a si mesmo. Por essa razão que é difícil mudar e fazer opção, pois, isso, exige coragem e determinação.
Aí é que entra o processo de coaching, que é de vital importância para subsidiar essas escolhas, pois, ele vai ajudar: a efetivar a mudança, ao conhecimento de si mesmo, à libertação de seus medos e crenças, dar a certeza de que o resultado positivo é fruto das próprias escolhas porque, acontece que ao caminhar no processo haverá a feliz descoberta de que se pode, sim, mudar, pois, mudança é a oportunidade que nos damos de sermos melhores.
Portanto, tenha um aliado. O coaching dará a segurança necessária para fazer a travessia (mudança) na sua vida, por isso, não espere que os bons ventos soprem até você, mas, procure você mesmo soprar e realizar a sua mudança, afinal, quem sabe faz a hora e não espera acontecer.
O processo de coaching é altamente eficiente para obtenção de resultado a curto, médio ou longo prazo. As sessões são realizadas a partir do seu estado atual e chegando ao seu estado desejado. Realmente faça este ano de 2018 diferente em sua vida, iniciando-o investindo em você e no que, de fato, traga resultado positivo.

Quer saber mais sobre coaching?
Marque um horário para conversarmos, que o primeiro bate-papo não tem custo, visto que o intuito é explicar o funcionamento do processo, a diferença entre custo e investimento em si próprio, o formato do trabalho etc.

Por: Cândida Possebon (Arujá – SP)
Profissional & Self Coach – PSC
Cert.6097 – IBC Instituto Brasileiro de Coaching
Pós-graduada em emagrecimento pelo Instº. Health Coaching
www.coachcandidapossebon.com.br
Contato: 97450-7135

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UMA META, SÓ É META SE FOR “S.M.A.R.T.”

Postado em 23 de novembro de 2017

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Dando continuidade da semana passada, apresento a quarta e a quinta letra da meta “S.M.A.R.T.” São cinco letras que representam, cada uma por si, um aspecto da meta. Vamos lá!

“R” Relevante

Ela é tanto mais possível quanto mais importante se estiver ligada ao seu propósito de vida. E, é bom frisar: “seu propósito”, que quer dizer que é somente “seu” e não do esposo (a), do amigo (a), do emprego, do social etc.

“T” Temporal

Tem que ter um prazo para ser cumprida, um tempo pré-determinado.

 

Comentário Final

Então, com as cinco letras decifradas, vamos lá:

Definindo Meta: O impossível pode ser dividido em vários passos possíveis. O prazer de atingir o objetivo é imensurável, mesmo sabendo que vai ser muito difícil e, por isso que é preciso rever essas metas todos os dias, pois, são as pequenas ações que irão levar você ao resultado positivo final.

Faça acontecer!

CÂNDIDA POSSEBON – Arujá/SP.
Profissional & Self Coach – PSC
Cert.6097 – IBC Instituto Brasileiro de Coaching
Pós Graduada em Emagrecimento p\ Instº.Health Coaching
#coachingtransformandovidas
Site: candidapossebon.com.br
Face: Coach Candida Possebon E-mail: candidapossebon@gmail.com
Instagran: @coachcandidapossebon
Cel.What: (11) 97450.7135
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